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	<title>Mac+ &#187; Tutoriais</title>
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	<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 09:32:02 +0000</pubDate>
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		<title>Ligado sempre na internet</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 22:35:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação MacMais</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Pod Play]]></category>

		<category><![CDATA[Claro]]></category>

		<category><![CDATA[iPhone]]></category>

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		<category><![CDATA[modem 3G]]></category>

		<category><![CDATA[tethering]]></category>

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		<category><![CDATA[Vivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja como transformar seu iPhone em um modem 3G
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Tatiana Netto e Kamilla Piacenti</em></p>
<div><em><span style="font-style: normal;">Celebrado por muitos, desconhecido de alguns tantos, o tethering (uso de um celular como modem para acessar a internet usando a rede de dados da operadora de telefonia) é uma importante e útil função, já que permite que você conecte um computador à internet usando o iPhone 3G ou 3GS no lugar do modem, seja via Bluetooth ou pelo cabo USB do telefone da Apple.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Mas como fazer isso? E, por que ninguém alardeou isso antes? Calma! Vamos por partes&#8230;</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Muitos outros celulares, geralmente smartphones com acesso à internet, já fazem isso há tempos, portanto não é nenhuma novidade advinda com o iPhone. Porém, as operadoras parecem ter um certo problema com relação ao celular da Apple, motivo pelo qual apenas a Vivo liberou – de forma oficial – o uso do tethering até agora no Brasil. Nos Estados Unidos, por exemplo, mesmo a operadora oficial AT&amp;T ainda não habilitou esse serviço para os seus usuários. </span></p>
<p><span style="font-style: normal;">A resposta ao porquê dessa demora parece simples. Como já foi provado por diversas pesquisas, a utilização da rede de dados é muito mais intensa em usuários de iPhone que em qualquer outro aparelho equivalente. Além disso, como praticamente todos os usuários do celular da Apple compram um pacote de dados (afinal, sem isso, ele é apenas um telefone), com a possibilidade de usar o iPhone como modem, as operadoras perdem as vendas de seus “modems 3G” e pacotes de dados para esse fim.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">A discussão em torno disso é grande, mas o que interessa mesmo é como ativar o tethering e ter (ainda mais) mobilidade de acesso à internet. Como afirmamos acima, apenas a Vivo liberou as configurações para o serviço; sendo assim, agora vamos mostrar como ativá-lo da forma mais simples à mais elaborada para todas as operadoras e não só a Vivo.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Detalhe importante: a partir do firmware 3.1 não é mais possível fazer a ativação do tethering de forma não oficial. Ou seja, se o seu iphone está atualizado (firmware 3.1.X), você somente poderá usar o tethering se sua operadora for a Vivo. E é bom salientar que todos esses procedimentos independem do iPhone ter jailbreak (modificado para aceitar aplicativos não oficiais da Apple) ou não.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><strong>Tethering oficial</strong></span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> Sincronize seu iPhone no iTunes e, se houver alguma atualização a ser feita, basta aceitá-la. Após feito isso, desconecte o celular.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">No celular, acesse <strong>Ajustes &gt; Geral &gt; Rede &gt; Compartilhamento</strong> (<strong>Settings &gt; General &gt; Network &gt; Internet Tethering</strong>). Ative o serviço deslizando o botão e escolha se vai querer usar seu novo modem via Bluetooth ou USB. Voilá!</span></p>
<p><span style="font-style: normal; "><strong>APN Config </strong></span></p>
<p><span style="font-style: normal;">O pessoal do <a href="www.blogdoiphone.com.br">Blog do iPhone</a> criou uma solução simples e segura, infelizmente, porém, não funciona em 100% dos iPhones. Mas vale a pena tentar primeiro por ela; se não der certo, tente as outras receitas a seguir.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> Acesse o endereço <a href="http://apn.blogdoiphone.com">http://apn.blogdoiphone.com</a> pelo Safari do iPhone. </span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Clique em <strong>Habilitar Tethering &gt; Instalar Perfil &gt; Install</strong>.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Agora, volte ao celular e selecione<strong> Ajustes &gt; Geral &gt; Rede &gt; Compartilhamento</strong>. Ative o serviço e escolha se vai querer usar via Bluetooth ou via USB.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Pronto! Tethering habilitado. Caso não funcione no seu aparelho ou queira desinstalá-lo, basta acessar <strong>Ajustes &gt; Geral &gt; Perfil &gt; Remover </strong>(<strong>Settings &gt; General &gt; Profile &gt; Remove</strong>).</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-iphone-1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-9576" title="42-iphone-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-iphone-1.jpg" alt="42-iphone-1" width="224" height="336" /></a> <a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-iphone-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-9577" title="42-iphone-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-iphone-2.jpg" alt="42-iphone-2" width="224" height="336" /></a> <a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-iphone-3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-9578" title="42-iphone-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-iphone-3.jpg" alt="42-iphone-3" width="224" height="336" /></a> <a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-iphone-4.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-9579" title="42-iphone-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-iphone-4.jpg" alt="42-iphone-4" width="224" height="336" /></a></span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><strong>MobileConfig (iPhone-notes)</strong></span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Bem semelhante à solução do Blog do iPhone, mas também contempla operadoras estrangeiras.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> Acesse <a href="www.iphone-notes.de/mobileconfig">www.iphone-notes.de/mobileconfig</a>, preencha seus dados (coloque seu email e escolha sua operadora) e clique send. Você receberá um email do site iPhone-notes.de.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> Abra o email recebido no iPhone e abra o anexo. Clique em <strong>Instalar &gt; Instalar Agora &gt; Ok.</strong></span></p>
<p><span style="font-style: normal; ">Repita o passo 3 do tutorial anterior e acione o tethering.</span></p>
<p><span style="font-style: normal; ">Detalhe: caso decida acessar o <a href="www.iphone-notes.de/mobileconfig/">site</a> pelo Safari do próprio iPhone, basta clicar em download ao invés de Send que o processo será o mesmo do método do Blog do iPhone.</span></p>
<p><span style="font-style: normal; "><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-iphone-5.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-9580" title="42-iphone-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-iphone-5-360x428.jpg" alt="42-iphone-5" width="288" height="342" /></a> <a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-iphone-6.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-9581" title="42-iphone-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-iphone-6.jpg" alt="42-iphone-6" width="224" height="336" /></a></span></p>
<p><span style="font-style: normal; "><strong>Na mão!</strong></span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Se os métodos acima não funcionaram e você não tem medo de fuçar em seu iPhone nem de linhas de comando, há um método mais complicado, porém eficiente. Mais uma vez, essa solução está disponível no fórum do Blog do iPhone. Importante: se você usou qualquer dos métodos anteriores, primeiro remova o perfil criado antes de prosseguir. Agora sim, vamos lá:</span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Baixe o arquivo IPCC de sua operadora (veja o box com os links para download).</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-iphone-7.jpg"><img class="size-medium wp-image-9582 aligncenter" title="42-iphone-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-iphone-7-360x160.jpg" alt="42-iphone-7" width="360" height="160" /></a></p>
<p><span style="font-style: normal;">Com o iTunes fechado, abra o Terminal (Aplicativos/Utilitários/Terminal) e digite o seguinte código (exatamente, inclusive maiúsculas e minúsculas):</span></p>
<p><span style="font-style: normal; ">defaults write com.apple.iTunes carrier-testing -bool TRUE </span></p>
<p><span style="font-style: normal; ">Conecte seu iPhone e abra o iTunes. Com a tecla<strong> [Option] </strong>pressionada, clique em buscar atualização (mesmo procedimento para restaurar o iPhone com um firmware antigo ou personalizado) e escolha o arquivo IPCC baixado no passo 1. Pronto! Suas configurações de tethering já estão instaladas, pode desconectar o celular.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-style: normal; "><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-iphone-8.jpg"><img class="size-medium wp-image-9583 aligncenter" title="42-iphone-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-iphone-8-360x279.jpg" alt="42-iphone-8" width="360" height="279" /></a></span></p>
<p><span style="font-style: normal; ">Ligue e desligue o iPhone, acesse <strong>Ajustes &gt; Geral &gt; Rede &gt; Compartilhamento</strong> e ative o tethering.</span></p>
<p><strong>Dicas importantes</strong></p>
<p><span style="font-style: normal;"> Se você baixar os arquivos .IPCC pelo Safari do seu Mac, é provável que ele o nomeie como .ZIP. Porém, esse arquivo não é descompactável, basta alterar a extensão para .IPCC novamente. Para não ter esse problema, faça o download do arquivo pelo Firefox.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> Como sempre, antes de começar qualquer procedimento, é recomendável fazer becape do iPhone, sincronizando-o no iTunes.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"> Também se recomenda fazer becape do iPhone ou qualquer sincronização após o passo 3 da solução 4, apenas para consolidar as alterações feitas pela instalação do arquivo .IPCC. </span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><strong>Links para download</strong></span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Arquivos para ativação do tethering:</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><a href=" http://blogdoiphone.com/ipcc/operadoras_bdi.ipcc">Claro</a></span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><a href="http://blogdoiphone.com/ipcc/vivo_bdi.ipcc">Vivo</a></span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><a href="http://blogdoiphone.com/ipcc/operadoras_bdi.ipcc">TIM</a></span></p>
<p><span style="font-style: normal;">Arquivos originais das operadoras (se desejar reverter o processo):</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><a href="http://tinyurl.com/yzb4oll">Claro</a>: http://tinyurl.com/yzb4oll</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><a href="http://tinyurl.com/yhy8jwm">Vivo</a>: http://tinyurl.com/yhy8jwm</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><a href="http://tinyurl.com/yhyftne">TIM</a>: http://tinyurl.com/yhyftne</span></p>
<p><strong>Tatiana Netto acha que todas as operadoras deveriam liberar o tethering no iPhone, mas se isso acontecesse, ela não teria como escrever esse tutorial. Colaborou Kamilla Piacenti.</strong></p>
<p></em></div>
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		<title>Tá tudo avisado!</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 00:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação MacMais</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Pod]]></category>

		<category><![CDATA[aplicativos]]></category>

		<category><![CDATA[iPhone]]></category>

		<category><![CDATA[Push]]></category>

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		<description><![CDATA[Sistema de notificações no iPhone é um puxa daqui, puxa de lá
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphone-icone.png" /><em>por Octavio Maron</em></p>
<p>Uma das novidades do iPhone OS 3.0 foi o sistema de notificações nos aplicativos (Push). Na verdade, ele apenas esconde um bloqueio que a Apple faz, não deixando que aplicativos rodem em segundo plano. Em softwares como os de mensagens instantâneas, por exemplo, era muito chato ter de ligar o programa para saber se alguém queria falar com você.</p>
<p>Para resolver essa questão, a Apple liberou o sistema de notificações, para que sempre que alguma novidade aconteça dentro de um aplicativo, ele te avise. A mensagem que aparece é semelhante a um SMS e você pode decidir em qual software deseja receber as notificações. Mas cuidado, não custa lembrar que o Push também consome bateria!</p>
<p><strong>SimplyTweet 2.0 (U$ 4.99)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8423 aligncenter" title="39-iphone-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphone-1-360x457.jpg" alt="39-iphone-1" width="216" height="274" /></p>
<p>Claro que o Twitter, a rede social que mais ferve no momento, não podia ficar fora dessa leva de novos aplicativos com sistemas de notificação. Com o Simply Tweet, você, além de acompanhar em seu iPhone tudo que acontece em sua timeline, é avisado todas as vezes que alguma resposta ou uma mensagem direta chega para você. Para quem não pode perder nenhum minuto para dizer o que está fazendo agora!</p>
<p><strong>Prowl (US$ 2.99)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-8424 aligncenter" title="39-iphone-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphone-2.jpg" alt="39-iphone-2" width="211" height="292" /></p>
<p>O Prowl é um aplicativo bem útil para quem já usa o Growl (que também é um sistema de notificações, mas no Mac). O Grow avisa quando há novas mensagens do Adium ou do Skype, por exemplo. Quando você sai da máquina e o protetor de tela é ativado, toda mensagem que apareceria no Growl em seu Mac aparecerá no iPhone.</p>
<p><strong>SuperGuia.TV (Grátis)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-8425 aligncenter" title="39-iphone-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphone-3.jpg" alt="39-iphone-3" width="215" height="310" /></p>
<p>Já falamos nas páginas da MAC+ sobre o meuguia.tv, mas a FingerTips deu uma atualizada no aplicativo e ele agora se chama SuperGuia.TV. Entre as novidades, o software apresenta o sistema de notificações, assim o SuperGuia.TV avisa sempre que um dos programas a que você quer assistir for começar, para que você não perca nem um minuto sequer.</p>
<p><strong>Gooooal 2009 (US$ 1.99)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-8426 aligncenter" title="39-iphone-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphone-4.jpg" alt="39-iphone-4" width="210" height="303" /></p>
<p>Desenvolvido pelo brasileiro Eduardo Rezende, o Gooooal foi feito para os fanáticos por futebol. Ele reúne todos os resultados dos campeonatos futebol ao redor do globo. Basta escolher os times que você quer seguir e o programa apresenta um aviso sempre que acontece uma mudança no resultado da peleja. Daí, é só correr para o abraço!</p>
<p><strong>Beejive (US$ 9.99)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8427 aligncenter" title="39-iphone-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-iphone-5-360x475.jpg" alt="39-iphone-5" width="216" height="285" /></p>
<p>O Beejive foi um dos primeiros programas de mensagens a surgirem para o iPhone e, na opinião deste que vos escreve, sempre foi o mais pesado de todos, apesar de ser o mais completo. Foi o primeiro dessa linha de programas que adicionou o Push, e você pode configurar o prazo limite para que o sistema continue ativo, caso não precise ficar sempre online.</p>
<p><strong><em>Octavio Maron desencanou de olhar o iPhone a toda hora, deixando que o Push faça isso avise.</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Muito útil</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/muito-util/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 00:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Pavanato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Be-a-bá]]></category>

