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	<title>Mac+ &#187; Resenha</title>
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	<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 09:32:02 +0000</pubDate>
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		<title>Magic Mouse: um rato de futuro</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 19:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Miranda</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

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		<description><![CDATA[Testamos o novo mouse da Apple e podemos dizer com certeza que nenhum outro é igual]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050075.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9462" title="p1050075" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050075-100x100.jpg" alt="p1050075" width="100" height="100" /></a><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050094.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9465" title="p1050094" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050094-100x100.jpg" alt="p1050094" width="100" height="100" /></a></p>
<p><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050072.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9460" title="p1050072" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050072-100x100.jpg" alt="p1050072" width="100" height="100" /></a><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050138.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9473" title="p1050138" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050138-100x100.jpg" alt="p1050138" width="100" height="100" /></a></p>
<p><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050160.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9477" title="p1050160" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050160-100x100.jpg" alt="p1050160" width="100" height="100" /></a>Depois de mais de um mês de espera, conseguimos um Magic Mouse. E para você ter uma idéia da euforia que esse gadget causou em todos os macmaníacos, além de já estar na lista dos 10 mais da Amazon, ele está esgotando rapidamente nas prateleiras. Até mesmo na Apple Store da 5ª Avenida, em Nova York ficou sem o produto para vendas (o nosso foi comprado em uma Best Buy e era a última peça!).</p>
<p>Recebido o Magic Mouse, começam as comparações com a geração anterior, o Mighty Mouse bluetooth. E a diferença já começa na embalagem.</p>
<div id="attachment_9468" class="wp-caption alignright" style="width: 370px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050113.jpg"><img class="size-medium wp-image-9468" title="p1050113" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050113-360x270.jpg" alt="p1050113" width="360" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Mesmo não sendo gigante, a caixa do Mighty Mouse é bem exagerada quando comparada com a do Magic Mouse</p></div>
<div id="attachment_9459" class="wp-caption alignleft" style="width: 370px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p10500711.jpg"><img class="size-medium wp-image-9459 " title="p10500711" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p10500711-360x270.jpg" alt="p10500711" width="360" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Transparente e minimalista, como a Apple gosta</p></div>
<p>A caixa do Magic Mouse é pequena, praticamente da largura do dispositivo, e de acrílico, deixando a mostra o produto, enquanto que a do antigo é bem maior e de papel. Essa é a nova Apple, querendo ser mais eficiente no transporte de seus produtos e salvar o planeta. Pode parecer uma bobagem, mas não é: quanto menos espaço ocupa, mais produtos são transportados e menos viagens são feitas. Assim, gasta-se menos combustível e o transporte é mais eficiente. Todo mundo ganha! Só para mostrar até onde pode ir a economia da Apple nessa história, as pilhas (que são oferecidas junto com o produto) já estão dentro do mouse, antes, elas vinham dentro da caixa.</p>
<p>Depois de tirar o Magic Mouse da caixa (que é selada por dois adesivos colados nas extremidades, é preciso ainda tirar o produto de uma base plástica onde ele fica preso. Embaixo dela está o manual de uso do produto e as regulamentações sobre a tecnologia bluetooth incluída no aparelho. E será por causa dessa papelada que o Magic Mouse só chegará no Brasil em dezembro (fala-se que a partir do dia 15 de dezembro ele já estará nas lojas, mas a data não é confirmada pela Apple Brasil, apenas por revendas). É preciso que ele seja analisado e aprovado pela Anatel, que costuma demorar um mês para formalizar todo o processo de homologação. O iMac lançado agora em outubro também terá que passar pela Anatel antes de ser vendido.</p>
<div id="attachment_9480" class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050166.jpg"><img class="size-medium wp-image-9480" title="p1050166" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050166-360x270.jpg" alt="p1050166" width="360" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Duas gerações de mouses, sem fio e lado a lado</p></div>
<div id="attachment_9472" class="wp-caption alignright" style="width: 370px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050136.jpg"><img class="size-medium wp-image-9472" title="p1050136" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050136-360x270.jpg" alt="p1050136" width="360" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">O manual é tão pequeno quanto o mouse</p></div>
<p>Ao colocar lado a lado com o Mighty Mouse, novas diferenças. O formato, mais baixo dá um destaque todo especial ao rato mágico. Mas essa vantagem estética tem seu lado ruim. Por ser bem mais baixo, ele não é ergonômico, isto é, não se encaixa com mais naturalidade à mão, causando uma estranheza que dura um bom tempo para sumir. Se você, como eu, está acostumado a usar um mousepad com protetor de pulso, vai perceber que o apoio é mais alto que o mouse em si, o que pode gerar um certo desconforto.</p>
<p>Mas vamos ao que interessa. Desembalado, é só ligar o ouse e depois configurá-lo usando o Assistente de Configuração Bluetooth. Em três passos, ele já está funcionado com o Mac e, automaticamente, se abre o Preferências do Sistema. Logo de cara, é preciso habilitar o segundo botão (também conhecido como botão direito). Para os mais puristas, é possível continuar usando a tecla [Control] para acessar os menus contextuais.</p>
<p>O painel de controle do Magic Mouse é bem simples. Em cima ficam controles deslizantes para rastreamento, rolagem e duplo clique, que podem ser alterados pelo usuário. Na parte de baixo, estão os controles dos gestos, com pequenos filmes mostrando o correto uso do Magic Mouse. Não tem muito segredo. Arrastar um dedo para cima ou para baixo move a página (scroll); dois dedos para o lado, a página se movimenta para os lados (scroll lateral). Usando a tecla [Control] e deslizar o dedo para cima, zoom na tela (para voltar ao normal, é só deslizar o dedo para baixo). E é só. Você pode fazer algumas alterações, como desligar o &#8220;embalo&#8221;, que é efeito de descer ou subir a página como no iPhone (em inglês, é momentum), além de alterar opções no zoom. Básico, mas funciona.</p>
<div id="attachment_9494" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/mouse_6.jpg"><img class="size-large wp-image-9494" title="mouse_6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/mouse_6-540x473.jpg" alt="Os controles são simples e funcionais" width="540" height="473" /></a><p class="wp-caption-text">Os controles são simples e funcionais</p></div>
<p>A partir daí é só uma questão de adaptação de usar um mouse que lembra mais um trackpad do MacBook do que o iPhone, sempre motivo de comparação quando se fala em tecnologia multitoque. Por ser menor e mais leve que o Mighty Mouse sem fio, tudo no começo é bem diferente. A falta da bolinha de rolagem, muito comemorada quando o Mighty Mouse foi lançado e depois se mostrou um grande problema, é realmente vantajosa. Rodar pela tela deslizando o dedo por sobre a superfície do Magic Mouse é uma sensação agradável, ao qual se acostuma rapidamente. O &#8220;embalo&#8221; na hora de rolar por uma página é bastante rápido, mas não tanto quanto no iPhone, o que, numa tela maior e com muito mais coisa para ler, faz diferença. O gesto de dois dedos é o único mais complicado de se acostumar, já que é preciso tirar a mão do mouse para depois efetuá-lo (se você já estiver com um dedo no mouse, a adição do segundo dedo pode promover rolagens e movimentos do cursos indesejados). Nada que o tempo não acerte.</p>
<p>A parte debaixo do mouse é de alumínio com duas hastes de plástico para ajudar no deslizamento sobre a mesa. Elas não interferem com nada e o mouse passa tranquilamente de um lado para o outro, sem arranhões ou atritos. A tecla de liga e desliga é muito pequena e traz uma certa dificuldade para ser movida. A anterior, de plástico, era muito melhor, já que além de ser a chave de ligar e desligar o mouse, também protegia a lente de laser.</p>
<p><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050161.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9478" title="p1050161" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050161-540x405.jpg" alt="p1050161" width="540" height="405" /></a></p>
<p>O Magic Mouse não é perfeito, como somos sempre levados a acreditar a cada lançamento vindo da Apple. Para alguns usuários, seu principal defeito é não ter mais os botões laterais, que podiam ser usados para acessar o Exposé ou o Dashboard. Nem mesmo o terceiro botão central (acionado quando pressionamos a bolinha de rolagem) foi poupado pelos engenheiros da empresa. Tudo se foi. Para quem estava acostumado com mais do que os dois botões básicos, não vai gostar nada do Magic Mouse. Além disso, para quem já é fã dos gestos nos trackpads dos MacBooks vai sentir falta de outras opções, como o de usar quatro dedos para acessar o Exposé. Hmmm&#8230; talvez esteja aí a solução dos problemas, mas por enquanto, é preciso se contentar em usar apenas dois dedos.</p>
<p><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050143.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9474" title="p1050143" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/p1050143-540x719.jpg" alt="p1050143" width="540" height="719" /></a></p>
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		<title>Agora, sim!</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 18:40:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Miranda</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Sincronização]]></category>

