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	<title>Mac+ &#187; Mac Tech</title>
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	<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 09:32:02 +0000</pubDate>
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		<title>Macs usados, quem tem?</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 20:48:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca Hayashi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Tech]]></category>

		<category><![CDATA[Clássico]]></category>

		<category><![CDATA[Mac usado]]></category>

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		<category><![CDATA[Power Mac]]></category>

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		<description><![CDATA[Aumento no preço dos Macs novos reaquece o mercado de usados
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Depois que a Apple começou com a política de preços mais baixos para conseguir aumentar sua base instalada no Brasil, o público começou a dar mais atenção aos tão comentados computadores com a “maçã”, sempre considerados muito caros por estas bandas. Com isso, o mercado de Macs usados, que durante anos era uma, senão a única, maneira de algum iniciante adquirir seu primeiro Macintosh, deu uma esfriada, principalmente para os modelos com os processadores PowerPCs, já que os novos, com chips Core 2 Duo da Intel, chegavam a preços bem competitivos.</span></p>
<p><span>Mas o tempo passou, a crise econômica chegou e, infelizmente, os Macs lançados em novembro do ano passado e em março deste ano não puderam manter os mesmos preços bacanas de 2008. Os aumentos foram bastante significativos e, mesmo com uma ligeira queda anunciada pela Apple em junho, não reacenderam o mercado de novos. As vendas estão boas, mas não no mesmo ritmo de 2008.</span></p>
<p><span>Mas nem tudo está perdido. Se você ainda sonha em ter um Mac para chamar de seu, sem pagar o preço que as lojas oferecem ou deseja trocar sua máquina mais antiga por uma não tão nova, é uma boa hora para apostar no mercado de usados, que volta a se reaquecer. “Cresce o desejo de trocar de equipamento, mas se o cliente não tem como pagar o alto preço de uma máquina nova, ele procura um seminovo a um preço acessível”, diz Gonçalo Casanova, diretor geral da InBrasil, revenda autorizada Apple que trabalha com equipamentos seminovos.</span></p>
<p><span>Os PowerPC continuam com alta procura, apesar de os Mac Intel já terem chegado à fase de usados, porque têm um preço atrativo e uma boa performance. “Existe, ainda hoje, pessoas que buscam Macs G3 e G4 por seu custo–benefício”, afirma Gonçalo. Mas a tendência é que a procura pelos Mac Intel aumente e os antigos acabem virando item de colecionador. Os Macs com processadores G5, por exemplo, ainda dão no couro e têm uma boa procura pelos usuários. “Existem equipamentos antigos que são valorizados devido à dificuldade de encontrá-los no mercado e à relação de performance e custo. Quem conhece um pouco mais de Mac, sabe escolher um modelo que atenda a suas necessidades”, afirma Gonçalo.</span></p>
<p><span>As dicas para comprar um Mac usado são simples, mas devem ser seguidas à risca para não causa choro e ranger de dentes depois da negociação feita (veja a lista completa na página ao lado). Na hora de comprar ou trocar um Mac usado, é importante verificar se as peças dos Macs são originais, se ainda existe a nota fiscal, a bateria e o HD. Nos desktops, em especial, é preciso verificar se o monitor está funcionando bem e sem as famigeradas listras de pixels mortos pela tela, comuns principalmente no iMac de 17 polegadas (modelo Intel ou Power PC G5).</span></p>
<p><span>Por enquanto, os modelos de Macs mais procurados continuam sendo os iMacs G5, Power Macs e o Mac Pro. Se você prefere um Mac portátil, os MacBooks branco e preto já estão sendo revendidos a um preço mais baixo do que das lojas, porque estão sendo substituídos pelos novos modelos de alumínio. “O custo–benefício de uma máquina seminova vale a pena quando se tem garantia e condição de pagamento”, diz Gonçalo. Mesmo os Macs sendo os computadores mais caros do mundo, ele ainda está ao alcance de todos. </span></p>
<p><strong>Dicas para comprar seu Mac usado</strong></p>
<div>
<p><span>Sempre que possível, exija a documentação do Mac. Esta é a sua principal garantia de procedência. Infelizmente, roubos de computadores, principalmente portáteis, atingem a todos – macmaníacos e pecezistas – igualmente. A principal vantagem do Mac é ter seu número de série sempre acessível (pelo programa Visão Geral do Sistema ou pelo menu </span><strong>Apple &gt; Sobre Este Mac</strong><span>). Mas em caso de dúvida sobre a procedência do equipamento, fale com o AppleLine (0800-761-0880).</span></p>
<p><span>Peça também manuais e todos os equipamentos que vieram com o Mac (cabos, adaptadores etc.). Para quem vende, talvez faça falta, mas para quem compra, pode, depois, significar gasto extra para adquiri-los.</span></p>
<p><span>Antes de correr atrás de galinhas mortas, verifique as condições do equipamento. Lembre-se: o que pode ser um pequeno arranhão insignificante para o vendedor pode ser um ferimento gravíssimo para quem está comprando.</span></p>
