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	<title>Mac+ &#187; Mac Life</title>
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	<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 09:32:02 +0000</pubDate>
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		<title>Compactas a partir de 10 megapixels</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 20:40:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Amaya</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Life]]></category>

		<category><![CDATA[Canon]]></category>

		<category><![CDATA[compactas]]></category>

		<category><![CDATA[Fujifilm]]></category>

		<category><![CDATA[Kodak]]></category>

		<category><![CDATA[máquinas fotográficas]]></category>

		<category><![CDATA[nikon]]></category>

		<category><![CDATA[Panasonic]]></category>

		<category><![CDATA[Samsung]]></category>

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		<description><![CDATA[A nova safra de câmeras de bolso busca oferecer algo além de uma imagem maior que a do modelo do ano passado ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-icone.png" /><span>Entra ano, sai ano, e os sensores das câmeras digitais ganham mais alguns pixels. Agora é a hora da primeira geração das compactas a romper a barreira psicológica e mercadológica dos 10 megapixels. E uma ou outra câmera finalmente se atreve a peitar as camcorders com capacidades de vídeo vitaminadas (em alta definição, ou HD). Qual delas combina mais com você? Você está prestes a descobrir.</span></p>
<p><span>Mas antes de ler os testes, é bom ter algumas noções importantes. Dez megapixels é resolução suficiente para preencher uma ampliação de 32 por 24 centímetros, com a mesma nitidez de uma capa de revista de arte. Mas a imagem gerada pela objetiva, em qualquer modelo de compacta, dificilmente contém detalhe suficiente para aproveitar todo esse potencial, ao contrário do que é possível com uma SLR (reflex) profissional. Conscientes dessa barreira tecnológica, as empresas fotográficas apostam cada vez mais em diferenciais nos recursos, como os novos modos de captura automáticos e funções de retoque e panorama.</span></p>
<p><span>Além das diferenças na óptica, as variações de preço contribuem para a distinção entre as câmeras que testamos. De um lado temos as básicas e baratas (Nikon e Kodak); do outro, as chiques e caras (Canon e Fujifilm). A Samsung representa um meio-termo. Concorrendo por fora, em uma categoria à parte, está a Panasonic, com sua câmera que lembra bem mais as da sua prestigiosa parceira Leica do que as da concorrência imediata, liderada pelos modelos “superzoom” da Canon e da Sony.</span></p>
<p><span>Na função de vídeo, a Canon mata todas as outras com seu excelente Full HD. No que toca à qualidade pura de imagem, a Panasonic é a campeã, mesmo produzindo menos pixels que a Canon.</span></p>
<p><strong>Canon</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="size-medium wp-image-7468 aligncenter" title="39-cameras-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-1-360x202.jpg" alt="39-cameras-1" width="360" height="202" /></strong></p>
<p style="text-align: left;"><em><strong>Vídeo HD </strong><span style="font-weight: normal;">Esta imagem é um quadro de um vídeo e não uma foto. A câmera inclui uma classuda saída HDMI junto da USB</span></em></p>
<p><span style="font-weight: normal;">A Canon inventou o conceito da câmera digital compacta moderna, com a histórica série IXUS/ELPH. Como as outras marcas já assimilaram o conceito, ela busca destacar-se dos imitadores com inovações no formato físico – a SD960 lembra um celular – e na rodinha de controle “estilo iPod”, presente também nos modelos profissionais da Canon. Combinando a rodinha aos elegantes menus, o resultado é a interface mais refinada dentre todas as câmeras do teste. E nem precisava: ela foi feita para uso sempre no automático, sem preocupações com ajustes manuais. Sua impressionante velocidade ao atender aos comandos é outra boa surpresa. Para finalizar, é uma das poucas que gravam vídeo em HD (720p). Não é à toa que a Canon fala em “gratificação imediata”. Pode custar mais que outras da categoria, mas a diferença é justa.</span></p>
<p><a href="http://www.elgin.com.br" target="_blank">Canon PowerShot SD960 IS </a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7469" title="39-cameras-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-2-360x336.jpg" alt="39-cameras-2" width="252" height="235" /></p>
<p><strong>Prós</strong></p>
<p>Design e interface sofisticados; rápida no gatilho; vídeo em 720p com saída HDMI</p>
<p><strong>Contras</strong></p>
<p>Não aproveita a fundo o sensor de 12 megapixels</p>
<p><strong>Preço</strong></p>
<p>R$ 1.500 (Kalunga)</p>
<p><strong>Panasonic</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-medium wp-image-7470" title="39-cameras-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-3-360x238.jpg" alt="39-cameras-3" width="360" height="238" /></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><em>Zoom extremo<span style="font-weight: normal;"> As duas fotos são do mesmo lugar. Uma em Wide e a outra em Tele. As possibilidades de enquadramento com o zoom da Lumix são radicais</span></em></p>
<p><span style="font-weight: normal;">A Panasonic inventou a categoria das câmeras compactas com lentes zoom seriamente turbinadas, com zoom de 12x, como o que equipa este modelo. De visual sério, tradicionalista e industrial como todas as Lumix compactas, a ZS1 até cabe no bolso, mas no limite do conforto. O LCD é saliente e o botão seletor é macio, podendo sair da posição facilmente. Em compensação, a objetiva é uma estupenda Leica que vai de grande-angular (equivalente a 25mm) até teleobjetiva (300mm) em menos de dois segundos, e ainda é estabilizada e sem distorção. No modo macro, é possível encostar a lente no objeto! O problema de ruído de sensor das Lumix anteriores foi atenuado. A capacidade de vídeo é apenas suficiente para registros básicos. Com sua extrema versatilidade óptica, é perfeita para quem deseja aprender e praticar fotografia de alto nível com uma compacta.</span></p>
<div>
<p><a href="http://www.panasonic.com.br" target="_blank">Panasonic Lumix DMC-ZS1</a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7471" title="39-cameras-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-4-360x229.jpg" alt="39-cameras-4" width="252" height="160" /></p>
<p><strong>Prós</strong><span><br />
</span>Objetiva zoom excepcional; design robusto e sério</p>
<p><strong>Contras</strong><span><br />
</span>Maior do que o que muita gente considera hoje como compacta</p>
<p><strong>Preço</strong></p>
<p>R$ 1.600 (sugerido)</p>
<p><strong>Samsung</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-medium wp-image-7472" title="39-cameras-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-5-360x250.jpg" alt="39-cameras-5" width="360" height="250" /></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><em>Photoshop de bolso <span style="font-weight: normal;">O Beauty Shot retoca automaticamente as áreas de pele do rosto, com uma precisão assombrosa </span></em></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span>A aparência conservadora desta Samsung pode enganar os desavisados. Esta câmera é repleta de recursos. Embora os puristas torçam o nariz, acreditamos que, no contexto da foto casual, tudo o que a câmera puder fazer para ajudar é bem-vindo. Além do modo Full Auto e da detecção facial que já equipa todas as compactas, ela traz funções especiais para repetir um enquadramento prévio e também o notável Beauty Shot, que detecta as áreas de pele num retrato e as “alisa” automaticamente. É como um pedacinho do Photoshop trazido para dentro da câmera. Só que o processamento da foto exige esperar alguns segundos. A função Smart Album ajuda a achar as fotos por data, tema e cor predominante. Há ainda um modo de Guia de Ajuda de Foto, um ótimo guia interativo com instruções em português para novatos. O vídeo é VGA.</span></p>
<p><a href="www.samsung.com/br" target="_blank">Samsung PL50</a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7473" title="39-cameras-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-6-360x198.jpg" alt="39-cameras-6" width="252" height="139" /></p>
<p><strong>Prós</strong><span><br />
</span>Modos automáticos e efeitos inovadores; interface com tutorial</p>
<p><strong>Contras</strong><span><br />
</span>Processamento da imagem nos modos criativos pode demorar</p>
<p><strong>Preço</strong></p>
<p>R$ 800 (Fnac)</p>
<p><strong>Fujifilm</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-medium wp-image-7474" title="39-cameras-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-7-360x269.jpg" alt="39-cameras-7" width="360" height="269" /></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><em>Visual alegre <span style="font-weight: normal;">Embora seja lustrosa e tenha opções de cores, a versão preta que testamos fica praticamente invisível na mão</span></em></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span>Esta câmera, apelidada “Sleek &amp; Curvy”, é a mais fashion do grupo, com sua estilização que lembra as antigas Olympus Stylus. O chique contorno arredondado emoldura a portinha frontal de correr e a objetiva embutida, que não sai do corpo, como nas outras. Essa construção resulta em uma velocidade impressionante para ligar a câmera. Ela é ridiculamente fácil de carregar no bolso. Os recursos para facilitar a foto amadora estão presentes, com destaque para o Group Timer e o Couple Timer, que só tiram a foto de um grupo ou casal quando os rostos estão dentro do enquadramento. O único ponto polêmico são os controles traseiros. Feitos de silicone, eles estão organizados em duas fileiras e não no habitual círculo, o que requer um pouco de treino. O vídeo é VGA. O conector USB fica protegido dentro do compartimento da bateria.</span></p>
<p><a href="www.fujifilmshop.com.br" target="_blank">Fujifilm FinePix Z30</a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7475" title="39-cameras-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-8-360x225.jpg" alt="39-cameras-8" width="252" height="158" /></p>
<p><span><strong>Prós</strong><br />
</span>Design simpático; intuitiva e rápida nos comandos</p>
<p><strong>Contras</strong><span><br />
</span>Botões traseiros não são muito fáceis de operar</p>
<p><strong>Preço</strong></p>
<p>R$ 800 (Extra)</p>
<p><strong>Nikon</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-medium wp-image-7476" title="39-cameras-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-9-360x480.jpg" alt="39-cameras-9" width="252" height="336" /></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><em>Levíssima <span style="font-weight: normal;">A CoolPix é uma das menores câmeras da categoria e pesa somente 117 gramas – incluindo bateria e cartão!</span></em></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span>Esta Nikon é a menor de todas as compactas do teste, com as dimensões de um cartão de crédito e a mesma finura das Sony Série T. É leve como uma pluma, mas o corpo é todo de metal. Despretensiosa, seu recurso mais avançado é a detecção de rosto múltipla, e a estabilização de imagem é digital e não óptica. O software interno é o mesmo da geração anterior – funcional e completo, mas bem longe do charme da Canon, por exemplo. O vídeo é apenas VGA (640×480 pixels). O modo contínuo (burst) dá uma pausa considerável após tirar sete fotos, exigindo cuidado em seu uso, e não funciona quando a função de correção de distorção da lente está ativada. Aliás, esta é a única câmera do teste com problemas visíveis de aberração cromática (franjas coloridas na área periférica da foto). Mas o ruído visível em ISO alto (800 e 1.600) é surpreendentemente baixo. Em resumo, uma câmera simples, barata e de boa procedência, para levar sempre no bolso.</span></p>
<p><a href="www.nikonbrasil.com" target="_blank">Nikon CoolPix S225</a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7477" title="39-cameras-10" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-10-360x276.jpg" alt="39-cameras-10" width="252" height="193" /></p>
<p><strong>Prós</strong><span><br />
</span>Simples de operar; muito pequena; ótimos modos automáticos</p>
<p><strong>Contras</strong><span><br />
</span>Qualidade óptica fica devendo à de outras da mesma faixa de preço</p>
<p><strong>Preço</strong></p>
<p>R$ 800 (Nikon)</p>
<p><strong>Kodak</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-medium wp-image-7478" title="39-cameras-11" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-11-360x270.jpg" alt="39-cameras-11" width="360" height="270" /></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><em>Captura esperta <span style="font-weight: normal;">É muito melhor confiar nos modos automáticos de cena da Kodak do que ficar caçando a exposição ideal manualmente</span></em></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span>O corpo da M340 é fino e leve como o da Nikon. A disposição dos controles é à prova de enganos. Quatro botões de funções ficam alinhados ao LCD, que tem uma qualidade fora do normal. Há um pequenino botão “Share” na face traseira. Ele aciona funções de organização que são integradas ao ótimo aplicativo EasyShare, um programa similar ao iPhoto. A câmera é muito despojada; claramente foi projetada para não dar trabalho algum ao seu dono. A função de destaque é o modo guiado de panorama, que “costura” até três fotos na própria câmera. Só não é recomendável para captura de vídeo, pois o motor de foco da lente gera um ruído claramente audível na gravação. Um bom exemplo que deveria ser seguido pelas outras marcas é a possibilidade de recarregar a bateria a partir de seu Mac, por meio do cabo USB. </span><span> </span><span> </span></p>
<p><a href="wwwbr.kodak.com" target="_blank">Kodak EasyShare M340 </a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7479" title="39-cameras-12" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-12-360x186.jpg" alt="39-cameras-12" width="252" height="130" /></p>
<p><span><strong>Prós</strong><br />
</span>Simples de operar; ótima qualidade de imagem sob luz do dia</p>
<p><strong>Contras</strong><span><br />
</span>Não tem estabilização; capta ruído ao gravar vídeo</p>
<p><strong>Preço</strong></p>
<p>R$ 800 (sugerido)</p>
<p><strong><em>Mario Amaya, depois de testar tantas câmeras compactas, acha que está chegando a hora das reflex.</em></strong></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Impactando suas apresentações de slides</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/impactando-suas-apresentacoes-de-slides/</link>
		<comments>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/impactando-suas-apresentacoes-de-slides/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 18:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca Hayashi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Life]]></category>