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		<description><![CDATA[Mudanças no iTunes 9 vão além da estética]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/itunes-9.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-7697" title="itunes-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/itunes-9-540x402.jpg" alt="itunes-9" width="540" height="402" /></a></p>
<p>Como milhões de pessoas no mundo inteiro, baixamos a nova versão do iTunes, lançada oficialmente no evento “It’s Only Rock and Roll”, que aconteceu em São Francisco com a presença de Steve Jobs. O iTunes 9 sofreu uma reformulação visual e acrescentou algumas funcionalidades interessantes, principalmente na parte de sincronia com iPods e iPhones (é preciso instalar a atualização do iPhone OS para a versão 3.1), além do Compartilhamento Familiar e as Seleções Genius (em inglês, Genius Mix).</p>
<p><strong>Estética</strong></p>
<p>O básico da interface do iTunes não mudou, mas alguns refinamentos podem ser notados, como os botões de Tocar/Retroceder/Avançar, que agora estão mais destacados, e o monitor  onde aparece a barra de progresso agora está mais brilhante. Além de mostrar o andamento da música que está tocando ou as “barrinhas dançantes”, também é possível acompanhar os downloads feitos da iTunes Store ou App Store, sem precisar selecionar a lista na barra lateral. Outra mudança na interface é no navegador (browser) que agora também pode ser visto na lateral e não só na parte superior da janela, permitindo que você escolha o que será visto dentro do browser. Mudança radical.</p>
<div id="attachment_7684" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/itunes-colunas.jpg"><img class="size-large wp-image-7684" title="itunes-colunas" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/itunes-colunas-540x403.jpg" alt="Com o novo visual, o navegador agora é uma coluna, o que pode confundir o usuário" width="540" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Com o novo visual, o navegador agora é uma coluna, o que pode confundir o usuário</p></div>
<p>O visual com fundo preto para a janela no modo de visualização por álbum deu lugar ao branco, deixando as capas bem destacadas. O modo por lista e por Cover Flow não sofreram qualquer mudança.</p>
<div id="attachment_7685" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/itunes-transferir.jpg"><img class="size-large wp-image-7685" title="itunes-transferir" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/itunes-transferir-540x70.jpg" alt="Ficou mais fácil ver a quantas anda o download daquele update do iPhone" width="540" height="70" /></a><p class="wp-caption-text">Ficou mais fácil ver a quantas anda o download daquele update do iPhone</p></div>
<p>A loja virtual de música e vídeos também foi repaginada, ficando mais clean e ganhando um novo formato de compra de músicas e vídeos, o iTunes LP e os Extras. Além disso, também é possível indicar e compartilhar álbuns e filmes em redes sociais (Facebook e Twitter) e novos ringtones para o iPhone por US$ 1,29 (antes, era preciso comprar uma música por US$ 0,99 e depois pagar mais US$ 0,99 para convertê-la).</p>
<div id="attachment_7686" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/itunes-loja-antiga.jpg"><img class="size-large wp-image-7686" title="itunes-loja-antiga" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/itunes-loja-antiga-540x418.jpg" alt="A bagunça da loja antiga..." width="540" height="418" /></a><p class="wp-caption-text">A bagunça da loja antiga...</p></div>
<div id="attachment_7687" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/itunes-loja-nova.jpg"><img class="size-large wp-image-7687" title="itunes-loja-nova" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/itunes-loja-nova-540x415.jpg" alt="...dá lugar a uma loja novinha em folha!" width="540" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">...dá lugar a uma loja novinha em folha!</p></div>
<p>Infelizmente, ainda não podemos oficialmente brincar nesse parquinho de diversões.</p>
<div id="attachment_7688" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/mais-facil.jpg"><img class="size-large wp-image-7688" title="mais-facil" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/mais-facil-540x432.jpg" alt="O modo de navegação na loja também mudou, acabaram-se as abas e ficou mais fácil encontrar o que se procura" width="540" height="432" /></a><p class="wp-caption-text">O modo de navegação na loja também mudou, acabaram-se as abas e ficou mais fácil encontrar o que se procura</p></div>
<p><strong>Nova Jukebox</strong></p>
<p>Além do visual, algumas funcionalidades foram introduzidas no iTunes 9. Uma delas é uma expansão do conceito Genius, introduzido no ano passado na versão anterior do programa. Se antes era possível criar uma lista “genial” a partir de uma determinada música como referência, agora temos as Seleções Genius (Genius Mix), que na verdade é uma seleção de músicas feita por gêneros e artistas e separadas em 12 listas especiais, como Rock Mix 1, Pop Mix, Soul Mix, entre outras.</p>
<div id="attachment_7689" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/selecoes-genius.jpg"><img class="size-large wp-image-7689" title="selecoes-genius" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/selecoes-genius-540x374.jpg" alt="Deixe o &quot;gênio&quot; dentro do iTunes escolher suas músicas" width="540" height="374" /></a><p class="wp-caption-text">Deixe o &quot;gênio&quot; dentro do iTunes escolher suas músicas</p></div>
<p>A diferença entre a lista e a seleção é que a primeira é feita a partir de uma escolha sua e é limitada até 100 músicas na sua discoteca digital. Já nas seleções, quem manda é o iTunes. Não dá para personalizar ou antecipar o que virá na sequência, apenas deixar o barco rolar. É como uma rádio, sem qualquer controle do usuário. Em nosso teste, até que o tal “gênio” dentro do iTunes fez um bom trabalho, misturando Elvis, Roy Orbison e Everly Brothers em uma seleção chamada Classic Rock. Se você ainda não tinha organizado suas músicas por gênero e queria usar as Seleções Genius, é uma boa hora para colocar a mão na massa.</p>
<div id="attachment_7690" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/selecoes-genius-tocando.jpg"><img class="size-large wp-image-7690 " title="selecoes-genius-tocando" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/selecoes-genius-tocando-540x404.jpg" alt="São cerca de 230 músicas em cada seleção, suficiente para horas de diversão" width="540" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">São cerca de 230 músicas em cada seleção, suficiente para horas de diversão</p></div>
<p>As Seleções Genius também podem ser sincronizadas no iPhone ou iPod. São as mesmas já existentes no iTunes e são ótimas para quem prefere levar para passear apenas uma seleção bacana de músicas. Para quem gosta de saber o que está acontecendo, na hora da sincronização, é possível a quantidade de músicas e quais fazem parte da lista (em geral, 230 músicas). Porém, o pessoal da Apple precisa melhorar sua integração idiomática: no iPhone, as Seleções Genius ficaram com o nome Misturas Genius.</p>
<p><strong>Sincronizar diferente</strong></p>
<p>As principais mudanças estão na parte de sincronizar sua biblioteca de mídia e aplicativos com iPods e iPhones. No caso dos aplicativos, as alterações foram radicais e, para falar a verdade, já estavam atrasadas. Agora, é possível escolher a página em que um aplicativo será instalad no iPhone ou iPod touch. Até que enfim! Nada de ficar perdido tentando achar um determinado programa na tela do celular ou do tocador. Além disso, você pode mudar o conteúdo do seu iPhone ou iPod diretamente na tela do iTunes, o que poupa um trabalhão de ficar pulando de página em página para apagar ou mover um aplicativo de lugar.</p>
<div id="attachment_7691" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/sincronizar-aplicativos.jpg"><img class="size-large wp-image-7691" title="sincronizar-aplicativos" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/sincronizar-aplicativos-540x415.jpg" alt="Sincronizar aplicativos no iPhone ou iPod touch do jeito certo!" width="540" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Sincronizar aplicativos no iPhone ou iPod touch do jeito certo!</p></div>
<p>Deletar um programa na tela do iPhone, imediatamente o tira da lista de sincronização. Ao adicionar um novo software, ele será posicionado na tela em que você estiver. Arraste o ícone do aplicativo para uma determinada janela, e ele será movido. Simples e prático como sempre deveria ser. Mas lembre-se: além de atualizar o iTunes, é preciso baixar a nova versão do iPhone OS, a 3.1, para poder usar o novo modo de sincronismo (quem usa iPhones desbloqueados não devem, por enquanto, fazerem a atualização, correndo o risco de travar o aparelho novamente).</p>
<div id="attachment_7692" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/tela-selecao-genius-sincronizar.jpg"><img class="size-large wp-image-7692" title="tela-selecao-genius-sincronizar" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/tela-selecao-genius-sincronizar-540x406.jpg" alt="Sincronize músicas por lista, artista ou só as seleções genius. Você escolhe!" width="540" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Sincronize músicas por lista, artista ou só as seleções genius. Você escolhe!</p></div>
<p>Nas músicas, agora é possível sincronizar, além das listas de reprodução e das Seleções Genius, artistas e gêneros. Sincronizar informações, filmes e programas de TV não sofreram alterações dignas de nota.</p>
<p>Outra novidade é que a Apple resolveu investir mais na sua iTunes U (conteúdo específico para estudantes), que agora tem uma aba específica para ela, saindo de Podcasts. Como a Apple tem apostado muito no mercado educacional e muitas instituições de ensino adotam o iPod ou iPhone como um material escolar, faz sentido essa mudança.</p>
<p><strong>Família Unida</strong></p>
<p>Quem tem mais de um Macintosh (ou PCs) em casa já passou por isso: ter que transferir uma música ou aplicativo para um outro computador manualmente para poder ter bibliotecas unificadas. Ou então usar um HD externo com tudo misturado para garantir que todo mundo tenha acesso aos mesmos conteúdos. Agora, esta tarefa ficou mais fácil com o Compartilhamento Familiar.</p>
<div id="attachment_7693" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/compartilhamento-familiar.jpg"><img class="size-large wp-image-7693" title="compartilhamento-familiar" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/compartilhamento-familiar-540x424.jpg" alt="Compartilhe músicas e aplicativos com todo mundo, desde que tenham a mesma conta na iTunes Store" width="540" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Compartilhe músicas e aplicativos com todo mundo, desde que tenham a mesma conta na iTunes Store</p></div>
<p>Depois de habilitar o Compartilhamento Familiar em todos os computadores da casa (ou do trabalho), as bibliotecas de cada Mac ou PC irá aparecerão na barra lateral, com direito a listas de reprodução e aplicativos comprados na App Store. Quer pegar uma música no Mac da sua irmã? É só arrastar para a sua biblioteca e pronto. Também é possível só escutar as músicas sem precisar transferir nada (como já era possível com o compartilhamento de bibliotecas).</p>
<p>A pegadinha é que, além dos computadores estarem todos na mesma rede é preciso que todos estejam ativados com a mesma conta da iTunes Store. É isso mesmo, só quem tem uma conta na loja virtual de músicas e vídeos da Apple pode compartilhar conteúdo entre Macs e PCs (limitados a cinco computadores, no total).</p>
<p>No geral, o iTunes 9 é uma boa atualização e pode ser baixada e instalada sem a necessidade de muita deliberação emocional. As novidades são todas bem-vindas e devem deixar nossa vida musical ainda mais simples, apesar de exigir um pouco mais de organização de cada um para poder aproveitar melhor as Seleções Genius. Mas vale a pena.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Várias discotecas para todos os gostos</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 04:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Miranda</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Resenha]]></category>

