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	<title>Mac+ &#187; Especial</title>
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	<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 09:32:02 +0000</pubDate>
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		<title>Coloridas e poderosas</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 20:19:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Amaya</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Especial]]></category>

		<category><![CDATA[destaque]]></category>

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		<category><![CDATA[Xerox]]></category>

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		<description><![CDATA[Inkjet x laser? Com fio ou sem fio? Escolha seu tipo de multifuncional
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Se você está montando um escritório em casa ou apenas reciclando seus equipamentos de informática, pode se acostumar com algumas ideias novas. </span></p>
<p><span>A primeira delas é que impressora sozinha não faz mais verão. Uma multifuncional (ou AIO, apelido gringo que vem de “All-In-One”, ou tudo em um) é uma combinação de scanner com impressora,  o que cria uma função adicional de copiadora, complementada pelo fax nos modelos maiores.  A conveniência de uma máquina dessas, já consagrada nos escritórios, chegou também ao mercado doméstico. </span></p>
<div id="attachment_9561" class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-impressora-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-9561" title="42-impressora-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-impressora-1-360x274.jpg" alt="Lexmark X4690" width="360" height="274" /></a><p class="wp-caption-text">Lexmark X4690</p></div>
<p><span>Por sua vez, a turma está se dividindo entre inkjets e lasers coloridas, disputando consumidores em qualidade e também no preço inicial (camuflando a diferença no custo dos consumíveis). Saem de cena as eficazes, porém pouco atraentes, lasers monocromáticas. </span></p>
<p><span>E os modelos dirigidos ao SOHO (escritório caseiro) começam a vir com Wi-Fi, rede sem fio para limpar o ambiente dos horríveis fios pretos e azuis. A conexão inicial é via USB; você deve usar o seu Mac para enviar a senha da rede Wi-Fi para a AIO. A seguir, ela se autoconecta à rede e fica disponível para qualquer Mac ou PC que tiver o driver instalado.</span></p>
<p><span>Os scanners oferecem o recurso “push”, pelo qual você pede no painel da multifuncional que ela envie o scan para determinado computador na sua rede e capture com determinado tipo de ajuste (texto, foto, impressão), o que é mais rápido e conveniente do que digitalizar via software. Na função de cópia, todas permitem reduzir e ampliar entre 25% e 400%.</span></p>
<p><span>Uma evolução recente nas lasers é o nível de ruído. Outra evolução é no consumo de eletricidade, usando componentes mais eficientes e modos de espera econômicos. As lasers ainda consomem mais energia que as inkjets, mas o resultado da impressão é mais resistente à umidade e fricção, sendo mais adequado para correspondência comercial, folhetos, cartões e outras aplicações do tipo. Os cartuchos de toner são substituíveis individualmente; nas inkjets compactas, as tintas CMY vêm num cartucho integrado e K em outro, podendo gerar algum desperdício.</span></p>
<div id="attachment_9562" class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-impressora-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-9562" title="42-impressora-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-impressora-2-360x241.jpg" alt="Lexmark X9575 Professional" width="360" height="241" /></a><p class="wp-caption-text">Lexmark X9575 Professional</p></div>
<p><span>Outro ponto em que se pode elogiar todos os modelos experimentados nesta edição é que a calibração original de fábrica da impressão é excelente e permite imprimir com qualidade fotográfica sem precisar “sujar a mão” nos controles do software. Impressionante!</span></p>
<p><span>O tamanho compacto destas duas AIOs pode iludir você. Tudo nelas pode ser feito por rede sem fio. De cara, a qualidade de impressão é tão boa quanto se pode esperar da tecnologia inkjet usada na Lexmark com quatro tintas, com a resolução máxima de 4800 por 1200 pontos por polegada na X4690 e impressionantes 4800&#215;2400 na X9575. Além disso, a detecção automática do tipo de papel evita surpresas chatas ao usar papel premium para fotos. A impressão em cores em alta qualidade pode demorar bastante, mas isso é esperável e tolerável. Ambas têm a opção de usar o jogo de cartuchos especial de seis cores para a impressão fotográfica.</span></p>
<p><span>Um consenso entre os usuários das Lexmark é que os cartuchos de tinta colorida integrados num só módulo, em vez de separados, metem um pouco de medo, pois a reposição da tinta é consideravelmente cara e fica fácil gastar os cartuchos rapidamente, se não se tiver cuidado ou se os trabalhos sempre usarem predominantemente uma cor. O lado positivo é que o baixo custo inicial do equipamento é convidativo.</span></p>
<p><span>O scanner tem densidade de 600 por 1200 pixels por polegada na X4690 e de 1200&#215;4800 na X9575 – ambas suficientes para encarar originais de fotos e impressos offset sem sobressaltos. A simpaticíssima X9575, além de não ser muito mais volumosa que a X4690, traz um display LCD gráfico com dicas e informações claras e uma interface navegável, enquanto a maioria das outras multifuncionais mantêm-se um passo atrás com os conhecidos displays simples de uma ou duas linhas de texto. O painel da X9575 incorpora o fax (não presente na X4690).</span></p>
<p><span>Na frente do painel de ambas há slots para cartões de memória: CF e SD (a X4690 traz também Memory Stick e xD). Mas se você usar as Lexmark como impressoras fotográficas, poderá preferir descarregar as imagens diretamente da sua câmera usando a conveniente porta PictBridge, que provê a integração direta entre os aparelhos.</span></p>
<p><span>Por falar em integração, a conectividade Wi-Fi é um grande atrativo; ambas vêm com a rede 802.11b/g, compatível com o padrão 802.11n. O compartilhamento é liberado entre todos os computadores da sua rede. Você só vai precisar do cabo USB ou Ethernet na configuração inicial, quando será assistido pelo excelente software da Lexmark, que dá todas as instruções mastigadas. Aliás, esse instalador – com versões quase idênticas para  Mac OS X e Windows, e similares entre os dois modelos – é um primor de atenção, com textos e ilustrações claros, passo a passo.</span></p>
<div id="attachment_9563" class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-impressora-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-9563" title="42-impressora-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-impressora-3-360x408.jpg" alt="Samsung CLX-3170FN" width="360" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Samsung CLX-3170FN</p></div>
<div>
<p><span>Esta AIO transmite fax, escaneia e imprime a laser. Mas pela aparência compacta e leveza, você pensaria que é apenas uma inkjet doméstica altinha. Mas não! A Samsung afirma que esta é a menor laser colorida do mundo no momento. De fato, é pequena: mede 41 centímetros de largura por 37 de profundidade. </span></p>
<p><span>A parte superior contendo o scanner é um pouco mais larga que a base, o que explica em parte a “magia”.  Os cartuchos de toner – independentes para as cores C, M, Y e K – são enfileirados verticalmente. O peso é de 15,4 quilos – menos de metade da Xerox. Enfim, é uma laser que você pode tratar como uma inkjet; não vai exigir uma peça de mobília exclusiva dela para ser feliz.</span></p>
<p><span>O outro motivo de não precisar de um móvel à parte para ela é o seu silêncio. Nem mesmo os estalos e cliques característicos das lasers chamam a atenção. Assim, não é um absurdo instalá-la na sua própria escrivaninha, caso ela tenha um espacinho livre. Você não faria o mesmo com a Xerox.</span></p>
<p><span>O software é minimalista e ela não vem com Wi-Fi, apenas com USB e Ethernet; seu estilo é mais próximo das máquinhas grandonas de escritório que das domésticas. A velocidade máxima é de quatro impressões coloridas por minuto ou 16 em preto e branco – uma vantagem fundamental sobre a inkjets. Como copiadora, ela também é bastante veloz.</span></p>
<p><span>Na função de scanner, assim como todas as demais do teste pode fazer scans via “push” (você escolhe no painel e ela manda o arquivo para um computador da rede) ou via “pull” (usando um software para isso). E tem ajustes separados para imagem de revista (impressão reticulada) ou texto puro (documentos e livros). A nitidez do scan não é tão notável quanto a das concorrentes próximas, mas a impressão de fotos em cores é ótima, com reprodução correta dos difíceis tons mais escuros, cores muito bem calibradas de fábrica e um acabamento fosco, em vez do visual típico semibrilhante da Xerox e outras lasers.</span></p>
<p><span>Outro detalhe que se sobressaiu positivamente foi a formação dos caracteres de texto pretos nos documentos em PDF, sem as serrilhas visíveis em corpos pequenos que surgem nas outras impressoras, tanto inkjet quanto laser.</span></p>
<p><span>O cassete A4 acomoda 150 folhas e o painel tem um moderno controle direcional luminoso que lembra o painel do Xbox, e faz sinais sonoros bonitinhos ao completar as operações, com um toque feminino.</span></p>
<div id="attachment_9564" class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-impressora-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-9564" title="42-impressora-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/11/42-impressora-4-360x417.jpg" alt="Xerox Phaser 6128MFP" width="360" height="417" /></a><p class="wp-caption-text">Xerox Phaser 6128MFP</p></div>
<p><span>A Xerox, inventora da copiadora e da impressora laser, tem uma extensa linha de copiadoras profissionais e multifuncionais que praticamente continua de uma categoria para a outra, já que a tecnologia digital de scan e impressão substituiu os sistemas analógicos nos produtos para escritórios pequenos. Ainda assim, a Phaser 6128MFP tem uma cara bem parecida com a de suas irmãs maiores, destacando-se a unidade de scanner separada numa torre sobre o restante do aparelho. Ao instalar o aparelho pela primeira vez, é preciso destravar os quatro cilindros de transferência de toner (pela porta frontal) e os quatro cartuchos de toner independentes (pela porta lateral) – uma operação muito mais delicada do que trocar cartuchos nas inkjet.</span></p>
<p><span>Outros detalhes, como o adesivo traduzido em três idiomas para o painel de controle, denotam refinamento. A interface é tradicionalista, baseada em botões dedicados; não há Wi-Fi integrado, nem slots para memórias de câmeras; mas há o fax. </span></p>
<p><span>A Phaser promete até 12 impressões coloridas ou 16 em preto e branco por minuto, e copia uma folha de A4 colorida em meio minuto. Além disso, a qualidade da cor é sublime: a calibração original é extremamente precisa. Jogue um papel de gramatura mais pesada, como 180 g, e você obtém um print respeitável para cartão de visitas. O único senão é que os tons contínuos em fotografias não são absolutamente uniformes com os papéis que testamos. Mas para documentos formais e provas, está de ótimo tamanho. </span></p>
<p><span>O scanner, com resolução máxima de 600 por 600 pixels por polegada, produz excelentes resultados e faz bonito no modo de cópia, oferecendo ainda a opção de descarregar a imagem para um computador na rede como TIFF, JPEG ou PDF.</span></p>
<p><span>Um administrador de rede meticuloso pode facilmente controlar toda a atividade de impressão de seu escritório, ele pode definir quem pode fazer impressões e cópias coloridas – útil para resolver o problema comum de impressão de páginas da Web à toa. Outra característica muito atraente da Phaser é o seu incrível silêncio; é possível instalá-la diretamente às suas costas (que é como ela estava de fato no nosso apertado laboratório de testes), sem o menor incômodo por conta de barulho. </span></p>
<p><strong><a href="www.lexmark.com.br">Lexmark X4690</a></strong></p>
<p><strong>Prós</strong><span><br />
</span>Completa, mas leve, silenciosa e compacta, para espaços reduzidos; scanner e impressora excepcionais.</p>
<p><span><strong>Contras</strong><br />
</span>Velocidade de impressão e cópia em alta qualidade é relativamente baixa.</p>
<p><span><strong>Preço</strong><br />
</span>R$ 500 (cartucho R$ 90)</p>
<p><strong><a href="www.lexmark.com.br">Lexmark X9575 Professional</a></strong></p>
<p><strong>Prós</strong><span><br />
</span><span> </span>Adequada para o SOHO, com excelente qualidade de impressão e ótimo scanner.</p>
<p><span><strong>Contras</strong><br />
</span><span> </span>Privilegia a qualidade de saída em lugar do volume para escritórios maiores.</p>
<p><span><strong>Preço</strong><br />
</span>R$ 900 (cartucho R$ 110)</p>
<p><strong><a href="www.samsung.com/br">Samsung CLX-3170FN</a></strong></p>
<p><strong>Prós<br />
</strong> Extremamente compacta e silenciosa para uma laser.</p>
<p><span><strong>Contras</strong><br />
</span>Toner é relativamente caro.</p>
<p><span><strong>Preço</strong><br />
</span>R$ 1.300 (cartucho R$ 250)</p>
<p><strong><a href="www.office.xerox.com ">Xerox Phaser 6128MFP</a></strong></p>
<p><strong>Prós<br />
</strong> Adequada para uma rede com vários usuários constantes, com ótimos scanner e impressora.</p>
<p><span><strong>Contras</strong><br />
</span>Grande e pesada.</p>
<p><span><strong>Preço</strong><br />
</span>R$ 900 (cartucho R$ 350)</p>
<p><em><strong>Mario Amaya gostou da oportunidade de fazer impressões de fotos com qualidade de portfólio com essa nova geração de multifuncionais.</strong></em></div>
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		<item>
		<title>Luz, câmera, iPod</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 00:02:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Miranda</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Especial]]></category>