		<category><![CDATA[iPhoto]]></category>

		<category><![CDATA[Ken Burns]]></category>

		<category><![CDATA[slides]]></category>

		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Usando as ferramentas do iPhoto, você pode transformar suas imagens em apresentações fantásticas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphoto-icone.png" /><span>As apresentações de slides (ou slide shows) se transformaram bastante desde os tempos chatos dos velhos projetores e narrativas irritantes daquele tio de voz aguda ou da tia resmungona e seu aparelho que sempre quebrava no meio da apresentação. Agora é possível conectar seu Mac à TV e usar o iPhoto para fazer um belo evento que irá deslumbrar parentes e amigos.</span></p>
<p><span>Os poderes do iPhoto são ótimos para trazer imagens estáticas à vida. Provavelmente a melhor função dos slides do iPhoto é que você tem total controle sobre todas as imagens, podendo acrescentar transições, movimentos de zoom e tempos diferentes para cada uma na tela. O iPhoto tem vários efeitos de transição para a mudança de slides. O Efeito Ken Burns, um dos mais conhecidos, é perfeitamente controlável; você pode começar os slides pela família, então paralisar e dar um zoom no Taj Mahal atrás deles. Também é possível incluir músicas de sua Fototeca do iTunes como trilha sonora.</span></p>
<p><span>Apesar de muito bacana, sempre há espaço para melhorar. Por isso, aqui vão algumas dicas: escolha imagens poderosas, vívidas, com grandes expressões e uma composição sólida, pois elas adicionam interesse; organize as fotos no mesmo tema começando por um resumo dos slides, pode ser a frente de um prédio ou uma foto em grupo; deixe o slide na tela pelo tempo que desejar, porém, aqueles que são reconhecidos mais facilmente não precisam ficar na tela por muito tempo, ao contrário daqueles que requerem um olhar mais atento; use o Efeito Ken Burns para adicionar algo interessante, como zoom em expressões faciais ou dando uma geral em imagens cheias de detalhes. </span><span> </span></p>
<p><strong>Dicas rápidas para criar seus slide shows</strong></p>
<div style="text-align: center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-7752" title="39-iphoto-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphoto-1-360x225.jpg" alt="39-iphoto-1" width="360" height="225" /></div>
<p><strong>Use o iPhoto para criar apresentações de slides de tirar o fôlego</strong></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7753 aligncenter" title="39-iphoto-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphoto-2-360x167.jpg" alt="39-iphoto-2" width="360" height="167" /></span></p>
<p><span>Quando o iPhoto abrir, o primeiro passo é criar seu slide show. Clique no botão </span><strong>[+]</strong>,<span> que fica no canto inferior esquerdo. Quando a janela aparecer, desmarque “Usar os itens selecionados na apresentação de slides”. Clique no ícone Apresentação de slides. Dê um título e clique no botão Criar.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7754 aligncenter" title="39-iphoto-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphoto-3-360x272.jpg" alt="39-iphoto-3" width="360" height="272" /></span></p>
<p><span>Clique no ícone de Fotos em sua Fototeca. Arraste as imagens que você planeja usar em sua apresentação. Dica: é melhor incluir mais imagens nesse momento e exclui-las depois do que mover poucas e precisar e voltar para selecionar mais. Clique na apresentação de slides na lista da sua Fototeca.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7755 aligncenter" title="39-iphoto-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphoto-4-360x248.jpg" alt="39-iphoto-4" width="360" height="248" /></span></p>
<p><span>Para arrumar os slides, arraste-os pela barra de miniaturas. Para apagar um slide, clique nele. Quando a seleção amarela ao redor aparecer, pressione a tecla </span><strong>[Delete]</strong><span>. Imagens na horizontal ficam melhor na apresentação do que as na vertical. Dê zoom nas verticais para que as bordas não apareçam.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7756 aligncenter" title="39-iphoto-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphoto-5-360x198.jpg" alt="39-iphoto-5" width="360" height="198" /></p>
<p><span>Para usar o Efeito Ken Burns no slide, clique em Ajustes. Uma caixa flutuante aparecerá. Clique em Este Slide e marque o Efeito Ken Burns. No slide, arraste-o até a posição inicial. Volte à caixa flutuante, arraste o botão para a posição Fim e mova o slide até a posição final.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7757 aligncenter" title="39-iphoto-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphoto-6-360x252.jpg" alt="39-iphoto-6" width="360" height="252" /></p>
<p><span>Ainda na caixa flutuante de Ajustes, arrume o período de tempo em que o slide aparecerá na tela, clicando nas setas</span><strong> [para cima]</strong><span> e </span><strong>[para baixo] </strong><span>perto de Segundos. Se você já colocou o efeito Ken Burns, pode deixar o slide por mais tempo na tela. Mas se o slide não for muito importante, pode reduzir seu tempo.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7758 aligncenter" title="39-iphoto-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphoto-7-360x334.jpg" alt="39-iphoto-7" width="360" height="334" /></p>
<p><span>Sua transição do slide atual para o próximo, por padrão, é o Dissolver. Para mudá-lo, selecione a caixa Transição. Basta escolher qual transição se adéqua melhor à sua apresentação. Mas não precisa usar uma muito exuberante; o básico Dissolver é o movimento mais natural para a maioria das apresentações.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7759 aligncenter" title="39-iphoto-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphoto-8-360x225.jpg" alt="39-iphoto-8" width="360" height="225" /></span></p>
<p><span>Apresentações em branco e preto podem perder um pouco da emoção. Para dar um pouco de vida a elas, clique em Ajustes e escolha efeitos como sépia e envelhecer, garantindo mais cor e profundidade. Outra dica é escolher tempos curtos de transição em slides de festas e tempos mais longos para eventos que denotam mais emoção.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7760 aligncenter" title="39-iphoto-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphoto-9-360x300.jpg" alt="39-iphoto-9" width="360" height="300" /></p>
<p><span>A velocidade do slide determina a velocidade da transição. Não permita que elas demorem tanto a ponto de fazer cochilar, mas também não as mude tão rápido, de maneira que pareçam pular na tela. Você pode deixar a caixa de Ajustes aberta e ir ao próximo slide para arrumar o tempo de transição. Quando terminar, clique no X.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7761 aligncenter" title="39-iphoto-10" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphoto-10-360x225.jpg" alt="39-iphoto-10" width="360" height="225" /></span></p>
<p><span>Clique no ícone de Música. Verifique se a caixa Reproduzir a música durante a apresentação de slides está marcada. Se a sua apresentação for mais longa do que alguns minutos, faça uma Lista de Músicas no iTunes para usar como trilha sonora. Ajuste a ordem, duração ou efeitos para combinar imagem e músicas.</span></p>
<p><em><strong>Bianca Hayashi usava apresentações de slides nas aulas da faculdade e sempre gostou de enfeitá-las com músicas e efeitos divertidos.</strong></em></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Fotos na caixa postal</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 22:11:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca Hayashi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Life]]></category>

		<category><![CDATA[iPhoto]]></category>

		<category><![CDATA[Mail]]></category>

		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Suas fotos para todo mundo utilizando o iPhoto e o Mail 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-iphoto-icone.png" />Enviar fotos é a coisa mais simples do mundo; você apenas arrasta algumas imagens do <strong>iPhoto</strong> ou de alguma pasta em seu HD para o corpo de um email e clica em Enviar. É ótimo até você descobrir que a mensagem não chegou ao destinatário porque o limite de megabytes que podem ser recebidos foi ultrapassado. Ou perceber que não conseguiram visualizar as imagens porque elas ficaram tão grandes que foram enviadas como anexos. Ou ainda, verificar que as telas dos receptores exibiam apenas uma parte da imagem e eles tinham que rolar a página para ver o restante do conteúdo.</p>
<p>Frequentemente, temos a ilusão de que todas as pessoas para quem enviamos imagens digitais querem uma de 12 megapixels, em alta resolução. Mas, de verdade, é possível que as imagens sejam vistas somente uma vez, e por apenas alguns segundos, e, posteriormente, esquecidas e largadas na caixa de entrada. Corta-nos o coração, mas nem todas as fotos que enviamos viram pôsteres na parede dos destinatários.</p>
<p>Você poderia exportar as imagens manualmente e torná-las menor com o auxílio do <strong>Pré-visualização</strong>, mas a melhor solução é usar o iPhoto e o <strong>Mail</strong>. Juntos, os dois programas podem mandar imagens condensadas, em um formato fácil de ser visto. A qualidade VGA (640&#215;480) é a mais usada na internet e a que deixa a imagem menor, especialmente útil para quem envia imagens a um destinatário que não possua banda larga. O iPhoto possui essa função há anos, e o Mail agora tem a habilidade de redimensionar imagens no corpo da mensagem.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Funções</strong><br />
<img class="size-medium wp-image-6852 aligncenter" title="38-iphoto-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-iphoto-1-360x247.jpg" alt="38-iphoto-1" width="360" height="247" /></p>
<p><strong>Enviando múltiplas imagens do Photo Booth com o Mail </strong>
</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-6853 aligncenter" title="38-iphoto-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-iphoto-2-360x217.jpg" alt="38-iphoto-2" width="360" height="217" /><br />
Abra o Mail e clique em Nova Mensagem. Adicione o destinatário e escreva a texto desejado. Clique em Navegador de Fotos. Você pode escolher imagens de sua biblioteca do iPhoto, mas esta não é a maneira mais eficiente de procurar uma imagem. No entanto, é uma forma fácil de acessar suas fotos do Photo Booth.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-6854 aligncenter" title="38-iphoto-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-iphoto-3-360x215.jpg" alt="38-iphoto-3" width="360" height="215" /><br />
Arraste as imagens escolhidas para o corpo de email. Para arrastar várias, clique na primeira figura e destaque-a. Desça até a última, segure o botão <strong>[Shift]</strong> e clique nela. Solte o <strong>[Shift]</strong> e arraste as imagens para o corpo do email. Para redimensioná-las, clique em Tamanho da Imagem, na parte inferior direita do email.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-6855 aligncenter" title="38-iphoto-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-iphoto-4-360x224.jpg" alt="38-iphoto-4" width="360" height="224" /><br />
Imagens grandes podem ser impressas, mas geralmente ficam com metade do tamanho das originais. O tamanho médio de 640 x 480 pixels é bom para ser visualizado na janela do email; o pequeno de 320 x 240 pixels é prático para o envio de diversas imagens em uma única mensagem. Clique no botão Enviar.</p>
<p><strong>Enviando várias imagens pelo iPhoto</strong>
</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-6856 aligncenter" title="38-iphoto-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-iphoto-5-360x236.jpg" alt="38-iphoto-5" width="360" height="236" /><br />
O iPhoto permite que você reúna álbuns e os envie juntos. Funciona bem quando as imagens não estão próximas umas das outras em sua biblioteca ou quando você precisa de algum tempo para decidir quais incluir. Clique no botão <strong>[+]</strong> para criar um novo álbum. Arraste as imagens que você enviará para o álbum recém-criado.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-6857 aligncenter" title="38-iphoto-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-iphoto-6-360x238.jpg" alt="38-iphoto-6" width="360" height="238" /><br />
Clique no seu álbum na lista da biblioteca. Quando as imagens aparecerem, clique em uma e pressione <strong>[Command]</strong> + <strong>[A]</strong> para destacar todas as imagens do álbum. Clique no ícone de email no canto inferior direito do iPhoto. Na janela de Enviar Fotos por Email, marque as caixas para o Título ou Comentários, caso deseje incluí-los.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-6858 aligncenter" title="38-iphoto-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-iphoto-7-360x215.jpg" alt="38-iphoto-7" width="360" height="215" /><br />
Escolha um tamanho de arquivo na lista de tamanhos. Os tamanhos a serem escolhidos são os mesmos se estivesse enviando imagens do Photo Booth pelo email. O pequeno, de 320&#215;240 pixels, é a melhor opção se você quiser enviar muitas imagens. Observe que as elas estarão bem menores do que as originais.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-6859 aligncenter" title="38-iphoto-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-iphoto-8-360x189.jpg" alt="38-iphoto-8" width="360" height="189" /><br />
Verifique o tamanho estimado do arquivo. Geralmente, os servidores possuem um limite para o tamanho total do email, portanto é uma boa ideia deixá-lo um pouco menor. Clique em Criar Mensagem. Dependendo do número de imagens e do tamanho das fotos originais, redimensionar pode demorar um pouco.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-6860 aligncenter" title="38-iphoto-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-iphoto-9-360x239.jpg" alt="38-iphoto-9" width="360" height="239" /><br />
A opção do <strong>iPhoto &gt; Exportar</strong>, no menu Arquivo, envia suas fotos como uma única imagem, como páginas da web e mesmo como filmes em slideshow do QuickTime com música. Como o iPhoto também é um organizador de vídeos, você pode usar o Navegador de Fotos para colocar vídeos em seus emails. Mas não há como redimensioná-los.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-6861 aligncenter" title="38-iphoto-10" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-iphoto-10-360x247.jpg" alt="38-iphoto-10" width="360" height="247" /><br />
Coloque qualquer texto no começo do email, antes das imagens. Este passo é para que você tenha certeza de que o email seja reconhecido pelo servidor, pois alguns deles podem barrar qualquer coisa que venha depois das imagens. Agora, tudo o que você tem a fazer é endereçar o email e clicar em Enviar.</p>
<p><em><strong>Bianca Hayashi achou prático enviar as fotos dessa maneira, mas prefere hospedar e mandar o link aos amigos.</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tire o máximo de suas fotos</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/tire-o-maximo-de-suas-fotos/</link>
		<comments>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/tire-o-maximo-de-suas-fotos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 19:41:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Amaya</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Life]]></category>