		<category><![CDATA[PowerTunes]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixe o PowerTunes tomar conta da sua biblioteca de músicas
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-powertunes-icone.png" />O iTunes é um programa muito fácil de usar e, a cada versão que passa, permite organizar melhor suas músicas e vídeos. Mas o caos está a apenas um clique de distância, pois, com o passar do tempo, sua biblioteca vai ficando cada vez mais cheia, ou então é compartilhada com todos os habitantes de sua casa. Isso pode levá-lo a se perder facilmente e deixar de ouvir canções de que gostava porque há muita coisa nova para escutar.</p>
<p>Por isso, os usuários mais radicais preferem ter mais de uma biblioteca no iTunes. E fazer isso é simples, basta clicar no ícone do programa com a tecla<strong> [Option]</strong> pressionada, criar a biblioteca nova onde quiser e ser feliz. Essa tarefa, apesar de mais barata, não é prática. Assim, como transferir as músicas já adicionadas para a nova discoteca? Na mão? Nada, nada prático mesmo!</p>
<p>O PowerTunes, da Fat Cat, é um gerenciador de bibliotecas para iTunes, assim como seu irmão iPhoto Library Manager (<a href="http://macmais.terra.com.br/macmais/032/" target="_blank">MAC+ 32</a>). Com ele, é possível criar várias discotecas digitais com poucos cliques. Você pode criar as bibliotecas em qualquer HD disponível (interno e externo) e com algumas opções ao alcance do mouse: apagar faixas que foram excluídas (dead tracks), mover e copiar pastas com músicas e também compartilhar sua discoteca com vários usuários.</p>
<p>E o melhor: a versão paga permite trocar músicas entre as bibliotecas sem a necessidade de ligar o iTunes manualmente. O processo é automático: escolha as canções que deverão ser transportadas para outra discoteca, arraste e solte. Todo o resto é feito pelo PowerTunes, que preserva todos os metadados (classificação, última reprodução etc.)</p>
<p>Não espere que isso seja feito em poucos segundos, uma vez que depende da quantidade de músicas que você vai transferir. Apesar de ser automático, é preciso abrir e fechar o iTunes e passar as canções de um lado para o outro. Mas não é algo que não possa ser suportado com dignidade. Se depois de separar tudo você decidir que prefere unificar tudo em uma só biblioteca, sem problemas. O software também pode fazer isso, com a mesma simplicidade e facilidade de uso.</p>
<p>O único problema do PowerTunes é que ele não move as músicas de uma biblioteca para outra, mas faz uma cópia. Isso acaba gerando duplicatas e consumindo mais espaço. Infelizmente, o processo de apagar os arquivos que ficaram na biblioteca antiga deve ser feito manualmente. Fora isso, o PowerTunes é um bom companheiro para quem gosta de ter o iTunes personalizado, diversificado e totalmente organizado. E para quem gosta de sincronizar o iPhone ou iPod, a ginástica será maior com várias discotecas.</p>
<p><a href="http://www.fatcatsoftware.com" target="_blank">PowerTunes</a><br />
<strong>Prós</strong><br />
Gerencia bibliotecas do iTunes; facilita a criação de uma discoteca e o compartilhamento de músicas; permite copiar canções entre as bibliotecas.</p>
<p><strong>Contras</strong><br />
Não move as músicas; fica mais complicado para quem sincroniza o iPhone ou iPod</p>
<p><strong>Preço</strong><br />
US$ 20</p>
<p><em><strong>Sérgio Miranda já não acha mais normal o tempo que ele passa organizando sua biblioteca do iTunes.</strong></em></p>
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		<title>Tudo nos trinques</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 03:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Miranda</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Resenha]]></category>