		<category><![CDATA[aplicativos]]></category>

		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao ligar seu Mac pela primeira vez, note que muitos aplicativos já vêm instalados, como o iTunes, Pré-Visualização, Mail, entre outros, todos dentro da pasta Aplicativos. Mas você já reparou que dentro desta pasta existe uma subpasta chamada Utilitários? Lá estão armazenados softwares que podem nos ajudar em várias ocasiões. Alguns deles são realmente fáceis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Ao ligar seu Mac pela primeira vez, note que muitos aplicativos já vêm instalados, como o iTunes, Pré-Visualização, Mail, entre outros, todos dentro da pasta Aplicativos. Mas você já reparou que dentro desta pasta existe uma subpasta chamada Utilitários? Lá estão armazenados softwares que podem nos ajudar em várias ocasiões. Alguns deles são realmente fáceis de usar, como o Utilitário AirPort, mas outros, como o Console, podem exigir que você tenha intimidade com nomenclaturas estranhas e códigos arcanos. Por isso, use sempre com moderação.</p>
<p style="text-align: left;"><span>Neste artigo, a ideia é apresentar apenas esses aplicativos. Em edições futuras, mostraremos com mais detalhes quando e como podemos usar os utilitários. Você vai perceber que existe um “canivete suíço” praticamente escondido em seu Mac.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Monitor de Atividade</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>Este aplicativo mostra informações sobre os processos que estão rodando em seu Mac. Você pode ver a quantidade de memória RAM utilizada, informações sobre o(s) HD(s) e a atividade em sua Rede. Tudo isso pode ser visto de várias maneiras, como gráficos, tabelas ou até escolher algum processo para ser mostrado no próprio ícone do aplicativo no Dock. Também é possível organizar os processos por uma hierarquia predefinida, procurar processos ou finalizar aqueles que podem estar consumindo muitos recursos e deixando seu Mac lento como uma lesma.</span></p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-full wp-image-7315" title="39-beaba-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-2.jpg" alt="39-beaba-2" width="100" height="100" /><strong>Utilitário AirPort</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>Com este utilitário, é possível gerenciar e monitorar sua rede Wi-Fi, desde que ela seja criada usando os produtos da Apple: AirPort Extreme, AirPort Express e Time Capsule. Você pode fazer configurações nas estações-base ou, caso tenha mais de um AirPort ou Time Capsule, combiná-los para criar uma rede maior. Além disso, o Utilitário AirPort mostra o status das conexões, permite criptografar uma rede e configurar uma impressora ou um HD conectados à uma estação base Apple.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7316" title="39-beaba-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-3.jpg" alt="39-beaba-3" width="100" height="100" />Configuração Áudio e MIDI</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>É aqui que você controla as configurações das entradas e saídas de áudio de seu Mac, como microfones ou mesas de som. O utilitário funciona com dispositivos MIDI conectados via USB, Firewire, Bluetooth, placas PCI e PCMCIA. Além disso, pode-se configurar alto-falantes externos e home-theaters de até 7.1 canais.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7317" title="39-beaba-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-4.jpg" alt="39-beaba-4" width="100" height="100" />Intercâmbio de Arquivos Bluetooth</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>O próprio nome já diz o que faz este programa. Com ele, é possível trocar arquivos entre Macs ou outros dispositivos que tenham a tecnologia Bluetooth. Assim que ele é ativado, o Mac busca por qualquer sinal Bluetooth por perto, que serão mostrados na janela do programa. Daí, basta selecionar o dispositivo e enviar ou receber arquivos. Ideal para tirar as fotos armazenadas no celular.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7318" title="39-beaba-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-5.jpg" alt="39-beaba-5" width="100" height="100" />Utilitário ColorSync</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>Este utilitário auxilia na calibração das cores que serão mostradas em seu monitor. Você pode criar seu próprio perfil ou selecionar um dos predefinidos dentro do aplicativo. Além disso, é possível montar perfis para dispositivos diferentes, como câmeras digitais, scanners, impressoras, entre outros. Com o Utilitário ColorSync, você pode checar e reparar perfis de cores, comparar dois perfis utilizando um gráfico, calcular valores de cores etc. Na MAC+ 18, mostramos um tutorial de como usar o software.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7319" title="39-beaba-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-6.jpg" alt="39-beaba-6" width="100" height="100" />Console</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>O Mac OS X registra com detalhes toda e qualquer informação sobre os aplicativos que estão no sistema. O utilitário Console permite que você monitore todos esses relatórios, o que pode ajudar muito se você está em busca de alguma falha no sistema, ou quer apenas saber o que se passa atrás da interface do OS X. Existe um mecanismo de busca muito eficiente integrado a esse aplicativo, cujo objetivo é encontrar algum processo perdido.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7320" title="39-beaba-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-7.jpg" alt="39-beaba-7" width="100" height="100" />Medidor de Cor Digital</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>Quer sabem quais os valores em RGB (Red, Green e Blue) de alguma cor? Abra este utilitário e posicione seu conta gotas na cor desejada. Ele é capaz de medir a cor exata de cada pixel apresentado no monitor. Também é possível medir as cores em YUV e CIE.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7321" title="39-beaba-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-8.jpg" alt="39-beaba-8" width="100" height="100" />Diretório</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>O Diretório permite acesso a informações compartilhadas sobre pessoas, lugares, grupos e recursos dentro de uma organização, usando o Mac OS X Server. Depois de configurado com as informações do servidor de sua empresa, ele pode ser usado para atualizar as informações facilmente.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7322" title="39-beaba-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-9.jpg" alt="39-beaba-9" width="100" height="100" />Utilitário de Diretório</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>Este utilitário gerencia os diretórios que serão vistos no programa Diretório. Com ele, você pode criar e fazer alterações no modo que seu Mac irá acessar diretórios específicos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span><br />
</span>
</p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-full wp-image-7323" title="39-beaba-10" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-10.jpg" alt="39-beaba-10" width="100" height="100" /><strong>Utilitário de Disco</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>De t</span><span>odos os utilitários, este é, sem dúvida, o mais usado e conhecido pelos usuários. Com ele você pode ver, gerenciar e diagnosticar erros em todos os discos (internos, externos e qualquer tipo de mídia) conectados ao seu Mac. Ainda é possível verificar a integridade de algum disco, repará-lo, apagá-lo ou particioná-lo. Se você quiser manter alguma pasta de seu HD oculta, é possível, com o auxílio deste utilitário, criar imagens de disco criptografadas.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span><br />
</span>
</p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7324" title="39-beaba-11" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-11.jpg" alt="39-beaba-11" width="100" height="100" />Captura</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>Sabemos da existência dos atalhos do teclado para capturar telas do Mac OS X (caso ainda não saiba, veja abaixo), mas este utilitário permite tirar fotos de tela (screenshots) com temporizador e salvar as imagens em outros formatos, como TIFF ou JPG.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong>[Command] + [Shift] + [3]</strong>: tira foto de toda a tela.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>[Command] + [Shift]+ [4]</strong><span>: tira foto de uma área determinada de sua tela.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong>[Command] + [Shift] + [4] + [barra de espaço]</strong><span>:  tira foto de apenas uma janela, mantendo as sombras.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7325" title="39-beaba-12" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-12.jpg" alt="39-beaba-12" width="100" height="100" />Grapher</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>Este é um utilitário que facilita para o usuário criar gráficos em 2D ou 3D a partir de funções matemáticas, em tempo real. É possível utilizar vários sistemas de coordenadas. Depois de finalizado o gráfico, você pode exportar sua animação no formato QuickTime e compartilhar com seus colegas.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7326" title="39-beaba-13" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-13.jpg" alt="39-beaba-13" width="100" height="100" />Preferências Java</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>Com este utilitário você pode personalizar o software Java que existe em seu Mac, como selecionar a versão do Java que deseja usar, configurar as preferências de segurança e várias opções para desenvolvedores. Este utilitário é iniciado sempre que você liga seu Mac.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7327" title="39-beaba-14" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-14.jpg" alt="39-beaba-14" width="100" height="100" />Acesso às Chaves</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>É aqui que ficam guardadas todas as senhas de sites, servidores, redes e aplicativos. Depois de configurada uma senha para este utilitário, você pode gerenciar senhas, ver os certificados digitais (presentes em sites seguros, por exemplo) e até guardas Notas com conteúdo sigiloso.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7328" title="39-beaba-15" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-15.jpg" alt="39-beaba-15" width="100" height="100" />Assistente de Migração</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>Comprou um Mac novo e quer passar todas as informações do computador antigo para ele? Use o Assistente de Migração quando for instalar o OS X no novo Mac. Ele vai transferir todas as suas músicas, documentos, fotos, configurações de rede e preferências sem dores de cabeça. O processo pode ser feito via USB ou rede. Além disso, caso utilize o Time Machine, poderá usá-lo como referência para a transferência. Leia o tutorial sobre o Assistente de Migração na </span><a href="http://macmais.terra.com.br/macmais/035/" target="_blank">MAC+ 35</a><span>).</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7329" title="39-beaba-16" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-16.jpg" alt="39-beaba-16" width="100" height="100" />Utilitário de Rede</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>É com esse programa que você pode conferir todas as informações de sua rede. Ele possui uma interface simples e direta, que inclui as funções mais usadas em linhas de comando, além de mostrar as informações em uma caixa de texto, facilitando copiar o conteúdo e enviar via email, por exemplo.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7330" title="39-beaba-17" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-17.jpg" alt="39-beaba-17" width="100" height="100" />Administrador ODBC</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>Direcionado a servidores, este utilitário permite se conectar e administrar bancos de dados com aplicativos que seguem o padrão ODBC (Open Database Connectivity).</span></p>
<p style="text-align: left;"><span><br />
</span>
</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-full wp-image-7331 alignleft" title="39-beaba-18" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-18.jpg" alt="39-beaba-18" width="100" height="100" /><strong>Assistente do Boot Camp</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>E</span><span>ste utilitário já foi abordado em várias edições passadas da MAC+. Com ele é possível instalar o Windows em todos os Macs com processadores Intel. Assim que você abre este programa, é iniciado o processo de instalação, igualzinho a um PC. Depois de tudo instalado, você pode escolher, quando ligar seu computador, qual sistema será carregado, o OS X ou Windows.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7332" title="39-beaba-19" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-19.jpg" alt="39-beaba-19" width="100" height="100" />Podcast Capture</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>Projetado para trabalhar em conjunto com o Produtor de Podcast presente no Mac OS X Server, o Podcast Capture captura vídeo e áudio em alta definição, a partir de câmeras (inclusive remotas) e gravações somente da tela de seu Mac.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><br />
</strong>
</p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7333" title="39-beaba-20" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-20.jpg" alt="39-beaba-20" width="100" height="100" />RAID Utility</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span>Com o Raid Utility, é possível configurar e monitorar volumes RAID usando uma placa específica no MacPro ou o cartão XServe RAID. Pode-se criar um RAID array (verificar tradução), 0, 1 ou 5; designar um drive para ser um hot spare; checar o status de cartões RAID; exibir e salvar o registro das operações realizadas, entre outras funções.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-7334" title="39-beaba-21" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-21.jpg" alt="39-beaba-21" width="100" height="100" />Instalação Remota do Mac OS X<br />
</strong>Este utilitário permite instalar o OS X em MacBooks Air, que não tem drive óptico, em poucos passos. Esta instalação pode ser feita sem fio ou via rede (usando um adaptador no MacBook Air).
</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong><img class="size-full wp-image-7335 alignleft" title="39-beaba-22" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-22.jpg" alt="39-beaba-22" width="100" height="100" />Editor de Scripts</strong><br />
O AppleScript é um poderoso e versátil meio de escrever roteiros (scripts) no Mac OS X. Você pode usar este utilitário para criar atalhos e automatizar tarefas repetitivas. Com esses scripts, é possível economizar tempo, já que automatiza várias funções do dia a dia.
</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong><img class="size-full wp-image-7336 alignleft" title="39-beaba-23" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-beaba-23.jpg" alt="39-beaba-23" width="100" height="100" />Visão do Sistema</strong><br />
Aqui você tem informações detalhadas sobre seu computador, softwares e redes em uma só janela. Informações técnicas sobre HDs, memórias, monitores, entre outros, estão a alguns cliques de distância e podem tirar várias dúvidas sobre a capacidade e potência de seu Mac.
</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><em><strong>Pedro Pavanato usa, sempre que pode, um utilitário para ajudá-lo em seu dia a dia.</strong></em></p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-full wp-image-7335" title="39-beaba-22" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/3" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O mito do megapixel</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 23:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Amaya</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Pro]]></category>