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		<category><![CDATA[lançamento]]></category>

		<category><![CDATA[nano]]></category>

		<category><![CDATA[nano 5G]]></category>

		<category><![CDATA[Nike]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo iPod nano 5G grava vídeo, toca rádio e é bacana de usar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Quando entra setembro, todos os usuários de iPods e fãs da Apple já sabem que vem atualização do famoso tocador de conteúdo digital. E neste ano não foi diferente: com a presença de Steve Jobs, que não aparecia em público desde o ano passado, ganhamos uma nova versão (ou geração) do iPod nano, o tocador mais popular do planeta (depois dos milhões de aparelhos xing-ling que pululam em lojas chinesas em todo o mundo).</span></p>
<p><span>E os adoradores do nano não têm do que reclamar: tela maior, rádio embutido, cores mais vibrantes, graças ao alumínio anodizado brilhante, gravador de voz, alto-falantes (eba!) e, melhor de tudo, uma câmera de vídeo que permite filmar eventos caseiros para colocar no YouTube. Nada de fotos, mas dá para entender o porquê dessa limitação (leia mais adiante).</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-2.jpg"><img class="size-full wp-image-8922 aligncenter" title="41-ipod-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-2.jpg" alt="41-ipod-2" width="125" height="295" /></a></p>
<p><em><strong>Encontre a música</strong> O novo modo de busca no iPod nano 5G está mais bonito, porém seu uso ainda depende do uso da Click Wheel para encontrar as músicas ou artistas perdidos. Mas é bem melhor do que aquilo que a concorrência pode oferecer</em></p>
<p><strong>Quase tudo novo</strong></p>
<p><span>Olhando de longe, o iPod nano 5G é muito parecido com seu antecessor. As diferenças estão nos detalhes. A tela é de 2,2 polegadas (0,2 maior que a do nano 4G), conseguindo, assim, aumentar a resolução para 240×376 polegadas com 204 pixels por polegada (a anterior era de 240×320 polegadas). Parece pouco, mas na hora de assistir aos vídeos, faz diferença. Outra novidade visual é o acabamento do iPod nano, muito mais brilhante que o anterior. Parece até pintura de carro!</span></p>
<p><span>Outra diferença entre os novos iPods nano é que agora (finalmente!) a interface está totalmente traduzida para português do Brasil (acabou-se a era do ecrã no iPod). Assim, fica mais fácil achar as funções nos menus.</span></p>
<p><strong>Gravando!</strong></p>
<p><span>Mas a grande atração é mesmo a câmera de vídeo. Hoje em dia, gravar pequenos filmes é a grande sensação entre os jovens, tanto que a grande maioria dos celulares já possui essa funcionalidade (o iPhone ganhou uma câmera de vídeo recentemente). Com 640×480 pixels e 30 fps (quadros por segundo, na sigla em inglês) de resolução, o iPhone nano permite gravar vídeos caseiros com tranquilidade e qualidade YouTube, isto é, nada perto dos filmes em alta-definição que as câmeras compactas mais modernas conseguem produzir. Mas quem se importa com isso? O legal mesmo é puxar o iPod nano e fazer uma gravação descompromissada e depois jogar na internet.</span></p>
<p><span><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-3.jpg"><img class="size-full wp-image-8923 alignleft" title="41-ipod-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-3.jpg" alt="41-ipod-3" width="125" height="295" /></a>Na apresentação de setembro, Steve Jobs mostrou quem era o concorrente direto do nano 5G nessa funcionalidade de vídeo: as câmeras como a Flip, que são compactas e uma febre nos Estados Unidos. Porém, muitas dessas câmeras já oferecem vídeo em alta-definição (HD), o que, como já vimos, não é o caso do nano 5G. Mas seu tamanho diminuto e múltiplas funcionalidades (música, vídeo, agenda, rádio…) o transformam em uma câmera bastante portátil e com uma qualidade aceitável.</span></p>
<p><span>A câmera está situada na traseira do nano, perto da parte de baixo do aparelho. Nas primeiras vezes, principalmente para quem está acostumado a gravar com celulares ou câmeras compactas, normalmente são gerados vídeos com ângulos bizarros e dedos aparecendo no começo e no final das filmagens. O ideal é segurar o nano com as duas mãos, até porque ele é muito leve, gerando filmes um pouco tremidos.</span></p>
<p><span>Para iniciar a gravação, nada mais simples. Selecione Câmera de Vídeo no menu principal e automaticamente a interface de gravação aparece. Mais um clique no botão central e você percebe o cronômetro andando e a bolinha vermelha no canto esquerdo pulsando. Para parar, basta apertar novamente o botão central. Se você quiser adicionar alguns efeitos especiais ao seu vídeo, parecidos com os do Photo Booth, é só apertar por mais de dois segundos o botão central. Tem alguns bem legais, como Raio X, Sépia, Preto e Branco e Cyborg. Para escolher, utilize a Click Wheel e depois aperte o botão central. Diversão garantida.</span></p>
<p><span>Se você quiser assistir aos vídeos gravados, escolha um deles pelo menu </span><strong>Vídeo &gt; Vídeos da Câmera</strong><span> ou fechando a câmera de vídeo e procurando pela data no Rolo da Câmera (uma tradução infeliz de Camera Roll). E, para não precisar dos fones de ouvido sempre que quiser assistir a uma gravação, a Apple resolveu colocar alto-falantes no iPod nano 5G. Agora, assim como no iPhone e iPod touch, você pode ouvir suas músicas sem a necessidade de fones. Legal demais! O som, é claro, não é de alta-fidelidade, mas para uma audição casual, está de bom tamanho.</span></p>
<p><span>Os vídeos gravados ficam armazenados em uma lista especial e não são transferidos para o Mac pelo iTunes, como se poderia imaginar, mas pelo iPhoto, que é como acontece com o iPhone. Depois, os filmes podem ser editados normalmente no iMovie, aparecendo na lista de vídeos na barra da lateral do iMovie ‘09. Daí, basta enviar para o YouTube ou para sua galeria no MobileMe. Cada minuto de vídeo ocupa cerca de 20 MB de espaço (muito parecido com a maneira com que o iPhone 3GS funciona).</span></p>
<p><strong>Sem fotos</strong></p>
<p>Todo bom celular que se preza faz fotos. Ninguém disse que a maioria deles faz um bom trabalho, embora faça. Mas a Apple decidiu que não valia o esforço. O espaço necessário para ter uma câmera com um sensor capaz de tirar fotos razoáveis como o do iPhone 3GS não era suficiente dentro do nano: a do iPhone tem 6 mm e o do nano tem apenas 3 mm. A espessura total do iPod nano é de 6,2 mm na parte central. A câmera fica nas bordas, onde ele é bem fino. Realmente não daria certo.</p>
<p><strong>Corra, iPod, corra</strong></p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-8921 aligncenter" title="41-ipod-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-1-360x237.jpg" alt="41-ipod-1" width="360" height="237" /></span></p>
<p><em><strong>Nike + iPod: subindo a todo vapor</strong> Apesar de não ser um grande sucesso por aqui, o Nike + iPod é bem legal para quem gosta de praticar corrida ouvindo música. A nova versão do podômetro embutido no nano 5G não leva ao site original, mas a um chamado Nike Active</em></p>
<p><span>Que o nano já era o tocador preferido do pessoal que faz ginástica e corrida, isso não é novidade. Tanto que o conjunto Nike + iPod só funcionava com o pequeno iPod (e agora também funciona com o touch 2G em diante). Se antes era necessário ter o sensor separado (pedômetro) no sapato, o iPod nano 5G traz um pedômetro embutido, que marca seus passos e a quantidade de calorias queimadas.</span></p>
<p><span>Para acionar o sistema de contagem de passos, ligue o nano 5G e escolha a opção </span><span>Extras &gt; Condicionamento</span><span>. O menu é bem simples. Ao selecionar Conta-passos, a função já começa a funcionar. Para interromper, aperte o botão central. Em ajustes, você pode deixar o conta-passos sempre ativo (aparece um ícone de um sapato na barra de menus), escolher o objetivo diário de passos, marcar o seu peso (infelizmente, o número maior que aparece é em libras e a contraparte em quilos aparece bem pequena na tela, podendo confundir o usuário) e a orientação da tela.</span></p>