<p><span>Verifique sempre a configuração original e o potencial de expansão do Mac que você quer comprar. Esta pode ser a diferença entre uma máquina que pode render muito ainda e um Mac fadado a virar peça de museu. Um bom lugar para descobrir referências sobre os mais diferentes modelos de Mac é no site </span><a href="www.everymac.com" target="_blank">EveryMac</a><span>. Lá, você encontra tudo organizado, inclusive as oportunidades de upgrade da máquina (total de RAM, HD etc.).</span></p>
<p><span>Se você tiver uma assistência técnica de confiança ou programas de verificação, faça uma checagem básica. Softwares como DiskWarrior e Tech Tool Pro servem para verificar se está tudo OK, principalmente o HD, que é uma das peças mais sensíveis. Se for um notebook, pergunte quanto tempo está durando a bateria, já que ela tende a perder vida útil com o passar do tempo. No Visão Geral do Sistema, é possível verificar a quantidade de ciclos de recarga da bateria e seu estado (em porcentagem).</span></p>
<p><span>Pesquise bem antes de decidir. Hoje em dia, são muitas possibilidades para encontrar um Mac usado: sites, fóruns de discussão, como o da </span><a href="www.macmais.com.br/forum" target="_blank">MAC+</a><span> e revendas autorizadas. Procure a melhor relação custo–benefício.</span></p>
<p><strong>O limite entre o clássico e o velho</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-medium wp-image-7792" title="39-macusado-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-1-360x265.jpg" alt="39-macusado-1" width="360" height="265" /></strong></p>
<div>
<p><span>Diz o ditado que Macintosh não fica velho, vira clássico. E praticamente todo mundo que comprou um Mac na década passada pegou xodó e teve dificuldade para livrar-se dele, mesmo depois de deixá-lo anos exilado em um guarda-roupa. Alguns modelos têm valor de coleção e podem atingir cotações totalmente alheias à sua funcionalidade. Mas os colecionáveis valiosos são bem mais raros do que você supõe (ou os vendedores no Mercado Livre querem fazer você supor).</span></p>
<p><span>Portanto, antes de cair de amores por um Mac velhinho, formule com toda a clareza qual é a sua intenção para com ele. Se for para decorar seu escritório de arquitetura com um exemplo inspirador de design, ótimo. Mas um G3 bege nunca vai rodar o YouTube direito. Não insista! Metade das consultas em fóruns sobre Macs antigos é de gente que não dá o braço a torcer e insiste em obrigar seu pobre Mac a executar tarefas modernas que ele não consegue por concepção. Respeite-o.</span></p>
<p><span>Se a ideia é arranjar um Mac que sirva para trabalhar, interprete os sinais: na tabela de preços deste artigo não consta nada que não possa rodar Tiger ou Leopard. Não aposte tudo em um modelo para o qual já não há peças de reposição em estoque, pois você se arrependerá no primeiro pau de HD. Um exemplo de Mac recentemente convertido em clássico é o iMac G4, atraente para coleção devido à sua relativa raridade no Brasil.</span></p>
<p><span>Ao negociar um Mac antigo, ou ele virá sem documentação e software em CD, ou virá com tudo original e perfeitamente inútil, devido à existência de versões mais novas dos programas. Prepare-se para dedicar um tempo de estudo às características do equipamento.</span></p>
<p><span>No caso de um colecionável raro (Macintosh SE, Quadra 950, Mac TV, 512Ke, Color Classic, Lisa), tenha um cuidado extremo. As partes plásticas ficaram quebradiças e irão rachar e esfarelar facilmente. A máquina não pode ficar exposta à luz do sol. Muitos componentes não têm mais equivalente em Santa Efigênia. Em caso de dúvida, não mexa sem antes buscar informação detalhada.</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7793 alignleft" title="39-macusado-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-2.jpg" alt="39-macusado-2" width="170" height="118" /><strong>PowerBook G4 (Titanium)</strong></span></p>
<p><span>Modelo<span> </span>- Média de preço</span></p>
<p><span>867 MHz<span> </span>R$ 800 ~ 1 mil</span></p>
<p><span>1 GHz <span> </span>R$ 1 mil ~ 1.200</span></p>
<p><img class="size-full wp-image-7794 alignright" title="39-macusado-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-3.jpg" alt="39-macusado-3" width="152" height="143" /><strong>iMac G5</strong></p>
<p><span>Modelo (GHz) - Média de preço</span></p>
<p><span>1,8<span> </span>R$ 1 mil ~ 1.400</span></p>
<p><span>2,0 <span> </span>R$ 1.200 ~ 1.500</span></p>
<p><span><br />
</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7795 alignleft" title="39-macusado-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-4.jpg" alt="39-macusado-4" width="128" height="154" /><strong>Power Mac</strong></span></p>
<div>
<p><span>Modelo (GHz) - Média de preço</span></p>
<p><span>1,25 GHz mono <span> </span>R$ 400 900</span></p>
<p><span>1,25 GHz dual <span> </span>R$ 500 1.200</span></p>
<p><span><br />
</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7796 alignright" title="39-macusado-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-5.jpg" alt="39-macusado-5" width="196" height="165" /><strong>iBook G4 </strong></span></p>
<div>
<p><span>Modelo<span> </span>- Média de preço</span></p>
<p><span>1,2 GHz<span> </span>R$ 800 ~ 1.150</span></p>
<p><span>1,33 GHz<span> </span>R$ 1.050 ~ 1.200</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7797 alignleft" title="39-macusado-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-6.jpg" alt="39-macusado-6" width="168" height="94" /><strong>MacBook Pro</strong></span></p>