		<category><![CDATA[Camera Raw]]></category>

		<category><![CDATA[Fotografia Digital]]></category>

		<category><![CDATA[Photoshop]]></category>

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		<description><![CDATA[Use o Adobe Camera Raw e extraia mais qualidade de suas imagens em menos tempo
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/38-fotodigital-icone.png" />Em fevereiro de 2003, 15 anos após começar seu frutífero envolvimento com o Photoshop, a Adobe lançou um plug-in novo com a versão 7.0 do programa, chamado Camera Raw. Esse plug-in foi invenção do criador original do Photoshop, Thomas Knoll. Começou como uma ferramenta simples para a importação de fotos digitais, tendo de ser constantemente atualizado para suportar novos modelos e marcas de câmeras. Com o tempo, evoluiu para uma coleção de ferramentas com tudo de que precisa para ajustar as fotos, economizando esforço, tempo e quase transformando o Photoshop num módulo de exportação de luxo. O Camera Raw é capaz de sugar até a última gota de qualidade de cada foto, desde que a necessidade não envolva as funções especializadas de retoques, colagens, efeitos, layouts e conversões para impressão, que continuam sendo terreno, por excelência, do Photoshop.</p>
<p><strong>Como usar</strong><br />
A interface do plug-in apresenta todos os comandos essenciais ao mesmo tempo:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-6622 aligncenter" title="38-fotodigital-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-fotodigital-1-360x270.jpg" alt="38-fotodigital-1" width="360" height="270" /></p>
<p><strong>Como funciona</strong><br />
Para entender por que o Camera Raw é importante, primeiro devemos saber algo sobre como funciona uma câmera digital. A foto pronta normalmente não corresponde à captura do sensor, mas a uma versão processada dessa captura. O motivo disso é que a saída do sensor é muito diferente do que a visão humana vê. A câmera faz uma série de ajustes padronizados de tom, cor e outros parâmetros para tornar a imagem “enxergável”.</p>
<p>Depois do processamento, o resultado normalmente é gravado no formato JPEG, que introduz alguma degradação visual. Além disso, o sensor de quase todas as câmeras gera 12 bits (4.096 tons) por canal de cor, mas o JPEG é limitado a apenas 8 bits (256 tons) por canal.<br />
Isso significa que o processamento na câmera joga fora muita informação visual que poderia ser aproveitada nas duas etapas: no processamento e na hora de gravar.</p>
<p>As câmeras digitais profissionais (e também um seleto grupo de amadoras avançadas) oferecem, além do JPEG, a opção de salvar um arquivo “Raw” (“cru” ou “bruto”, em inglês), que corresponde à informação exata captada pelo sensor, antes de sofrer qualquer processamento. Fotografando em RAW, a tarefa do processamento é inteiramente transferida para o computador, onde dispomos de controle mais preciso, com opções manuais muito amplas para todos os parâmetros da imagem.</p>
<p>É isso o que o Camera Raw faz: interpreta os arquivos brutos da câmera e provê o seu processamento. É um processo o equivalente à revelação e cópia de um negativo de filme.</p>
<p>Generalizando, uma foto em JPEG comporta-se como o cromo de película, que para dar certo precisa que a câmera esteja bem ajustada, oferecendo pouca chance de edição posterior. Por sua vez, uma foto em RAW é como um negativo, com uma latitude de tons muito ampla, permitindo uma interpretação estética mais variada.</p>
<p><strong>Vantagens</strong><br />
Estouros de luz e sombras perdidas são dois dos principais problemas da fotografia digital. A capacidade do Camera Raw de recuperar essas falhas fez sua fama como salvador milagroso de fotos. Mas não é só isso. Eis o que é possível fazer no Camera Raw que é mais difícil ou até impossível com as ferramentas do Photoshop:</p>
<p>Controle de todos os parâmetros da imagem simultaneamente, evitando a degradação causada pelo trabalho em etapas de edição sucessivas.</p>
<p>A imagem pode ser importada no Photoshop em alta definição de cor (16 bits por canal), permitindo edições extremamente precisas nos tons da imagem. Também pode ser processada em dimensões diferentes das originais, isto é, ser interpolada.</p>
<p>Acertar o balanço de branco no computador traz mais flexibilidade de ajuste.</p>
<p>Compensa a falta de nitidez da lente (pelo controle Clarity) e também corrige defeitos ópticos: aberração cromática, vinhetamento e franjas roxas.</p>
<p>Inclui um excelente filtro para remover ruído digital e ressaltar a nitidez dos detalhes ao mesmo tempo.</p>
<p>As edições em um arquivo podem ser reaplicadas a outro, salvas ou assinaladas como o padrão para sua câmera, separadamente para cada sensibilidade Isso.</p>
<p>Não é preciso salvar o arquivo tratado: as edições são gravadas automaticamente em um arquivinho auxiliar que fica junto ao original. Este permanece intacto.</p>
<p>As fotos a serem tratadas podem estar em um formato RAW ou em JPEG. Câmeras profissionais podem gravar a mesma imagem nos dois formatos ao mesmo tempo. Se for possível escolher, prefira sempre o RAW.</p>
<p><strong>Basic</strong><br />
Os controles de White Balance (Temperature e Tint) permitem acertar o balanço de matizes da imagem, que varia conforme a fonte de luz. Já existem alguns ajustes prontos no menu pop-up, mas para obter resultados ideais, você deve encontrar o branco da imagem manualmente, usando o conta-gotas (White Balance Tool). Note que, embora use o mesmo ícone, ele é um detector de branco, e não de cinza, como o do Auto Levels do Photoshop. Você deve clicar com ele em algum ponto da foto que seja neutro e bem claro, mas não totalmente branco. Depois disso, faça o ajuste fino nos controles deslizantes.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-6623 aligncenter" title="38-fotodigital-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-fotodigital-2-360x279.jpg" alt="38-fotodigital-2" width="360" height="279" /></p>
<p>Se a imagem está subexposta ou sobre-exposta, você compensa pelo controle Exposure. Observe o comportamento do histograma: ele se desloca inteiro, conforme o valor da em uma foto corretamente exposta, o gráfico se estende naturalmente de uma ponta até a outra da escala de tons, sem que o relevo seja cortado (clipping) nem “morra” antes das extremidades.</p>
<p>Se o histograma denota clipping no canto direito (branco), há estouro de luz. Clique no símbolo triangular acima desse canto para ver exatamente onde está acontecendo o problema; os pixels estourados aparecem em vermelho. Agora, deslize o controle Recovery para reintegrar à imagem os pixels estourados. Brilhos especulares, como o reflexo do Sol ou outra fonte de luz pontual em uma superfície espelhada, podem ser deixados estourados. Você só precisa evitar os estouros em áreas que contenham informação visual útil, como a pele de uma pessoa retratada ou as nuvens no céu.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-6624 aligncenter" title="38-fotodigital-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-fotodigital-3-360x278.jpg" alt="38-fotodigital-3" width="360" height="278" /></p>
<p>Feito isso, veja se precisa ajustar o preto. O controle Blacks serve para ajustar o ponto preto da imagem no histograma. Clique no triângulo sobre o canto esquerdo do histograma para ver em azul os pixels afetados pelo corte do preto. Este ajuste é mais difícil que o do branco, pois o controle é muito sensível e poucos monitores representam corretamente os tons mais escuros.<br />
Pode confiar no histograma;</p>
<p>Se as baixas luzes e áreas de sombra estiverem escuras demais, use o controle Fill Light (enchimento), que as clareia sem deturpar a saturação das cores.</p>
<p>Os controles Brightness e Contrast são diferentes daquilo a que estamos acostumados no Photoshop. Aqui, eles são mais inteligentes: ajustam os tons de maneira a respeitar o que você estabeleceu com os controles Exposure, Recovery, Fill Light e Black, sem afetar os estouros de tom.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-6625 aligncenter" title="38-fotodigital-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-fotodigital-4-360x257.jpg" alt="38-fotodigital-4" width="360" height="257" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-6626 aligncenter" title="38-fotodigital-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-fotodigital-5-360x243.jpg" alt="38-fotodigital-5" width="360" height="243" /></p>
<p>Clarity é um comando que corrige o efeito de uma objetiva suja ou com muita difusão interna de luz. Cuidado para não exagerar no efeito, pois é fácil estragar a foto com ele. Se usar Clarity negativo, criará um efeito suavizador (soft focus).</p>
<p>Vibrance e Saturation alteram a intensidade das cores. Vibrance é diferente de Saturation porque reforça ou atenua o contraste local de matizes, permitindo que a foto fique bem mais “carregada” e “viva” do que só usando Saturation.</p>
<p><strong>Tone Curve</strong><br />
Se você está familiarizado com as curvas do Photoshop e tem uma edição de tons muito complexa a fazer, as curvas estão presentes também no Camera Raw. Raramente elas são necessárias. Aqui existe uma outra opção para editá-las, além dos pontos de controle a que estamos acostumados. É a curva paramétrica, uma versão simplificada que você “entorta” indiretamente, utilizando apenas os três controles abaixo do gráfico. Experimente para ver se fica mais rápido que usar a curva convencional.</p>
<p><strong>Detail</strong><br />
Aqui ficam os ajustes de nitidez e ruído. É cada vez mais comum entre fotógrafos profissionais não mexer na nitidez neste ponto; o ideal é ajustá-la somente na saída final da foto, já que a quantidade de nitidez necessária depende do tamanho da ampliação. Mas, em todo caso, os controles estão aqui e são similares aos do Smart Sharpen do Photoshop.</p>
<p>Os controles de ruído dividem-se em Luminance e Color. Em fotos digitais, é normal precisar de um valor maior em Color do que em Luminance. Para enxergar o resultado, visualize a foto em 100% ou maior. O Camera Raw não mostra o efeito desse filtro em menos que 100% de zoom.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-6627 aligncenter" title="38-fotodigital-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-fotodigital-6-360x258.jpg" alt="38-fotodigital-6" width="360" height="258" /></p>
<p><strong>HSL/Grayscale</strong><br />
Por aqui, você ajusta a participação de cada faixa de matiz de cor. A lógica é a mesma de um equalizador. Os controles de Hue permitem desviar o matiz de cada cor, os de Saturation controlam a saturação e os de Luminance, o brilho relativo.</p>
<p>Clicando na opção “Convert to Grayscale”, você transforma o equalizador num conversor para preto-e-branco similar ao do Photoshop CS4. Dica: para pele humana fica bom reforçar um pouco os vermelhos e laranjas. Não deixe dois controles vizinhos em posições muito diferentes, pois isso ressalta o ruído.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-6628 aligncenter" title="38-fotodigital-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-fotodigital-7-360x281.jpg" alt="38-fotodigital-7" width="360" height="281" /></p>
<p><strong>Split Toning</strong><br />
São ajustes finos para eliminar invasões de cor nas sombras e brilhos da foto. É comum em fotos digitais que os tons de sombra tenham uma invasão de cor. Por aqui, é possível eliminá-la. Pode-se utilizar o Split Toning para  criar efeitos especiais de filme antigo e cópia desbotada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-6629 aligncenter" title="38-fotodigital-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-fotodigital-8-360x286.jpg" alt="38-fotodigital-8" width="360" height="286" /></p>
<p><strong>Lens Corrections</strong><br />
Possui um poderoso corretor de aberração cromática, aquelas franjas coloridas que se formam nas áreas de alto contraste com certas objetivas e que são muito evidentes nas fotos de árvores na contraluz. O melhor é achar o ajuste ideal para essa correção e salvá-la como preset do Camera Raw para aquele modelo de lente.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-6630 aligncenter" title="38-fotodigital-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-fotodigital-9-360x243.jpg" alt="38-fotodigital-9" width="360" height="243" /></p>
<p>Os controles restantes servem para criar ou eliminar vinhetas, aqueles efeitos de escurecimento nos cantos da foto. Use com moderação, pois é fácil exagerar no efeito e estragar a foto.</p>
<p><strong>Camera Calibration</strong><br />
São controles especiais para redefinir a formação de cores na imagem. Se o Camera Raw identificou sua câmera e abriu as fotos dela normalmente, recomendamos que você nem toque nesses ajustes.</p>
<p><strong>Presets</strong><br />
Por aqui você salva ajustes comuns como, por exemplo, os que são vinculados a uma determinada câmera em determinada condição fotográfica, para não ter de recomeçar do zero a cada sessão de edição de fotos.</p>
<p><strong>Dicas brutas</strong></p>
<p>Apesar de os arquivos JPEG conterem muito menos informação visual que os RAW correspondentes, as versões mais recentes do Camera Raw também são capazes de tratar JPEG, arrancando um pouco mais de qualidade das imagens. Por isso, ele tornou-se interessante para todos os tipos de fotografia, não apenas a profissional.</p>
<p>Se você abre o Photoshop e dá Open em um arquivo de foto em RAW (extensão .CR2 para Canon, .NEF para Nikon), ela sempre abre no Camera Raw. Para usar o Camera Raw em uma imagem JPEG, selecione Camera Raw como o formato da imagem na caixa Open. Ou então, para fazer com que o Photoshop sempre abra imagens JPEG no Camera Raw, vá até as preferências do programa ([Cmd] + [K]), aba File Handling, clique no botão “Camera Raw Preferences” e ative a opção “Automatically open all suported JPEGs”.</p>
<p>Se você usa o Adobe Bridge para navegar e organizar suas fotos, é possível processá-las no Camera Raw dando um duplo clique sobre elas, sem que abram no Photoshop. Clique no botão Done para sair do plug-in e voltar ao Bridge.</p>
<p>Para repetir um ajuste em várias fotos, você pode abri-las sucessivamente e escolher Previous Conversion no menu de opções. Ou então, selecionar a foto inicial, dar o comando Develop Settings &gt; Copy Settings (no menu contextual), selecionar o lote de fotos a receber o mesmo tratamento e dar o comando Develop Settings &gt; Paste Settings.</p>
<p>Ao fotografar em RAW, é seguro “puxar” um pouco a exposição: sobre-expor a foto até um ponto a mais e compensar no Camera Raw. As baixas luzes ficarão mais ricas e densas, como em uma foto tirada com um bom e velho filme.</p>
<p><em><strong>Mario Amaya é photoshopista desde 1993, mas hoje em dia consegue fazer quase todo o trabalho de ajuste de fotos dentro do Camera Raw.</strong></em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Segredos do HDR</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 21:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Amaya</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Life]]></category>