		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

		<category><![CDATA[Fotografia Digital]]></category>

		<category><![CDATA[megapixel]]></category>

		<category><![CDATA[mito]]></category>

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		<description><![CDATA[Tentando desfazer a confusão que a própria indústria da imagem digital criou]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nós, que usamos Photoshop em tratamento de imagens, queremos sempre computadores com mais gigabytes e gigahertz para trabalhar com conforto em imagens com cada vez mais megapixels. Mas qual é o limite do conforto? Quanto é suficiente?</p>
<p>O megapixel é um bicho incompreendido pelos dois lados: da informática e da fotografia. O pessoal da informática está acostumado desde a infância a pensar em gigabytes crescentes, gigahertz crescentes, tudo sempre crescente. Efetivamente, a Lei de Moore preconiza um aumento contínuo de todos os números: capacidades, velocidades, banda de conexão, potência etc.</p>
<p>A fotografia digital, por compartilhar com a informática um fundamento – o processamento eletrônico de dados –, impregnou-se desse espírito de competição consigo mesma. Durante a primeira geração de computadores conectados à web, não havia banda de conexão, nem memória, nem processador, nem monitor que suportassem aplicações multimídia online. Hoje, todo mundo acessa o YouTube e baixa filmes inteiros em alta definição para assistir no próprio Mac ou PC.</p>
<p>Naquela mesma época, a capacidade das câmeras digitais também era visivelmente – sem trocadilho – insuficiente. As imagens eram desanimadoramente borradas, sujas, acanhadas. O padrão de excelência estava solidamente estabelecido no mundo do filme.</p>
<p>Mas como a Lei de Moore também serve para sensores digitais de imagem, a resolução deles veio crescendo continuadamente. A indústria da fotografia reorganizou-se nos mesmos termos da indústria de informática, lançando a cada ano que passa uma geração de câmeras contendo mais pixels no sensor.</p>
<p><strong>A lenda do ISO alto</strong><br />
No mundo dos PCs, a velocidade do processador foi dada durante anos como medida de desempenho, mesmo que isso dependa de vários outros fatores. Mas com os processos usuais de fabricação de chips, não é possível continuar a encolher o processador e a aumentar sua frequência de operação para sempre. Os designers tiveram de investir na otimização dos circuitos e nos chips com vários núcleos (dual core e quad core). O gigahertz perdeu sua significação isolada.</p>
<p>Algo análogo aconteceu na fotografia. Os sensores digitais das câmeras contêm cada vez mais pixels, mas isso não se reflete proporcionalmente na qualidade da imagem. Quando você enfia mais pixels em um sensor do mesmo tamanho de um sensor da geração anterior – que é o que a indústria veio fazendo ao longo de toda a década –, o ruído digital (chuvisco e granulação visíveis na imagem) aumenta.</p>
<p>Para resolver esse dilema, as câmeras profissionais migraram para sensores maiores e as amadoras tomaram um rumo diferente, aprimorando a maquiagem eletrônica das imagens. Destaca-se a redução de ruído e uma infinidade de modos de cena para não perder fotos em condições de fotografia que não favoreçam as características da câmera – especialmente quando ela é operada por pessoas sem treinamento fotográfico, que só querem ter o trabalho de apertar o botão de disparo no momento certo. As pessoas leigas não estão erradas em agirem assim. Se existe a possibilidade de incorporar à eletrônica da câmera uma “inteligência programada” que auxilie na tomada de fotos, tanto melhor.</p>
<p>A necessidade comercial de constante progresso da eletrônica criou outro problema. A corrida de marketing tem levado as marcas de câmeras a prometerem o impossível. Além do mito do megapixel, há a lenda do ISO alto. Por uma questão física, uma foto tirada com sensibilidade ISO muito alta não vai ficar boa. Apresenta muito mais ruído, contraste exagerado (alcance dinâmico limitado) e cores indistintas (sombras dessaturadas). O processamento dentro da câmera satura e borra a imagem para disfarçar. O nível de ISO que você pode usar sem transformar as fotos em lama varia muito de um modelo para outro.</p>
<p>Note, também, que o ISO expressa uma variável não-linear. O dobro da sensibilidade corresponde ao dobro do número. Isso significa que a diferença é da mesma ordem entre ISO 100 e 200 e entre ISO 3200 e 6400, por exemplo. Os números dão a sensação de que 6400 é incrivelmente mais rápido que 100, mas expresso em termos fotográficos – seis pontos de abertura – isso parece muito mais trivial.</p>
<p>Mais uma pegadinha: algumas câmeras prometem vídeo Full HD. Você imagina que se trate de vídeo de 720 ou 1080 linhas horizontais. Quando vai analisar de perto, vê que a câmera apenas dá saída em HD. A captura é no antigo padrão de 480 linhas. Opa!<br />
<strong><br />
Megapixels no vídeo e no cinema</strong></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-8418" title="39-megapixel-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-megapixel-1-360x344.jpg" alt="39-megapixel-1" width="360" height="344" /></p>
<p><em><strong>Como funciona </strong>Num sensor tipo Bayer (nome do cientista da Kodak que inventou a tecnologia em 1976), metade dos subpixels é sensível ao verde e o restante é repartido entre vermelho e azul. Para completar a informação visual, a câmera executa a operação de “demosaicização”, que consiste em interpolar (calcular matematicamente) os valores que faltam a partir dos conhecidos.</em></p>
<p><em><strong>Padronização</strong> Embora as contagens de megapixels variem bastante, os tamanhos dos sensores de imagem correspondem a uma série limitada de medidas. Este é o sensor de uma câmera reflex da Sony na dimensão APS-C, equivalente a cerca de 70% da área de um slide de 35mm. Os sensores com a medida próxima de 100% dessa área são chamados “full frame”.</em></p>
<p>Como todo mundo que comprou um aparelho de televisão nos últimos três anos já sabe, a definição de uma tela moderna de LCD ou plasma é dada em termos de HD ou Full HD, sendo HD correspondente a 1280 x 720 pixels (0,9 megapixel) e Full HD a 1920 x 1080 pixels (2 megapixels).</p>
<p>Dependendo do local de origem, a programação de TV passa em uma resolução ou na outra e, no caso da atual TV brasileira, raramente é em HD verdadeiro. Os seriados de TV norte-americanos são originalmente exibidos em 720 linhas; os filmes Blu-ray vêm em 1080 linhas.</p>
<p>A largura da imagem em pixels depende da proporção da imagem, mas os aparelhos de TV seguem a proporção 16:9. Por sua vez, o DVD-Video é codificado em 720 x 480 pixels (0,35 megapixel), e a largura é esticada (anamórfica) para obter a proporção pretendida durante a reprodução do filme.</p>
<p>A definição Full HD de 1080 linhas horizontais, embora tenha o dobro da área de pixels da HD de 720 linhas, contém uma pegadinha perceptual. A letra i, como em 1080i, sinaliza que a imagem é entrelaçada: cada quadro (frame) da imagem é formado por apenas metade das linhas horizontais. Os quadros sucessivos alternam linhas pares e ímpares. Isso permite cobrir uma área visual aparentemente maior com menos pixels transmitidos. Como resultado, o nível de detalhe real da imagem varia conforme o movimento mostrado na tela. Em movimento intenso, a cena não passa de aproximadamente 1 megapixel efetivo; com uma imagem completamente parada, a resolução sobe para 2 megapixels. Aparelhos de TV modernos incluem truques digitais para disfarçar a degradação do detalhe nos objetos em movimento em filmes HD, chegando ao extremo de interpolar quadros sucessivos da imagem em tempo real para suavizar o movimento.</p>
<p>No mundo do vídeo profissional, as resoluções estão sujeitas a uma variedade de formatos. Um novo formato em ascensão é o Digital Cinema 4K (4096 x 2160 pixels, pouco menos de 9 megapixels). A câmera de cinema digital Genesis, da Panavision, gera uma imagem um tanto mais larga, de 5760 x 2160 pixels (12,5 megapixels). Mas a RED já está pondo à venda sistemas modulares de vídeo digital que excedem muito essas especificações, visando necessidades futuras. É claro que imagens cada vez maiores exigem um investimento proporcional em sistemas de transmissão, armazenamento e processamento de dados, estimulando a escalada eterna do hardware no mesmo molde da indústria de PCs.</p>
<p>Com os pixels extras de que dispõe na imagem em relação aos formatos de distribuição digitais, o cineasta tem a inédita opção de apenas recalcular a imagem para o tamanho final, ou então fazer reenquadramento e aplicar estabilização de imagem durante a edição, sem perda de qualidade aparente na saída.</p>
<p>Efeitos digitais para filmes convencionais são renderizados em resoluções variáveis entre 1,4 e 6 megapixels. Toy Story, o primeiro filme totalmente criado em CG, de 1995, foi renderizado em 1536 x 922 pixels (1,43 megapixel). Já começa a parecer pequeno.<br />
<strong><br />
Megapixels na fotografia</strong><br />
Todo mundo baba por uma TV enorme mostrando uma imagem digital rasgando. Mas você acabou de ver que mesmo a definição Full HD corresponde a “apenas” 2 megapixels por quadro de imagem, e isso somente em condições favoráveis. Por que, então, a fotografia precisa de muito mais pixels?</p>
<p>Em primeiro lugar, porque o meio de reprodução fotográfica de uma imagem estática é bem mais variado e inclui suportes com um nível de definição altíssimo, como a cópia fotográfica, a litografia offset e a moderna impressão inkjet.</p>
<p>O nível de contraste entre os pixels adjacentes em imagens estáticas deve ser muito elevado, revelando mais detalhes do que ocorre no vídeo, pois neste o movimento constitui parte da informação visual, tanto quanto formas e texturas.</p>
<p>No mundo impresso, na prática, a situação é a seguinte: o padrão utilizado pelas gráficas é de 300 ppi (pixels por polegada) para fotos de padrão de revista impressas em offset. Isso se traduz em 8,9 megapixels para preencher uma página ou capa de uma revista típica no formato de 21 x 28cm (guardando 5 mm de sangria de cada lado), como é, por exemplo, o da MAC+. Em RGB, no Photoshop, isso implica um arquivo não comprimido de 25,5 megabytes. (Não pegue a calculadora; você pode ver esse valor a qualquer momento na função Image Size do Photoshop.)</p>
<p>Para trabalhos maiores, como cartazes e pôsteres, a resolução diminui, pois o nível de detalhe necessário é vinculado à distância da qual a arte será visualizada. Por esse motivo, um pôster em formato A2 pode ser criado em 150 ppi, e outro em formato A0 pode ser em 75 ppi.</p>
<p>O tamanho mais comum de foto revelada em laboratório, de 10 x 15cm, corresponde a 1772 x 1181 pixels em 300 ppi (que é o valor de resolução de saída dos minilabs digitais). Isso dá 2,1 megapixel, ou exatamente 6 megabytes sem compressão.</p>
<p>Veja que uma foto revelada com essa resolução e tamanho parece supernítida, mesmo implicando em uma grande redução em relação à quantidade de pixels originalmente registrados pela sua câmera!</p>
<p>Se 8,9 megapixels bastam para encher uma página de revista, e uma foto de 10&#215;15cm precisa de apenas 2,1 megapixel, por que continuam surgindo câmeras com mais e mais pixels? Para onde vão todos eles?<br />
A resposta é que os pixels são recombinados na interpolação, que é o cálculo matemático para a dimensão final. Você reinterpola a imagem sempre que usa o comando Image Size do Photoshop para adaptá-la à saída do trabalho.</p>
<p>A interpolação já foi considerada dor de cabeça pelos fotógrafos, mas na atual era de pixels abundantes, não é mais necessariamente ruim. Ajuda a preservar as texturas, manter os contornos nítidos e sumir com os chamados artefatos, aquelas sujeirinhas geradas pela compressão JPEG.</p>
<p><strong>Foto digital nunca é perfeitamente nítida</strong><br />
Quase todos os sensores de câmeras digitais são do tipo Bayer, caracterizado por um arranjo interno que divide a imagem num mosaico de subsensores (chamados photosites), repartidos entre as cores primárias R (vermelha), G (verde) e B (azul). Isso significa que cada pixel do sensor não é propriamente um pixel, mas um “subpixel” que capta apenas um terço da informação de cor. Ao converter a informação do sensor em imagem digital, a câmera assinala, para cada um desses subpixels, os valores das outras duas cores primárias, completando o pixel. Para nisso, ela lê os valores dos subpixels vizinhos e faz um rápido cálculo.</p>
<p>O resultado do método é que, olhando a imagem final de perto, os pixels vizinhos nunca parecem muito contrastados entre si, já que dois terços da informação presente em cada um deles foram reconstruídos a partir das posições vizinhas no mosaico. Além disso, entre o sensor e a objetiva fica o filtro de anti-aliasing, que borra ligeiramente a nitidez da imagem para evitar a formação de moiré (figuras de interferência).<br />
As únicas câmeras atuais que não empregam esse esquema de filtro e subpixels são as Sigma, com seu exclusivo sensor Foveon. Ele capta a informação de cor completa em cada um dos pixels, resultando numa imagem mais nítida e limpa.</p>
<p>Os sensores Bayer utilizados pelas principais marcas são muito similares entre si. Acontece até de os sensores usados por câmeras Canon e Nikon serem fabricados pela Sony, por exemplo. O software interno da câmera é que determina sua personalidade em termos de imagem. Mas a diferença maior sempre recai na óptica. Por regra, as câmeras SLR com lentes e sensores grandes produzem imagens mais nítidas e com menos ruído que as compactas  de mesmo número de megapixels. O processamento de imagem compensa parte da diferença, mas não toda ela.</p>
<p>Embora haja um entusiasmo com câmeras de celular com sensores de 5 megapixels, eles sofrem das mesmas limitações técnicas de uma câmera subcompacta. Em poucas palavras, escolha sua próxima câmera pela qualidade da lente, pois ela será mais decisiva na qualidade da foto que o número de pixels do sensor.</p>
<p><strong>A convergência dos megapixels</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8419 aligncenter" title="39-megapixel-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-megapixel-2-360x89.jpg" alt="39-megapixel-2" width="360" height="89" /></p>
<p>Com a convergência entre vídeo e foto, os novos sistemas de cinema digital começaram a competir com as SLRs topo de linha. As máquinas da Canon e Nikon agora gravam vídeo, mas partem de uma filosofia oposta à da RED, companhia de cinema digital norte-americana que investe na força bruta. Ela oferece quantidades de pixels maiores que as suportadas pelos atuais sistemas de projeção, de olho nas exigências de qualidade do futuro.  De fato, o sensor campeão de tamanho numa câmera digital é o Mysterium Monstro da RED, com a dimensão física de 168 x 56 mm.</p>
<p>A sigla “2K”, “4K” etc. que os videastas usam refere-se à largura aproximada da imagem em pixels. (O padrão 8K é uma proposta de TV digital para o ano 2020.)<br />
<em><br />
<strong>Mario Amaya já produziu uma capa de revista nítida usando uma foto de 6 megapixels de uma Nikon D100, em 2002. Sua câmera de bolso atual tem 12 megapixels.</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Estudando com o iTunes</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 22:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca Hayashi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Pod]]></category>