<p><span>A contagem de passos é feita balançando o iPod nano, graças ao acelerômetro. Ele faz uma média de quantos passos você fez e, dependendo de seu peso, mostra quantas calorias foram queimadas. Os resultados podem ser enviados para o site Nike+, do mesmo modo que era feito com o kit. No site, você pode ver quantos passos você já deu para completar subir um prédio de 100 andares entre outros desafios. E, depois de criar uma conta (chamada Nike Active), você pode enviar suas conquistas para o Facebook e compartilhar com os amigos.</span></p>
<p><strong>Rádio</strong></p>
<p style="text-align: center;"><span><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-8925 aligncenter" title="41-ipod-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-5-360x409.jpg" alt="41-ipod-5" width="216" height="245" /></a></span></p>
<p><em><strong>Lado a lado </strong>O tamanho do iPod nano 4G e 5G é o mesmo, o que muda mesmo é o tamanho da tela e da Click Wheel, que ficou um pouco menor, mas nada que atrapalhe o uso. Com a tela maior, a Apple pode brincar mais com a interface, colocando mais animações na parte debaixo, onde ficam passando capas de álbuns ou vídeos armazenados no tocador</em></p>
<p><span>Outra funcionalidade que foi incorporada e que a grande maioria dos tocadores xing-ling já oferece é ter um sintonizador de rádio embutido. Pode parecer estranho que algo tão simples tenha demorado tanto para chegar ao iPod. Na verdade, alguns devem se lembrar do antigo controle remoto para iPod que a Apple lançou há alguns anos (aquele que depois se transformou no shuffle 2G) que permitia sintonizar estações FM. Agora, ao que parece, Steve Jobs teve de ceder aos apelos populares e liberou o rádio para seu tocador mais famoso. Mas o fez com uns detalhes a mais, como é de costume da Apple.</span></p>
<p><span>O aplicativo para sintonizar rádios FM no iPod nano 5G é bastante fácil de usar, sua única restrição é que é preciso utilizar os fones de ouvido, que servem de antena para o rádio. Uma pena. Seria legal poder escutar o rádio diretamente nos alto-falantes. Como sempre, basta escolher a função no menu principal e usar o botão central para alternar entre o dial e o volume. Para trocar de estação, é só passar o dedo pela Click Wheel. As informações enviadas por RDS (Radio Data System), comum nas emissoras que transmitem sinal digital, são mostradas na tela do nano 5G. No caso de esses dados serem etiquetas (tags) compatíveis com o iTunes, você pode selecioná-las e depois sincronizar as informações com o Mac e até mesmo comprá-las na loja virtual da Apple. Já dá para imaginar que essa função não funciona aqui no Brasil. Se você quiser guardar alguma estação de rádio como favorita, pressione o botão central por mais de dois segundos. Elas ficam armazenadas em uma lista de reprodução especial no menu Rádio. As favoritas aparecem com uma pequena estrela ao lado da frequência.</span></p>
<p><span>Se você quiser gravar algo da rádio para uma audição posterior, como um jogo de futebol, por exemplo, você pode usar a função Pausa ao Vivo. Apertando o botão Play/Pause, o iPod gravará a rádio enquanto você não pode ouvir ao vivo, mas não se anime tanto: o limite de tempo é de apenas 15 minutos. Ao voltar para a rádio ao vivo, o que pode ser feito trocando de estação ou apertando o botão Menu e escolhendo a opção Parar rádio, você perde tudo que foi gravado.</span></p>
<p><strong>Gravando! Áudio</strong></p>
<p><span>Ora, se a câmera de vídeo precisa de um microfone, obviamente, ele pode ser usado para gravar memos de voz. E por isso, a Apple aproveitou o visual do aplicativo Gravador do iPhone 3Gs, com seu grande microfone e monitor VU para colocá-lo dentro do nano 5G. Para iniciar (e parar) uma gravação, é só apertar o bom e velho botão central.</span></p>
<p><span>Os memos de voz são sincronizados com o iTunes como eram antes, quando era necessário colocar um gravador externo ao iPod para fazer gravações. Ao conectar o nano 5G ao Mac, o iTunes detecta se há novos memos de voz e pergunta se pode transferi-los para o computador, salvando-os em uma lista de reprodução especial. Para quem, às vezes, precisa fazer pequenas entrevistas ou guardar uma grande ideia antes que ela desapareça, o gravador do iPod nano é mais do que suficiente.</span></p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p><span>Gravar vídeo, mesmo que não seja em alta-definição, fazer memos de voz e tocar rádio são coisas que muitos concorrentes já faziam, e a Apple teve de correr atrás para colocar tudo isso dentro do diminuto nano 5G. É bom saber que Steve Jobs também sabe ouvir o que o povo quer dentro de seu iPod, além de músicas e filmes.</span></p>
<p><span>Todo ano sabemos que a Apple vai lançar um novo iPod, sempre imaginando o que ela fará para continuar motivando seus usuários a trocarem de tocador. Com o iPod nano 5G, ela demonstrou que é possível adicionar funcionalidades legais que fazem a gente olhar para os nossos iPods seminovos com um certo ar de desdém e já programando uma ida na revenda mais próxima.</span></p>
<p><span><strong>Prós</strong><br />
</span><span>Câmera de vídeo, alto-falantes, pedômetro, rádio, tela maior e cores mais brilhantes.</span></p>
<p><strong>Contras<br />
</strong><span>Para ouvir rádio, é necessário utilizar o fone de ouvido; câmera não é de alta-definição.</span></p>
<p><strong>Preços </strong><br />
R$ 600,00 (8 GB)/ R$ 700,00 (16 GB)</p>
<p><strong>Mais do mesmo</strong></p>
<div>
<p><em>iPod touch, classic e shuffle continuam quase iguais</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-8924 aligncenter" title="41-ipod-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-4-359x248.jpg" alt="41-ipod-4" width="359" height="248" /></a></em></p>
<div>
<p><span>A grande atração da apresentação de setembro foi, sem dúvida, o iPod nano 5G. Apesar disso, toda a linha de tocadores foi atualizada. Alguns mais, outros menos. Por exemplo, o classic só ganhou um HD maior, voltando a ter 160 GB de espaço disponível (no ano passado, o de 160 GB foi substituído por um de 120 GB). A diferença é que ele está mais fino que o de dois anos atrás.</span></p>
<p><span>Os shuffle 4G só ganhou mais cores (cinco no total), continuando a não ter botões visíveis e aquele visual palitinho básico e Voice Over como principal função. Na Apple Store você pode comprar um modelo exclusivo, em aço inox, um luxo.</span></p>
<p><span>O único iPod a ganhar um pouco mais de destaque foi o touch, que agora vem em três capacidades, 8 GB, 32 GB e 64 GB. Phill Schiller, durante a apresentação, não se cansou de dizer como o iPod touch era divertido e que era a plataforma ideal para games. Mas essas foram as únicas novidades oficialmente divulgadas para o iPod que quase poderia ser um iPhone.</span></p>
<p><span>A respeito do iPod touch, o que mais gerou comentários entre os usuários não foi verdadeiramente discutido. Muito se falou que dois modelos de tocadores da Apple teriam câmera, o nano e o touch. No entanto, faltando poucos dias para o evento, sites especializados em rumores afirmaram que a empresa havia desistido de colocar a câmera no touch. A razão é um mistério. O pior é que ao desmontarem o touch, descobriram que o local para a tal câmera estava lá, mas vazio (obviamente). Será que teremos um touch que tira fotos ou faz vídeo? Só o tempo dirá.</span></p>
<p><strong><span><em>Sérgio Miranda </em></span><span><em>tem mais iPods do que precisaria, mas ficou muito tentado a não entregar para sua esposa o novo nano 5G, mesmo sob ameaça de dormir na casinha do cachorro se não o fizesse.</em></span></strong></p>
<div></div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Agora, sim!</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/materias/agora-sim-2/</link>
		<comments>http://macmais.terra.com.br/materias/agora-sim-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 19:22:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Miranda</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Especial]]></category>