		<category><![CDATA[Adobe Photoshop]]></category>

		<category><![CDATA[Fotografia Digital]]></category>

		<category><![CDATA[HDR]]></category>

		<category><![CDATA[High Dynamic Range]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprenda mais uma maneira de obrigar sua câmera digital a fazer o que ela não quer
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-icone.png" /><!--StartFragment--></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">O Flickr deve ter sido o primeiro lugar na internet avassalado pelas fotos amadoras que usam a técnica do HDR, a ponto de algumas pessoas virem me perguntar, curiosas e interessadas: “mas, afinal, para que serve?” É que não existe um visual característico ou típico do HDR. Cada autor pode criar um diferente. A resposta à questão tem mais a ver com o fundamento.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">A parte “DR” de “HDR” significa “Dynamic Range”, que pode ser traduzido como “alcance dinâmico”. Essa expressão significa a diferença que uma mesma imagem fotográfica pode mostrar entre o tom mais claro e o mais escuro representados. É diretamente relacionado com o contraste da imagem; mas por trás disso há muito mais.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">O mundo real apresenta uma variação imensa entre tons de luz escuros e claros. A visão humana faz um trabalho admirável ao poder adaptar-se para captá-los em quase todas as situações. Já as imagens digitais, em monitores de computador ou em papéis impressos, são bem mais limitadas. Raramente conseguem ir além de cerca de oito pontos de exposição de diferença entre o tom representado por preto puro e o representado por branco puro. Isso é suficiente para a imensa maioria das fotografias, mas não basta para fotos contendo variações de iluminação extremas, como paisagens em grande-angular, por exemplo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">Aí entra o “H”, que significa “High” ou “alto” no sentido de “amplo”. O HDR é uma técnica fotográfica que estende o alcance dinâmico da imagem digital, permitindo que ela registre coisas que normalmente não registraria por serem muito claras ou muito escuras em relação ao valor de exposição escolhido.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">Como é feito? Tudo começa com um bracketing de exposições. Bracketing é quando você tira uma série de fotos do mesmo objeto, idênticas em tudo menos em algum dos parâmetros técnicos, como foco, abertura ou exposição. No caso do HDR, fazemos um bracketing de exposições, que significa tirar uma foto com exposição normal, outra propositalmente subexposta (escura) e outra superexposta (clara). O número de fotos pode ser de apenas duas ou mais de três, mas, em geral, três são suficientes. A seguir, usando nosso computador, fundimos as três fotos em uma só imagem, que concentra toda a informação visual captada, indo além até do que o monitor pode mostrar.</span></p>
<div id="attachment_5298" class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><img class="size-medium wp-image-5298" title="37-foto-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-1-360x270.jpg" alt="Original" width="360" height="270" /><p class="wp-caption-text">Original </p></div>
<div id="attachment_5299" class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><img class="size-medium wp-image-5299" title="37-foto-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-2-360x270.jpg" alt="HDR do Photoshop" width="360" height="270" /><p class="wp-caption-text">HDR do Photoshop</p></div>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">De cara, temos duas utilidades práticas do processo: podemos reajustar a exposição da imagem a posteriori, como se ainda estivéssemos controlando a câmera, e é possível tornar mais visíveis os detalhes claros e escuros que em uma foto normal seriam perdidos. Outro benefício é uma grande redução no nível de ruído gerado pelo sensor da câmera. Se você sonhava em fazer imagens noturnas sem flash e com detalhes de sombra nítidos e livres de grão, chegou a hora.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">Já que o processo envolve múltiplas fotos do mesmo assunto, é importante manter o mesmo ponto de vista e o mesmo enquadramento de uma para a outra, ou elas não ficarão bem alinhadas entre si e o resultado perderá nitidez. Por isso, o bracketing deve ser feito com a câmera montada em tripé ou fisicamente apoiada de alguma outra forma. Outra limitação é que os objetos que se moverem entre as exposições aparecerão no resultado combinado como “fantasmas” luminosos e precisam ser removidos à mão, por meio de retoques na foto. O Adobe Photoshop traz, desde a versão CS3, um processo automatizado e inteligente para criar imagens HDR. Tendo um trio de imagens à mão, vejamos como isso funciona, passo a passo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">A nossa cena noturna está nítida em todos os tons, do mais claro ao mais escuro, sem buracos pretos nem estouros.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">As suas primeiras experimentações com o HDR podem não dar um resultado tão impressionante, mas lembre-se de que a técnica é relativamente nova e as ferramentas estão ainda bastante “cruas”. Concentre-se em criar os melhores ajustes possíveis na conversão por Local Adaptation, que é a parte crucial. Fazendo isso bem, o resto das edições fica fácil.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">Outra dica: somente reduza a imagem para 8 bits por canal (no mesmo menu onde se reduz de 32 para 16) ao exportar a versão final, não antes disso.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">Para uma conversão HDR mais “artística”, com resultados mais controláveis, experimente o software Photomatix, disponível em www.hdrsoft.com. É um programa comercial, disponível em três versões: demo limitada gratuita, versão básica por US$ 100 e versão avançada por US$ 120. Inclui opção de plug-in para Adobe Lightroom e Apple Aperture.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US"><strong>Como montar um HDR no Adobe Photoshop</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span lang="EN-US"> <img class="size-medium wp-image-5300 aligncenter" title="37-foto-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-3-360x270.jpg" alt="37-foto-3" width="360" height="270" /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">Vá ao menu <strong>File &gt; Automate &gt; Merge to HDR</strong>. Uma caixa similar à do gerador de panoramas do Photoshop será aberta, mas com apenas uma opção para alinhar as imagens automaticamente, e a lista de arquivos para escolher.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span lang="EN-US"> <img class="size-medium wp-image-5301 aligncenter" title="37-foto-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-4-360x270.jpg" alt="37-foto-4" width="360" height="270" /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">Escolha os arquivos e dê OK. O Photoshop leva um tempo para processar as imagens, durante o qual as janelas ficam mudando sozinhas. Ignore isso e faça outra coisa no Mac enquanto espera. Mesmo Macs velozes demoram algum tempo para processar tudo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span lang="EN-US"> <img class="size-medium wp-image-5302 aligncenter" title="37-foto-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-5-360x270.jpg" alt="37-foto-5" width="360" height="270" /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">Uma nova janela se abre. Na lista de arquivos à esquerda, você pode optar por usar ou não alguma das imagens escolhidas. À direita, um histograma com um controle deslizante assinala o nível de exposição que você quer que apareça no preview da imagem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span lang="EN-US"> <img class="size-medium wp-image-5303 aligncenter" title="37-foto-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-6-360x270.jpg" alt="37-foto-6" width="360" height="270" /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">O resultado é um arquivo de altíssima definição com 32 bits por canal de cor (o normal é 8), que não pode ser editado diretamente. Você pode apenas mudar o controle deslizante de exposição, que agora aparece no pé da janela.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span lang="EN-US"> <img class="size-medium wp-image-5304 aligncenter" title="37-foto-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-7-360x270.jpg" alt="37-foto-7" width="360" height="270" /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">A imagem como está não tem muita utilidade. Somente alguns dos Adjustments estão disponíveis. Para editá-la, converta-a para 16 bits por canal, que é a qualidade usada profissionalmente em fotografia. Selecione <strong>Image &gt; Mode &gt; 16 Bits/Channel.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span lang="EN-US"> <img class="size-medium wp-image-5305 aligncenter" title="37-foto-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-8-360x292.jpg" alt="37-foto-8" width="360" height="292" /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">A caixa de diálogo oferece quatro métodos (Method) de conversão possíveis para escolher. O primeiro deles tem controles manuais de brilho e de curva de gama. Não faz realmente muita coisa na foto, além de permitir ajustar o contraste.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span lang="EN-US"> <img class="size-medium wp-image-5306 aligncenter" title="37-foto-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-9-360x286.jpg" alt="37-foto-9" width="360" height="286" /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">O segundo Method, chamado Highlight Compression, elimina o “estouro” de luz nos tons mais claros, sem mexer no resto da imagem, e não possui ajustes manuais. Você precisará aplicar Levels e Curves depois para deixar sua foto a gosto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span lang="EN-US"> <img class="size-medium wp-image-5307 aligncenter" title="37-foto-10" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-10-360x288.jpg" alt="37-foto-10" width="360" height="288" /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">O terceiro Method, Equalize Histogram, também não apresenta ajustes manuais e encarrega-se de distribuir os meios-tons pelo histograma. Além disso, requer uma “massagem” posterior nos pixels para gerar bons resultados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span lang="EN-US"> <img class="size-medium wp-image-5308 aligncenter" title="37-foto-11" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-11-360x341.jpg" alt="37-foto-11" width="360" height="341" /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">O quarto e final Method, Local Adaptation, é o mais bacana, pois permite que você faça o que quiser. Expanda a parte de baixo da caixa de diálogo, que contém um histograma e uma curva. Comece a criar a curva como se fosse um Curves normal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span lang="EN-US"> <img class="size-medium wp-image-5309 aligncenter" title="37-foto-12" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-12-360x270.jpg" alt="37-foto-12" width="360" height="270" /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">A imagem apresenta um efeito de contraste localizado, que você pode dosar com os controles Radius (raio) e Threshold (limiar). É isso o que permite “enfiar” uma amplitude de tons tão grande em uma imagem convencional. Os valores ideais dependem da imagem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span lang="EN-US"> <img class="size-medium wp-image-5310 aligncenter" title="37-foto-13" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-13-360x484.jpg" alt="37-foto-13" width="360" height="484" /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">Com a imagem convertida para 16 bits por canal, as ferramentas de edição normais estão disponíveis. Você pode, por exemplo, mascarar as áreas que em uma foto normal ficariam “estouradas” e ajustar livremente seu brilho e saturação em relação ao conjunto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span lang="EN-US"> <img class="size-medium wp-image-5311 aligncenter" title="37-foto-14" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-14-360x270.jpg" alt="37-foto-14" width="360" height="270" /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">Além disso, a imagem aguenta edições muito mais pesadas que uma foto normal de 8 bits por canal. No exemplo, um Unsharp de raio amplo realça dramaticamente o contraste entre os prédios sem danificar a foto. Experimente também com Saturation e Vibrance.</span></p>
<div id="attachment_5312" class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><img class="size-medium wp-image-5312" title="37-foto-15" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-15-360x240.jpg" alt="Original" width="360" height="240" /><p class="wp-caption-text">Original</p></div>
<div id="attachment_5313" class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><img class="size-medium wp-image-5313" title="37-foto-16" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-foto-16-360x237.jpg" alt="HDR do Photoshop" width="360" height="237" /><p class="wp-caption-text">HDR do Photoshop</p></div>
<p class="MsoNormal"><strong><em><span lang="EN-US">Mario Amaya já está dando dois passos adiante e combinando HDR com panorama e lapso de tempo. Só não sabe ainda o que vai sair disso tudo.</span></em></strong></p>
<p><!--EndFragment--></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Apple TV turbinado</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 03:11:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação MacMais</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Life]]></category>