<p><span>Modelo<span> </span>- Média de preço</span></p>
<p><span>Core Duo 1,83 GHz <span> </span>R$ 1.800 ~ 2.100</span></p>
<p><span>Core Duo 2 GHz <span> </span>R$ 2 mil ~ 2.250</span></p>
<p><span>Core Duo 2,16 GHz ( 15”) <span> </span>R$ 2.250 ~ 2.500</span></p>
<p><span>Core Duo 2,16 GHz (17”) <span> </span>R$ 2.500 ~ 3 mil</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 2,16 GHz <span> </span>R$ 2.200 ~ 2.600</span></p>
<p><span>Core 2 duo 2,33 GHz (15”) <span> </span>R$ 2.800 ~ 3.100</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 2,33 GHz (17”) <span> </span>R$ 3 mil ~ 3.500</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7798 alignright" title="39-macusado-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-7.jpg" alt="39-macusado-7" width="164" height="145" /><strong>iMac Intel</strong></span></p>
<p><span>Modelo -<span> </span> <span> </span>Média de preço</span></p>
<p><span>Core Duo 17” <span> </span>R$ 1.200</span></p>
<p><span>Core Duo 20” <span> </span>R$ 1.400</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 17(branco)<span> </span>R$ 1.200 ~ 1.500</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 20”(branco)<span> </span>R$ 1.250 ~ 1.750</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 24”(branco)<span> </span>R$ 2.500 ~ 2.800</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 20”(alumínio/2007)<span> </span>R$ 2.500 ~ 3 mil</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 24” (alumínio/2007) <span> </span>R$ 3 mil ~ 4.500</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7799 alignleft" title="39-macusado-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-8.jpg" alt="39-macusado-8" width="282" height="133" /><strong>MacBook</strong></span></p>
<div>
<p><span>Modelo - Média de preço</span></p>
<p><span>Core Duo 1,83 GHz <span> </span>R$ 1 mil ~ 1.350</span></p>
<p><span>Core Duo 2 GHz (branco) <span> </span>R$ 1 mil ~ 1.450</span></p>
<p><span>Core Duo 2 GHz (preto) <span> </span>R$ 1.450 ~ 1.900</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 2 GHz (branco) <span> </span>R$ 1.400 ~ 1.800</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 2 GHz (preto) <span> </span>R$ 1.900 ~ 2.100</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 2,16 GHz (branco) <span> </span>R$ 1.600 ~ 1.900</span></p>
<p><span>Core 2 duo 2,16 GHz (preto) <span> </span>R$ 1.900 ~ 2.200</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7800 alignright" title="39-macusado-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-9.jpg" alt="39-macusado-9" width="195" height="108" /><strong>Mac mini</strong></span></p>
<p><span>Modelo<span> </span>- Média de preço</span></p>
<p><span>G4 <span> </span>R$ 450 ~ 650</span></p>
<p><span>Core Solo <span> </span>R$ 500 ~ 800</span></p>
<p><span>Core Duo <span> </span>R$ 550 ~ 900</span></p>
<p><span>Core 2 Duo <span> </span>R$ 950 ~ 1.200</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7801 alignleft" title="39-macusado-10" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-10.jpg" alt="39-macusado-10" width="239" height="145" /><strong>PowerBook G4 (Aluminium) </strong></span></p>
<div>
<p><span>Modelo<span> </span>- Média de preço</span></p>
<p><span>12” <span> </span>R$ 1.050 ~ 1.600</span></p>
<p><span>15” <span> </span>R$ 1.450 ~ 1.800</span></p>
<p><span>17” <span> </span>R$ 1.500 ~ 2.200</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7802 alignright" title="39-macusado-11" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-11.jpg" alt="39-macusado-11" width="90" height="134" /><strong>Power Mac G5</strong></span></p>
<p><span>Modelo<span> </span> <span> </span>Média de preço</span></p>
<p><span>Dual <span> </span>R$ 2.500 ~ 5.200</span></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p><em><strong>Bianca Hayashi não pretende se desfazer de seu MacBook preto tão cedo. Mas já sabe o que fazer quando for necessário.</strong></em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Querem roubar meu MacBook!</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/querem-roubar-meu-macbook/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 12:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação MacMais</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Tech]]></category>

		<category><![CDATA[destaque]]></category>

		<category><![CDATA[MacBook]]></category>

		<category><![CDATA[segurança]]></category>

		<category><![CDATA[Seguro]]></category>

		<category><![CDATA[Seguro de computadores]]></category>

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		<description><![CDATA[A MAC+ dá as dicas para prevenir que o estrago seja muito grande]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Diogo Araújo</em></p>
<p>Quem tem um notebook sabe: apesar da <strong>mobilidade</strong> e <strong>praticidade</strong> para quem trabalha ou estuda, eles são muito visados pelos amigos do alheio e também mais suscetíveis a danos. Transportá-lo pela cidade, mesmo estando de carro, sempre representa um <strong>risco </strong>ao dono do aparelho. É tarefa delicada, que requer (ou ao menos deveria) atenção redobrada de seu proprietário.</p>
