Com Stella Dauer
Periodicamente, o Greenpeace publica edições atualizadas de seu guia para eletrônicos mais verdes — Guide to Greener Gadgets —, mostrando quais empresas de tecnologia levaram a cabo suas promessas para um futuro sustentável e quais delas não mantiveram sua palavra.

Cortesia: Apple
O estudo começou em 2006 e desde então, a ONG ambientalista organiza um ranking com empresas de informática, TV, celulares e vídeo-games. O guia se baseia em políticas para conter o desperdício eletrônico, mudanças climáticas e o uso de produtos tóxicos na composição de embalagens e produtos para compor uma espécie de relógio que vai de 0 a 10, representando os pontos alcançados pelas empresas em busca da perfeição verde.
Logo nas primeiras edições, a Nokia fincou seu espaço em primeiro lugar, seguida da Samsung e da Sony Ericsson. Ao mesmo tempo, a Nintendo é sempre a última do ranking, acompanhada da Lenovo e da Microsoft, que de acordo o blog Green Tech ocupa sempre as últimas posições por possuir programas de reciclagem pobres e mal organizados e por não se preocupar o suficiente com a natureza.
Sempre visada e pressionada pelo Greenpeace para que retire químicos tóxicos de seus produtos, a Apple este ano caiu do 9o. para o 11o. lugar, mesmo com todos os seus esforços e campanhas em seu website para divulgá-los. A ONG reclama que a fabricante de Macs alega ser “livre” de PVC e BFR, mas utiliza limites altos para fazer esta medida.
Segundo o Green Tech, o Greenpeace avisa que o e-waste (desperdício eletrônico) é o maior colaborador para o aumento do lixo nas cidades devido à freqüência com que as pessoas têm trocado de celular, computador e outros eletrônicos. Os dados da organização revelam que entre 20 a 50 toneladas de eletrônicos são jogados fora por ano em todo o mundo.
Tags: ecologia, Greenpeace, meio ambiente






Mac+ » Greenpeace agora mira HP
30 de julho de 2009 @ 12:45
[...] que lidera o setor ao extinguir o uso dessas substâncias tóxicas” completou. No passado, a ONG havia apelado para que a empresa parasse de utilizar PVC e BFR em seus produtos e lançou, inclusive, um site pedindo para que a empresa se tornasse mais verde. [...]