		<category><![CDATA[AppFresh]]></category>

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		<description><![CDATA[AppFresh ajuda a manter atualizados todos os programas de seu Mac
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-appfresh-icone.png" />A pasta Aplicativos de qualquer macmaníaco que se preza vive repleta de softwares para realizar qualquer tarefa imaginada pelo homem. O único problema é manter tudo sempre atualizado. No caso dos programas da Apple, não é preciso pensar duas vezes: o Atualização de Software encarrega-se de garantir que tudo fique na mais perfeita ordem. Outros programas possuem um recurso interno para avisar o usuário quando um update foi liberado, mas se você não o abre com frequência, pode ser que deixe passar batido. E ficar passeando de site em site à procura de atualizações é penoso demais.</p>
<p>É justamente para isso que serve o AppFresh, da MetaQuark, software (gratuito, por enquanto) que faz uma varredura em todos os programas instalados e, consultando o site <a href="http://osx.iusethis.com" target="_blank">I Use This</a>, exibe na janela principal todos os que possuem um update à disposição. E para melhorar, baixa e instala tudo direitinho. É verdade que, algumas vezes, o processo de instalação fica pela metade, o que nos obriga a fazer o restante da operação manualmente. Mesmo assim, ele vale a pena.</p>
<p>Apesar de ainda ser beta, a versão disponível no site da MetaQuark funciona muito bem. É preciso ter uma conta no I Use This (é grátis, não se preocupe) para criar um perfil no AppFresh e fazer updates. Por enquanto, os aplicativos da Adobe são um dos poucos que não são atualizados por ele. Por outro lado, atualiza os da Apple e da Microsoft, por exemplo.</p>
<p>O AppFresh vai muito além dos softwares da pasta Aplicativos: pode atualizar widgets, preferências de sistema de terceiros, plug-ins, e mostra os programas que você cadastrou no I Use This, mas não estão instalados no Mac.</p>
<p>Na aba Update Available de sua interface simples e prática estão os programas a serem atualizados. Ao clicar em um deles, você verá qual a versão corrente em seu Mac e a disponível para baixar. Usando o atalho de teclado<strong> [Command] </strong>+ <strong>[D]</strong>, o processo de atualização começa. Em alguns casos, será necessário clicar em um link para iniciar o download. No final, o AppFresh termina o serviço, jogando fora a versão anterior e substituindo pela nova. No caso de preferências do sistema, por exemplo, talvez seja necessário finalizar o processo manualmente.</p>
<p><a href="http://metaquark.de" target="_blank">AppFresh</a><br />
<strong>Prós</strong><br />
Atualiza os aplicativos do Mac sem esforço; interface simples e prática; também faz updates de preferências do sistema; widgets e plug-ins.<br />
<strong>Contras</strong><br />
Algumas vezes; não finaliza o processo; é gratuito, mas a versão final poderá ser paga.</p>
<p><strong>Preço</strong><br />
Grátis</p>
<p>Sérgio Miranda agora gasta mais tempo com os filhos e não atualizando seu inseparável Mac.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Caminho suave para o Mac OS X</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/materias/caminho-suave-para-o-mac-os-x/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 03:47:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ademar Varela</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Resenha]]></category>