<p>O principal risco, sem sombra de dúvida, é o valor que um notebook representa, ainda mais um <a href="http://macmais.terra.com.br/?s=macbook" target="_blank">MacBook</a>, seja ele Pro ou não. Repassar um equipamento como esse no mercado negro não é tão fácil como os portáteis de outras marcas, mas o perigo existe. As táticas e técnicas utilizadas por algumas pessoas para ocultar seus notebooks lembram cenas de filmes de espionagem (apesar de não serem tão sofisticadas quanto as situações encontradas nos filmes de James Bond).</p>
<p>Os métodos furtivos mais comuns são adotados na hora de evitar a <strong>exposição</strong> ou possível evidência de sua existência durante o transporte, como o uso de sacolas de feira, mochilas discretas, bolsas rasgadas e até caixas de papelão. E muitas vezes, o uso desses recursos pode, inclusive, prejudicar o funcionamento do MacBook, pois sua fragilidade é praticamente a mesma de qualquer outro equipamento eletrônico que seja mal acondicionado ou mal transportado.</p>
<p>Geralmente, a maioria dos <strong>furtos</strong> ocorre nos aeroportos e adjacências, regiões onde se concentram empresas de grande porte ou que necessitam de suporte tecnológico avançado ou ainda áreas de intensa atividade econômica. Em São Paulo, os principais alvos são os bairros de Vila Olímpia e Itaim. Os métodos de abordagem são os mais variados. Não bastassem todos esses problemas, temos a <strong>Lei de Murphy</strong>. Imprevistos, problemas, fatalidades, acidentes, desastres e catástrofes acontecem todos os dias, a qualquer hora e com qualquer um. E, geralmente, você só dará importância à segurança de seu MacBook quando esse “um” for você.</p>
<p><strong>Fazendo um seguro</strong></p>
<p>A modalidade “seguro de notebook” já existe há algum tempo, mas apenas recentemente as pessoas estão descobrindo e utilizando esse tipo de serviço. O sistema para inclusão do equipamento no seguro é bem mais simples do que você imagina. Algumas revendas Apple, como a <a href="http://www.a2you.com.br/">a2you</a>, oferecem seguro de 80% do valor do produto no ato da compra. A cobertura é a mesma da maioria das seguradoras, como veremos. Veja como funciona:</p>
<p><strong>» Contratação </strong>– Basta a nota fiscal do equipamento (mesmo que tenha sido comprado no exterior, será necessário apresentá-la). Se você não possuir a nota fiscal, poderá enviar fotos do produto (inclusive a foto do número de série) e outros fatores que comprovem a compra, como a fatura do cartão de crédito ou o recibo do cartão de débito, por exemplo. Em suma, é necessário provar que o notebook é seu.</p>
<p><strong>» Franquia </strong>– Como em qualquer seguro, existe o sistema de franquias. É uma forma de participação nos prejuízos, ou seja, em caso de danos parciais ao portátil, será cobrado do cliente o correspondente a 15% do valor total do produto.</p>
<p><strong>» Vistoria virtual </strong>– Você pode utilizar essa opção para reduzir o valor da franquia, que nada mais é que uma verificação remota dos componentes de hardware de seu computador, realizada pela internet, sem a necessidade de comparecimento ao ponto de atendimento da seguradora. Essa vistoria vai gerar um relatório dos componentes do notebook. Mediante a conclusão, será concedido um desconto de 50% na franquia. Mas nem todas as seguradoras oferecem a vistoria, portanto procure informar-se antes.</p>
<p><strong>» Danos elétricos</strong> – Caso haja a necessidade de realizar esse tipo de cobertura, o valor mínimo gira em torno de R$ 620.</p>
<p><strong>» Perda total</strong> – O seguro cobre todo o valor (não existe necessidade de participação do segurado), desde que, é claro, sejam observadas as exigências do contrato. Exemplo: caso você sofra uma colisão com seu carro e o notebook não sobreviva, o seguro cobrirá esse tipo de dano. E não importa em que lugar você está, desde que esteja em território nacional.</p>
<p><strong>» Furto versus roubo </strong>– Se, por exemplo, seu notebook desaparecer misteriosamente (e você tiver certeza de que não foi algum amigo engraçadinho que o escondeu), o seguro não cobrirá, para furto simples, o mesmo valor da perda total. Tanto o furto simples como o mero desaparecimento não são itens qualificadores para o recebimento do valor do seguro. Somente roubo ou furto qualificado são cobertos (consulte o box “Dicionário da Subtração”).<br />
<strong><br />
Descobertura geral</strong><br />
No geral, todos os seguros não cobrem os seguintes itens:<strong><img class="alignright size-medium wp-image-7039" title="39-seguro-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-seguro-1-360x493.jpg" alt="39-seguro-1" width="252" height="345" /></strong></p>
<p>» Furto simples, desaparecimento inexplicável ou extravio;</p>
<p>» Queda, quebra, amassados e arranhadura, salvo se decorrentes dos riscos cobertos;</p>
<p>» Furto qualificado, furto de equipamentos deixados no interior dos veículos, roubo, extorsão, apropriação indébita, estelionato, praticados contra o patrimônio do segurado por seus funcionários ou prepostos, quer agindo por conta própria ou mancomunados com terceiros;</p>
<p>» Curto-circuito, sobrecarga, fusão ou outros distúrbios elétricos causados aos dínamos, alternadores, motores, transformadores, condutores, chaves e demais acessórios elétricos, salvo se ocorrer incêndio, caso em que serão indenizáveis somente os prejuízos causados pelo incêndio consequente;</p>