		<category><![CDATA[iTunes U]]></category>

		<category><![CDATA[iTunes University]]></category>

		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Universitários obtêm ajuda de uma ótima ferramenta nas disciplinas mais difíceis]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-itunes-icone.png" />Em um ano, a iTunes App Store chegou a 1,5 bilhão de downloads, e é considerada por analistas a melhor coisa que a Apple já inventou. Dentro do universo da iTunes Store, há uma seção que está começando a crescer não porque seus usuários querem diversão, mas porque querem adquirir aprendizado. A iTunes University faz parte do programa educacional da Apple e oferece mais de 175 mil vídeos e arquivos em áudio variados à disposição de professores, estudantes e usuários que gostam de conhecer diversos assuntos. E o melhor: são gratuitos.</p>
<p>Lançada em 2007, a iTunes U reúne material didático de algumas das universidades mais renomadas dos Estados Unidos e Europa, como Yale, Stanford, MIT, Oxford e Cambridge. O conteúdo de seus sites serve de material de apoio às aulas e auxiliam os estudantes a compreender partes difíceis das disciplinas. Essa prática tem causado polêmica nos Estados Unidos, porque, de acordo com uma pesquisa da revista New Scientists, os alunos que baixam o conteúdo da loja virtual obtêm melhor desempenho nas provas do que os alunos que presenciam as aulas. No artigo intitulado “iTunes University e a sala de aula: os podcasts podem substituir os professores?”, o pesquisador Dani McKinney defende a ideia de que a tecnologia deve ser uma aliada ao ensino e que os resultados mostram que a geração atual aprende de maneira diferente às anteriores.</p>
<p>Na Universidade do Missouri, os estudantes de jornalismo devem ter como material obrigatório um iPhone ou um iPod Touch, já que todo o conteúdo das disciplinas e as instruções para os calouros estarão disponível pela iTunes U. A universidade aconselha que os estudantes a procurem a loja de computadores do campus e adquiram os aparelhos com os requisitos mínimos recomendados para as aulas. Os alunos, no entanto, não receberam tão bem a notícia. Consideram um absurdo a universidade determinar qual marca de eletrônico deverão ter.</p>
<p>Polêmicas à parte, falaremos das especificações do programa. As universidades podem escolher usar a iTunes U de duas maneiras: interna e/ou externamente. O uso interno significa que apenas membros de sua universidade ou campus podem ver as informações daquele site. Ele é protegido por senha, e além de controlar o acesso a ele, pode-se também administrar downloads, personalizar o plano de fundo dos sites, adicionar scripts de autenticação e usar ferramentas como o RSS para adicionar e remover seu conteúdo.<br />
Já o uso externo pode ser acessado por todos os visitantes. A grande vantagem desta forma de exposição é mostrar a potenciais alunos o que a universidade tem de melhor a oferecer, de uma maneira barata e simples. O uso externo dos sites não é restrito às universidades; museus, estações públicas de televisão e instituições educacionais do Estado também podem utilizar da ferramenta.</p>
<p>Não é difícil se perder em meio a tantas informações na iTunes U. Podemos buscar pelas aulas divididas por categorias ou pela instituição. Para quem gosta de aprender, a iTunes U chegou para saciar sua sede de conhecimento.</p>
<p><strong>Sala de aula</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="size-medium wp-image-8392 aligncenter" title="39-itunesu-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-itunesu-1-359x225.jpg" alt="39-itunesu-1" width="359" height="225" /><br />
</strong></p>
<p>Infelizmente, o Brasil não possui uma iTunes U. Para acessá-la, é preciso estar em uma iTunes Store americana, europeia ou australiana. Troque o país na parte inferior da página principal da loja. Depois, volte ao topo e procure o menu iTunes Store. Clique em iTunes U e você chegará ao site educacional.
</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8393 aligncenter" title="39-itunesu-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-itunesu-2-359x225.jpg" alt="39-itunesu-2" width="359" height="225" /></p>
<p>Como o layout da iTunes U é bem parecido com a da iTunes Store, quem está acostumado a xeretar a loja virtual não terá dificuldades em encontrar o que procura. A iTunes U mostra quais as aulas em destaque. Mas se você procura algo específico, pode buscar pelas categorias ou pelas instituições.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8394 aligncenter" title="39-itunesu-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-itunesu-3-359x225.jpg" alt="39-itunesu-3" width="359" height="225" /></p>
<p>Se você optou pela instituição, haverá uma lista com as aulas que ela disponibiliza. Escolha uma e haverá uma lista com o conteúdo disponível. Basta clicar em Obter para que o iTunes faça o download, como se fosse um podcast. Para assistir, vá para a aba Podcasts na barra do iTunes ou use as Listas de reprodução.</p>
<p><em><strong>Bianca Hayashi se diverte por horas baixando aulas interessantes e estoura o limite de banda larga da sua casa e da dos outros.</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Desenhando páginas com o Word 2008</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 21:47:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca Hayashi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Work]]></category>