		<category><![CDATA[livro]]></category>

		<category><![CDATA[Mac OS X Leopard]]></category>

		<category><![CDATA[Mac OS X Leopard na prática]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro é oportunidade aos não iniciados com o Leopard
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-leopard-icone.png" /><em>por Emerson Rezende</em></p>
<p>Quem teve pouco contato ou mesmo se considera um total iletrado quando se trata do Mac OS X, não precisa mais esperar aquele amigo que “manja” arrumar um tempinho para introduzi-lo no mundo do sistema operacional de nossos queridos Macs. A editora Digerati lançou Mac OS X Leopard na prática, livro escrito pelo switcher e “rato de laboratório” Rodrigo Martin de Macedo, velho conhecido dos leitores da MAC + e de tantas outras publicações (online ou não) especializadas em tecnologia.</p>
<p>Ideais para serem lidas enquanto se está frente à frente do Mac, suas 158 páginas tomam ares de cartilha por conta da divisão didática em 11 capítulos temáticos do livro, todas recheadas por um texto enxuto e informal devidamente acompanhado de screenshots que ilustram cada um dos passos pormenorizados por Macedo. No primeiro capítulo, por exemplo, explica-se o processo de instalação do sistema – mas não sem antes soltar o alerta de que é sempre bom ser prevenido e fazer um becape (o qual é ensinado no capítulo 5) antes de realizar essa operação.</p>
<p>A segunda parte do livro pode ser considerada uma das mais úteis para os que ainda vivem sob o domínio do Windows, pois o Finder, por conta de sua objetividade e simplicidade, muitas vezes confunde o switcher de primeira viagem, mais acostumado aos caminhos labirínticos impostos pelo sistema da turma do Bill Gates. Aqui, não somente o Finder como o funcionamento da trinca Spotlight/Dock/Dashboard são explicados de maneira objetiva. Tal abordagem não poderia ser mais apropriada quando se trata desses recursos, os responsáveis pelo Mac OS X ser um dos mais amigáveis e intuitivos de que se tem notícia.</p>
<p>Os demais capítulos foram batizados seguindo a lógica do usuário. Depois de aprender como funciona o sistema de arquivos, a primeira coisa que se costuma fazer é se conectar à web e configurar sua conta de emails, certo? Como criar uma conexão ADSL, ajustar o Mail e até como funciona o iChat são os temas do capítulo “Internet”, seguido pelo do iLife, pacote de aplicativos multimídia nativo do Mac OS X). Na sequência, é a vez de um dos recursos mais importantes do Leopard: Time Machine. Por meio dele, é possível fazer becape e restaurar o sistema de um modo intuitivo e à prova de erros – os quais, muitas vezes, podem ser fatais.</p>
<p>Aprender a instalar e desinstalar programas no Leopard é a missão do capítulo seguinte. Daí para frente, são explicadas outras características do Mac OS, como o serviço MobileMe, a maneira correta de instalar uma impressora, como o Mac se conecta a uma rede, como ele pode ser personalizado e, por fim, como Macs e PCs podem conviver em harmonia. Assim, fica fácil aprender com quantos bytes se faz o melhor sistema operacional de todos os tempos.</p>
<p><a href="www.lojadigerati.com.br" target="_blank">Mac OS X Leopard na Prática</a><br />
<strong>Prós</strong><br />
leitura fácil; formato diferenciado; divisão por capítulos didática e sequencial para o usuário aprender a usar o Mac OS X.<br />
<strong>Contras</strong><br />
Imagens em preto e branco</p>
<p><strong>Preço</strong><br />
R$ 20</p>
<p><em><strong>Emerson Rezende tem um pé no Mac OS e outro no Windows.</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Disco virtual fácil e prático</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/materias/disco-virtual-facil-e-pratico/</link>
		<comments>http://macmais.terra.com.br/materias/disco-virtual-facil-e-pratico/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 03:35:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Andrei Kichalowsky</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Resenha]]></category>

		<category><![CDATA[Dropbox]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://macmais.terra.com.br/?p=7424</guid>
		<description><![CDATA[Dropbox oferece armazenamento “na nuvem” de maneira transparente e intuitiva
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/39-dropbox-icone.png" />Citado algumas vezes em nossas páginas, ainda devíamos uma resenha deste excelente serviço online, item obrigatório para qualquer usuário de Mac, por sua confiabilidade e praticidade. À primeira vista, o Dropbox até pode parecer mais um daqueles serviços de disco virtual, igual aos que já conhecemos. Com o tempo, no entanto, percebemos o quão fácil é sua utilização e o quão obrigatório ele se torna para nosso dia a dia, principalmente se você trabalha remotamente e em conjunto com outros colaboradores.</p>
<p>Tudo começa pelo pequeno utilitário, que é um “cliente” do serviço. Sua instalação é simples, e depois da primeira execução, o serviço já fica disponível. Um ícone na barra de menu e uma pasta com o sugestivo nome de “Dropbox” indicam que ele está ativo e operante. É nesta pasta que a mágica acontece. Ela reflete o que está armazenado no servidor e tudo que for modificado nesta pasta é atualizado automaticamente no serviço. Isso quer dizer que, se você copiar algum arquivo para a pasta, automaticamente ele é transferido para o servidor. Apagou algo? O arquivo também é removido. Ademais, o serviço ainda guarda as alterações dos arquivos, exatamente como faz o Time Machine, por no mínimo 30 dias (para ter mais, é preciso pagar).</p>
<p>Obviamente a sincronia das operações leva algum tempo para ser completada, e o software o demonstra de maneira bastante intuitiva. Cada documento tem um pequeno distintivo em seu ícone que descreve o status do arquivo: um desenho semelhante ao iSync em azul descreve que o arquivo está sendo transferido; um “visto” na cor verde indica que a sincronia foi efetuada. Mas o grande destaque é sua velocidade. No iDisk, um arquivo de cerca de 4 GB demorou quase uma hora e meia para ser sincronizado. No Dropbox, o tempo foi de menos de 25 minutos. Isso está condicionado ao desempenho de sua banda larga, obviamente.</p>
<p>Além da eficiente e prática interface em seu Mac, o Dropbox ainda viabiliza acesso via web dos pastas, que também podem ser compartilhadas com amigos e colaboradores. O serviço também oferece uma ferramenta simples para publicar fotos.</p>
<p>O melhor é que tudo isso pode ser de graça, até o limite de 2 GB, o que atende os anseios da maioria dos usuários (o MobileMe oferece 5 GB, compartilhados entre email e arquivos). Se você for um pouco guloso, pode optar em comprar mais espaço, escolhendo um dos dois planos premium disponíveis: o Pro 50, com 50 GB de espaço a US$ 10 por mês (US$ 100 por ano) ou o Pro 100, com 100 GB a US$ 20 por mês (US$ 200 por ano).</p>
<p><a href="http://www.getdropbox.com" target="_blank">Dropbox</a><br />
<strong>Prós</strong><br />
mescla-se ao sistema de maneira transparente e muito prática; interface fácil e intuitiva; gerencia alterações nos arquivos<br />
<strong>Contras</strong><br />
espaço de 2 GB pode não ser suficiente para usuários mais espaçosos</p>
<p><strong>Preço</strong><br />
2 GB: gratuito<br />
50 GB: US$ 10 por mês (ou US$ 100 por ano)<br />
100 GB: US$ 20 por mês (ou US$ 200 por ano)</p>
<p><em><strong>Marco Andrei Kichalowsky gosta de compartilhar músicas e matérias com seus amigos da MAC+.</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ninguém é igual</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/materias/ninguem-e-igual/</link>
		<comments>http://macmais.terra.com.br/materias/ninguem-e-igual/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 03:18:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Miranda</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Resenha]]></category>