<p>» Negligência na utilização dos aparelhos, bem como na adoção de todos os meios razoáveis para salvá-los e preservá-los durante ou após a ocorrência de qualquer sinistro;</p>
<p>» Utilização inadequada dos aparelhos segurados, seja por funcionamento em condições impróprias, seja por uso excessivo em relação à sua capacidade normal de trabalho.<br />
<strong><br />
Segurança Lógica</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-medium wp-image-7040" title="39-seguro-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-seguro-2-360x561.jpg" alt="39-seguro-2" width="360" height="561" /></strong><em>Proteção com criptografia Crie uma imagem de disco criptografada com senha para guardar os seus dados pessoais, informações secretas relativas ao trabalho e qualquer outra coisa privativa. É uma providência simples, mas que salva vidas e carreiras</em></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>Infelizmente, nos modelos de seguros existentes no mercado, há cobertura somente para o equipamento. Não existe qualquer tipo de cobertura para o software instalado ou dados contidos neles. Então, não basta apenas fazer o seguro físico de seu notebook. Proteger os dados também é muito importante.</p>
<p>No entanto, mesmo incluindo o MacBook no seguro e realizando rotinas de becape, existe também a questão do sigilo das informações, principalmente se o notebook é de propriedade da empresa e contém informações confidenciais. Essa é a hora de se perguntar: “<em>Quanto valem as minhas informações?</em>”.</p>
<p>Existem diversas soluções no mercado para manter a <strong>confidencialidade dos dados,</strong> obviamente todas baseadas na utilização em senhas de proteção. Saber criar senhas é importante (veja na página 30 desta edição uma lista de programas que ajuda a montar senhas fortes e seguras), já que as comuns são passíveis de serem descobertas ou “quebradas”. Então, qual a solução?</p>
<p>A primeira e óbvia é <strong>desativar</strong> o<strong> login automático </strong>do notebook, exigindo que, ao ligar, seja necessário digitar a senha do usuário. Faça isso abrindo o Preferências do Sistema e depois Contas. Clique no cadeado que fica na parte inferior direita da janela do programa e digite sua senha de administrador. Selecione Opç. In. de Sessão e escolha Desativado para a opção Início de sessão automático. Isso ajuda, mas se você deixou uma dica de senha muito óbvia quando criou seu usuário, ainda é possível que o malandro consiga abrir seu Mac.</p>
<p>Por isso, passamos à segunda fase do plano: <strong>criptografia</strong>.</p>
<p>Criptografar seus dados é a maneira mais simples de evitar o roubo dos dados sigilosos que você tem em seu MacBook. O próprio sistema operacional oferece uma solução robusta, o File Vault, que pode ser acessado pelo <strong>Preferências do Sistema &gt; Segurança</strong>. Apesar de ser bastante confiável, é necessário muito cuidado ao usar o sistema de criptografia, já que se você esquecer a senha usada para fechar seus arquivos, não tem mais jeito: só formatando o disco e reinstalando o sistema.</p>
<p>Outra maneira é criar uma imagem de disco criptografada e, lá dentro, guardar os dados importantes. Para fazer isso, abra o aplicativo Utilitário de Disco (Aplicativos/Utilitários) e depois clique no botão Nova Imagem. Nas preferências, dê um nome para sua imagem, defina o tamanho e também o nível de criptografia, a de 128-bit (segura e rápida) ou a de 256-bit (muito mais segura e mais lenta).</p>
<p>Ao criar a imagem, uma caixa de diálogo vai aparecer e pedir uma senha. Se quiser, utilize o assistente de senhas clicando no botão com o ícone da chavinha. De preferência, não salve a senha no Acesso às Chaves, já que se o amigo do alheio que levou seu Mac conseguir abrir seu usuário poderá também verificar suas senhas. Tenha cuidado e lembre-se: caso esqueça a senha da imagem de disco criptografada, pode dizer adeus aos seus dados.<br />
<strong><br />
Dicionário da Subtração</strong></p>
<p>Como o dicionário define furto simples, furto qualificado e roubo</p>
<p><strong>» Furto simples </strong>– Subtração, para si ou para outrem, do bem segurado sem ameaça, violência física ou que não evidencie vestígios de destruição ou rompimento de obstáculo.</p>
<p><strong>» Furto qualificado </strong>– Subtração de um bem material mediante a destruição ou rompimento de obstáculo. O furto qualificado é considerado pela seguradora quando constatado por meio de vestígios materiais inequívocos que o comprovem, registrado em boletim de ocorrência e instaurado inquérito policial.</p>
<p><strong>» Roubo </strong>– Subtração do bem segurado mediante grave ameaça ou violência à pessoa, ou ainda, a eliminação de resistência desta por qualquer meio. O roubo é considerado pela seguradora quando registrado em boletim de ocorrência e instaurado inquérito policial.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-7041 aligncenter" title="39-seguro-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-seguro-3.jpg" alt="39-seguro-3" width="200" height="306" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7042 aligncenter" title="39-seguro-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-seguro-4-360x104.jpg" alt="39-seguro-4" width="360" height="104" /></p>