		<category><![CDATA[Apple TV]]></category>

		<category><![CDATA[ATV Flash]]></category>

		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Caixinha meio “sem graça” pode ficar muito divertida por aqui
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-appletv-icone.png" /><em>por Octavio Maron</em></p>
<p>Aposto que quando você leu, na capa ou no índice, que haveria uma matéria sobre o Apple TV pensou algo como: “Mas por que falar disso? Nada funciona no Brasil! Desperdício de papel, pessoal!”. Isso, por um lado, tem um grande fundo de verdade, afinal comprar a simpática caixinha da Apple e usá-la a plenos poderes por aqui é uma tarefa bastante inglória. Além de passar slideshows de fotos e assistir a alguns vídeos pelo iTunes (depois de fazer todo aquele exercício para converter os formatos mais populares da internet para H264), não tem muito mais o que fazer com um Apple TV por aqui. Ah, esquecemos! É possível assistir a trailers de filme, mas com nossas conexões de internet ainda na Idade da Pedra, isso também resulta em muito trabalho.</p>
<p>O motivo disso tudo é muito simples: o Apple TV foi projetado para ser usado como um grande media center, alimentado pela iTunes Store. Como todos já sabem, ainda não temos uma loja virtual de conteúdo digital por aqui, e para ter conta, ou você usa uma série de artifícios, comprando cartões pela internet, correndo o risco de adquirir um falsificado, ou você tem um cartão de crédito emitido no país. Ou, como dissemos, ficar horas convertendo todos os seus vídeos para poder assistir na sua televisão.</p>
<p>Ainda bem que podemos confiar na comunidade de desenvolvedores, que procura encontrar meios de como se livrar das travas impostas pela Apple aos seus aparelhos. Este é o caso da Fire Core, que criou o ATV Flash. É possível dizer que, por causa deste software, o Apple TV, se não teve um bom aumento de vendas, ao menos foi mantido no mercado.</p>
<p><strong>Troca interna</strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">O <a href="www.atvflash.com">ATV Flash</a> ( US$ 50) é, basicamente, um software que, depois de instalado no Apple TV, permite que você assista a praticamente todos os formatos de vídeo, navegue pela internet, ligue um HD externo pela porta USB do aparelho (que a Apple diz servir apenas para as assistências técnicas autorizadas terem acesso ao sistema), mande arquivos via FTP, alugue filmes independentes pelo Jaman, leia RSS, use o Boxee ou o XBMC e muitas outras coisas que já são um “pouco” mais trabalhosas. Resumindo, com ele, é como abrir a Caixa de Pandora dentro do Apple TV.</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Vamos mostrar um passo-a-passo de como fazer a instalação do ATV Flash. Você vai perceber que não é tudo tão simples; o processo vai exigir algumas linhas de comando, entre outras gambiarras. Mas, no final, vai valer bastante a pena.</span></strong></p>
<div><em><span style="font-style: normal;"><strong>Instalando o ATV</strong></span></em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-style: normal;"><em> <img class="size-medium wp-image-5239 aligncenter" title="37-appletv-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-appletv-1-360x240.jpg" alt="37-appletv-1" width="360" height="240" /></em></span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><em> </em>Vamos começar instalando o ATV Flash. Depois de ter comprado o programa (não existe versão de demonstração), você vai precisar de pen drive (o desenvolvedor recomenda que seja um pen drive de até 2 GB).</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Monte a imagem do programa, mas não copie nada para seu Mac. Conecte o pen drive e rode ATV Flash direto da imagem (o software demora um pouco para abrir). Depois, você escolhe o pen drive na lista de drivers disponíveis (atenção, todo o conteúdo do pen drive será deletado).</span></p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="size-medium wp-image-5240 aligncenter" title="37-appletv-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-appletv-2-360x240.jpg" alt="37-appletv-2" width="360" height="240" /></em></p>
<p><span style="font-style: normal;">Escolha quais aplicativos deseja instalar no Apple TV. O ideal é que você selecione todos. O ATV vai apagar seu pen drive e colocar lá todos os programas que você selecionou. Quando a instalação terminar, o Mac vai dizer que não pode ler o disco (não se assuste, isso é normal). Clique em Ejetar e desconecte o pen drive do Mac.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Agora, vem a segunda parte do processo. Desligue o Apple TV da tomada e coloque o pen drive com os arquivos do ATV Flash na porta USB que fica na parte traseira do aparelho (ao lado do cabo de força). Feito isso, você pode conectar novamente o Apple TV na tomada para ligar o aparelho.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-style: normal;"><em><img class="size-medium wp-image-5241 aligncenter" title="37-appletv-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-appletv-3-360x240.jpg" alt="37-appletv-3" width="360" height="240" /></em></span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Quando o Apple TV ligar, você verá o logo da Apple em um fundo roxo, em vez do preto. Não fique preocupado, isso é normal. Em seguida, o conhecido pinguim do Linux vai aparecer na tela, apresentando uma série de linhas de comando, que vão passar pela tela. Novamente, não há motivo para pânico.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">O processo todo demora alguns minutos e, depois de muitas linhas de texto aparecendo na tela, você receberá um aviso dizendo que a instalação do ATV Flash foi um sucesso e que você pode desconectar o pen drive da porta USB e depois reiniciar o Apple TV, desligando o cabo de força e religando o aparelho na tomada.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Se, por algum motivo, o Apple Tv não reconhecer o pen drive e iniciar normalmente, ou no final da instalação surgir uma mensagem de erro, não se preocupe. Isso pode ter acontecido por que o pen drive não foi reconhecido pelo Apple TV. Basta usar um outro e refazer todo o processo.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-style: normal;"><em><img class="size-medium wp-image-5242 aligncenter" title="37-appletv-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-appletv-4-360x202.jpg" alt="37-appletv-4" width="360" height="202" /></em></span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Pronto, você já tem um Apple TV que lê todos os formatos de vídeo, além de ganhar alguns programas mais. E ainda com a possibilidade de adicionar a legenda (é só copiar o arquivo .SRT na mesma pasta que o vídeo). Chegou a hora de colocar tudo isso para funcionar. Você vai perceber, imediatamente, que o menu na Apple TV ganhou alguns itens a mais, como o Sapphire, o Nito TV e o XBMC/Boxee. Todos são aplicativos que permitem você veja os vídeos que vai passar para o Apple TV por FTP.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><strong>Criando a filmoteca</strong></span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> O primeiro passo você já fez, que é colocar o Mac e o Apple TV na mesma rede sem fio. Depois, será preciso passar os arquivos (isto é, seus filmes) usando FTP (File Transfer Protocol, ou Protocolo de Transferência de arquivos). Use o <a href="http://cyberduck.ch/">Cyberduck </a>(freeware) para transferir os vídeos do Mac para o Apple TV.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-style: normal;"><em><img class="size-medium wp-image-5243 aligncenter" title="37-appletv-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-appletv-5-360x202.jpg" alt="37-appletv-5" width="360" height="202" /> </em></span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><em> </em>Coloque os seguintes dados para o servidor FTP no CyberDuck: Server: AppleTV.local (ou o IP dele na rede) Username: frontrow Password: frontrow Protocol: FTP Port: 21</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Depois de conectado, você verá as pastas do Apple TV, como se fosse diretamente no Finder. Para assistir aos vídeos, copie os arquivos para a pasta Movies. Depois, você já pode assistir no Apple TV sem precisar reiniciar. Se não quiser ter muito trabalho, abra o Sapphire no Apple TV.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-style: normal;"><em><img class="size-medium wp-image-5244 aligncenter" title="37-appletv-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-appletv-6-360x202.jpg" alt="37-appletv-6" width="360" height="202" /></em></span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><em> </em>O Sapphire é um software bem simples e relativamente completo. Ele organiza seus vídeos puxando as informações do <a href="www.imdb.com">IMDB</a> e os separa em filmes e séries de TV, com nome do episódio, temporada e tudo mais. Clique em Populate File Data, para que o programa baixe as informações.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Você pode escolher umas das duas opções, Fetch TV Show Data ou Fetch Movie Data, para que o Sapphire puxe as informações do site do IMDB. Caso tenha alguma dúvida, ele mostra algumas opções. Daí, basta navegar pelo programa e assistir ao que quiser.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-style: normal;"><em><img class="size-medium wp-image-5245 aligncenter" title="37-appletv-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/07/37-appletv-7-360x202.jpg" alt="37-appletv-7" width="360" height="202" /></em></span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Até este ponto, tudo está funcionando perfeitamente e você já pode se considerar um cara feliz, assistindo a seus vídeos na televisão. Se qualquer coisa der errado, não se desespere: você pode deixar seu Apple TV como veio da loja; para isso, vá a <strong>Settings &gt; Restore &gt; Factory Restore.</strong></span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Nessa parte mais “avançada” da matéria, faremos duas coisas para facilitar mais ainda sua vida: a primeira é ativar a permissão de utilizar um disco USB direto no AppleTV; a segunda é permitir que você acesse o Apple TV direto na rede, instalando o protocolo SAMBA.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Mas sempre é possível fazer algo mais. Continuar, no entanto, significa complicar um pouco as coisas. O modo avançado de configuração não é um bicho-de-sete-cabeças, embora exija um pouco mais de sangue frio.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><strong>Usando um HD externo na porta USB</strong></span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><em> </em>Para fazer esse procedimento, você precisa de um HD externo formatado para Mac e conhecimentos básicos de como usar o Terminal . No Apple TV, escolha <strong>Nito TV &gt; Settings &gt; Install Software &gt; Smart Installer</strong>. Depois da instalação ter sido completada, reinicie o Apple TV, tirando-o da tomada.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Estamos quase lá. Após reiniciar o Apple TV, você já pode ligar seu HD externo na porta USB da aparelho. Em seguida, será necessário retirá-lo da tomada e ligá-lo novamente, para que o sistema possa ler corretamente o conteúdo de seu HD externo.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><strong>Instalando o SAMBA</strong></span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Para instalar o Samba, o processo não é tão simples quanto os anteriores, mas vale a pena seguir adiante, já que implementar essa funcionalidade ajuda bastante no dia-a-dia para transferir arquivos. Atenção: Faça por sua conta e risco.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> Para instalar o Samba, você primeiro precisa baixar um arquivo do <a href=" http://netpbx.de/tmp/samba3_macports_bin.tar.bz2">site</a>. Copie-o, sem descomprimir, direto para a pasta<strong> </strong></span><strong>/Users/frontrow/Documents/</strong><span style="font-style: normal;"> do Apple TV. Faça o login no Apple TV via terminal (a senha é: frontrow) e digite:</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">ssh frontrow@AppleTV.local</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">sudo -s</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Em seguida, será necessário criar dois diretórios:</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">mkdir /mnt/opt</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">ln -s /mnt/opt /opt</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Descompacte o arquivo que você copiou para o Apple TV digitando:</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">tar -xvjpf /Users/frontrow/Documents/ ∑ samba3_macports_bin.tar.bz2 -C /</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Será necessário alterar a configuração do samba. Na janela do terminal, digite:</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">cp /opt/local/etc/samba3/smb.conf. </span></p>
<p><span style="font-style: normal;">∑ sample /opt/local/etc/samba3/smb.conf </span></p>
<p><span style="font-style: normal;">nano -w /opt/local/etc/samba3/smb.conf</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Agora vem a parte mais delicada. Na janela do Terminal, você verá a página de configuração do arquivo smb.conf: é nele que você vai colocar quais são os discos que poderão ser montados via Samba. Ache no arquivo onde estão as configurações e ative o Samba para o HD interno do Apple TV:</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">[homes] comment = Home Directories ∑ browseable = yes writable = yes</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Se você for usar um HD externo, repita o passo anterior, acrescentando as seguintes informações:</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">[USB]</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> comment = USB Drive</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> path = /Volumes/USB Drive name</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> valid users = frontrow</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> public = no</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><em> </em>writable = yes</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> printable = no</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Onde o USB Drive name é o nome do seu HD externo.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Ative o password frontrow para o Samba, digitando no terminal:</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">sudo /opt/local/bin/smbpasswd -a<br />
∑ frontrow</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Mude as permissões dos arquivos, digitando:</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">sudo chown root:wheel /opt/local/<em><br />
</em>∑ sbin/smbd</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">sudo chmod 4555 /opt/local/sbin/smbd</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">sudo chown root:wheel /opt/local/<br />
∑ sbin/nmbd</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">sudo chmod 4555 /opt/local/sbin/nmbd</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Estamos quase terminando. Reinicie o Samba:</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">/opt/local/sbin/smbd -c /opt/local/ ∑ etc/samba3/smb.conf</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">/opt/local/sbin/nmbd -c /opt/local/ ∑ etc/samba3/smb.conf</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Ative permanentemente o samba no Apple TV:</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> 1. rc.local</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><em> </em>1. For AppleTV 2.0.1 (2.0.0?) you ∑ may need to uncomment the following ∑ line to remount hard disk read/write</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> 2. mount -uw /</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> 1. start the SAMBA service</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> /opt/local/sbin/smbd -c /opt/<br />
∑ local/etc/samba3/smb.conf</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> /opt/local/sbin/nmbd -c /opt/ ∑ local/etc/samba3/smb.conf</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Pronto. Retire o Apple Tv da tomada e ligue-o novamente. Tente acessar o disco interno dele pelo Finder, usando o atalho de teclado<strong> [Command] </strong>+<strong> [K] </strong>e digitando:<strong> smb://AppleTV.local</strong>. Como se fosse um milagre, o HD do Apple TV vai montar em seu Mac como um disco na rede.<em> </em></span></p>
<p><em><strong>Octavio Maron só não cancelou a TV a cabo ainda para assistir aos jogos do Grêmio.</strong></em></p>
<p><em></em></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Compacta ou reflex?</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/compacta-ou-reflex/</link>
		<comments>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/compacta-ou-reflex/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 May 2009 01:17:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Amaya</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Life]]></category>