		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

		<category><![CDATA[Word]]></category>

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		<description><![CDATA[O Microsoft Office 2008 para Mac teve uma recepção
não muito calorosa, mas dos quatro programas que estão no pacote, o Word 2008 é o que tem recebido críticasmais favoráveis.
A função-chave do Word 2008 é o modo Publishing Layouts. Quando você cria um documento no Word, tem a possibilidade de visualizá-lo de formas distintas, como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-word-icone.png" />O Microsoft Office 2008 para Mac teve uma recepção<br />
não muito calorosa, mas dos quatro programas que estão no pacote, o Word 2008 é o que tem recebido críticasmais favoráveis.</p>
<p>A função-chave do Word 2008 é o modo Publishing Layouts. Quando você cria um documento no Word, tem a possibilidade de visualizá-lo de formas distintas, como o modo rascunho, que permite que você veja apenas o texto na tela, ou o modo Imprimir, que mostra como o documento ficará na impressão. Cada forma de visualizar dá acesso a diferentes ferramentas que são relevantes para certos tipos de documentos.</p>
<p>O Word 2008 adiciona um novo layout, direcionado a quem trabalha com newsletters, reportagens ou material de propaganda. Esta é claramente uma função para competir com o Pages, o processador de textos da Apple que veio com uma séria de layouts prontos para você usar e abusar.</p>
<p>Ao mudar para o modo Publishing Layout, a barra de ferramentas principal mostra uma série de outras funcionalidades que permitem que você desenhe páginas e disponha elementos de textos e gráficos como bem entender. Aqui você pode fazer uso de outra nova função, a Galeria de Elementos. Quando ativada, a galeria mostra uma outra barra de ferramentas, que contém elementos pré-fabricados, como modelos (templates) para as páginas, tabelas e infográficos que você pode usar e acelerar o processo de criação.</p>
<p><strong>A interface do Publishing Layout</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="size-medium wp-image-7825 aligncenter" title="39-word-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-word-1-360x225.jpg" alt="39-word-1" width="360" height="225" /><br />
</strong></p>
<p><strong>Como usar o modo Publishing Layout</strong>
</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-7826 aligncenter" title="39-word-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-word-2-360x222.jpg" alt="39-word-2" width="360" height="222" /><br />
Por padrão, o Word 2008 abre os documentos no modo Impressão, então o que você precisa fazer é mudar para o Publishing Layout. Vá para o menu View e selecione a opção Publishing Layout ou clique no terceiro botão na barra de visualização no canto inferior esquerdo. Note que o ícone da Galeria está próximo ao menu suspenso.
</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7827 aligncenter" title="39-word-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-word-3-360x211.jpg" alt="39-word-3" width="360" height="211" /></p>
<p>Na primeira vez em que você mudar para o Publishing Layout, verá esta caixa de diálogo que oferece duas opções: continuar carregando o documento que você já abriu ou começar de novo, criando um novo documento. Começaremos com um novo (você pode também esconder a caixa de diálogo no futuro).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7828 aligncenter" title="39-word-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-word-4-360x163.jpg" alt="39-word-4" width="360" height="163" /></p>
<p>Aqui está nossa nova página. A Galeria de Elementos aparece automaticamente no topo da janela do documento (logo abaixo da barra de ferramentas principal). Para nos ajudar, a galeria mostra diversos modelos que podemos usar em nosso layout ou podemos usar um novo design ao digitar diretamente na página.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7829 aligncenter" title="39-word-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-word-5-360x219.jpg" alt="39-word-5" width="360" height="219" /></p>
<p>Vamos dar uma olhada na Galeria de Elementos. Está mostrando os modelos para newsletters, mas podemos ver que há botões para outros tipos de documentos, como pôsteres, menus e catálogos. Há mais na Galeria de Elementos, mas vamos começar escolhendo um simples modelo de newsletter.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7830 aligncenter" title="39-word-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-word-6-360x266.jpg" alt="39-word-6" width="360" height="266" /></p>
<p>Para organizar o espaço de trabalho, clique no botão Navigation na barra de ferramentas principal para pré-visualizar todas as páginas deste template. Podemos usar a ferramenta Lupa (na barra de ferramentas) para rapidamente ajustar o nível do zoom que nos dará uma melhor visualização da página.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7831 aligncenter" title="39-word-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-word-7-360x226.jpg" alt="39-word-7" width="360" height="226" /></p>
<p>Outra opção da Galeria de Elementos é o WordArt – um conjunto de efeitos para destacar partes de textos. Navegue pela lista para encontrar um estilo que lhe agrade e clique para adicioná-lo. A Galeria de Elementos também inclui tabelas, infográficos e diagramas que podem ser adicionados com um clique.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-7832" title="39-word-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-word-8-360x258.jpg" alt="39-word-8" width="360" height="258" /></p>
<p>A Apple introduziu zonas de edição no iDVD e a Microsoft pegou emprestado para o Word 2008. Clique com o botão direito em uma imagem para chamar este menu. Clique em Format Picture (ou clique duas vezes na imagem) e será aberta uma caixa com opções de edição como rotação e redimensionamento.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7833 aligncenter" title="39-word-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-word-9-360x256.jpg" alt="39-word-9" width="360" height="256" /></p>
<p>Quando você transforma uma foto em uma zona de edição, qualquer efeito aplicado a ela continua valendo, mesmo ao substituir as imagens. Pode-se colocar uma nova foto do iPhoto, ou arrastada de alguma pasta, e ela receberá, automaticamente, a formatação presente na anterior.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7834 aligncenter" title="39-word-10" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-word-10-360x300.jpg" alt="39-word-10" width="360" height="300" /></p>
<p>Algumas ferramentas de edição do Word 2008 estão escondidas na paleta de Formatação – encontrada na paleta Toolbox. Também escondidas estão várias ferramentas gráficas, incluindo galerias de clip art e efeitos com luzes em 3D. Basta ir ao menu View para ver o que está disponível.</p>
<p><em><strong>Bianca Hayashi gosta do Word, mas só precisa das funções básicas para escrever os textos de seu blog.</strong></em></p>
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		</item>
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		<title>Conte sua história</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 21:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Mello</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Work]]></category>

		<category><![CDATA[Keynote]]></category>

		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Como gravar sua narração no Keynote ‘09 e botar o som na caixa!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-keynote-icone.png" />Recebemos um email do leitor David Erich August pedindo instruções para gravar a narração em uma apresentação feita no Keynote ‘09 que seria exibida usando um PC. Para complicar mais, ele precisava, além da narração, colocar uma trilha sonora.</p>
<p>Mandamos por email a explicação de como narrar a apresentação. O problema é que, infelizmente, exportar uma apresentação para o formato PowerPoint pode dar problemas: o Keynote, verdade seja dita, é bem mais poderoso e utiliza recursos visuais que deixam os do PowerPoint, por melhores que sejam, no chinelo. Assim, durante a conversão de formatos, algumas firulas legais que colocamos no Keynote simplesmente desaparecem no PPT. E, não raro, há conflitos de fontes, já que algumas delas que usamos nos Macs, como as que vêm no sistema, não são compatíveis ou não têm versão para Windows</p>
<p>Em outra mensagem, David nos contou que teve sucesso. A solução a que recorreu foi bastante complexa. Usou o Final Cut para colocar a trilha sonora, depois enganou o Keynote para gravar a narração, exportou um filme em formato QuickTime e gravou o DVD que seria reproduzido no PC. Foi um fim de semana todinho dedicado a isso.</p>
<p>Como nossa intenção é simplificar, vamos apresentar, <span>nesta edição, como narrar uma apresentação para que som e imagem corram simultaneamente.</span></p>
<p>E como bônus, dicas de como exportar sua apresentação para ser vista em um computador rodando Windows ou Linux. Vale lembrar que você pode exportar escolhendo no menu <strong>Arquivo &gt; Exportar</strong> ou no menu <strong>Compartilhar &gt; Exportar</strong>:</p>
<p>• PDF: se o destino da apresentação for a impressora, vai nessa.</p>
<p><span>• MOV: melhor escolha, se você precisa que efeitos visuais e sonoros funcionem. Certifique-se de que o computador onde será exibido tenha o QuickTime instalado.</span></p>
<p>Nos dois casos, escolha os parâmetros de acordo com sua necessidade. Eu costumo levar o instalador do QuickTime e do Adobe Acrobat Reader para Windows. Como diz minha mãe, prevenção e canja de galinha não fazem mal a ninguém.</p>
<p><strong>Prepare sua voz</strong></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7808 aligncenter" title="39-keynote-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-keynote-1-360x227.jpg" alt="39-keynote-1" width="360" height="227" /></span></p>
<p><span>Antes de começar, verifique se o seu computador tem um microfone embutido, checando sua presença na opção Entrada em Som em Preferências do Sistema. Se não tiver, será necessário um microfone amplificado. Os comuns, usados nos PCs, não servem. Existem adaptadores USB e microfones USB que funcionam em Mac.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7809 aligncenter" title="39-keynote-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-keynote-2-360x227.jpg" alt="39-keynote-2" width="360" height="227" /></span></p>
<p><span>Vamos ao que realmente interessa. A narração deve ser a última etapa do processo de criação, a ser feita depois que você termina de construir sua apresentação. Para começar, abra o Inspetor (Inspector) clicando no ícone na barra de ferramentas ou digite o atalho de teclado </span><strong>[Command]</strong><span> + </span><strong>[Option] </strong><span>+ </span><strong>[I]</strong><span>.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7810 aligncenter" title="39-keynote-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-keynote-3-360x227.jpg" alt="39-keynote-3" width="360" height="227" /></p>
<p>Na seção Documento, o botão do meio refere-se ao áudio. Note que a paleta está dividida em duas partes: Trilha Sonora e Gravação de Apresentação de Slides. Falamos sobre a inserção de trilha sonora na <a href="http://macmais.terra.com.br/macmais/037/" target="_blank">edição 37</a> (não tem a sua? Compre pelo <a href="www.lojadigerati.com.br" target="_blank">site</a>).</p>
<div>
<p><strong>No gogó!</strong></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7811 aligncenter" title="39-keynote-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-keynote-4-360x218.jpg" alt="39-keynote-4" width="360" height="218" /></p>
<p><span>Vamos falar da narração. Selecione o primeiro slide de sua apresentação e pressione Gravar. O Keynote passará para o modo de tela cheia, e na parte superior, um marcador da intensidade do som captado. Pronto, prepare sua garganta, porque você já pode começar a narrar sua apresentação. </span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7812 aligncenter" title="39-keynote-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-keynote-5-360x218.jpg" alt="39-keynote-5" width="360" height="218" /></p>
<p><span>A narração pode ser gravada do começo ao fim da apresentação. Para isso, fale o texto referente ao primeiro slide e, ao terminar, pressione</span><strong> [Enter]</strong><span> ou clique no botão do mouse. Infelizmente, o som do teclado ou do mouse é gravado. Por isso, tente ser sutil. O Keynote passará para o próximo slide.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7813 aligncenter" title="39-keynote-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-keynote-6-360x218.jpg" alt="39-keynote-6" width="360" height="218" /></p>
<p>Continue gravando, passando de slide a slide, até completar sua narração. Esse processo pode parecer complicado, mas com um pouco de treino, torna-se bastante fácil. No fim da apresentação, o Keynote volta sozinho ao modo de edição e exibe a data e hora da gravação.</p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7814 aligncenter" title="39-keynote-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-keynote-7-360x214.jpg" alt="39-keynote-7" width="360" height="214" /></p>
<p><span>Mas e se você errar o discurso? Ou, pior, seu cachorro latir durante o gráfico? Calma, é chato quando isso acontece (e isso acontece mais do que se imagina) mas não é o fim do mundo. No modo de gravação, pressione </span><strong>[Esc] </strong><span>para voltar à edição. O Keynote exibirá o slide que você estava narrando.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7815 aligncenter" title="39-keynote-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-keynote-8-360x214.jpg" alt="39-keynote-8" width="360" height="214" /></p>
<p><span>Pressione novamente o botão Gravar para recomeçar. Surgirá uma caixa de diálogo perguntando se você deseja reiniciar a gravação desde o início ou apenas substituir o que havia sido gravado para aquele slide em diante. O ideal é escolher Gravar e Substituir e continue a narrar do ponto onde você parou.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7816 aligncenter" title="39-keynote-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-keynote-9-360x214.jpg" alt="39-keynote-9" width="360" height="214" /></p>
<p><span>Para verificar se a gravação ficou exatamente do jeito que você queria, volte para o modo de edição e pressione o botão Play. Outra maneira de reproduzir a apresentação é clicar no botão da barra de ferramentas ou usar o atalho de teclado</span><strong> [Command] </strong><span>+ </span><strong>[Option]</strong><span> + </span><strong>[P]</strong><span>. O resultado é o mesmo.</span></p>
<div>
<p><strong>Dicas</strong></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7817 aligncenter" title="39-keynote-10" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-keynote-10-360x216.jpg" alt="39-keynote-10" width="360" height="216" /></span></p>
<p><span>Ninguém acerta na primeira, nem mesmo Steve Jobs. Por isso, leia a matéria que publicamos na edição anterior e prepare-se. Escreva todo o texto, slide por slide, e use-o como guia. A boa apresentação é um resumo do que está sendo contado pelo narrador. O texto completo estará nas suas mãos e na sua voz.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7818 aligncenter" title="39-keynote-11" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-keynote-11-360x216.jpg" alt="39-keynote-11" width="360" height="216" /></span></p>
<p><span>Antes de começar a gravar o seu roteiro, ensaie muito, várias vezes e acostume-se com o texto. Certifique-se de que as entradas dos elementos ocorre com um intervalo de tempo suficiente para que você possa explicar um item antes que o próximo surja na tela. Isso faz diferença no resultado final.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7819 aligncenter" title="39-keynote-12" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-keynote-12-360x216.jpg" alt="39-keynote-12" width="360" height="216" /></span></p>
<p><span>Durante a narração, pode ser que você perceba que algum slide ficou incoerente ou que poderia ser modificado. Faça as modificações e volte ao item 5 deste tutorial. Muitas vezes, você não estará presente e o recado tem que ser dado. Por isso, capriche na narração e envolva os ouvintes com sua apresentação.</span></p>
<div><a href="http://www.personalagency.com.br" target="_blank"><strong><em>Alexandre Mello</em></strong></a><strong><em> fez poucas apresentações usando narração até hoje, mas promete que vai fazer mais.</em></strong></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Macs usados, quem tem?</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/macs-usados-quem-tem/</link>
		<comments>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/macs-usados-quem-tem/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 20:48:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca Hayashi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Tech]]></category>