<p><em><strong>Diogo Araújo sempre faz seguro de seus notebooks. Colaborou Bianca Hayashi.</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Descobrindo a receita do Hackintosh</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/descobrindo-a-receita-do-hackintosh/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 23:57:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Amaya</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Tech]]></category>

		<category><![CDATA[Dell mini]]></category>

		<category><![CDATA[Hackintosh]]></category>

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		<description><![CDATA[Duas abordagens completamente diferentes para o mesmo problema: colocar o poder do Mac OS X na mão de meros mortais sem orçamentos ilimitados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-hackintosh-icone.png" /><em>Colaborou Rafael Rigues</em></p>
<p>Na edição <a href="http://macmais.terra.com.br/macmais/034/" target="_blank">34 da MAC+</a>, fizemos um teste com o dispositivo de boot EFIX, que promete habilitar PCs comuns a rodar o Mac OS X. Naquela ocasião, descobrimos que os todos os PCs de marca de que dispúnhamos para testar não aceitavam o boot pelo EFIX. Ficamos comprometidos a tentar o teste novamente com um PC montado que estivesse de acordo com a lista de compatibilidade do dispositivo. O distribuidor do EFIX no Brasil configurou uma máquina e nos emprestou para testes com o Mac OS X Leopard e o Windows 7, equipado com um chip EFIX dotado do firmware versão 3.6.16. Sucesso total!</p>
<p><strong>Muito mais hackintosh</strong></p>
<p><span>Recapitulando, o EFIX é um pequeno dispositivo que vai plugado a uma porta USB diretamente na placa-mãe do PC. Ele provê uma interface de firmware no padrão EFI, que é utilizado em todos os Macs com processadores </span>Intel, em paralelo com o firmware do PC, que se chama Bios. Para isso dar certo, o EFIX “sequestra” a placa-mãe no momento em que o PC é ligado e oferece as opções de boot em uma tela gráfica muito similar à do Boot Camp no Mac. Selecionando o Windows, o PC dá partida como se não houvesse modificação alguma e a vida segue normalmente. Selecionando o Mac OS, o EFIX dispara a sequência de partida do Mac e também a vida segue normalmente – desde que tudo dentro do PC seja compatível com o sistema da Apple. Não é necessário burlar o Bios, nem nenhum dos sistemas operacionais, nem qualquer outro componente do PC. É um hack perfeito para ser instalado por leigos totais em dois minutos.</p>
<p>Para ter a compatibilidade, há uma gama definida de hardware que aceita o EFIX. De cara ficam de fora todos os PCs com processadores AMD. Dentre os Intel, também há limitações, relacionadas ao modelo da placa-mãe. A <a href="www.redhelp.com.br" target="_blank">RedHelp</a> é o distribuidor no Brasil e vende o EFIX avulso ou já com a placa-mãe compatível.</p>
<p><span>O PC testado possui os seguintes componentes: placa-mãe Gigabyte com barramento de 1,33 GHz, áudio 7.1 e Ethernet Gigabit on-board; processador Intel Core 2 Quad de 2,33 GHz; 4 GB de memória (em dois pentes de 2 GB, deixando dois dos quatro slots vazios); placa de vídeo dedicada NVIDIA GeForce 7600 GT no slot PCI-Express x16. O HD é um Maxtor SATA de 120 GB. Completa o conjunto um cartão Wi-Fi teclado MacAlly USB e um mouse USB genérico.</span></p>
<p>É um PC respeitável, com componentes de ótimo desempenho e sem pontos fracos evidentes. Porém, nada nele é topo de linha. Por isso mesmo, não custa muito caro para juntar e montar as peças avulsas; para ter uma noção, veja o box com um orçamento preliminar levantado entre lojas que vendem pela web. A configuração está confortavelmente dentro da filosofia que justifica montar um Hackintosh: gastar muito menos do que a Apple cobra para ter acesso aos inúmeros benefícios do Mac OS X.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-6642" title="38-hackintosh-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-hackintosh-1-360x289.jpg" alt="38-hackintosh-1" width="360" height="289" /></p>
<p><em>Mini Dell E não é que esse netbook roda o Mac OS X na boa? Ponto para Michael Dell!</em></p>
<div>A máquina de teste rodou tanto o Windows 7 Release Candidate, Build 7100, como o Mac OS X Leopard 10.5.7, e sentiu-se totalmente em casa com os dois sistemas, sem qualquer engasgo ou sintoma estranho. Atenção: com o EFIX, não é possível rodar o Windows no Boot Camp, isto é, cada sistema precisa estar em um HD diferente.</div>
<p><span>Para termos certeza de que não nos apoiaríamos demais em sensações pessoais e subjetivas de velocidade, o computador foi testado com três programas de benchmarking, um dos quais dispõe de versões nativas para Mac OS X e Windows. Está pronto para interpretar alguns números?</span></p>
<p><strong>Geekbench</strong></p>
<p><span>O Geekbench é um programa comer-cial que possui um modo demo gratuito. Mede apenas o desempenho do processador e da memória, não considerando a placa de vídeo. Os resultados publicados no web site do desenvolvedor incluem uma grande quantidade de Hackintoshes, com as configurações detalhadas.</span></p>
<p><span>O desempenho do nosso Hackintosh no Geekbench é exatamente que se espera de um Mac Pro Intel quad-core: na faixa entre 5 mil e 7 mil pontos. Colocar mais memória empurraria a máquina para valores mais elevados.</span></p>
<p><strong>Xbench</strong></p>