		<category><![CDATA[jogo]]></category>

		<category><![CDATA[The SIMS]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenha horas de diversão e crie o Sim perfeito
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jogos de simulação estão entre os favoritos dos gamemaníacos há tempos. Por isso, o sucesso do The Sims é incontestável. A versão 3 do game, lançada em maio, vendeu na primeira semana nada menos que 1,4 milhão de unidades, um recorde para a série. E para alívio dos usuários de Mac, os discos de instalação do jogo são para PCs e Macs (multiplataforma). Essa história de mudar para os processadores Intel realmente valeu a pena.</p>
<p>As novidades de Os Sims 3 (sim, você pode comprar o seu em português) vão muito além de mudanças estéticas na interface e algumas novas funcionalidades, normais em atualizações desse porte. Todo o processo de criação de personagens foi reformulado e ampliado. Se antes era quase impossível ter um Sim único, exclusivo, isso agora acabou. O nível de detalhamento é tão grande, tão absurdo, que chegamos à conclusão de que é a melhor parte do jogo! Ou, pelo menos, a mais demorada.</p>
<p>Agora, você pode montar seu Sim com tudo o que tem direito. Quer uma boca torta? Nariz aquilino virado para o lado esquerdo e narinas bem abertas? Cabelo roxo na ponta e verde na raiz, com luzes? Roupas espalhafatosas? Vale tudo! E o legal é que se você cria algo que acha legal e gostaria de compartilhar com o mundo, é possível, participando do fórum de usuários. Você também pode baixar objetos compartilhados no site e incrementar seu Sim.</p>
<p>Outro aspecto importante que recebeu um belo upgrade é a personalidade de seu personagem. Na primeira versão, o comportamento do Sim era decidido pelo signo. Isso foi brutalmente alterado com a introdução de várias características, que podem ser inseridas pelo jogador. São 63 opções, das quais você escolhe cinco, como bom de beijo, devorador de livros e, o mais estranho deles, cleptomaníaco.</p>
<p>Além disso, você pode selecionar o tipo de música, comida e cor preferidas, além de um desejo duradouro, um tipo de meta a ser alcançado antes que o Sim morra, se o modo de envelhecimento estiver ligado. No entanto, ao longo do jogo, ele poderá ganhar desejos aleatórios e, ao atingi-los, um determinado número de pontos especiais são acumulados para que você compre objetos que vão afetar diretamente o desempenho de seu Sim em outras áreas.</p>
<p><strong>Direito de ir e vir</strong></p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-7413 aligncenter" title="39-thesims-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-thesims-1-360x270.jpg" alt="39-thesims-1" width="360" height="270" /><br />
O esquema do jogo continua igual: você cria e controla as ações de seus Sims enquanto eles executam diversas tarefas ao longo do dia, como se alimentar, tomar banho, trabalhar, estudar etc. Opções de inteligência artificial garantem certa autonomia, mas não espere que seus personagens mudem seus hábitos e saiam por aí. Eles vão se cuidar e ir ao trabalho, no máximo. O resto, é com você.</p>
<p>A diferença é que agora é possível andar por toda a cidade, inclusive entrar na casa de vizinhos – desde que você tenha um bom relacionamento com eles, é claro. Todo Sim pode correr o mapa inteiro (ou usar um táxi ou automóvel particular), o que é um grande barato. Além disso, é possível visitar os arredores, algo não permitido em versões anteriores.</p>
<p>Se você quiser conhecer um vizinho, basta tocar a campainha e esperar para desfrutar todas as regalias da casa alheia. Uma boa dica é procurar por lugares com itens estratégicos, que o ajudem a aprimorar alguma habilidade. Assim, você poupa dinheiro simplesmente por não ter de comprar um violão ou um tabuleiro de xadrez, por exemplo. Ressaltamos que o mesmo vale para seu espaço. No The Sims 3,é possível visitar o quintal do vizinho sem crise, mas é preciso também ser um bom anfitrião.</p>
<p>Os lugares públicos incluem restaurantes, academias, livrarias, teatros, praças, piscinas, praias etc. Em muitos deles, há ofertas de empregos, isto é, agora você não depende mais de jornais ou computadores para conseguir oportunidades de uma colocação profissional. Se você quer ser político, visite a prefeitura. Se deseja ser um rato de laboratório, procure o centro de pesquisa mais próximo. Passeie muito para conseguir seus objetivos. Chega de vagabundear na sala, esperando seus desejos serem atendidos.</p>
<p>E por falar em trabalho, a carreira escolhida oferece meios diferenciados de ascensão. Quando o Sim sai de casa, um menu com diversas opções aparece. Você pode, por exemplo, optar para que ele simplesmente fique vadiando ou trabalhe duro para conseguir uma promoção. Quando estiver sofrendo de carência afetiva, pode passar um tempo conversando com os colegas. Isso sem contar com as exigências de praxe como treinar habilidades lógicas e artísticas.</p>
<p><strong>Vendinha</strong><br />
A grande maioria das novidades foi sugerida pelos milhões de fãs da série. Isso é o que se chama de ouvir com atenção o cliente. Por conta dessas novidades, a Electronic Arts investiu pesado na construção de uma comunidade centrada no compartilhamento de objetos. É bastante parecido com o que a EA já havia feito com o Spore. Lá, o jogador pode cadastrar novas texturas para móveis, tecidos ou paredes, itens pessoais ou mesmo Sims prontinhos e enviá-los ao banco de dados oficial, onde outras pessoas poderão baixar todo o conteúdo.</p>
<p>Além disso, há uma loja virtual baseada em pontos. Ao fazer o cadastro, o usuário sai com mil de lambuja e já pode fazer boas compras. O preço depende do tamanho e complexidade de cada peça. Até cidades inteiras serão vendidas pela Electronic Arts e, para incentivar a compra de jogos originais, a empresa já deixou uma cidade de grátis para quem se cadastrar. Mas só pode participar da brincadeira quem tem o jogo original.</p>
<p><a href="http://www.brasil.ea.com" target="_blank">Os Sims 3</a><br />
<strong>Prós</strong><br />
diversão garantida por horas a fio; montagem de Sims únicos; detalhamento perfeito; interação com outros Sims ficou melhor; comunidade online.</p>
<p><strong>Contras</strong><br />
com tantos detalhes, você demora muito mais para começar a jogar</p>
<p><strong>Preço</strong><br />
R$ 100</p>
<p><em><strong>Sérgio Miranda ficou desesperado quando viu seus filhos criando um Sim parecido com ele.</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fotos ultrafinas</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/materias/fotos-ultrafinas/</link>
		<comments>http://macmais.terra.com.br/materias/fotos-ultrafinas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 00:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Amaya</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Resenha]]></category>