		<category><![CDATA[Clássico]]></category>

		<category><![CDATA[Mac usado]]></category>

		<category><![CDATA[MAC+]]></category>

		<category><![CDATA[novo]]></category>

		<category><![CDATA[Power Mac]]></category>

		<category><![CDATA[velho]]></category>

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		<description><![CDATA[Aumento no preço dos Macs novos reaquece o mercado de usados
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Depois que a Apple começou com a política de preços mais baixos para conseguir aumentar sua base instalada no Brasil, o público começou a dar mais atenção aos tão comentados computadores com a “maçã”, sempre considerados muito caros por estas bandas. Com isso, o mercado de Macs usados, que durante anos era uma, senão a única, maneira de algum iniciante adquirir seu primeiro Macintosh, deu uma esfriada, principalmente para os modelos com os processadores PowerPCs, já que os novos, com chips Core 2 Duo da Intel, chegavam a preços bem competitivos.</span></p>
<p><span>Mas o tempo passou, a crise econômica chegou e, infelizmente, os Macs lançados em novembro do ano passado e em março deste ano não puderam manter os mesmos preços bacanas de 2008. Os aumentos foram bastante significativos e, mesmo com uma ligeira queda anunciada pela Apple em junho, não reacenderam o mercado de novos. As vendas estão boas, mas não no mesmo ritmo de 2008.</span></p>
<p><span>Mas nem tudo está perdido. Se você ainda sonha em ter um Mac para chamar de seu, sem pagar o preço que as lojas oferecem ou deseja trocar sua máquina mais antiga por uma não tão nova, é uma boa hora para apostar no mercado de usados, que volta a se reaquecer. “Cresce o desejo de trocar de equipamento, mas se o cliente não tem como pagar o alto preço de uma máquina nova, ele procura um seminovo a um preço acessível”, diz Gonçalo Casanova, diretor geral da InBrasil, revenda autorizada Apple que trabalha com equipamentos seminovos.</span></p>
<p><span>Os PowerPC continuam com alta procura, apesar de os Mac Intel já terem chegado à fase de usados, porque têm um preço atrativo e uma boa performance. “Existe, ainda hoje, pessoas que buscam Macs G3 e G4 por seu custo–benefício”, afirma Gonçalo. Mas a tendência é que a procura pelos Mac Intel aumente e os antigos acabem virando item de colecionador. Os Macs com processadores G5, por exemplo, ainda dão no couro e têm uma boa procura pelos usuários. “Existem equipamentos antigos que são valorizados devido à dificuldade de encontrá-los no mercado e à relação de performance e custo. Quem conhece um pouco mais de Mac, sabe escolher um modelo que atenda a suas necessidades”, afirma Gonçalo.</span></p>
<p><span>As dicas para comprar um Mac usado são simples, mas devem ser seguidas à risca para não causa choro e ranger de dentes depois da negociação feita (veja a lista completa na página ao lado). Na hora de comprar ou trocar um Mac usado, é importante verificar se as peças dos Macs são originais, se ainda existe a nota fiscal, a bateria e o HD. Nos desktops, em especial, é preciso verificar se o monitor está funcionando bem e sem as famigeradas listras de pixels mortos pela tela, comuns principalmente no iMac de 17 polegadas (modelo Intel ou Power PC G5).</span></p>
<p><span>Por enquanto, os modelos de Macs mais procurados continuam sendo os iMacs G5, Power Macs e o Mac Pro. Se você prefere um Mac portátil, os MacBooks branco e preto já estão sendo revendidos a um preço mais baixo do que das lojas, porque estão sendo substituídos pelos novos modelos de alumínio. “O custo–benefício de uma máquina seminova vale a pena quando se tem garantia e condição de pagamento”, diz Gonçalo. Mesmo os Macs sendo os computadores mais caros do mundo, ele ainda está ao alcance de todos. </span></p>
<p><strong>Dicas para comprar seu Mac usado</strong></p>
<div>
<p><span>Sempre que possível, exija a documentação do Mac. Esta é a sua principal garantia de procedência. Infelizmente, roubos de computadores, principalmente portáteis, atingem a todos – macmaníacos e pecezistas – igualmente. A principal vantagem do Mac é ter seu número de série sempre acessível (pelo programa Visão Geral do Sistema ou pelo menu </span><strong>Apple &gt; Sobre Este Mac</strong><span>). Mas em caso de dúvida sobre a procedência do equipamento, fale com o AppleLine (0800-761-0880).</span></p>
<p><span>Peça também manuais e todos os equipamentos que vieram com o Mac (cabos, adaptadores etc.). Para quem vende, talvez faça falta, mas para quem compra, pode, depois, significar gasto extra para adquiri-los.</span></p>
<p><span>Antes de correr atrás de galinhas mortas, verifique as condições do equipamento. Lembre-se: o que pode ser um pequeno arranhão insignificante para o vendedor pode ser um ferimento gravíssimo para quem está comprando.</span></p>
<p><span>Verifique sempre a configuração original e o potencial de expansão do Mac que você quer comprar. Esta pode ser a diferença entre uma máquina que pode render muito ainda e um Mac fadado a virar peça de museu. Um bom lugar para descobrir referências sobre os mais diferentes modelos de Mac é no site </span><a href="www.everymac.com" target="_blank">EveryMac</a><span>. Lá, você encontra tudo organizado, inclusive as oportunidades de upgrade da máquina (total de RAM, HD etc.).</span></p>
<p><span>Se você tiver uma assistência técnica de confiança ou programas de verificação, faça uma checagem básica. Softwares como DiskWarrior e Tech Tool Pro servem para verificar se está tudo OK, principalmente o HD, que é uma das peças mais sensíveis. Se for um notebook, pergunte quanto tempo está durando a bateria, já que ela tende a perder vida útil com o passar do tempo. No Visão Geral do Sistema, é possível verificar a quantidade de ciclos de recarga da bateria e seu estado (em porcentagem).</span></p>
<p><span>Pesquise bem antes de decidir. Hoje em dia, são muitas possibilidades para encontrar um Mac usado: sites, fóruns de discussão, como o da </span><a href="www.macmais.com.br/forum" target="_blank">MAC+</a><span> e revendas autorizadas. Procure a melhor relação custo–benefício.</span></p>
<p><strong>O limite entre o clássico e o velho</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-medium wp-image-7792" title="39-macusado-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-1-360x265.jpg" alt="39-macusado-1" width="360" height="265" /></strong></p>
<div>
<p><span>Diz o ditado que Macintosh não fica velho, vira clássico. E praticamente todo mundo que comprou um Mac na década passada pegou xodó e teve dificuldade para livrar-se dele, mesmo depois de deixá-lo anos exilado em um guarda-roupa. Alguns modelos têm valor de coleção e podem atingir cotações totalmente alheias à sua funcionalidade. Mas os colecionáveis valiosos são bem mais raros do que você supõe (ou os vendedores no Mercado Livre querem fazer você supor).</span></p>
<p><span>Portanto, antes de cair de amores por um Mac velhinho, formule com toda a clareza qual é a sua intenção para com ele. Se for para decorar seu escritório de arquitetura com um exemplo inspirador de design, ótimo. Mas um G3 bege nunca vai rodar o YouTube direito. Não insista! Metade das consultas em fóruns sobre Macs antigos é de gente que não dá o braço a torcer e insiste em obrigar seu pobre Mac a executar tarefas modernas que ele não consegue por concepção. Respeite-o.</span></p>
<p><span>Se a ideia é arranjar um Mac que sirva para trabalhar, interprete os sinais: na tabela de preços deste artigo não consta nada que não possa rodar Tiger ou Leopard. Não aposte tudo em um modelo para o qual já não há peças de reposição em estoque, pois você se arrependerá no primeiro pau de HD. Um exemplo de Mac recentemente convertido em clássico é o iMac G4, atraente para coleção devido à sua relativa raridade no Brasil.</span></p>
<p><span>Ao negociar um Mac antigo, ou ele virá sem documentação e software em CD, ou virá com tudo original e perfeitamente inútil, devido à existência de versões mais novas dos programas. Prepare-se para dedicar um tempo de estudo às características do equipamento.</span></p>
<p><span>No caso de um colecionável raro (Macintosh SE, Quadra 950, Mac TV, 512Ke, Color Classic, Lisa), tenha um cuidado extremo. As partes plásticas ficaram quebradiças e irão rachar e esfarelar facilmente. A máquina não pode ficar exposta à luz do sol. Muitos componentes não têm mais equivalente em Santa Efigênia. Em caso de dúvida, não mexa sem antes buscar informação detalhada.</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7793 alignleft" title="39-macusado-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-2.jpg" alt="39-macusado-2" width="170" height="118" /><strong>PowerBook G4 (Titanium)</strong></span></p>
<p><span>Modelo<span> </span>- Média de preço</span></p>
<p><span>867 MHz<span> </span>R$ 800 ~ 1 mil</span></p>
<p><span>1 GHz <span> </span>R$ 1 mil ~ 1.200</span></p>
<p><img class="size-full wp-image-7794 alignright" title="39-macusado-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-3.jpg" alt="39-macusado-3" width="152" height="143" /><strong>iMac G5</strong></p>
<p><span>Modelo (GHz) - Média de preço</span></p>
<p><span>1,8<span> </span>R$ 1 mil ~ 1.400</span></p>
<p><span>2,0 <span> </span>R$ 1.200 ~ 1.500</span></p>
<p><span><br />
</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7795 alignleft" title="39-macusado-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-4.jpg" alt="39-macusado-4" width="128" height="154" /><strong>Power Mac</strong></span></p>
<div>
<p><span>Modelo (GHz) - Média de preço</span></p>
<p><span>1,25 GHz mono <span> </span>R$ 400 900</span></p>
<p><span>1,25 GHz dual <span> </span>R$ 500 1.200</span></p>
<p><span><br />
</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7796 alignright" title="39-macusado-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-5.jpg" alt="39-macusado-5" width="196" height="165" /><strong>iBook G4 </strong></span></p>
<div>
<p><span>Modelo<span> </span>- Média de preço</span></p>
<p><span>1,2 GHz<span> </span>R$ 800 ~ 1.150</span></p>
<p><span>1,33 GHz<span> </span>R$ 1.050 ~ 1.200</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7797 alignleft" title="39-macusado-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-6.jpg" alt="39-macusado-6" width="168" height="94" /><strong>MacBook Pro</strong></span></p>
<p><span>Modelo<span> </span>- Média de preço</span></p>
<p><span>Core Duo 1,83 GHz <span> </span>R$ 1.800 ~ 2.100</span></p>
<p><span>Core Duo 2 GHz <span> </span>R$ 2 mil ~ 2.250</span></p>
<p><span>Core Duo 2,16 GHz ( 15”) <span> </span>R$ 2.250 ~ 2.500</span></p>
<p><span>Core Duo 2,16 GHz (17”) <span> </span>R$ 2.500 ~ 3 mil</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 2,16 GHz <span> </span>R$ 2.200 ~ 2.600</span></p>
<p><span>Core 2 duo 2,33 GHz (15”) <span> </span>R$ 2.800 ~ 3.100</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 2,33 GHz (17”) <span> </span>R$ 3 mil ~ 3.500</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7798 alignright" title="39-macusado-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-7.jpg" alt="39-macusado-7" width="164" height="145" /><strong>iMac Intel</strong></span></p>
<p><span>Modelo -<span> </span> <span> </span>Média de preço</span></p>
<p><span>Core Duo 17” <span> </span>R$ 1.200</span></p>
<p><span>Core Duo 20” <span> </span>R$ 1.400</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 17(branco)<span> </span>R$ 1.200 ~ 1.500</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 20”(branco)<span> </span>R$ 1.250 ~ 1.750</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 24”(branco)<span> </span>R$ 2.500 ~ 2.800</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 20”(alumínio/2007)<span> </span>R$ 2.500 ~ 3 mil</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 24” (alumínio/2007) <span> </span>R$ 3 mil ~ 4.500</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7799 alignleft" title="39-macusado-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-8.jpg" alt="39-macusado-8" width="282" height="133" /><strong>MacBook</strong></span></p>
<div>
<p><span>Modelo - Média de preço</span></p>
<p><span>Core Duo 1,83 GHz <span> </span>R$ 1 mil ~ 1.350</span></p>
<p><span>Core Duo 2 GHz (branco) <span> </span>R$ 1 mil ~ 1.450</span></p>
<p><span>Core Duo 2 GHz (preto) <span> </span>R$ 1.450 ~ 1.900</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 2 GHz (branco) <span> </span>R$ 1.400 ~ 1.800</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 2 GHz (preto) <span> </span>R$ 1.900 ~ 2.100</span></p>
<p><span>Core 2 Duo 2,16 GHz (branco) <span> </span>R$ 1.600 ~ 1.900</span></p>
<p><span>Core 2 duo 2,16 GHz (preto) <span> </span>R$ 1.900 ~ 2.200</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7800 alignright" title="39-macusado-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-9.jpg" alt="39-macusado-9" width="195" height="108" /><strong>Mac mini</strong></span></p>
<p><span>Modelo<span> </span>- Média de preço</span></p>
<p><span>G4 <span> </span>R$ 450 ~ 650</span></p>
<p><span>Core Solo <span> </span>R$ 500 ~ 800</span></p>
<p><span>Core Duo <span> </span>R$ 550 ~ 900</span></p>
<p><span>Core 2 Duo <span> </span>R$ 950 ~ 1.200</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7801 alignleft" title="39-macusado-10" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-10.jpg" alt="39-macusado-10" width="239" height="145" /><strong>PowerBook G4 (Aluminium) </strong></span></p>
<div>
<p><span>Modelo<span> </span>- Média de preço</span></p>
<p><span>12” <span> </span>R$ 1.050 ~ 1.600</span></p>
<p><span>15” <span> </span>R$ 1.450 ~ 1.800</span></p>
<p><span>17” <span> </span>R$ 1.500 ~ 2.200</span></p>
<p><span><img class="size-full wp-image-7802 alignright" title="39-macusado-11" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-macusado-11.jpg" alt="39-macusado-11" width="90" height="134" /><strong>Power Mac G5</strong></span></p>
<p><span>Modelo<span> </span> <span> </span>Média de preço</span></p>
<p><span>Dual <span> </span>R$ 2.500 ~ 5.200</span></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p><em><strong>Bianca Hayashi não pretende se desfazer de seu MacBook preto tão cedo. Mas já sabe o que fazer quando for necessário.</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Compactas a partir de 10 megapixels</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/compactas-a-partir-de-10-megapixels/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 20:40:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Amaya</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Life]]></category>