		<category><![CDATA[compacta]]></category>

		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

		<category><![CDATA[Fotografia Digital]]></category>

		<category><![CDATA[reflex]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe uma variedade de categorias técnicas e configurações para câmeras fotográficas. As principais foram estabelecidas ainda na era do filme e transferidas sem grandes mudanças para o mundo digital. Simplificando muito, temos as câmeras pequeninas e baratas que todo mundo conhece e usa, chamadas compactas; e temos aquelas câmeras maiores que são o equipamento básico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/05/36-foto-icone.jpg" />Existe uma variedade de categorias técnicas e configurações para câmeras fotográficas. As principais foram estabelecidas ainda na era do filme e transferidas sem grandes mudanças para o mundo digital. Simplificando muito, temos as câmeras pequeninas e baratas que todo mundo conhece e usa, chamadas compactas; e temos aquelas câmeras maiores que são o equipamento básico dos profissionais. Essas câmeras, conhecidas como reflex ou SLR, estavam até a última década completamente fora do alcance ou do interesse de quem não tivesse um compromisso de aficionado ou profissional com a fotografia.</p>
<p><span>Mas o cenário mudou nos últimos <span>dois ou três anos. A indústria </span>de câmeras sempre precisa aperfeiçoar seus produtos para continuar vendendo, e por conta disso aconteceu uma convergência. A qualidade de imagem das compactas melhorou imensamente, e ao mesmo tempo o preço das reflex baixou.</span></p>
<p>Chegamos a uma situação em que sua verba de upgrade pode pagar uma compacta sofisticada ou uma reflex básica. Quais os critérios para escolher entre elas? É essa a pergunta que tentarei responder agora.</p>
<p><strong>Vantagens técnicas da reflex</strong></p>
<p><span>SLR é uma abreviação para Single Lens Reflex ou reflex de lente única. O significado da designação &#8220;reflex&#8221; é o seguinte: a luz que entra pela objetiva da câmera é refletida por um espelho móvel e um prisma interno (ou conjunto de espelhos, nas SLRs mais baratas) e acaba saindo pela ocular, ou viewfinder, que é o visor óptico no qual o fotógrafo põe o olho para conferir o enquadramento. No momento da captura, assim que você aperta o botão de disparo, o espelho sai rapidamente do caminho para que a luz siga desimpedida para o sensor ou filme, e então o obturador se abre. É o barulho combinado do espelho móvel com o obturador que dá às reflex aquele ruído característico ao clicar.</span></p>
<p><span>A vantagem desse sistema de espelho e prisma é poder visualizar exatamente a mesma coisa que será capturada pela câmera. O viewfinder óptico das câmeras compactas, quando existe, é completamente separado da objetiva. Por isso, aquilo que você enxerga através do visor não é o mesmo que a câmera captura nem no ângulo nem no enquadramento; serve de referência aproximada.</span></p>
<p><span>A grande inovação da visualização nas câmeras digitais é que a imagem que vai para o sensor pode ser interceptada e mostrada em tempo real pelo visor de LCD na traseira da máquina. Tanto faz se a câmera é reflex ou compacta; todas as digitais têm esse recurso. Muitas compactas não trazem mais o viewfinder óptico, embora essa medida desagrade aos fotógrafos veteranos. As reflex mais novas passaram a oferecer Live View, que nada menos é do que a visualização contínua pelo LCD, igual ao das compactas.</span></p>
<p>Se a pré-visualização ficou similar, qual é a grande diferença que permanece? Na SLR, você pode intercambiar a objetiva. Na compacta, a lente é parte integrante e insubstituível da câmera. A lente da reflex é encaixada ao corpo por um engate chamado baioneta, que permite a troca rápida da lente por outra do mesmo sistema (pois cada uma das grandes marcas de fotografia tem sua própria especificação de baioneta).</p>
<p><span>Como a característica óptica da lente é o principal fator no tipo de imagem capturada, usando outra lente você pode dar uma personalidade completamente diferente à sua câmera. É como se tivesse várias câmeras em uma só. Essa versatilidade é o que torna a reflex fundamental para o trabalho profissional. </span></p>
<p><span>Mas ainda existe outra coisa a favor das câmeras SLR. Como o conjunto óptico e o sensor são maiores, elas podem capturar uma quantidade de luz muito maior. Resultado disso é a possibilidade de trabalhar com sensibilidades e velocidades mais altas. Na prática, é algo assim: para uma cena de captura difícil com pouca luz sem flash, o desempenho de ruído da Canon Rebel XS/EOS 1000 no ISO máximo de 1.600 é comparável ao da Panasonic Lumix DMC-FX100 em ISO 200. Ou seja, a Canon consegue ser ao menos três vezes mais rápida na captura para um nível de ruído equivalente na imagem. Sem contar que a lente original da Canon é mais nítida até que a lente Leica da Panasonic nos detalhes finos. Isso pode representar a diferença entre fotos completamente borradas, imundas e inúteis e fotos que capturam a luz da forma como você a enxerga.</span></p>
<p><span>E a diferença das câmeras profissionais topo de linha é ainda mais ampla, com sensores maiores e ISO máximo muito mais elevado. Para quem evita usar o flash e prefere aproveitar a luz natural, a sensibilidade é um fator decisivo a favor das reflex.</span></p>
<p><span>Mesmo sob condições de luz normais, a velocidade de operação e do autofoco são tipicamente maiores na reflex que na compacta.</span><span> Na reflex com uma lente zoom, você simplesmente gira ou empurra o cilindro da objetiva para refazer o enquadramento em outra distância focal. Na compacta, fica dependente da agilidade do motor elétrico que ajusta a lente. A mesma facilidade da reflex se estende ao foco manual, que nem sequer existe como opção na maioria das compactas. Não despreze essa capacidade: conforme você explora mais a fundo a fotografia, descobrirá que há muitas situações em que só o foco manual salva.</span></p>
<p><span>E, finalmente, compactas sob luz fraca são bem mais lerdas que as SLR para fazer a fotometria e capturar a imagem, o que pode ser determinante para você perder um flagrante valioso.</span></p>
<p>Outra grande vantagem das reflex é o flash. Mesmo o humilde flash embutido da maioria das reflex envergonha o que vem nas compactas e produz menos olhos vermelhos em retratos. Além disso, as reflex sempre vêm com uma sapata que permite acoplar uma unidade de flash dedicada ou um controle para acionar unidades de flash remotamente. Para trabalho em estúdio, é essencial.</p>
<p><strong>Desvantagens da reflex</strong></p>
<p><span>A primeira de todas é o tamanho. Reflex precisam de mais espaço interno para funcionar e isso as deixa mais bojudas. As objetivas também são bem grandes e o usuário acaba precisando de uma malinha ou mochila para carregar o equipamento. E a máquina é visível de longe quando pendurada em seu pescoço. Assim sendo, quando a portabilidade e a discrição são requisitos essenciais, as reflex não se dão muito bem.</span></p>
<p><span>A facilidade de uso é um grande argumento de venda das compactas, mas uma reflex moderna também pode ser usada em modo totalmente automático (dica: é o modo representado pelo retângulo verde no seletor de funções). É você quem escolhe o nível de complexidade de sua relação com a câmera. E não esqueça que a objetiva reflex é mais fácil de manejar. Assim, a complexidade desse tipo de equipamento é um ponto discutível.</span></p>
<p><span>A facilidade de intercambiar as lentes da reflex causa um problema colateral, a sujeira no sensor. A cada troca de lente, partículas de poeira podem entrar no corpo e cair sobre o sensor, aparecendo como pequenos pontos escuros nas fotos de objetos claros feitas com aberturas fechadas. A limpeza periódica do sensor é uma tarefa delicada e necessária mesmo nas câmeras SLR novas, que agitam automaticamente o sensor para deslocar a sujeira.</span></p>
<p><span>As reflex de entrada não podem gravar vídeos como as compactas, mas isso está fadado a mudar em breve, pois o recurso de vídeo já existe nas câmeras topo de linha das duas maiores marcas, Canon e Nikon, e está promovendo uma pequena revolução no método de trabalho dos fotógrafos.</span></p>
<p><strong>Modelos intermediários</strong></p>
<p><span>Você ainda pode escolher o que podemos chamar de “terceira via”, que são câmeras compactas temperadas com recursos profissionais, destinadas a amadores que já esgotaram os recursos técnicos de suas compactas e querem evoluir sem dar um passo muito comprido.</span></p>
<p><span>Bons exemplos estão na linha Panasonic Lumix FZ. São dotadas de uma lente muito potente, com zoom digno de teleobjetiva e boa capacidade de macro. A Canon S5, que possui elementos de design de filmadora, tem um zoom espantosamente veloz. A Canon também abriu uma nova fronteira com a sua bem-sucedida série G, que atualmente está no modelo G10. São máquinas ainda pequenas, mas com a construção mais robusta, podem capturar as fotos em RAW (recurso essencial para o tratamento de imagem profissional) e dispõem de todos os modos manuais e sapata de flash. Ela é a favorita dos profissionais quando não estão a serviço.</span></p>
<p><strong>A palavra final</strong></p>
<p><span>Já que as SLRs de entrada estão com preços próximos aos das compactas sofisticadas e a qualidade óptica e a sensibilidade eletrônica compensam até para quem não quer investir em objetivas adicionais, a minha sugestão é experimente. Você pode se apaixonar e abrir um novo canal para a sua criatividade visual.</span></p>
<p><span>Seja qual for sua escolha, lembre que as câmeras são fundamentais, mas o fotógrafo é o mais importante. Tirando as óbvias diferenças entre as lentes, é sempre sua a decisão do que será fotografado, a partir de que ponto de vista e sob quais condições de luz. Esse é o aspecto mais importante </span>da fotografia: o seu olhar.</p>
<p><strong>Você conseguiria dizer qual destas fotos não foi feita com uma câmera reflex? </strong></p>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="alignnone size-medium wp-image-4014" title="36-foto-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/05/36-foto-1-360x239.jpg" alt="36-foto-1" width="360" height="239" /> <img class="size-medium wp-image-4015 aligncenter" title="36-foto-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/05/36-foto-2-360x241.jpg" alt="36-foto-2" width="360" height="241" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-4016" title="36-foto-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/05/36-foto-3-360x270.jpg" alt="36-foto-3" width="360" height="270" /></span></p>
<p><span>Se apostou na macro do inseto, acertou. Compactas rendem bem em modo macro. Uma das possibilidades das reflex são os zooms extremos feitos com pouca luz, estáveis, sem ruído, com desfoque controlado através da abertura da lente. É extremamente difícil ou até impossível obter imagens desse tipo com compactas.</span></p>
<p><span><strong>Desempatando a sua escolha</strong></span></p>
<div>
<p>Estas são as diferenças típicas entre os dois principais tipos de câmeras</p></div>
<div>
<p><strong>Dimensões</strong></p>
<p><span>SLR: Grande pelo próprio design. Objetivas também são grandes.<br />
Vai precisar de uma mochila<br />
de transporte.</span></p>
<p><span>Compacta: Cabe no bolso da calça ou na bolsa, o que pode ser uma vantagem, pois está sempre disponível e à mão.</span></p>
<p><strong>Ergonomia</strong></p>
<p><span>SLR: Pegada anatômica, confortável e estável para fazer fotos na mão. Botões grandes e espaçados. Pode ser operada com o olho no viewfinder, sem precisar conferir o LCD.</span></p>
<p><span>Compacta: Sacrifica a pegada em prol do formato reduzido. Deve ser operada olhando para o LCD e os botões de controle. Encaixe para tripé pode ser mal situado<br />
ou inexistente.</span></p>
<p><strong>Agilidade</strong></p>
<p><span>SLR: Tempo de resposta é quase instantâneo para autofoco e bom desempenho em burst (sequência rápida de fotos).</span></p>
<p><span>Compacta: Só recentemente o seu tempo de resposta começou a se aproximar do elevado nível das SLR, e ainda tem chão.</span></p>
<p><strong>Objetiva</strong></p>
<p><span>SLR: Intercambiável. Opções extremamente variadas porém limitadas às objetivas da mesma marca da câmera e de terceiros que sejam compatíveis com a mesma baioneta. Pode usar objetivas de SLRs de filme da mesma marca.</span></p>
<p><span>Compacta: Integrada. Prefira uma com zoom rápido e extenso (5x dá para o gasto na maioria das aplicações). É desejável uma abertura máxima grande (informação expressa pelo denominador do número f mais baixo, como f/2.8).</span></p>
<p><strong>Controles</strong></p>
<p><span>SLR: Todas as opções imagináveis, desde o manual total até o automático total. Ajustes de exposição e outros estão na ponta dos dedos. Você define como operar a máquina.</span></p>
<p><span>Compacta: Feita para usar no automático. Traz ajustes manuais essenciais, mas normalmente não se aprofunda nisso, privilegiando os modos de cena prontos, detecção facial etc.</span></p>
<p><strong>Foco</strong></p>
<p><span>SLR: Manual ou automático. Rápido, eficiente e personalizável. Mais fácil para perceber e corrigir erros de foco durante a sessão de fotos.</span></p>
<p><span>Compacta: Manual disponível somente nas câmeras muito avançadas. Pode ser bastante lento sob baixa luz e é relativamente sujeito a erros.</span></p>
<p><strong>Flash</strong></p>
<p><span>SLR: Muitas opções de flash através da sapata ou controlados sem fio, e ainda vem o flash embutido no corpo.</span></p>
<p><span>Compacta: O flash necessariamente próximo à lente garante que você terá problemas de olhos vermelhos em retratos.</span></p>
<p><strong>Visor</strong></p>
<p><span>SLR: Viewfinder óptico e LCD em todos os modelos. Recurso de Live View (operação pelo LCD, como nas compactas) nos modelos recentes.</span></p>
<p><span>Compacta</span><span>: A maioria das compactas não tem viewfinder óptico, ou tem um muito pequeno e não muito útil. O normal é utilizar somente o LCD.</span></p>
<p><strong>Qualidade de imagem</strong><br />
SLR: Alto desempenho em ruído, nitidez e velocidade, mesmo nos modelos simples, graças ao sensor maior e às lentes mais eficientes.  Se ruído incomoda você, SLR é o caminho.</div>
<div>
Compacta: Depende demais da remoção automática de ruído. Sensibilidade ISO alta não serve para muita coisa. Se não tiver saída RAW, as possibilidades de edição avançada se restringem.</div>
<div><strong><em><br />
</em></strong></div>
<div><strong><em>Mario Amaya gosta de sair com uma reflex e uma compacta e escolher qual usar na hora de clicar, mas nem sempre é possível…</em></strong></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tenha seu próprio modelo no Apple Mail</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/tenha-seu-proprio-modelo-no-apple-mail/</link>
		<comments>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/tenha-seu-proprio-modelo-no-apple-mail/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 18:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Andrei Kichalowsky</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Life]]></category>