		<category><![CDATA[DSC-t700]]></category>

		<category><![CDATA[Sony CyberShot]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://macmais.terra.com.br/?p=6654</guid>
		<description><![CDATA[Cyber-Shot DSC-T700 faz parte da nova geração de câmeras da Sony
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-sony-icone.png" /><span>Apesar de ser um pouco maior que as gerações anteriores da série, a DSC-T700 e seus 160 gramas de peso tem uma portabilidade excepcional. Seu mecanismo de lente é instalado de pé, por meio de um prisma, o que permite deixar o corpo da câmera muito fino.</span></p>
<p><span>A versão atual da lente Carl Zeiss miniatura é capaz de focar a apenas 1cm de distância em macro, tem zoom de decentes 4X (equivalente a 35-140 mm) e estabilização de imagem Super-SteadyShot – função esta especialmente importante em uma câmera que mal dá para segurar com firmeza. Um recurso útil é o zoom ajustável durante a gravação de vídeos em MPEG, algo difícil de encontrar em outras subcompactas.</span></p>
<p><span>A frente da máquina é lindíssima, mas a tampa vertical, que serve para ligá-la e proteger a lente, está mais difícil de ser deslocada. Por outro lado, a série T incorporou uma tela de toque. Com isso, todos os botões na traseira sumiram, exceto o de exibição de imagem, disfarçado no topo da moldura da tela.</span></p>
<p><span>Infelizmente, nem tudo que é maior é melhor: devido à amplitude da tela, quase não sobra espaço para apoiar o polegar sem acionar involuntariamente os controles. E a moldura que protege o visor deixou a T700 mais grossa que as antecessoras. Além disso, a interface apresenta sinais de imaturidade conceitual: herdeira de um sistema baseado em botões mecânicos, não aproveita gestos de dedos, como o de arrastar. Mesmo sendo simpático, esse sistema de toque ainda precisa evoluir. Não chega a ser um estorvo para quem utiliza todas as funções da câmera em modo automático, mas quem requer mais controle se dará melhor com os bons e velhos comandos por teclas .</span></p>
<p><span>A resolução está dentro do normal para as compactas atuais: 10,1 megapixels. É uma imagem grande, mas ligeiramente borrada pela necessidade de forte redução automática de ruído. O desempenho é fraco em ISO alto (que vai até o irreal valor de 3.200). Para compensar, possui remoção de olhos vermelhos, ferramentas de retoque embutidas e “truques” da moda, como detecção de rosto e de sorriso.</span></p>
<p><span>Um toque elegante na parte técnica é que a memória interna é de confortáveis 4 GB, o que torna dispensável adquirir cartões de memória no ato da compra. Para a exibição de slide shows na TV, a câmera traz quatro músicas embutidas e efeitos visuais de transição. </span></p>
<p><span>A conexão ao Mac é feita por um cabo que reúne uma porta USB de alta velocidade e saídas de vídeo analógico para TV; a versão HD do cabo é um opcional vendido à parte. </span></p>
<p><a href="http://www.sonystyle.com.br" target="_blank"><strong>Cyber-Shot DSC-T700</strong></a></p>
<p><strong>Prós</strong><span><br />
</span>Charmosa e boa para ser levada no bolso o tempo todo.</p>
<p><span><strong>Contras</strong><br />
</span>A interface de toque atrapalha mais do que ajuda.</p>
<p><span><strong>Preço</strong><br />
</span>R$ 1.245 (Plug Informática),<br />
R$ 1.999 (Sony)</p>
<p><strong><em>Mario Amaya nunca esquecerá sua companheira de outrora, a Sony DSC-T7. Mas agora prefere câmeras bem maiores.</em></strong></p>
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		<title>Escrever, desenhar e gravar</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 18:40:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Miranda</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Resenha]]></category>