		<category><![CDATA[Canon]]></category>

		<category><![CDATA[compactas]]></category>

		<category><![CDATA[Fujifilm]]></category>

		<category><![CDATA[Kodak]]></category>

		<category><![CDATA[máquinas fotográficas]]></category>

		<category><![CDATA[nikon]]></category>

		<category><![CDATA[Panasonic]]></category>

		<category><![CDATA[Samsung]]></category>

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		<description><![CDATA[A nova safra de câmeras de bolso busca oferecer algo além de uma imagem maior que a do modelo do ano passado ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-icone.png" /><span>Entra ano, sai ano, e os sensores das câmeras digitais ganham mais alguns pixels. Agora é a hora da primeira geração das compactas a romper a barreira psicológica e mercadológica dos 10 megapixels. E uma ou outra câmera finalmente se atreve a peitar as camcorders com capacidades de vídeo vitaminadas (em alta definição, ou HD). Qual delas combina mais com você? Você está prestes a descobrir.</span></p>
<p><span>Mas antes de ler os testes, é bom ter algumas noções importantes. Dez megapixels é resolução suficiente para preencher uma ampliação de 32 por 24 centímetros, com a mesma nitidez de uma capa de revista de arte. Mas a imagem gerada pela objetiva, em qualquer modelo de compacta, dificilmente contém detalhe suficiente para aproveitar todo esse potencial, ao contrário do que é possível com uma SLR (reflex) profissional. Conscientes dessa barreira tecnológica, as empresas fotográficas apostam cada vez mais em diferenciais nos recursos, como os novos modos de captura automáticos e funções de retoque e panorama.</span></p>
<p><span>Além das diferenças na óptica, as variações de preço contribuem para a distinção entre as câmeras que testamos. De um lado temos as básicas e baratas (Nikon e Kodak); do outro, as chiques e caras (Canon e Fujifilm). A Samsung representa um meio-termo. Concorrendo por fora, em uma categoria à parte, está a Panasonic, com sua câmera que lembra bem mais as da sua prestigiosa parceira Leica do que as da concorrência imediata, liderada pelos modelos “superzoom” da Canon e da Sony.</span></p>
<p><span>Na função de vídeo, a Canon mata todas as outras com seu excelente Full HD. No que toca à qualidade pura de imagem, a Panasonic é a campeã, mesmo produzindo menos pixels que a Canon.</span></p>
<p><strong>Canon</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="size-medium wp-image-7468 aligncenter" title="39-cameras-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-1-360x202.jpg" alt="39-cameras-1" width="360" height="202" /></strong></p>
<p style="text-align: left;"><em><strong>Vídeo HD </strong><span style="font-weight: normal;">Esta imagem é um quadro de um vídeo e não uma foto. A câmera inclui uma classuda saída HDMI junto da USB</span></em></p>
<p><span style="font-weight: normal;">A Canon inventou o conceito da câmera digital compacta moderna, com a histórica série IXUS/ELPH. Como as outras marcas já assimilaram o conceito, ela busca destacar-se dos imitadores com inovações no formato físico – a SD960 lembra um celular – e na rodinha de controle “estilo iPod”, presente também nos modelos profissionais da Canon. Combinando a rodinha aos elegantes menus, o resultado é a interface mais refinada dentre todas as câmeras do teste. E nem precisava: ela foi feita para uso sempre no automático, sem preocupações com ajustes manuais. Sua impressionante velocidade ao atender aos comandos é outra boa surpresa. Para finalizar, é uma das poucas que gravam vídeo em HD (720p). Não é à toa que a Canon fala em “gratificação imediata”. Pode custar mais que outras da categoria, mas a diferença é justa.</span></p>
<p><a href="http://www.elgin.com.br" target="_blank">Canon PowerShot SD960 IS </a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7469" title="39-cameras-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-2-360x336.jpg" alt="39-cameras-2" width="252" height="235" /></p>
<p><strong>Prós</strong></p>
<p>Design e interface sofisticados; rápida no gatilho; vídeo em 720p com saída HDMI</p>
<p><strong>Contras</strong></p>
<p>Não aproveita a fundo o sensor de 12 megapixels</p>
<p><strong>Preço</strong></p>
<p>R$ 1.500 (Kalunga)</p>
<p><strong>Panasonic</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-medium wp-image-7470" title="39-cameras-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-3-360x238.jpg" alt="39-cameras-3" width="360" height="238" /></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><em>Zoom extremo<span style="font-weight: normal;"> As duas fotos são do mesmo lugar. Uma em Wide e a outra em Tele. As possibilidades de enquadramento com o zoom da Lumix são radicais</span></em></p>
<p><span style="font-weight: normal;">A Panasonic inventou a categoria das câmeras compactas com lentes zoom seriamente turbinadas, com zoom de 12x, como o que equipa este modelo. De visual sério, tradicionalista e industrial como todas as Lumix compactas, a ZS1 até cabe no bolso, mas no limite do conforto. O LCD é saliente e o botão seletor é macio, podendo sair da posição facilmente. Em compensação, a objetiva é uma estupenda Leica que vai de grande-angular (equivalente a 25mm) até teleobjetiva (300mm) em menos de dois segundos, e ainda é estabilizada e sem distorção. No modo macro, é possível encostar a lente no objeto! O problema de ruído de sensor das Lumix anteriores foi atenuado. A capacidade de vídeo é apenas suficiente para registros básicos. Com sua extrema versatilidade óptica, é perfeita para quem deseja aprender e praticar fotografia de alto nível com uma compacta.</span></p>
<div>
<p><a href="http://www.panasonic.com.br" target="_blank">Panasonic Lumix DMC-ZS1</a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7471" title="39-cameras-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-4-360x229.jpg" alt="39-cameras-4" width="252" height="160" /></p>
<p><strong>Prós</strong><span><br />
</span>Objetiva zoom excepcional; design robusto e sério</p>
<p><strong>Contras</strong><span><br />
</span>Maior do que o que muita gente considera hoje como compacta</p>
<p><strong>Preço</strong></p>
<p>R$ 1.600 (sugerido)</p>
<p><strong>Samsung</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-medium wp-image-7472" title="39-cameras-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-5-360x250.jpg" alt="39-cameras-5" width="360" height="250" /></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><em>Photoshop de bolso <span style="font-weight: normal;">O Beauty Shot retoca automaticamente as áreas de pele do rosto, com uma precisão assombrosa </span></em></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span>A aparência conservadora desta Samsung pode enganar os desavisados. Esta câmera é repleta de recursos. Embora os puristas torçam o nariz, acreditamos que, no contexto da foto casual, tudo o que a câmera puder fazer para ajudar é bem-vindo. Além do modo Full Auto e da detecção facial que já equipa todas as compactas, ela traz funções especiais para repetir um enquadramento prévio e também o notável Beauty Shot, que detecta as áreas de pele num retrato e as “alisa” automaticamente. É como um pedacinho do Photoshop trazido para dentro da câmera. Só que o processamento da foto exige esperar alguns segundos. A função Smart Album ajuda a achar as fotos por data, tema e cor predominante. Há ainda um modo de Guia de Ajuda de Foto, um ótimo guia interativo com instruções em português para novatos. O vídeo é VGA.</span></p>
<p><a href="www.samsung.com/br" target="_blank">Samsung PL50</a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7473" title="39-cameras-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-6-360x198.jpg" alt="39-cameras-6" width="252" height="139" /></p>
<p><strong>Prós</strong><span><br />
</span>Modos automáticos e efeitos inovadores; interface com tutorial</p>
<p><strong>Contras</strong><span><br />
</span>Processamento da imagem nos modos criativos pode demorar</p>
<p><strong>Preço</strong></p>
<p>R$ 800 (Fnac)</p>
<p><strong>Fujifilm</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-medium wp-image-7474" title="39-cameras-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-7-360x269.jpg" alt="39-cameras-7" width="360" height="269" /></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><em>Visual alegre <span style="font-weight: normal;">Embora seja lustrosa e tenha opções de cores, a versão preta que testamos fica praticamente invisível na mão</span></em></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span>Esta câmera, apelidada “Sleek &amp; Curvy”, é a mais fashion do grupo, com sua estilização que lembra as antigas Olympus Stylus. O chique contorno arredondado emoldura a portinha frontal de correr e a objetiva embutida, que não sai do corpo, como nas outras. Essa construção resulta em uma velocidade impressionante para ligar a câmera. Ela é ridiculamente fácil de carregar no bolso. Os recursos para facilitar a foto amadora estão presentes, com destaque para o Group Timer e o Couple Timer, que só tiram a foto de um grupo ou casal quando os rostos estão dentro do enquadramento. O único ponto polêmico são os controles traseiros. Feitos de silicone, eles estão organizados em duas fileiras e não no habitual círculo, o que requer um pouco de treino. O vídeo é VGA. O conector USB fica protegido dentro do compartimento da bateria.</span></p>
<p><a href="www.fujifilmshop.com.br" target="_blank">Fujifilm FinePix Z30</a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7475" title="39-cameras-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-8-360x225.jpg" alt="39-cameras-8" width="252" height="158" /></p>
<p><span><strong>Prós</strong><br />
</span>Design simpático; intuitiva e rápida nos comandos</p>
<p><strong>Contras</strong><span><br />
</span>Botões traseiros não são muito fáceis de operar</p>
<p><strong>Preço</strong></p>
<p>R$ 800 (Extra)</p>
<p><strong>Nikon</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-medium wp-image-7476" title="39-cameras-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-9-360x480.jpg" alt="39-cameras-9" width="252" height="336" /></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><em>Levíssima <span style="font-weight: normal;">A CoolPix é uma das menores câmeras da categoria e pesa somente 117 gramas – incluindo bateria e cartão!</span></em></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span>Esta Nikon é a menor de todas as compactas do teste, com as dimensões de um cartão de crédito e a mesma finura das Sony Série T. É leve como uma pluma, mas o corpo é todo de metal. Despretensiosa, seu recurso mais avançado é a detecção de rosto múltipla, e a estabilização de imagem é digital e não óptica. O software interno é o mesmo da geração anterior – funcional e completo, mas bem longe do charme da Canon, por exemplo. O vídeo é apenas VGA (640×480 pixels). O modo contínuo (burst) dá uma pausa considerável após tirar sete fotos, exigindo cuidado em seu uso, e não funciona quando a função de correção de distorção da lente está ativada. Aliás, esta é a única câmera do teste com problemas visíveis de aberração cromática (franjas coloridas na área periférica da foto). Mas o ruído visível em ISO alto (800 e 1.600) é surpreendentemente baixo. Em resumo, uma câmera simples, barata e de boa procedência, para levar sempre no bolso.</span></p>
<p><a href="www.nikonbrasil.com" target="_blank">Nikon CoolPix S225</a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7477" title="39-cameras-10" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-10-360x276.jpg" alt="39-cameras-10" width="252" height="193" /></p>
<p><strong>Prós</strong><span><br />
</span>Simples de operar; muito pequena; ótimos modos automáticos</p>
<p><strong>Contras</strong><span><br />
</span>Qualidade óptica fica devendo à de outras da mesma faixa de preço</p>
<p><strong>Preço</strong></p>
<p>R$ 800 (Nikon)</p>
<p><strong>Kodak</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-medium wp-image-7478" title="39-cameras-11" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-11-360x270.jpg" alt="39-cameras-11" width="360" height="270" /></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><em>Captura esperta <span style="font-weight: normal;">É muito melhor confiar nos modos automáticos de cena da Kodak do que ficar caçando a exposição ideal manualmente</span></em></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span>O corpo da M340 é fino e leve como o da Nikon. A disposição dos controles é à prova de enganos. Quatro botões de funções ficam alinhados ao LCD, que tem uma qualidade fora do normal. Há um pequenino botão “Share” na face traseira. Ele aciona funções de organização que são integradas ao ótimo aplicativo EasyShare, um programa similar ao iPhoto. A câmera é muito despojada; claramente foi projetada para não dar trabalho algum ao seu dono. A função de destaque é o modo guiado de panorama, que “costura” até três fotos na própria câmera. Só não é recomendável para captura de vídeo, pois o motor de foco da lente gera um ruído claramente audível na gravação. Um bom exemplo que deveria ser seguido pelas outras marcas é a possibilidade de recarregar a bateria a partir de seu Mac, por meio do cabo USB. </span><span> </span><span> </span></p>
<p><a href="wwwbr.kodak.com" target="_blank">Kodak EasyShare M340 </a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7479" title="39-cameras-12" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-cameras-12-360x186.jpg" alt="39-cameras-12" width="252" height="130" /></p>
<p><span><strong>Prós</strong><br />
</span>Simples de operar; ótima qualidade de imagem sob luz do dia</p>
<p><strong>Contras</strong><span><br />
</span>Não tem estabilização; capta ruído ao gravar vídeo</p>
<p><strong>Preço</strong></p>
<p>R$ 800 (sugerido)</p>
<p><strong><em>Mario Amaya, depois de testar tantas câmeras compactas, acha que está chegando a hora das reflex.</em></strong></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/compactas-a-partir-de-10-megapixels/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Não economize nas camadas</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/nao-economize-nas-camadas/</link>
		<comments>http://macmais.terra.com.br/tutoriais/nao-economize-nas-camadas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 18:22:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Mello</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Mac Pro]]></category>