		<category><![CDATA[app store]]></category>

		<category><![CDATA[destaque]]></category>

		<category><![CDATA[Genius]]></category>

		<category><![CDATA[iTunes 9]]></category>

		<category><![CDATA[jukebox]]></category>

		<category><![CDATA[nova versão]]></category>

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		<description><![CDATA[Novidades no iTunes 9 vão além da estética]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada como setembro chegar para termos uma nova versão do iTunes para brincar. De tempos em tempos, as mudanças são drásticas, em outras, nem tanto. O iTunes 9 sofreu uma pequena reformulação visual além de acrescentar algumas funcionalidades interessantes, principalmente na parte de sincronia com iPods e iPhones (é preciso instalar a atualização do iPhone OS para a versão 3.1), além do Compartilhamento Familiar e as Seleções Genius (em inglês, Genius Mix). Se, no fundo, as alterações não foram bombásticas, deixaram os usuários um pouco mais felizes.</p>
<div>
<div>
<p><strong>Estética</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-weight: normal;"><img class="size-medium wp-image-8908 aligncenter" title="41-ipod-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-7-360x446.jpg" alt="41-ipod-7" width="360" height="446" /></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;"><em><strong>Novo e antigo</strong> O navegador (browser) ganhou um novo modo de visualização, por coluna, mas manteve a possibilidade de deixá-lo na parte de cima da janela, evitando assim uma gritaria desnecessária dos usuários que usam o navegador</em></span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span>O básico da interface do iTunes não mudou, mas alguns refinamentos podem ser notados, como os botões de Tocar/Retroceder/Avançar, que agora estão mais destacados, e o monitor, onde aparece a barra de progresso agora está mais brilhante. Além de mostrar o andamento da música que está tocando ou as “barrinhas dançantes”, também é possível acompanhar os downloads feitos da iTunes Store ou App Store, sem precisar selecionar a lista na barra lateral. Outra mudança na interface é no navegador (browser), que agora pode ser vista na parte de cima, como antigamente, ou na lateral.</span></p>
<p><span>O visual com fundo preto para a janela no modo de visualização por álbum deu lugar ao branco, deixando as capas bem destacadas. O modo por lista e por Cover Flow não sofreu qualquer mudança. Em time que está ganhando, não se mexe, dizem os mais sábios.</span></p>
<p><span>A loja virtual de música e vídeos também foi repaginada, ficando mais clean e ganhando um novo formato de compra de músicas e vídeos, o iTunes LP e os Extras. Ademais, também é possível indicar e compartilhar álbuns e filmes em redes sociais (Facebook e Twitter) e novos ringtones para o iPhone por US$ 1,29 (antes, era preciso comprar uma música por US$ 0,99 e depois pagar mais US$ 0,99 para convertê-la). Infelizmente, ainda não podemos oficialmente brincar nesse parquinho de diversões.</span></p>
<p><strong>Nova Jukebox</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-8.jpg"><img class="size-medium wp-image-8909 aligncenter" title="41-ipod-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-8-360x508.jpg" alt="41-ipod-8" width="360" height="508" /></a></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><em>Limpo e arrumado <span style="font-weight: normal;">O novo visual da loja online agradou a todos, mostrando mais opções e com uma navegação bem mais intuitiva. Pena que nós brasileiros ainda não temos uma iTunes Store para passear e fazer compras</span></em></p>
<p><span style="font-weight: normal;">Além do visual, algumas funcionalidades foram introduzidas no iTunes 9. Uma delas é uma expansão do conceito Genius, introduzido há exatamente um ano, na versão anterior do programa. Se antes era possível criar uma lista “genial” a partir de determinada música como referência, agora temos as Seleções Genius (Genius Mix), que na verdade é uma seleção de músicas feita por gêneros e artistas e separadas em 12 listas especiais, como Rock Mix 1, Pop Mix, Soul Mix, entre outras.</span></p>
<p><span>A diferença entre a lista e a seleção é que a primeira é feita a partir de uma escolha sua e é limitada até cem músicas na sua discoteca digital. Já nas seleções, quem manda é o iTunes. Não é possível personalizar ou antecipar o que virá na sequência, apenas deixar o barco rolar. É como uma rádio, sem qualquer controle do usuário. Em nosso teste, até que o tal “gênio” dentro do iTunes fez um bom trabalho, misturando Elvis, Roy Orbison e Everly Brothers em uma seleção chamada Classic Rock. Se você ainda não tinha organizado suas músicas por gênero e queria usar as Seleções Genius, é uma boa hora para colocar a mão na massa.</span></p>
<p><span>As Seleções Genius também podem ser sincronizadas no iPhone ou iPod. São as mesmas já existentes no iTunes e são ótimas para quem prefere levar para passear apenas uma seleção bacana de músicas. Para quem gosta de saber o que está acontecendo, na hora da sincronização, é possível ver a quantidade de músicas e quais fazem parte da lista (em geral, 230). Porém, o pessoal da Apple precisa melhorar sua integração idiomática: no iPhone, as Seleções Genius ficaram com o nome Misturas Genius.</span></p>
<p><strong>Sincronizar diferente</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-9.jpg"><img class="size-medium wp-image-8910 aligncenter" title="41-ipod-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-9-360x442.jpg" alt="41-ipod-9" width="360" height="442" /></a></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><em><strong>Sincronia total</strong> <span style="font-weight: normal;">No iTunes 9, o modo como sincronizamos aplicativos com o iPhone ou iPod touch foi totalmente reformulado. Agora, é possível escolher em qual janela um aplicativo será instalado com um simples arrastar e soltar</span></em></p>
<p><span>As principais mudanças estão na parte de sincronizar sua biblioteca de mídia e aplicativos com iPods e iPhones. No caso dos aplicativos, as alterações foram radicais e, para falar a verdade, já estavam atrasadas. Agora, é possível escolher a página em que um aplicativo será instalado no iPhone ou iPod touch. Até que enfim! Nada de ficar perdido tentando encontrar um determinado programa na tela do celular ou do tocador. Além disso, você pode alterar o conteúdo do seu iPhone ou iPod diretamente na tela do iTunes, o que poupa um trabalhão de ficar pulando de página em página para apagar ou mover um aplicativo de lugar.</span></p>
<p><span>Remover um programa na tela do iPhone imediatamente o tira da lista de sincronização. Ao adicionar um novo software, ele será posicionado na tela em que você estiver. Arraste o ícone do aplicativo para uma determinada janela, e ele será movido. Simples e prático, como sempre deveria ser. Mas lembre-se: além de atualizar o iTunes, é preciso baixar a nova versão do iPhone OS, a 3.1, para poder usar o novo modo de sincronismo (quem usa iPhones desbloqueados não devem, por enquanto, fazer a atualização, correndo o risco de travar o aparelho novamente).</span></p>
<p><span>Agora é possível sincronizar músicas, além das listas de reprodução e das Seleções Genius, artistas e gêneros. O modo de sincronizar informações, filmes e programas de TV não sofreu alterações dignas de nota.</span></p>
<p><span>Outra novidade é que a Apple resolveu investir mais em sua iTunes U (conteúdo específico para estudantes), que agora tem uma aba específica para ela, saindo de Podcasts. Como a Apple tem apostado muito no mercado educacional e muitas instituições de ensino adotam o iPod ou iPhone como um material escolar, essa mudança faz sentido.</span></p>
<p><strong>Família unida</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-10.jpg"><img class="size-medium wp-image-8911 aligncenter" title="41-ipod-10" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-10-360x231.jpg" alt="41-ipod-10" width="360" height="231" /></a></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><span style="font-weight: normal;"><em><strong>Todo mundo junto</strong> Quem tem uma conta na iTunes Store e até cinco Macs em casa vai adorar essa nova função. É possível copiar músicas, vídeos e também aplicativos entre os diversos computadores de maneira rápida e fácil</em></span></p>
<p><span>Quem tem mais de um Macintosh (ou PCs) em casa já passou por isso: transferir uma música ou aplicativo para outro computador manualmente para unificar as bibliotecas. Ou então usar um HD externo com tudo misturado para garantir que todo mundo tenha acesso aos mesmos conteúdos. Agora, essa tarefa ficou mais fácil com o Compartilhamento Familiar.</span></p>
<p><span>Depois de habilitar o Compartilhamento Familiar em todos os computadores da casa (ou do trabalho), as bibliotecas de cada Mac ou PC aparecerão na barra lateral, com direito a listas de reprodução e aplicativos comprados na App Store. Quer pegar uma música no Mac da sua irmã? É só arrastar para a sua biblioteca e pronto. Também é possível só escutar as músicas sem precisar transferir nada (como já era possível com o compartilhamento de bibliotecas).</span></p>
<p><span>A pegadinha é que, além dos computadores estarem todos na mesma rede, é preciso que todos estejam ativados com a mesma conta da iTunes Store. É isso mesmo, só quem tem uma conta na loja virtual de músicas e vídeos da Apple pode compartilhar conteúdo entre Macs e PCs (limitados a cinco computadores, no total).</span></p>
<p><span>No geral, o iTunes 9 é uma boa atualização e pode ser instalada sem crise. As novidades são todas bem-vindas e devem deixar nossa vida musical ainda mais simples, apesar de exigirem um pouco mais de organização.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-11.jpg"><img class="size-medium wp-image-8912 aligncenter" title="41-ipod-11" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/10/41-ipod-11-360x231.jpg" alt="41-ipod-11" width="360" height="231" /></a></span></p>
<p><span><em><strong>Mistureba genial</strong> Muito melhor do que uma lista de reprodução Genius, as novas seleções são criadas a partir dos gêneros musicais, criando listas com mais de 200 músicas em poucos segundos. Mais fácil, impossível</em></span></p>
<p><em>Sérgio Miranda acha o iTunes excelente e está pensando em ficar um mês na frente dele para deixá-lo totalmente organizado.</em></div>
</div>
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		<title>Todos os olhos</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 00:37:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Amaya</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Especial]]></category>