		<category><![CDATA[Mail]]></category>

		<category><![CDATA[modelo]]></category>

		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Dez passos para criar um modelo de email personalizado
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/06/36-mail-icone.png" /><span>Um dos recursos mais bacanas do Apple Mail são os belos modelos que acompanham o programa. Basta clicar no botão <strong>[Mostrar Modelos]</strong> para ver um extenso conjunto de papéis de carta, organizados em categorias como &#8220;Aniversário&#8221;, &#8220;Fotos&#8221;, &#8220;Sentimentos&#8221; e outros, que podem servir de base para suas mensagens de email.</span></p>
<p><span>Apesar das várias opções, há sempre aquele desejo de mudar um ou outro detalhe, ou até mesmo criar um novo modelo personalizado. Pois essa tarefa está longe de ser difícil. Basta dominar um pouco da linguagem HTML e contar com a ajuda de um programa como o <a href="http://tacosw.com/">Taco HTML Edit</a></span><span> e o próprio Pré-Visualização (Preview) para editar e gravar os arquivos.</span></p>
<p><span>Para deixar este tutorial mais fácil, vamos editar um dos modelos prontos feitos pela Apple. Depois de entender como funciona o processo, será fácil criar um modelo do zero, com o auxílio do software para edição de HTML de sua preferência.</span></p>
<p><strong>Prontos na Web</strong></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-4309 aligncenter" title="36-mail-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/06/36-mail-1-360x300.jpg" alt="36-mail-1" width="360" height="300" /></span></p>
<p><span>Se você acha que ter um modelo personalizado é muito trabalhoso, existem alguns prontos para serem baixados da internet. O <a href="www.equinux.com">Stationary Pack</a> (€ 40), resenhado na <a href="http://macmais.terra.com.br/macmais/031/">MAC+ 31</a>, traz vários modelos prontos para as mais diversas ocasiões, e é atualizado constantemente.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-4323 aligncenter" title="36-mail-21" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/06/36-mail-21-360x260.jpg" alt="36-mail-21" width="360" height="260" /></span></p>
<p><span>A <a href="www.jumsoft.com">Jumsoft</a>, especializada em modelos para o aplicativo Keynote, também entrou na onda de mandar emails mais bonitos. Seu Stationary Pack, que custa US$ 39, oferece cem novos papéis de parede, com a vantagem de serem compatíveis com outros clientes de email, como o Thunderbird.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-4324 aligncenter" title="36-mail-31" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/06/36-mail-31-360x287.jpg" alt="36-mail-31" width="360" height="287" /></p>
<p>Se não pretende gastar para ter um modelo de email, sugerimos os desenvolvidos pela <a href="http://ipresentee.com">iPresentee</a>, que possui um catálogo bastante variado de modelos, separados por ocasiões especiais (Natal, Dia dos Namorados, Páscoa etc.). Você pode baixar modelos um a um ou em pacotes.</p>
<div>
<p><strong>Seu modelo passo-a-passo</strong></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-4312 aligncenter" title="36-mail-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/06/36-mail-4-360x322.jpg" alt="36-mail-4" width="360" height="322" /></span></p>
<p>Abra a pasta na qual estão guardados os modelos do Apple Mail (<strong><span>/Biblioteca/Application Support/Apple/Mail/Stationery/Apple/Contents/Resources</span></strong>). Você encontrará subpastas com os nomes em inglês das categorias dos modelos (Announcements, Birthday, Photos, Sentiments e Stationery).</p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-4313 aligncenter" title="36-mail-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/06/36-mail-5-360x349.jpg" alt="36-mail-5" width="360" height="349" /></p>
<p><span>Para fazer um tutorial básico, escolhemos trabalhar com o modelo Adesivo (&#8221;Sticky&#8221;, em inglês), mas pode ser utilizado em qualquer outro. Abra a pasta &#8220;Stationery&#8221; e faça uma cópia do arquivo &#8220;Sticky. mailstationery” para outra pasta (pode ser a Mesa). Para isso,  pressione </span><strong>[Option] </strong><span>e arraste o ícone do arquivo para o local desejado.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-4314 aligncenter" title="36-mail-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/06/36-mail-6-360x249.jpg" alt="36-mail-6" width="360" height="249" /></span></p>
<p><span>Vamos trabalhar com a cópia que está na Mesa. Use o botão direito do mouse (ou a tecla </span><strong>[Control]</strong><span>) e clique no ícone do modelo e escolha a opção &#8220;Mostrar conteúdo do pacote&#8221; no menu contextual. Você verá uma nova pasta. Navegue até a pasta Resources para ver os arquivos HTML e as imagens que compõem o modelo.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-4315 aligncenter" title="36-mail-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/06/36-mail-7-360x204.jpg" alt="36-mail-7" width="360" height="204" /></p>
<p><span>O arquivo content.html tem o código com o layout final do modelo. Os arquivos &#8220;bg_pattern.jpg&#8221; e &#8220;note.jpg&#8221; são as imagens utilizadas no modelo. Abra os arquivos e faça suas personalizações. Como exemplo, vamos deixar mais forte o amarelo de fundo do papelote e vamos alterar o lembrete. </span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-4316 aligncenter" title="36-mail-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/06/36-mail-8-360x213.jpg" alt="36-mail-8" width="360" height="213" /></p>
<p><span>Feita a alteração nas imagens, vamos substituir os arquivos JPEG pelos novos. Abra o arquivo content.html para verificar se o modelo está atualizado. Utilize o Taco HTML Edit para editar o código HTML e fazer a alteração do texto-base. Salve o arquivo modificado com as alterações finais.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-4317 aligncenter" title="36-mail-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/06/36-mail-9-360x293.jpg" alt="36-mail-9" width="360" height="293" /></p>
<p><span>Abra o arquivo content.html no Safari. Se tudo estiver como desejado, tire uma foto da tela usando o atalho</span><span> </span><strong>[Command] + </strong><strong>[Shift] + [3]</strong><span> </span><span>e edite no Pré-Visualização para gerar a miniatura do modelo. O tamanho deve ser 69&#215;90 pixels e deve ser salvo no formato PNG. Substitua o arquivo thumbnail.png por este que você criou.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-4318 aligncenter" title="36-mail-10" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/06/36-mail-10-360x204.jpg" alt="36-mail-10" width="360" height="204" /></span></p>
<p>Abra o arquivo Description.plist no Editor de Texto. A linha &lt;string&gt;Sticky.mailstationery&lt;/string&gt; contém o nome do arquivo do modelo. Modifique a palavra Sticky para o que você quiser; no exemplo, mudamos para AdesivoAruba. Não apague e nem mude mais nada. Salve e feche o arquivo.</p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-4319 aligncenter" title="36-mail-11" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/06/36-mail-11-360x285.jpg" alt="36-mail-11" width="360" height="285" /></p>
<p><span>Abra o arquivo DisplayNames.strings da pasta pt.lproj no Editor de Texto. Mude o nome do modelo de &#8220;Adesivo&#8221; para o nome que você quer que apareça no Mail. Salve e feche o arquivo. Feche as janelas e volte à Mesa. Mude o nome do arquivo para o novo nome escolhido para o modelo (não apague a extensão!).</span></p>
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<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-4320 aligncenter" title="36-mail-12" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/06/36-mail-12-360x259.jpg" alt="36-mail-12" width="360" height="259" /></span></p>
<p>Copie o novo modelo para a pasta de onde você copiou o arquivo original. Feche tudo e rode o Apple Mail. Crie um novo email, pressione o botão<strong> [Mostrar modelos] </strong>e escolha a categoria Modelo. Sua nova criação estará disponível. Se quiser, arraste seu modelo personalizado para a categoria Favoritos.</p>
<div><em><strong>Marco Andrei Kichalowsky gostou da ideia de ter seus próprios modelos de email.</strong></em></div>
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		<title>Incrementando o Safari</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 19:57:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Andrei Kichalowsky</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Life]]></category>

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		<category><![CDATA[DownloadComment]]></category>

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		<category><![CDATA[Plug-in]]></category>

		<category><![CDATA[Safari]]></category>

		<category><![CDATA[SIMBL]]></category>

		<category><![CDATA[TabExposé]]></category>

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		<description><![CDATA[Instalando plug-ins não-oficiais no navegador oficial da Apple]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/04/35-safari-icone.png" />O Safari é o navegador oficial de boa parte dos usuários, ou o segundo na lista, depois do Firefox. O principal atrativo do browser da fundação Mozilla é a grande quantidade de extensões (add-ons) disponíveis, que transformam o navegador em qualquer coisa que o usuário deseje.</p>
<p>O que poucos sabem é que existem complementos para o Safari e que alguns deles são bastante interessantes. A Apple não proporcionou ao software uma arquitetura oficial de plug-ins ou desenvolveu um site para catalogar extensões. Mesmo assim, muitos programadores botaram as mãos na massa e abriram as entranhas do navegador para criar extensões muito úteis para o dia-a-dia.</p>
<p><span>Pensando nisso, o inglês Jon Hicks, auxiliado por um grupo de amigos, construiu o site Pimp My Safari (</span><span>http://pimpmysafari.com</span><span>), que possui um catálogo alternativo de plug-ins para o Safari. Ali, podemos encontrar dezenas de extensões ou utilitários que trabalham junto ao navegador da Apple, classificados em várias categorias, que incluem File Viewers (visualizadores de arquivos), Searching (buscadores) e Web development (desenvolvimento para web).</span></p>
<p>Antes de sair instalando coisas, vamos entender um pouco como os plug-ins estão guardados em seu Mac.</p>
<p><strong>Cadê? Como? Por quê?</strong></p>
<p>Cada plug-in instalado em seu Safari tem um arquivo responsável por ele. Por exemplo, o arquivo que contém o plug-in do QuickTime se chama QuickTime Plugin.plugin, e aquele que contém o Shockwave Flash se chama Flash Player.plugin.</p>
<p><span>Esses arquivos estão localizados em duas pastas possíveis: <strong>/Biblioteca/Internet Plug-Ins/</strong> e <strong>~/Biblioteca/Internet Plug-Ins/</strong>, sendo que <strong>~</strong> é o nome de seu usuário. Por exemplo, se o nome do usuário for macmais, a pasta será <strong>/Usuários/macmais/Biblioteca/Internet Plug-Ins/</strong>.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-3437 aligncenter" title="35-safari-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/04/35-safari-1-360x103.jpg" alt="35-safari-1" width="360" height="103" /></span></p>
<p>Para ver os plug-ins instalados em seu Safari e seus respectivos arquivos, faça isto:</p>
<p>No menu Ajuda, escolha a opção Plug-ins instalados.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-3438 aligncenter" title="35-safari-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/04/35-safari-2-360x48.jpg" alt="35-safari-2" width="360" height="48" /></p>
<p>O Safari vai abrir uma página HTML com informações de todas as extensões que estão instaladas nele. Estas são algumas extensões que você deverá encontrar: QuickTime Plug-in 7.5.5, Java Plug-in for Cocoa e Shockwave Flash.</p>
<p><strong>Instalação fácil</strong></p>
<p>Sempre que o Safari é iniciado, o sistema vasculha esta pasta em busca dos plug-ins instalados para habilitá-los. Diante disso, antes de instalar uma extensão, você deve fechar o navegador.</p>
<p><span>A maioria dos plug-ins vem com um instalador, que move o arquivo .plugin para dentro da pasta Internet Plug-Ins. Se isso não acontecer, você mesmo pode fazer isso. Abra a pasta Internet Plug-Ins, arraste a extensão para a pasta e depois reinicie o Safari.</span></p>
<p>O mesmo vale para desabilitar ou remover uma extensão no Safari. Você deve sair do programa antes de iniciar o processo.</p>
<p>Para remover uma extensão, encontre-a na pasta Internet Plug-Ins.</p>
<p>Jogue a extensão na pasta Disabled Plug-Ins, que está dentro da pasta Internet Plug-Ins.</p>
<p>Para excluir definitivamente uma extensão, basta movê-la para o Lixo.</p>
<p><strong>Escolha seu plug-in</strong></p>
<p>Em meio a tantas possibilidades (no site Pimp My Safari existem mais de 80 extensões até o momento), fica difícil saber o que realmente é útil. Isso vai depender do uso que você dá para seu Mac. Por via das dúvidas, fizemos uma pequena lista que poderá ajudá-lo nessa empreitada.</p>
<p><strong>Cooliris 1.8 beta | Freeware</strong></p>
<p><span>www.cooliris.com</span></p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-3439 aligncenter" title="35-safari-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/04/35-safari-3-360x288.jpg" alt="35-safari-3" width="360" height="288" /></span></p>
<p>Antigamente conhecido como PicLens (resenha na Mac+ 27), o plug-in transforma seu Safari em uma estonteante parede 3D multimídia, na qual você pode navegar por fotos e filmes de alguns sites, como o Flickr e YouTube, em tela cheia. Gestos de mouse/trackpad para percorrer a parede e dar zoom completam sua interface prática e veloz.</p>
<p><strong>Inquisitor 3.2 | Freeware</strong><strong></strong></p>
<p><span>www.inquisitorx.com/safari/index_pt.php</span></p>
<p>Apresentado como o Spotlight para web, a extensão acrescenta uma série de melhoramentos na caixa de busca do Safari, incluindo prévias dos resultados de busca além de sugestões para a busca que está sendo realizada.</p>
<p><strong>Glims 1.0 beta 12 | Freeware</strong></p>
<p><span>www.machangout.com</span></p>
<p>Traz um conjunto de recursos úteis, tais como navegação em tela cheia, controle no tamanho das janelas, reabrir a última aba fechada (com <strong>[Command]</strong> +<span><strong> </strong></span><strong>[Z]</strong>) e salvar/restaurar as páginas da última sessão.</p>
<p><strong>DownloadComment 1.2.1 | Freeware</strong></p>
<p><span>www.ecamm.com/mac/free</span></p>
<p>Um dos recursos que estava presente na maioria dos navegadores no Mac OS 9 e que deixou saudade era a opção de colocar nos comentários de arquivos baixados da internet a URL de onde foi feito o download. Pois o DownloadComment reimplementa este recurso. Quando você baixar algo com o Safari, a extensão vai gravar a URL original no campo Comentários do Spotlight.</p>
<p><strong>TabExposé 1.8 | € 4,90</strong></p>
<p><span>www.cocoamug.com/tabexpose</span></p>
<p>Como próprio nome diz, a extensão dá às abas do Safari os mesmos efeitos que o Exposé oferece às janelas do Finder.</p>
<p><strong>SIMBL 0.8.2 | Freeware</strong></p>
<p><span>www.culater.net/software/SIMBL/SIMBL.php</span></p>
<p>Todos os plug-ins que citamos antes funcionam de maneira independente. No entanto, existe uma série de extensões para o Safari que são plug-ins baseados no SIMBL, uma plataforma que permite modificar aplicativos no Mac. Os plug-ins do SIMBL são instalados na pasta <strong>/Library/Application Support/SIMBL/Plugins</strong>.</p>
<p><strong>PithHelmet | US$ 10</strong></p>
<p><span>www.culater.net/software/PithHelmet/PithHelmet.php</span></p>
<p>Esta extensão permite que você bloqueie publicidade indesejada e, de quebra, carregue os sites que você visita de maneira mais rápida. É possível bloquear arquivos Flash, Shockwave e até aquelas musiquinhas em arquivos MIDI. O PithHelmet é plug-in que depende do SIMBL, que precisa ser instalado previamente em seu Mac. <span>•</span></p>
<p><em>Marco Andrei Kichalowsky está se especializando em encher seu Safari com extensões mirabolantes.</em></p>
<div><strong><em><br />
</em></strong></div>
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		<title>Panoramas a perder de  vista</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/panoramas-a-perder-de-vista/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 19:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Amaya</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Life]]></category>