<p><span>O Xbench é um freeware exclusivo  para Macs e permite comparar quaisquer máquinas que rodem o OS X a partir da versão 10.3.9 (Panther). Leva em consideração processador, vídeo, memória e HD. O banco de resultados faz uma média por categoria de máquina. Há desde G5 até Xserves na lista, incluindo alguns Hackintoshes, mas a informação sobre eles no site  é pobre.</span></p>
<p><span>O desempenho do Hackintosh está solidamente dentro do terreno dos Macs Pro, atingindo 190 pontos. Como comparação, o valor típico dos quad-cores neste teste é de 180. Uma máquina com Intel Xeon de 8 cores rendeu 240. Não é um valor tão distante, porque o número de cores não tem uma relação diretamente proporcional com o desempenho; depende muito da capacidade de aproveitamento do software. Modelos acima dessa faixa na lista frequentemente são overclockados ou usam configurações turbinadas de HD.</span></p>
<p><strong>Cinebench</strong></p>
<p><span>Este testador gratuito é baseado no Cinema 4D, poderoso programa de CG usado em aplicações de vídeo e cinema. O teste simula o uso pesado do aplicativo, levando em conta até a resolução do monitor (tipicamente entre 1440&#215;900 e 1920&#215;1200 pixels). Mede a resposta do processador e da placa de vídeo a rotinas de rendering usando OpenGL. Disponível para Mac OS X e também para Windows.</span></p>
<p><span>Neste teste, o Hackintosh está exatamente na média dos resultados de outras máquinas da mesma categoria. No teste de Rendering, um Dual Xeon (8 cores) com HD de partida em RAID Stripe apresenta um valor um pouco maior para Single CPU e aproximadamente o dobro para Multiple CPU, em torno de 19 mil pontos. Nenhuma surpresa aqui. No Windows, utilizar o sistema de 64 bits em vez do de 32 bits eleva os resultados de Rendering em 12% a 15%.</span></p>
<p><span>E como o Mac Pro Quad, digo, Hackintosh, comporta-se em relação a outros Macs? Em termos gerais, o desempenho de processamento é próximo do dobro de um iMac Core 2 Duo. Você percebe que algo diferente está em curso porque tanto no Windows como no Mac OS X o tempo de partida é muito rápido, mesmo levando em conta que o EFIX toma para si um pouco desse tempo no início<br />
do processo.</span></p>
<p><span>No final das contas, o EFIX é uma maneira muito interessante de ter um Hackintosh, já que não é necessário baixar versões “modificadas” do Mac OS X e o preço final fica muito abaixo do valor pedido por um Mac do mesmo padrão. </span></p>
<p><strong>Quanto custaria montar o hackintosh em casa</strong></p>
<p><strong>Placa-mãe</strong></p>
<p><span>Gigabyte GA-EP45-UD3L</span></p>
<p><span>R$ 440</span></p>
<p><strong>Processado</strong><strong>r</strong></p>
<p><span>Intel Core 2 Quad Q8200 de 2,33 GHz</span></p>
<p><span>R$ 540</span></p>
<p><strong>Gabinete</strong></p>
<p><span>Mini ATX com fonte</span></p>
<p><span>R$ 150 a R$ 250</span></p>
<p><strong>Gravador de DVD</strong></p>
<p><span>Samsung OEM, SATA, 22x</span></p>
<p><span>R$ 75</span></p>
<p><strong>Memória</strong></p>
<p><span>2x Kingston DDR2-800<span> </span></span></p>
<p><span>R$ 105</span><span> cada pente</span></p>
<p><strong>HD</strong></p>
<p><span>Maxtor SATA II, 120 GB</span></p>
<p><span>R$ 140</span></p>
<p><strong>Placa de vídeo</strong></p>
<p><span>NVIDIA GeForce 7600 GT</span></p>
<p><span>R$ 240</span><span> (preço da 8600GT com 512 MB DDR2; é mais fácil de achar – a 7600 não se encontra mais em estoque nas lojas)</span></p>
<p><strong>EFIX</strong></p>
<p><span>R$ 990</span></p>
<p><strong>Preço total estimado do Hackintosh, em peças avulsas:</strong></p>
<p><span>De R$ 2.780 a R$ 2.900</span></p>
<p><strong>Preço de um Apple Mac Pro com Intel Xeon (quad-core) 2,66 GHz e 3 GB de RAM:</strong></p>
<p><span>R$ 9.800</span></p>
<p><strong>Preços das peças pesquisados nas seguintes lojas: </strong></p>
<p><a href="www.atera.com.br" target="_blank">Atera</a></p>
<p><a href="http://www.balaodainformatica.com.br" target="_blank">Balão da Informática</a></p>
<p><a href="http://www.kabum.com.br" target="_blank">Kabum</a></p>
<p><a href="http://www.superkit.com.br" target="_blank">Superkit</a></p>
<p><a href="http://www.terabyteshop.com.br" target="_blank">Terabyte</a></p>
<p><a href="http://www.redhelp.com.br" target="_blank">EFIX</a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-6643" title="38-hackintosh-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-hackintosh-2-360x242.jpg" alt="38-hackintosh-2" width="216" height="145" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-6651" title="38-hackintosh-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-hackintosh-3-360x243.jpg" alt="38-hackintosh-3" width="216" height="146" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-6645" title="38-hackintosh-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-hackintosh-4-360x237.jpg" alt="38-hackintosh-4" width="216" height="142" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-6646" title="38-hackintosh-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-hackintosh-5-360x246.jpg" alt="38-hackintosh-5" width="216" height="148" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-6647" title="38-hackintosh-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-hackintosh-6-360x246.jpg" alt="38-hackintosh-6" width="216" height="148" /></p>