		<category><![CDATA[destaque]]></category>

		<category><![CDATA[Logitech]]></category>

		<category><![CDATA[Microsoft Life Cam]]></category>

		<category><![CDATA[Philips]]></category>

		<category><![CDATA[webcam]]></category>

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		<description><![CDATA[O seu computador não precisa ficar cego se você não quiser. Bem-vindo à era das webcams plug &#038; play no Mac!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Você sabe? Você lembra? A revolução das webcams começou no Macintosh. Foi com a Connectix QuickCam, o primeiro produto desse tipo do planeta, lançado em 1994. Nessa época relativamente remota, pouquíssima gente tinha conexão à web. E mais: quase ninguém tinha conexão rápida e estável o bastante para transmitir vídeo digital ao vivo. Mas a futurista e elegante aplicação da videoconferência já podia ser experimentada através do pioneiro software CUSeeMe, criado dois anos antes, também na plataforma Mac.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-8142 alignleft" title="40-webcam-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-webcam-1-360x283.jpg" alt="40-webcam-1" width="252" height="198" />Em 1998, a Logitech comprou a Connectix e continuou a desenvolver a linha de webcams, que nesse tempo já eram usadas da maneira como concebemos hoje. Mas a empresa cortou aos poucos o suporte a Mac. A mesma coisa aconteceu com as numerosas câmeras das marcas concorrentes. O problema agravou-se nos primeiros anos do Mac OS X, quando faltava driver de Mac para muita coisa que no mundo pecezista era trivial.</p>
<p style="text-align: left;">Para não chupar o dedo até ficar só no osso, o macmaníaco precisava recorrer à estupidamente cara iSight, webcam com conexão FireWire da própria Apple, compatível apenas com Macs G4 ou mais potentes. Se o seu Mac fosse anterior, a solução era adaptar uma webcam USB “de PC” com um driver extra-oficial, sujeito a bugs bizarros, como mostrar só som ou só imagem, ou funcionar com um programa sim e outro não.</p>
<p style="text-align: left;">Esse estado de alienação frustrante foi incentivado pela própria Apple. A iSight foi largamente promovida como sendo “muito melhor” que qualquer outra coisa no mercado. Na prática, era para ser um monopólio. A câmera foi criada para complementar o iChat, software baseado no protocolo de comunicação da AOL, ignorado por rigorosamente todo mundo que usa PC no Brasil. Outras possibilidades de uso seriam com o menos conhecido iVisit e o Skype.</p>
<p style="text-align: left;">Por fim, em 2007 tudo melhorou. A iSight avulsa saiu de linha. Todos os Macs portáteis e monobloco passaram a vir com uma webcam embutida. Para os modelos que ficaram de fora, como o Mac Pro e o mini, marcas de terceiros passaram a ter compatibilidade direta via USB, sem necessidade de caçar e instalar drivers. Isso aconteceu graças à adoção pela indústria do padrão de conexão “USB Video Class” (UVC), que estreou no Mac OS X 10.4.3 e funciona com o iChat desde o 10.4.9. Toda câmera com esse tipo de conexão pode funcionar no Mac na base do plug &amp; play, instantaneamente, sem precisar instalar nem configurar nada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8143 aligncenter" title="40-webcam-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-webcam-2-360x270.jpg" alt="40-webcam-2" width="360" height="270" /></p>
<p style="text-align: left;"><em>Vídeo digital para as massas<br />
A Connectix QuickCam, primeira câmera digital feita para acoplar a computadores, surgiu inicialmente para Mac em 1994. A imagem era de 16 tons de cinza a 320 x 240 pixels (abaixo); o áudio tinha 8 bits a 11 kHz. Tudo era transmitido pela lenta interface serial. Pode ser considerada primitiva hoje, mas iniciou uma pequena revolução.</em>
</p>
<p style="text-align: left;">A grande ironia é que os fabricantes das webcams suportadas nativamente pelo UVC ignoram escandalosamente o Mac. Eles sempre informam que os produtos funcionam com Windows — e apenas isso. Por quê? Algum pacto diabólico com a Microsoft? Falta de patrocínio da Apple? Ambas as coisas?</p>
<p style="text-align: left;">Para tirar a teima, pegamos algumas modelos de câmeras USB de categoria superior e marcas famosas, cujas embalagens e manuais não dizem em lugar nenhum serem compatíveis com Mac; espetamos cada uma em um Mac mini com Mac OS X 10.5.7 e as mais recentes versões do iChat e Skype; e então tomamos nota (e capturamos telas) do que aconteceu.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Logitech QuickCam Pro 9000</strong><br />
<img class="size-medium wp-image-8144 alignleft" title="40-webcam-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-webcam-3-360x365.jpg" alt="40-webcam-3" width="216" height="219" />O slogan é superlativo: “detalhe e clareza perfeitos”. A lente é uma autofoco da Carl Zeiss – a empresa altamente reputada que responde pela óptica das câmeras da Sony. O design é inteligente, com um pedestal articulado que se encaixa com felicidade em qualquer coisa. Mas a embalagem (exagerada, com um monte de papel e plástico) deixa claro que que este é um produto exclusivamente dirigido a PCs com Windows. O que acontece, pois, ao plugá-la no Mac?</p>
<p style="text-align: left;">Simplesmente funciona, num piscar de olhos, com qualidade de imagem surpreendente. Paixão à primeira vista! Por que, então, a Logitech não enfatiza que o seu produto é plug-and-play no Mac?<br />
A lente tem um generoso campo grande-angular, similar ao de uma objetiva fotográfica tradicional de 28mm. Bom para quem pretende mostrar mais do que o próprio rosto (use a sua imaginação aqui, por favor). A autoexposição e o balanço de branco (correto, coisa rara em webcams!) ajustam-se para o seu rosto não ficar esverdeado e escuro — o que amiúde acontece em ambientes com iluminação fluorescente, deixando sua imagem com aquela cara de “Matrix”.
</p>
<p style="text-align: left;">A nitidez é bem acertada para o tamanho da imagem; o ruído digital não dá as caras, mesmo com iluminação fraca. A lente apresenta um pouco de convergência; isto é, as linhas paralelas tendem a se arredondar. Em compensação, a nitidez é uniforme até os cantos da imagem.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-8145 aligncenter" title="40-webcam-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-webcam-4-360x270.jpg" alt="40-webcam-4" width="360" height="270" /></p>
<p style="text-align: left;"><em>Nitidez de sobra<br />
A melhor característica da QuickCam Pro é a generosa amplitude de campo, combinada à nitidez uniforme. É provavelmente a webcam com melhor imagem do momento.</em>
</p>
<p style="text-align: left;">A resposta a mudanças na iluminação e enquadramento é mais rápida que na iSight, com estouros de luz menos abruptos, e a nitidez parece ser aproximadamente o dobro. Sob iluminação fraca ela perde framerate, como acontece com outras webcams, mas ainda mantém-se livre de ruído.</p>
<p style="text-align: left;">But there´s one more thing. Se você possui o Windows no seu Mac ou num PC ao seu alcance, e tiver a curiosidade de instalar nele o driver da webcam, descobrirá que não apenas o Mac desperdiça uma parte da resolução da imagem, como a versão PC oferece recursos inexistentes no Mac, como o extraordinário face tracking (que faz o enquadramento acompanhar automaticamente a posição do seu rosto) e vários ajustes finos para a imagem, como foco manual controlado via software. Puro luxo.</p>
<p style="text-align: left;">Deu para entender melhor o recado da embalagem, e deu pena.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Philips SPC1300NC</strong><br />
<img class="size-medium wp-image-8146 alignleft" title="40-webcam-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-webcam-5-360x318.jpg" alt="40-webcam-5" width="216" height="191" />Ela é dotada de pedestal similar ao da Logitech, de dimensões parecidas, com embalagem igualmente exagerada e poluente, e também não avisa em lugar nenhum que pode funcionar em Mac. O texto publicitário promete absurdos 6 megapixels de resolução. Por que absurdos? Porque a resolução real é de 2 megapixels, interpolados para cima quando se tira uma foto estática no PC.</p>
<p style="text-align: left;">Também como a Logitech, ela funciona de primeira ao ser conectada ao USB, sem necessidade de qualquer instalação ou ajuste. No Windows é preciso instalar o driver antes de qualquer coisa.<br />