		<category><![CDATA[Adobe Photoshop]]></category>

		<category><![CDATA[Photoshop]]></category>

		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Use as layers dos arquivos de Photoshop ou Illustrator a seu favor
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-indesign-icone.png" />Não é todo mundo que fuça nas ferramentas dos aplicativos. A grande maioria das pessoas utiliza as mais básicas, e isso é, de fato, suficiente para o usuário comum. No entanto, tenho certeza de que muitos poderiam aproveitar melhor o tempo com algumas dicas.</p>
<p>Nas agências e estúdios, os diretores de arte trabalham com o software que melhor dominam, mas ganhariam tempo e teriam o mesmo resultado usando mais de um programa, se explorassem melhor suas funções. O pessoal da arte-final sabe que os diretores de arte curtem mesmo um Photoshop (e façam aquela lambança).</p>
<p>O Photoshop é um software poderoso, mas tem suas restrições. A principal delas é o tamanho dos arquivos. Quer um exemplo? Criam-se vários arquivos PSD, cada um com versões ou diferenças sutis (por exemplo, um produto com ou sem sombra), e aplicam no InDesign cada um separadamente. Muitos links semelhantes inseridos no layout aumentam o tamanho do empacotamento e prejudicam o envio dos arquivos.</p>
<p>Desde a versão 4, os arquivos PSD (padrão do Photoshop) são estruturados em camadas, que interferem e interagem umas com as outras, gerando os efeitos incríveis que enganam e encantam nossos olhos. A maioria dos programas de editoração entende essas camadas e permite ao usuário tirar proveito delas da melhor maneira possível. O pacote Creative Suite da Adobe principalmente.</p>
<p>Veremos que a partir de um arquivo original PSD podemos ter diversos resultados no InDesign. E o melhor, ao colocar um documento do Photoshop no InDesign, as interferências não alterarão o arquivo original.</p>
<p>A título de curiosidade, o controle de camadas explicado a seguir também funciona para arquivos do Illustrator. Mas, neste caso, em vez de entender e permitir o controle de cada um das camadas, o InDesign entende apenas os grupos de camadas do Illustrator. Assim, organize seus arquivos e separe as “versões” em camadas e subcamadas no programa de desenho vetorial da Adobe antes de importar no InDesign.</p>
<p><span>A dica maior que tenho a oferecer é, sempre que possível, construir um arquivo PSD apenas, colocando as versões ou diferenças organizadas em grupos. Assim, há uma substancial economia de tempo e de espaço  em disco (quando se fala em imagens grandes, acredite, faz diferença). </span></p>
<p><strong>Camadas em ordem</strong></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7767 aligncenter" title="39-indesign-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-indesign-1-360x223.jpg" alt="39-indesign-1" width="360" height="223" /></span></p>
<p><span>No Photoshop, construa seu arquivo organizando as camadas de maneira que estejam fáceis de serem identificadas. Coloque nome, use as etiquetas coloridas, agrupe. Isso facilitará bastante o trabalho posteriormente. Separe as opções de layout de maneira clara, para que seu uso fique simples no InDesign.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7768 aligncenter" title="39-indesign-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-indesign-2-360x260.jpg" alt="39-indesign-2" width="360" height="260" /></span></p>
<p><span>Como já dissemos, no Illustrator a coisa é um pouco diferente. O InDesign só entende os grupos, não as camadas isoladamente. Assim, separe suas opções, organizando-as e identificando-as, e crie grupos, selecionando os objetos e pressionando </span><strong>[Command] </strong><span>+ </span><strong>[G]</strong><span>. Isso será muito útil na montagem do layout.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7769 aligncenter" title="39-indesign-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-indesign-3-360x270.jpg" alt="39-indesign-3" width="360" height="270" /></p>
<p><span>O comportamento da ferramenta Object Layer Options será diferente para os dois casos, mas a eficiência do processo é comum aos dois tipos de arquivos. Um pouco mais de dedicação na montagem dos arquivos a serem inseridos no layout pouparão tempo precioso no andamento do projeto.</span></p>
<div>
<p><strong>Camadas e mais camadas</strong></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7770 aligncenter" title="39-indesign-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-indesign-4-360x248.jpg" alt="39-indesign-4" width="360" height="248" /></span></p>
<p><span> Pelo menu </span><strong>File &gt; Place</strong><span>, ou </span><strong>[Command] </strong><span>+ </span><strong>[D]</strong><span>, localize e se prepare para inserir o arquivo normalmente. Para se ter controle sobre a maneira como o InDesign receberá o arquivo PSD, é necessário clicar no quadrado que habilita o Show Import Options. Uma caixa de opções aparecerá antes que você posicione a imagem.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7771 aligncenter" title="39-indesign-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-indesign-5-360x249.jpg" alt="39-indesign-5" width="360" height="249" /></p>
<p><span>Essa caixa de diálogo permite o controle do comportamento da imagem, do perfil de cor e das camadas. O que nos interessa agora é o controle das camadas. É possível escolher as camadas que serão exibidas, deixando o ícone em forma de olho, ao lado do nome da camada. Sem olho, a camada fica invisível. </span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7772 aligncenter" title="39-indesign-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-indesign-6-360x248.jpg" alt="39-indesign-6" width="360" height="248" /></p>
<p><span>Nessa mesma caixa de diálogo, podemos determinar como a imagem se comportará quando fizermos alterações no Photoshop. A opção para deixar a visibilidade das camadas conforme determinado faz com que a exibição das camadas feita no InDesign seja mantida quando a imagem for modificada no Photoshop.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7773 aligncenter" title="39-indesign-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-indesign-7-360x333.jpg" alt="39-indesign-7" width="360" height="333" /></p>
<p><span> Veja que as imagens e textos do PSD aparecem sobrepostos e encavalados. Consertaremos a seguir. Selecione a imagem e escolha o menu </span><strong>Object &gt; Object layer options</strong><span>. Ou clique com o botão da direita do mouse e selecione Object layer options no menu contextual da imagem. Muito mais rápido.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7774 aligncenter" title="39-indesign-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-indesign-8-360x228.jpg" alt="39-indesign-8" width="360" height="228" /></span></p>
<p><span>Desligue a camada que não deseja que seja exibida nessa imagem, clicando no olho correspondente e clique OK. Duplique a imagem. Existem diversas maneiras de fazer isso: menu </span><strong>Edit &gt; Duplicate</strong><span> ou pelo teclado </span><strong>[Command]</strong><span> + </span><strong>[Option] </strong><span>+ </span><strong>[Shift] </strong><span>+ </span><strong>[D]</strong><span> ou arrastar a imagem segurando a tecla </span><strong>[Option]</strong><span>. </span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7775 aligncenter" title="39-indesign-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-indesign-9-360x262.jpg" alt="39-indesign-9" width="360" height="262" /></span></p>
<p><span>Selecione a imagem duplicada e repita o passo 5 para abrir o Object layer options. Troque as camadas ativas, apagando a que está visível e ligando a que estava invisível na outra imagem. Note que com um arquivo temos “duas imagens” e, com isso, economizamos tempo e disco.</span></p>
<div>
<p><strong>Mais umas coisinhas&#8230;</strong></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7776 aligncenter" title="39-indesign-10" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-indesign-10-360x258.jpg" alt="39-indesign-10" width="360" height="258" /></span></p>
<p><span>Não é apenas gerenciamento de camadas que é possível fazer diretamente no InDesign. Pode-se gerenciar, também as Layers Comps, composições de camadas, no Photoshop. Na mesma caixa do Object Layer Options. São definidos no Photoshop, e sua explicação fica para uma próxima matéria.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7777 aligncenter" title="39-indesign-11" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-indesign-11-360x364.jpg" alt="39-indesign-11" width="360" height="364" /></span></p>
<p><span>Paths, máscaras e canais alfa também podem ser selecionados, por meio do menu </span><strong>Object &gt; Clipping Path&gt; Options [Command] </strong><span>+ </span><strong>[Option] </strong><span>+ </span><strong>[Shift] </strong><span>+ </span><strong>[K]</strong><span>. Use para remover fundos ou como limite para que o texto corra ao redor (Text Wrap). Quando importados, esses arquivos aparecem com transparência.</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span> <img class="size-medium wp-image-7778 aligncenter" title="39-indesign-12" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-indesign-12-360x248.jpg" alt="39-indesign-12" width="360" height="248" /></span></p>
<p><span>Perfis de cor: ao importar uma imagem com perfil de cor definido, o InDesign embute o perfil na informação da imagem. Você pode desligar o perfil usando o Import Options descrito no item 1 do tutorial acima.Vale lembrar que as modificações escolhidas no InDesign não alteram a imagem original.</span></div>
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<p><em><strong><a href="www.personalagency.com.br" target="_blank">Alexandre Mello</a> espera que as camadas de sua coluna vertebral melhorem logo para voltar à vida normal.</strong></em></p>
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