<p><em>Com o EFI instalado, O boot do PC começa normalmente, passando pela tela de abertura do BIOS. Então, surge a tela do EFIX para a seleção do sistema, similar à do Boot Camp da Apple. Daqui você vai para o Windows ou o Mac OS X.</em></p>
<p><strong><em> Mario Amaya usa Macs há 17 anos, mas não é dependente deles, tanto que também já montou alguns PCs.</em></strong></p>
<p><strong>Hackintosh pra viagem</strong></p>
<div>
<p><span>Enquanto a Apple não lança seu netbook, os hackers criam seus próprios. E não é que fica bom mesmo?</span></p>
<p><em>por Rafael Rigues</em></div>
<p><span>Enquanto a Apple não ingressa oficialmente mercado dos netbooks, os hackers dão um jeito de empacotar o Leopard na mochila e levá-lo para passear por conta própria. Há vários meios de instalar o Mac OS X em um netbook “genérico”: um que está fazendo bastante sucesso é uma instalação do Leopard oficial (DVD original) em máquinas como o MSI Wind ou Dell Inspiron Mini 910 (também conhecido como Dell Mini 9). Com isso, você não somente roda o 10.5, mas pode usar todas as atualizações de sistema oficiais da Apple, sem medo de quebrar o brinquedo.</span></p>
<p><span><img class="alignnone size-medium wp-image-6648" title="38-hackintosh-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-hackintosh-7-360x258.jpg" alt="38-hackintosh-7" width="360" height="258" /></span></p>
<p><span>Com a chegada do Dell Mini 9 aqui no Brasil, resolvemos experimentar a ideia. A máquina segue a configuração-padrão entre os netbooks atuais: processador Intel Atom de 1.6 GHz, 1 GB de RAM, tela de 8.9 polegadas (1204x 600pixels), leitor de cartões e webcam (1.3 MP). O modelo mais sofisticado vendido no Brasil, usado no teste, tem SSD de 16 GB, Bluetooth e modem 3G embutido (R$ 1.700 em www.dell.com.br). A única opção de sistema operacional é o Windows XP.</span></p>
<p><span>Mas vamos ao que interessa: o Leo</span><span>pard. As instruções completas foram publicadas no Gizmodo. Basicamente usa-se um CD de Boot para preparar a máquina. Depois, basta trocar tal CD por um DVD original do Leopard, fazer a instalação como de costume, atualizar o sistema para a versão 10.5.7 (usando o Combo Update oficial da Apple) e instalar os drivers (chamados DellEFI) que dão suporte ao hardware do netbook e fazem os ajustes para deixar tudo redondinho.</span></p>
<p><span>Durante a instalação, tome dois cuidados: instale apenas os idiomas que for realmente usar (em nosso caso, deixamos apenas o inglês) e não instale o pacote do drivers extras para impressoras. Assim, seu Mini 9 chega ao final do processo com cerca de 6.2 GB de espaço livre em um SSD de 16 GB. É possível instalar o Leopard em um Mini 9 com SSD de 8 GB, mas será necessário fazer algum malabarismo.</span></p>
<p><span>O resultado final é impressionante: o Dell Mini 9 parece feito sob medida para rodar o Mac OS X. Vídeo, som, rede (Ethernet, Wi-Fi e modem 3G), Bluetooth, leitor de cartões, câmera, tudo funciona. A máquina dá boot em 23 segundos. Dorme instantaneamente quando a tampa é fechada, acorda na mesma hora em que ela é aberta. Todos os efeitos visuais pelos quais o Mac OS X é conhecido também estão intactos. Os únicos problemas encontrados foram a ausência da hibernação e um curto ruído esporádico nos alto-falantes, que lembra estática. Nenhum deles prejudica o uso do netbook no dia a dia.</span></p>
<p><span>O desempenho não deixa a desejar, e que fique registrado: o Mac OS X roda melhor que o Windows XP. Naveguei no Firefox enquanto ouvia músicas no iTunes, assisti a vídeos em tela cheia com o QuickTime Player, editei imagens no Pixelmator, escrevi textos no </span><span>OpenOffice.org, joguei World of Goo e até converti alguns arquivos de vídeo para o iPod usando o VideoMonkey, sem que a máquina reclamasse. Ela só chiou quando tentei tocar um vídeo em HD. Pudera, não foi feita para isso. A autonomia de bateria ficou em 3h20, em média.</span></p>
<p><span>Resumindo, o Dell Mini 9 rodando o Mac OS X é o “netbook da Apple”, que não é desenvolvido pela Apple. A combinação da portabilidade de um netbook com os recursos do Mac OS X é matadora e extremamente atraente, daí a popularidade desta dupla. Até Steve Wozniak se impressionou: quando apresentado a um Mini 9 convertido em um evento nos EUA, o cofundador da Apple exclamou “meu Deus, isso é TÃO LEGAL!”. E é mesmo. </span></p>
<p><strong><em>Rafael Rigues usa Macs há mais de uma década e acredita que finalmente encontrou o companheiro ideal para seu Mac Mini.</em></strong></p>
<p><strong>Links úteis</strong></p>
<p><span>⇐ </span><a href="http://i.gizmodo.com/5156903/how-to-hackintosh-a-dell-mini-9-into-the-ultimate-os-x-netbook" target="_blank">Instruções de instalação</a></p>
<p><span>⇐ </span><a href="http://rigues.badcoffee.info/2009/04/ 12/o-netbook-da-apple/ " target="_blank">Mapa de teclado ABNT2</a></p>
<p><span>⇐ </span><a href="http://forums.msiwind.net/osx-guides/retail-dvd-install-updated-driver-pack-t8901-220.html " target="_blank">Instruções similares para o MSI Wind</a></p>
<p><span>⇐ Para encontrar as versões atualizadas do CD de Boot (DellMiniBoot123 8.0.1) e Drivers (DellEFI 1.1) para fazer o seu Dell Mini virar um ““Mac netbook, basta entrar no </span><a href="http://code.google.com/p/mydellmini/downloads/list" target="_blank">site</a></p>
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