O balanço de branco é acertado, mas puxa ligeiramente para o azulado; isto é, a temperatura de cor é mais fria.</p>
<p style="text-align: left;">A nitidez fica pau a pau com a da iSight: decente, mas não impressiona. O foco é manual, controlado pelo anel em torno da lente. É possível ver um pouco de ruído nas áreas de alto contraste, e as texturas são “amaciadas”. Ela tende a gerar uma imagem escura, com bastante ruído sob pouca luz.<br />
Onde a Philips brilha é no som – e não poderia deixar de ser assim, vindo de uma empresa famosa pelas suas invenções de áudio. Ela inclui um par (estéreo) de microfones direcionais, embutidos logo abaixo da lente. O pedestal é tão bom quanto o da Logitech.
</p>
<p style="text-align: left;">E mais uma vez o driver para Windows oferece opções que não existem para Mac, mas tem vários bugs e não funciona tão bem como deveria.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignnone size-medium wp-image-8147" title="40-webcam-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-webcam-6-360x270.jpg" alt="40-webcam-6" width="360" height="270" /></p>
<p style="text-align: left;"><em>Design retrô<br />
O visual da Philips é estritamente europeu e remete a aparelhos de som dos anos 70.</em></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Microsoft LifeCam VX-7000</strong><br />
<img class="size-medium wp-image-8148 alignleft" title="40-webcam-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-webcam-7-360x354.jpg" alt="40-webcam-7" width="173" height="170" />A Microsoft tem reputação de fazer bom hardware, e a LifeCam honra essa tradição. A mais compacta das três webcams tem sensor de 2 megapixels, uma nítida objetiva de cristal com boa amplitude de campo e um microfone direcional com função de cancelamento de ruído. Tudo isso num pacote bem mais compacto que as suas concorrentes.
</p>
<p style="text-align: left;">A lente não distorce a imagem, mas como é comum em câmeras pequenas desse tipo, a imagem sofre de excessiva remoção de ruído (texturas muito brandas) e as áreas mais claras “estouram” facilmente. Misteriosamente, a imagem da mesma câmera no PC com Windows é bem mais detalhada.</p>
<p style="text-align: left;">Ao contrário da Philips, a Microsoft produz uma imagem em tons mais quentes (puxa para o amarelado).</p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignnone size-medium wp-image-8149" title="40-webcam-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-webcam-8-360x270.jpg" alt="40-webcam-8" width="360" height="270" /></p>
<p style="text-align: left;"><em>Microsoft não é boa só de mouse<br />
A câmera deles é bem bacana e, assim como as outras, funciona no Mac sem precisar instalar nada. Mas no Windows ela rende muito mais. Mesmo caso da Logitech.</em></p>
<p style="text-align: left;"><strong><br />
O nosso veredito</strong><br />
A vencedora geral do teste, pela qualidade da imagem, é a Logitech. O segundo lugar vai para a Philips e o terceiro para a Microsoft, por uma diferença pequena.
</p>
<p style="text-align: left;">Em todos os casos, você tem aquilo pelo qual paga. Para este teste tivemos também acesso a várias câmeras USB baratinhas, de marcas genéricas para PC; mas normalmente o Mac não as reconhece, ou reconhece apenas áudio ou vídeo. Experimentamos essas câmeras usando drivers alternativos (veja uma relação deles no box) e, de uma forma ou outra, não deram certo. A conclusão é clara: teste qualquer produto antes de comprar e não compre nada no escuro só porque é baratinho, esperando que um driver perdido pela web resolva o caso. Não rola.</p>
<p style="text-align: left;">Quando a iSight saiu, a Apple a descreveu nos termos mais absolutamente superlativos. Também, pudera: seu preço também sempre foi superlativo. As coisas mudaram muito ao longo de seis anos. As webcams USB mais modernas dão um pau na iSight em qualidade de imagem.</p>
<p style="text-align: left;">É claro que a largura de banda típica de uma conexão à Web via ADSL ou cabo impede que o framerate e a limpeza do vídeo sejam completamente transmitidos para o outro lado da conversa ao vivo. Mas a nitidez e as cores certamente são visíveis. E as câmeras também podem capturar decentemente podcasts e vídeos caseiros. O único senão é a incompatibilidade das webcams USB com o iMovie – você sempre precisa capturar o vídeo com algum outro programa e depois jogá-lo no editor.</p>
<p style="text-align: left;">O Photo Booth tinha seus problemas com webcams USB, mas na versão corrente (Leopard) ele se comportou direitinho com todas as câmeras compatíveis. Idem para o Skype e para o Gtalk via iChat.<br />
Vigilância remota com webcams
</p>
<p style="text-align: left;">Se você não pretende fazer videochats ou podcasts, existe uma outra aplicação importante para webcams: vigilância. Instale o software de controle. Aponte a webcam para o bebê, animal, porta da rua ou vizinho. Acesse a imagem resultante via Internet, do cibercafé, do escritório ou do seu iPhone. Existem três opções principais e todas suportam os recursos básicos:</p>
<p style="text-align: left;">•Gerar streaming de vídeo, imagens intervaladas ou um movie QuickTime de lapso de tempo.<br />
•Detecção de movimento para  começar a gravar somente se algo se mover dentro do campo de visão.<br />
•Suporte a mais de uma câmera ao mesmo tempo; visualização e controle remoto pela web.<br />
As opções são as seguintes:
</p>
<p style="text-align: left;">•<a href="www.evological.com/evocam.html">EvoCam 3.6.4</a> – Comercial, período de teste livre de 15 dias – US$ 30</p>
<p style="text-align: left;">•<a href="www.securityspy.com">SecuritySpy</a> – Comercial, período de teste livre de 30 dias – Preço varia conforme o número de câmeras; a partir de US$ 50</p>
<p style="text-align: left;">•<a href="www.econtechnologies.com/">ImageCaster</a> – Comercial, com modo demo limitado – US$ 30</p>
<p style="text-align: left;">O SecuritySpy destaca-se dentre eles por suportar igualmente webcams e câmeras de vigilância, com controles de pan, tilt e zoom.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Outras opções que não testamos, mas também funcionam</strong></p>
<p style="text-align: left;">•Qualquer filmadora miniDV FireWire<br />
•Genius Look 320S<br />
•Genius Videocam Eye<br />
•Unibrain Fire-i<br />
•Microsoft Life Cam NX-6000<br />
•Philips SPC900NC<br />
•iMage eCamm<br />
•Sanyo Xacti<br />
•Logitech QuickCam Ultra Vision<br />
•Logitech Communicate STX<br />
•Macally Icecam<br />
•XBox Live Vision (para Xbox 360)<br />
•Logitech QuickCam for Notebooks Pro<br />
•Logitech QuickCam Fusion<br />
•Creative Live! Cam Optia<br />
•Logitech QuickCam Pro 5000<br />
•Mijuki wc-8405</p>
<p>Uma lista mais completa, com modelos mais antigos e comentários sobre cada um, pode ser consultada<a href="http://www.mac-compatible-web-cam.com"> aqui</a>.</p>
<p>O Mac mínimo para usar webcams modernas deve ter portas USB 2.0, clock de processador a partir de 1 GHz e Mac OS X 10.4.x (Tiger) ou posterior (Leopard). Isso qualifica todos os Macs G5 e Intel, mas o FireWire é a única aposta certa para os G4 e G3 (se é que alguém ainda pretende usar um desses para videochat). Não perca tempo tentando acoplar uma webcam USB 1.X; quase nenhuma funciona sem gambiarra.<br />
<strong><br />
Drivers para quem precisa</strong><br />
Se você insiste em tentar usar uma câmera não suportada oficialmente no Mac, vai precisar de um driver de terceiros. Muitos modelos, como a maioria dos Logitech mais antigos, só dará sinal de vida no seu Mac após a instalação de um deles:<br />
•<a href="http://webcam-osx.sourceforge.net">macam </a></p>
<p>•<a href="ftp://ftp.ioxperts.com/IOXperts/Video/Beta">IOXperts Webcam Driver 1.1 for Mac OS X</a> – A versão oficial é compatível com Mac OS X 10.2.8 a 10.4.x. A versão para Leopard está em beta.<br />
Um benefício adicional do macam é que ele oferece controles de imagem — exposição, cor — que não são normalmente disponíveis nos aplicativos de Mac.</p>
<p>•<a href="www.ecamm.com/mac/iusbcam/configs.html">iUSBCam</a> (shareware, US$ 10)
</p>
<p style="text-align: left;"><em><strong>Mario Amaya conserva em seu museu pessoal de Macs antigos os primeiros dois modelos da Connectix QuickCam.</strong></em></p>
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		<title>Mac OS X Reinventado</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 20:13:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação MacMais</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Especial]]></category>