		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

		<category><![CDATA[panorama]]></category>

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		<description><![CDATA[Multiplique a resolução e o alcance da sua câmera digital com a ajuda do computador]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/04/35-panorama-icone.png" />Panorama é uma arte fotográfica que nunca deixa de impressionar e agradar. Nada como a visão larga e desimpedida de um espaço amplo para deixar o olhar perder-se imerso nos ricos detalhes da cena. É um olhar que sempre renova o interesse pelo assunto. Mas a fotografia panorâmica não se resume a paisagens.</p>
<p><span>Na era da fotografia de filme, desenvolveram-se vários métodos para obter fotos panorâmicas. Havia um tipo de câmera especial dedicada, que girava durante a captura da foto para registrar a imagem numa tira de película curva. Havia lentes super-grande-angulares que, combinadas a um filme de alta definição e um corte largo na foto, também produziam panoramas. No mundo digital, porém, é possível usar novas técnicas, que eram completamente inimagináveis na era analógica. </span></p>
<p style="text-align: center; "><span><img class="size-medium wp-image-3414 aligncenter" title="35-panorama-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/04/35-panorama-1-360x79.jpg" alt="35-panorama-1" width="360" height="79" /></span></p>
<p style="text-align: left;"><span>O método básico para criar um panorama digital com qualquer câmera é tirar uma sequência de fotos lado a lado e então “costurar” (stitch, em inglês) tudo via software, ficando as emendas completamente imperceptíveis. Se a lente usada causar distorção, o computador ainda consegue detectar os pontos de encaixe entre as fotos e corrigir a geometria de acordo.</span></p>
<p><span>A técnica digital da foto “costurada” não é tão óbvia como dá a impressão de ser. Bons resultados dependem de se conhecer os macetes. Por isso, esta matéria não vai se limitar a dar as instruções para editar a foto digitalmente. A boa qualidade do panorama começa no estágio inicial da captura. Usar a câmera corretamente é fundamental.</span></p>
<p><span>Existe uma grande variedade de softwares que produzem a costura da imagem. O que mostramos aqui é o Photomerge, que faz parte de dois programas da Adobe: Photoshop e Photoshop Elements. A maneira de usar dos dois é a mesma, mas a versão do Elements inclui comandos específicos para manipular fotografias de retratos e de grupos de pessoas.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-3415 aligncenter" title="35-panorama-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/04/35-panorama-2-360x91.jpg" alt="35-panorama-2" width="360" height="91" /></span></p>
<p><span>Se você não possui nenhum dos programas, o Photoshop CS4 Extended para Mac está disponível para baixar e usar de graça durante 30 dias. Vá ao site da Adobe, seção Downloads.</span></p>
<p><strong>Fotos niveladas</strong></p>
<p><span>O ponto fundamental de um panorama composto é que as imagens não podem revelar deslocamento da tomada de uma para a outra, senão geram o chamado erro de paralaxe, que é quando nem todos os planos encaixam corretamente e alguns objetos fixos acabam “quebrados” na emenda.</span></p>
<p><span>Para eliminar a paralaxe, o reposicionamento da câmera deve ser relativo ao chamado centro nodal da lente, que fica em algum ponto à frente do sensor. Girando a câmera no tripé, qualquer desvio já deve ser pequeno o bastante para não chamar a atenção, caso a foto não contenha objetos muito próximos. Se a rosca do tripé não for alinhada com o centro da objetiva (o que ocorre em algumas câmeras subcompactas), haverá erro de paralaxe visível. Na falta do tripé, é extremamente recomendável apoiar a câmera em alguma superfície imóvel. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-3417 aligncenter" title="35-panorama-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/04/35-panorama-4-360x145.jpg" alt="35-panorama-4" width="360" height="145" /></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p><span>Resumindo, panoramas feitos com a câmera na mão e sem apoio podem ter falhas na costura se não se prestar atenção ao alinhamento entre as fotos.</span></p>
<p><span>Outro fator que pode dar dor de cabeça na costura da foto é o nivelamento da câmera. Quando você fotografa uma paisagem inclinada, pode perder a noção do horizonte e deixar de segui-lo com a câmera. O resultado é um panorama oblíquo, o que causa uma enorme perda de área se você fizer o recorte alinhado com o horizonte. Outro efeito desagradável do desnivelamento é que algumas partes da foto ficam alinhadas com a vertical e outras ficam inclinadas. Por tudo isso, nivelar a câmera é indispensável. </span></p>
<p><span>Por fim, não mude o ajuste de zoom entre as fotos. Todas devem ter a mesma distância focal.</span></p>
<p><strong>Exposição</strong></p>
<p><span>Outra questão interessante é o ajuste da exposição. O procedimento tradicional é capturar a cena com a câmera em modo de exposição manual, sendo os valores de velocidade e abertura iguais em todas as fotos, de acordo com uma leitura de luz média. Mas ao usar uma câmera automática, a cada nova foto ela faz a medição da luz e reajusta a abertura e a velocidade de acordo. Quando você cria um panorama que inclui o Sol ou uma área muito mais sombreada do que a média, o resultado é uma gradação de exposições.</span></p>
<p><span>Comparando as fotos uma com a outra, o Photomerge, detecta e compensa automaticamente essa gradação, evitando produzir uma imagem com áreas de luz estourada e outras escuras. </span></p>
<p><strong>Redundância</strong></p>
<p><span>Cada imagem deve conter uma porção razoável de área repetida em relação a sua vizinha. O software de costura precisa dessa redundância para detectar os pontos de encaixe e fazer a costura contornar os detalhes automaticamente. A regra que sempre funciona é ativar no visor da câmera a grade de terços (que divide a área da imagem em nove campos) e usar as linhas como guias. Num panorama horizontal, faça com que o terço direito de cada foto corresponda aproximadamente ao terço esquerdo da foto seguinte, e assim por diante.</span></p>
<p><strong>Preparação das imagens</strong></p>
<p>As imagens que serão transformadas em panorama podem estar no formato nativo JPEG ou no formato PSD do Photoshop. Minha dica é abrir todas elas e reduzir o seu tamanho com o comando <span>Image &gt; Image Size</span>, a fim de reduzir o tamanho total da composição. É fácil criar um arquivo grande demais no Photomerge, fazendo o Photoshop sugar toda a memória e disco do seu Mac durante um tempo interminável e produzir um arquivo tão enorme que você não consegue nem salvá-lo no HD (pode rir, já aconteceu comigo!). Ademais, as imagens originais das câmeras digitais costumam ter uma resolução bem superior à definição da lente, de modo que eliminar alguns pixels não eliminará detalhes visíveis do resultado final. Para uma conversão veloz e totalmente limpa, experimente reduzi-las em 50% com a interpolação Bilinear.</p>
<p><strong>Opções do Photomerge</strong></p>
<p><strong><img class="size-medium wp-image-3418 alignleft" title="35-panorama-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/04/35-panorama-5-360x233.jpg" alt="35-panorama-5" width="360" height="233" /></strong></p>
<p><span>O comando está contraintuitivamente situado no menu </span><span>File &gt; Automate &gt; Photomerge</span><span>. Dependendo da sua versão do Photoshop, ele pode ser diferente. A versão CS3 tem um modo manual simples, enquanto a versão CS4 tem só modos automáticos, o que é perfeitamente aceitável, já que a chance de erro é pequena. As opções de layout do panorama são as seguintes:</span></p>
<p><strong>Auto</strong> – O programa analisa as fotos e decide sozinho entre as três opções seguintes.</p>
<p><span><strong>Perspective</strong> – A imagem mais central do conjunto é mantida relativamente inalterada, e as demais expandem-se a partir dela. Serve para produzir efeitos dramáticos de lente grande-angular, com os objetos mais externos esticados.</span></p>
<p><strong>Cylindrical</strong> – Deve ser usado para paisagens largas como as que ilustram o começo deste artigo. As fotos mantêm a mesma escala em relação umas às outras.</p>
<p><span><strong>Spherical</strong> – Projeta todas as imagens numa esfera virtual, produzindo um efeito similar ao de uma lente semi-olho-de-peixe. É o método indicado para criar composições com fileiras e colunas de fotos (como a do box “Megapixels Multiplicados”).</span></p>
<p><span><strong>Collage</strong> – Apenas ajusta a escala e rotação relativa das fotos, sem deformá-las.</span></p>
<p><span><strong>Reposition</strong> – Apenas alinha as fotos, deixando a edição dos detalhes e transições por sua conta.</span></p>
<p>Vale a pena ativar sempre as três opções gerais que ficam embaixo da lista de arquivos:</p>
<p><strong>Blend Images Together</strong> – Cada foto vira uma camada (layer) no arquivo composto. Esta opção faz o recorte das máscaras de camadas acompanhar contornos de objetos e evitar cortar ao meio os detalhes da imagem. É o verdadeiro pulo do gato do Photomerge: garante praticamente zero edições posteriores.</p>
<p><span><strong>Vignette Removal</strong></span> – Eliminação do vinhetamento, aquele efeito da lente que deixa a imagem mais escura perto dos cantos.</p>
<p><span><strong>Geometric Distortion Correction</strong></span> – Detecta e corrige a distorção introduzida pela lente da câmera, quando presente.</p>
<p><strong>Ajustes nas emendas</strong></p>
<p><span>Pode ser que o Photomerge tenha deixado escapar algum detalhe mal encaixado na emenda, como uma pessoa sem cabeça, um carro passando etc. Também é comum haver problemas de encaixe nas cristas de ondas em fotos de praias. A solução é simples, porém, você não precisa retocar a imagem; apenas escolhe o que ocultar ou revelar na região da emenda.</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-3419 alignright" title="35-panorama-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/04/35-panorama-6.jpg" alt="35-panorama-6" width="278" height="284" /></span></p>
<p><span>O seu panorama recém-gerado é composto de várias camadas, uma para cada foto original. O recorte aparece como uma máscara em preto e branco ao lado de cada camada na paleta Layers.</span></p>
<p><span>Selecione o pincel (tecla <strong>[B<span style="font-weight: normal; "><strong>]</strong>) e, na barra de opções no topo, ajuste o tamanho da ferramenta. Coloque um valor alto para Hardness. Aperte a tecla <strong>[D]</strong> para colocar preto e branco no seletor de cores, e a seguir <strong>[X]</strong> para deixar branco como a cor primária e preto como a cor secundária.</span></strong></span></p>
<p>Clique no ícone da máscara da camada para selecioná-la. Pinte com branco para tornar visível qualquer parte da camada. Pinte com preto onde quiser ocultá-la. Repita onde for necessário.</p>
<p><strong>Correção de perspectiva</strong></p>
<p>Na prática, você nem sempre vai fotografar um panorama com a câmera perfeitamente nivelada. Vai estar olhando um pouco para cima ou para baixo em muitos casos. Um panorama largo montado com o método esférico ou o de perspectiva irá apresentar convergência: as verticais não serão perfeitamente verticais. Mas isso é extremamente fácil de corrigir no Photoshop, usando o filtro Lens Correction. Numa única etapa, você já acerta todos os desvios de geometria da imagem. Ele é muito mais poderoso do que o Free Transform e sempre respeita as proporções internas da imagem. Siga os passos:</p>
<p><span>Achate a imagem (</span><span>Layer &gt; Flatten Image</span><span>). O filtro está localizado aqui: </span><span>Filter &gt; Distort &gt; Lens Correction.</span></p>
<p><span>No pé da janela há um controle para a dimensão (Size) do Grid. Ajuste-o para o valor que permita melhor enxergar os detalhes verticais da cena.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-3420 aligncenter" title="35-panorama-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/04/35-panorama-7-360x270.jpg" alt="35-panorama-7" width="360" height="270" /></span></p>
<p>Todos os comandos que nos interessam estão na seção Transform. Primeiramente, ache algum detalhe vertical bem no centro; ignore por ora a inclinação nas laterais. Gire o controle Angle para alinhar o centro com a vertical da grade. Se a inclinação for sutil, entre manualmente com um valor numérico. Números positivos são para rodar no sentido anti-horário e negativos para rodar no sentido horário.</p>
<p><span>Mexa agora no controle Vertical Perspective até conseguir o alinhamento de todas as verticais até as bordas laterais da imagem. Para um ajuste fino, mude o valor numérico de um em um, usando as teclas de setas verticais.</span></p>
<p><span>Se um dos lados da imagem estiver mais alto que o outro, atrapalhando o corte (Crop), compense isso usando o controle Horizontal Perspective.</span></p>
<p><span><strong>Dica final:</strong> para imprimir sem desperdiçar papel, monte no Photoshop uma só imagem com dois panoramas, um sobre o outro. Depois de impresso, separe-os, cortando o papel com estilete e régua. </span> <span>•</span></p>
<p><strong><em>Mario Amaya adora fazer panoramas em saídas fotográficas&#8230; quando lembra de fazê-los.</em></strong></p>
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