		<category><![CDATA[anotações]]></category>

		<category><![CDATA[Livescribe Pulse Digital]]></category>

		<category><![CDATA[MacTest]]></category>

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		<description><![CDATA[Com Livescribe Pulse Digital, a vida fica mais fácil
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-livescribe-icone.png" />Fazer anotações em um caderno usando uma caneta pode parecer algo arcaico mediante as inúmeras possibilidades que os computadores permitem na vida moderna. Mas quando se usa a Pulse Digital Smartpen, da Livescribe, mistura-se o modelo clássico de escrita com a modernidade digital.</p>
<p>A caneta Pulse cria cópias digitais de tudo que você escrever em um caderno de anotações (notebook) especial, enquanto grava o som ambiente. E vai além: faz marcações no áudio enquanto você escreve, o que facilita encontrar depois algum trecho específico na gravação. Tudo isso é passado para o computador, usando um software proprietário, que permite encontrar texto e áudio em suas notas. Uma mão na roda para quem estuda ou trabalha com anotações diariamente, como jornalistas.</p>
<p>Toda a magia da Pulse está concentrada em dois equipamentos, a caneta em si, que é também um gravador de voz, e o caderno, com um papel todo pontilhado (Dot Paper). Sem este último, a Pulse não consegue digitalizar o que você escreve ou desenha e também marcar os pontos importantes de uma gravação. Funciona assim: você liga a caneta, clica no botão de gravar (que fica na margem inferior do caderno) e começa a escrever; cada vez que faz uma anotação, surge uma marcação no áudio, sincronizando automaticamente o que se escreve com o que se grava. Assim, não é necessário fazer anotações muito detalhadas, afinal, basta escrever apenas os pontos principais, que estarão associados à gravação.</p>
<p>O gravador da Pulse é bom e consegue captar o som ambiente sem problemas. Para ter uma gravação com melhor qualidade, basta usar os fones de ouvido que acompanham a caneta, que possuem pequenos microfones embutidos, gerando uma gravação em “3D”, isto é, em alta definição.</p>
<p>Existe uma grande variedade de cadernos de anotação especiais vendidos pela Livescribe, com linhas ou não, um para cada tipo de usuário. O bom é que a caneta também pode ser utilizada com mais de um caderno ao mesmo tempo, assim, quando um acaba, você pode pular para outro sem problemas.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-6484 aligncenter" title="38-livescribe-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-livescribe-1-360x247.jpg" alt="38-livescribe-1" width="360" height="247" /><br />
Depois de escrever e gravar tudo o que você precisa, é só plugar a caneta na porta USB do Mac e transferir o conteúdo para o computador. O software Livescribe Desktop vai mostrar a página de seu caderno na tela exatamente como ela está no original, indexando todas as palavras que você escreveu. Também será possível ouvir a gravação associada àquelas anotações. Para pular para um ponto específico, clique na palavra-chave usada ou desenho, para ouvir o que deseja.</p>
<p>Quer compartilhar suas anotações com outras pessoas? Não precisa xerocar as páginas do seu caderno ou, pior, arrancá-las para emprestar aos amigos. Basta imprimir as páginas digitais armazenadas no Mac. Ou então, enviá-las por email, armazená-las no Evernote ou abrir uma conta no Livescribe Online. Lá, você pode controlar quem acessa suas anotações ou deixá-las públicas.</p>
<p>É claro que a Pulse é indicada especificamente para quem precisa tomar notas com muita frequência, como estudantes, quem participa muito de conferências e palestras, ou jornalistas em suas entrevistas. O preço do produto, que ainda não é vendido oficialmente no Brasil (uma empresa está em vias de fechar um contrato com a Livescribe) não é dos mais baratos (US$ 200), além de ser necessário comprar os suprimentos com o fabricante (tinta e cadernos) o que pode fazer você pensar duas vezes antes de adquirir uma. Mas depois de usar um pouco, nota-se que a Pulse é uma acessório bacana e que pode ser muito útil.</p>
<p><strong><a href="www.livescribe.com" target="_blank">Livescribe Pulse Digital</a><br />
Prós</strong><br />
Caneta e gravador de voz; salva digitalmente suas anotações; permite compartilhar documentos por email ou impressão.</p>
<p><strong>Contras</strong><br />
Caro; não é vendida no Brasil; suprimentos, só com o fabricante.</p>
<p><strong>Preço</strong><br />
US$ 200</p>
<p><em><strong>Sérgio Miranda descobriu que pode prestar mais atenção aos seus entrevistados com a ajuda da LiveScribe.</strong></em></p>
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		</item>
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		<title>Uma atualização de peso</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 18:13:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Andrei Kichalowsky</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Resenha]]></category>

		<category><![CDATA[FileMaker]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova versão do FileMaker traz poderosos recursos que fazem valer o upgrade
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/38-filemaker-icone.png" />Se a moda é os desenvolvedores chamarem pequenas alterações visuais de atualização, é bom saber que nem todos se rendem a essa prática vil. Mais poderoso e fácil de usar que seu antecessor, o FileMaker 10 vale o update.</p>
<p>Logo ao abrir a tela principal, nota-se grandes mudanças na interface. A tradicional barra lateral agora aparece como uma de ferramentas no topo da janela, onde se pode realizar buscas (Find), por exemplo. O ambiente do modo de edição (Layout Mode) pode ser amplamente personalizado. Assim, dá para adicionar à barra de status os comandos que mais usa, por exemplo.</p>
<p>Uma novidade que ilustra bem isso são as Saved Finds, as quais possibilitam salvar filtros para serem utilizados posteriormente, facilitando o trabalho de consultas à base de dados. Graças à nova interface, esses filtros podem ser atribuídos a botões na nova barra de status.</p>
<p>Outra facilidade são os Dynamic Subsummary Reports. Ao mandar imprimir uma lista de produtos por categoria, se o usuário descobre, na pré-visualização, que um produto está classificado de forma errada, nessa mesma tela, ele corrige a categoria e automaticamente modifica o relatório, tudo em uma só tacada.<br />
Outro recurso há tempos aguardado é o Script Triggers, que associa roteiros a eventos (se uma tecla é pressionada, tal campo é preenchido com determinado valor etc.).</p>
<p>Na verdade, a tradicional tela do ScriptMaker recebeu um tratamento especial. Mudou de nome para Manage Scripts (gerenciar roteiros) e traz filtros que indicam quais funções podem ser utilizadas em aplicações desktop, web ou no FileMaker Server, além de uma série de novos comandos e funções, incluindo o envio de email via SMTP sem a necessidade de um cliente externo. Há também suporte a bancos de dados como o SQL Server 2008, Oracle 11g, MySQL 5.1 — e muito mais.</p>
<p>Mesmo com tudo isso, é uma pena que os usuários lusófonos ainda estejam fora da festa. A FileMaker até lançou um site em português, mas sem adicionar ao seu banco de dados o suporte respectivo. Fora isso, a versão 10 traz diversas melhorias que reforçam a liderança do FileMaker no desenvolvimento de bancos de dados de pequeno e médio porte para a plataforma.</p>
<p><strong><a href="www.filemaker.com/br/">FileMaker Pro 10 &amp;  FileMaker Pro 10 Advanced</a><br />
Prós</strong><br />
Nova interface personalizável; roteiros disparados por eventos; relatórios dinâmicos; importação de bases de dados em vários formatos.</p>
<p><strong>Contras</strong><br />
Não tem versão em português.</p>
<p><strong>Preço</strong><br />
US$ 300</p>
<p><em><strong>Marco Andrei Kichalowsky se entusiasmou, mas quer mesmo o FileMaker na língua de Camões. Agradecimentos a Claudio Heidemann.</strong></em></p>
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