		<category><![CDATA[Apple]]></category>

		<category><![CDATA[destaque]]></category>

		<category><![CDATA[Mac OS X 10.6]]></category>

		<category><![CDATA[sistema operacional]]></category>

		<category><![CDATA[Snow Leopard]]></category>

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		<description><![CDATA[por Rainer Brockerhoff e Sérgio Miranda
A Apple decidiu não mudar radicalmente de gato desta vez, só de um “Leopard” genérico para um “Snow Leopard”. E, como o felino não é tão diferente assim, o preço de atualização foi bastante reduzido, dos US$ 149 normais, cobrados desde os primórdios, para apenas US$ 29 aos quem já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Rainer Brockerhoff e Sérgio Miranda</p>
<p>A Apple decidiu não mudar radicalmente de gato desta vez, só de um “Leopard” genérico para um “Snow Leopard”. E, como o felino não é tão diferente assim, o preço de atualização foi bastante reduzido, dos US$ 149 normais, cobrados desde os primórdios, para apenas US$ 29 aos quem já têm um 10.5 instalado. Isso indica que a mudança foi mais evolucionária do que revolucionária. Realmente, pouca coisa mudou na parte visível ao usuário. Há, sim, centenas de pequenos detalhezinhos que vamos descobrindo pouco a pouco.</p>
<p>Entretanto, devido ao pouco tempo que tivemos para testar o novo sistema (o lançamento foi no dia 28 de agosto, apenas uma semana antes de a revista ir para a gráfica), programamos para as próximas edições mais matérias (especiais sobre o QuickTime X e Microsoft Exchange, por exemplo), com tudo que você precisa saber para domar essa nova fera.<br />
<strong><br />
De 300 a zero em um ano</strong><br />
Quando foi apresentado na WWDC de 2004, o Mac OS X 10.4, Tiger, tinha mais de 150 novas funções que desbancavam completamente a concorrência. Os mais antigos vão se lembrar dos gigantescos cartazes dizendo “Redmond, liguem as copiadoras”, já que o Windows Vista ainda estava em desenvolvimento. Um ano e meio depois, na divulgação do 10.5, Leopard, o número de funcionalidades novas dobrou, chegando a 300 (!), porém, uma grande parte era invisível para o usuário comum.</p>
<p>Pois a Apple resolveu radicalizar com o Snow Leopard. Quantas novidades o Mac OS X 10.6 terá? Nenhuma. É isso mesmo. Nada. Nada de firulas e novas interfaces. O Snow Leopard será conhecido por ser o refinamento do antigo Leopard. Bem, na verdade, há uma funcionalidade que não havia nas versões anteriores do sistema, suporte ao Microsoft Exchange. Bom, um é melhor do que zero, certo?<br />
Então, não vale a pena atualizar, afinal, não há nada novo no Mac OS X? Não é bem assim. Existem diferenças entre os dois felinos, que vão muito além das manchas e das cores da pele. Internamente, o sistema está muito mais rápido, e isso significa uma melhora na performance do Mac como um todo. Com as entranhas modificadas, os desenvolvedores de software vão poder otimizar seus aplicativos, que rodarão muito melhor no Snow Leopard. Por isso, se você tem um Mac Intel, não há motivos para não saltar para o 10.6.</p>
<p><strong>A olho nu</strong><br />
É claro que não se pode acreditar que a Apple não traria algumas novidades bacanas para o Snow Leopard.  E na instalação do novo sistema, já se observam as primeiras mudanças.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8110 aligncenter" title="40-snowleopard-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-1-360x245.jpg" alt="40-snowleopard-1" width="360" height="245" /></p>
<p>Logo de cara, ao clicar duas vezes no ícone do instalador, não somos convidados a reiniciar o Mac para começar o processo. Agora, boa parte do tempo necessário é feita sem iniciar o computador pelo drive óptico. Isso significa muito mais velocidade e performance na instalação, o que levou a Apple a afirmar que o processo seria 45% mais rápido. Usando a versão enviada para os desenvolvedores, notou-se que realmente foi mais rápido: do início ao fim, foram necessários 30 minutos para ter o Snow Leopard rodando. Com o Leopard, o tempo gasto foi de 50 minutos. Nada mal.</p>
<p>Outra modificação é a possibilidade de evitar a instalação do ambiente Rosetta, criado para dar compatibilidade a programas não nativos para os processadores Intel. Ficamos fortemente tentados a deixar a opção desmarcada, afinal, o Snow Leopard só pode ser usado nos Macs mais novos, mas essa não é a melhor saída se você depende muito dos aplicativos da suíte Office 2008, da Microsoft. Apesar de ser Binário Universal, isto é, rodar nativamente nos Macs Intel, não instalar o ambiente Rosetta significa não conseguir utilizar os aplicativos do pacote ou mesmo tentar abrir um arquivo .DOC, por exemplo, usando outros programas, como o Nisus (no Editor de Texto, o arquivo abre). Se você tiver deixado o Rosetta de fora, será obrigado a fazer a instalação posteriormente (via Atualização de Software). Ou então, mudar de formato de arquivo.</p>
<p>Quando entramos pela primeira vez no Snow Leopard, temos uma grata surpresa: mais espaço em disco. Não, seu HD não aumentou de tamanho, na verdade, a Apple resolveu trocar o método de contagem dos bytes, deixando de lado o sistema de base dois pelo de base dez. Isso quer dizer que agora 1 GB tem 1 milhão de bytes, e não mais 1.024.000. Além disso, o sistema está 7 GB menor. Isso significa uma economia de até 25 GB disponíveis.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8111 aligncenter" title="40-snowleopard-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-2-360x591.jpg" alt="40-snowleopard-2" width="360" height="591" /></p>
<p><em>Com ou sem Rosetta?<br />
O Snow Leopard só pode ser instalado em Macs Intel. Então, é possível ficar sem o ambiente Rosetta? Se você usa o Office, não.</em></p>
<p>O visual geral do Finder no Snow Leopard é muito parecido com o da sua versão anterior, mas é apenas uma impressão. O Finder, mais antigo aplicativo do Mac OS ainda em atividade, foi reescrito para rodar mais eficientemente no Snow Leopard. E ganhou algumas mudanças cosméticas. Agora, no modo de visualização por ícones, você pode ver os ícones do conteúdo de pastas no tamanho máximo, 512 pixels, usando um pequeno controle deslizante na janela. Ver um PDF ou um texto com o ícone gigantesco dá outro significado a este modo de visualização.</p>
<p>Além disso, há efeitos para praticamente todas as ações, como mover, copiar e até ejetar um disco externo, graças ao Core Animation, que se espalhou pelas entranhas do sistema quase que completamente. Outra funcionalidade bacana, principalmente para quem adora o modo de visualização por colunas (e quem não gosta?), é a de ordenar as pastas e arquivos, igualzinho no modo por lista ou por ícones. E, finalmente, quando um disco não pode ser ejetado porque “algum aplicativo” o está usando, a janela de erro mostra quem é o culpado pelo problema. Demorou, mas finalmente acabou a adivinhação para saber quem estava atrapalhando tudo.</p>
<p>Outra coisa que se pode notar é como os aplicativos nativos do sistema ficaram mais rápidos. O sistema de indexação de arquivos do Spotlight, por exemplo, está cerca de 25% mais rápido. Abrir mensagens em HTML no Mail, por exemplo, também melhorou bastante. No geral, todos os programas originais estão mais rápidos para abrir e realizar ações. Depois de um tempo de uso, porém, você acaba se acostumando.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8112 aligncenter" title="40-snowleopard-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-3-360x128.jpg" alt="40-snowleopard-3" width="360" height="128" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-8113" title="40-snowleopard-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-4-360x193.jpg" alt="40-snowleopard-4" width="360" height="193" /></p>
<p style="text-align: left;"><em>Novo Dock<br />
Dos aplicativos tradicionais do Mac OS X, o Dock foi o que ganhou uma boa renovada no visual. Agora, todos os menus contextuais tem o mesmo visual transparente das Pilhas, que agora possui barra de rolagem e também navegação por dentro de pastas, além de ser possível usar o teclado para ir mais rápido até aquele arquivo ou aplicativo que fica escondido no final da lista4</em>
</p>
<p style="text-align: center;">
<p>O Dock também passou por uma recauchutada, ganhando um menu contextual mais bonito e inteligente. Nas Pilhas, por exemplo, é possível navegar por pastas e usar o teclado para digitar o nome de arquivos ou aplicativos, igual no Finder. Além disso, o Dock Exposé é uma mão na roda para quem gosta de ter vários programas com muitas janelas ao mesmo tempo. Isso porque agora, os aplicativos que estão rodando ficam destacados no Dock, mesmo aqueles que têm janelas escondidas. Até mesmo o Exposé foi repaginado, ficando muito mais organizado na tela, em vez daquele monte de janelas de tamanhos diferentes espalhados por todo o monitor.</p>
<p>Boas mudanças, mas nada muito radical. Onde a coisa toda muda de figura é quando olhamos dentro do Snow Leopard.</p>
<p><strong>32 vs. 64 bits</strong><br />
Os usuários mais antigos se lembram de que no milênio passado houve a transição de 16 para 32 bits. Causou um certo rancor e ranger de dentes, mas passou. A transição de 32 para 64 bits é similar. Simplificando, refere-se a dois recursos da CPU: a representação de dados numéricos e a capacidade de endereçamento de memória. O primeiro recurso é bem transparente: tratar números de 64 (ou até mais) bits sempre foi possível ao programador, mesmo se a CPU não pudesse fazê-lo diretamente. Uma CPU de 64 bits só tem maior velocidade para isso.</p>
<p>A capacidade de endereçamento é importante. Aplicativos rodam dentro de um “espaço de memória virtual”, que em 32 bits é limitado a 4 GB. Quem trata de arquivos maiores – um exemplo seria o Photoshop – tem que fazer isso por partes, e ficar lendo e gravando partes no HD. Em contraste, um processo de 64 bits consegue endereçar, em tese, 16 exabytes – duas a três vezes o volume total de dados que trafegou pela internet em dezembro de 2008. Na prática, os limites do hardware são muito menores; o maior Mac no mercado, hoje, suporta “apenas” 32 GB de RAM instalados.</p>
<p>As CPUs modernas da Intel, internamente, funcionam em dois modos: 32 e 64 bits. O modo 32 é compatível com as CPUs antigas, remontando ao chip 80386 de 1985; o modo 64 tem recursos muito mais extensos, além de dobrar a largura de dados e endereços. Um processo executável no Mac OS X tem que se restringir a um desses modos; em outras palavras, um aplicativo de 64 bits só pode usar frameworks e plug-ins de 64 bits.</p>
<p>O Mac OS X vem se aproximando da 64-bititude gradualmente. O 10.4 já permitia rodar processos de 64 bits sem interface gráfica. O 10.5 tinha pleno suporte a aplicativos gráficos de 64 bits, mas o padrão era 32, e pouquíssimos aplicativos foram atualizados. Já no 10.6 o padrão é 64 bits; quase todos os aplicativos da Apple usam este modo.</p>
<p>Por que isso é importante para o usuário? No 10.5 todos os frameworks do sistema eram, internamente, quadruplicados, com código executável de 32 e 64 bits, PowerPC e Intel. Caindo o suporte para PowerPC, o espaço ocupado é reduzido para a metade. No 10.5, o sistema-base rodava em 32 bits; os frameworks deste modo já estavam carregados na memória (virtual) quando entrava um aplicativo de 32 bits, minimizando assim o tempo do ícone pular no Dock. Quando o usuário entrava em um (raro) aplicativo de 64 bits pela primeira vez, todos os frameworks de 64 bits entravam também, ocasionando um retardo sensível, e dobrando o espaço em HD usado pela memória virtual. No Snow Leopard, a situação é inversa: agora o primeiro aplicativo de 32 bits é penalizado. Quando a transição para 64 bits for completa, isso será mais perceptível.</p>
<p>Em si, há diferença de velocidade entre as versões 32 e 64 bits do mesmo aplicativo? Não necessariamente. Se o aplicativo usar muitos dados de 64 bits, fica mais rápido, claro; por outro lado, isso dobra o tamanho dos dados lidos e gravados em HD (incluindo a memória virtual), o que é mais lento. Mesmo que o aplicativo possa usar arquivos maiores que 4 GB com facilidade, isto pode ser contraproducente se não houver bastante RAM instalada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8114 aligncenter" title="40-snowleopard-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-5-360x341.jpg" alt="40-snowleopard-5" width="360" height="341" /></p>
<p><em>32 ou 64 bits, eis a questão?<br />
Quem mais sofreu com a transição do 10.5 para o 10.6 foram os plug-ins de terceiros. Eles não são incompatíveis, mas é preciso abrir uma versão 32 bits do Preferências do Sistema. Ainda bem que os desenvolvedores já começaram a atualizar seus programas.</em></p>
<p>Uma vantagem do modo 64 bits só é diretamente visível aos desenvolvedores. A Apple aproveitou a mudança para modernizar diversas APIs do sistema, incluindo a própria estrutura interna do Objective-C (e, consequentemente, do Cocoa). Para o usuário, esta modernização traz uma pequena melhoria de desempenho e maior confiabilidade. De quebra, a modernização trouxe maior proteção contra erros de programação ou ataques de vírus.</p>
<p>Uma questão que não vem sendo bem entendida é a do suporte deste ou daquele Mac ao modo 64 bits. Genericamente, os primeiros Macs Intel – com CPU Core Solo ou Core Duo – não têm o suporte a 64 bits, mas podem rodar o Snow Leopard integralmente no modo 32 bits. Todos os modelos subsequentes, com Core 2 Duo ou os Xeons usados nos servidores e Mac Pros, têm suporte de 64 bits. Com um porém.</p>
<p>Este porém se refere ao “kernel” do Mac OS X: a parte do sistema que coordena os diversos processos. Antes do 10.6, o kernel rodava em modo 32 bits. Se a CPU tem suporte a 64 bits, no 10.6, o kernel pode ser de 32 ou 64 bits, e os aplicativos podem rodar em 32 ou 64 bits; as duas condições são independentes. Ou seja, todos os Macs recentes rodam aplicativos em 64 bits.<br />
Por que, então, vemos afirmativas que a Apple está prejudicando a maioria dos usuários, restringindo-os a 32 bits mesmo no Snow Leopard? Isto se refere apenas ao kernel. O fato do kernel rodar em 32 bits, na prática, faz pouquíssima diferença, e não restringe os aplicativos. Para rodar o kernel em 64 bits, o firmware daquele Mac tem que estar preparado para isso; nada impede que a Apple atualize o firmware dos modelos hoje restritos.</p>
<p>A vantagem de rodar o kernel em 64 bits é sutil. Primeiro, permite a instalação de mais de 32 GB de RAM – mas nenhum modelo, hoje, tem suporte de hardware para isso. Segundo, alguns procedimentos internos ficam um pouco mais rápidos, desde que a RAM instalada seja razoavelmente grande.</p>
<p>Mas o kernel 64 tem, também, desvantagens. A principal é que ele também usa plug-ins conhecidos por kexts (“kernel extensions”), e todos estes devem ser convertidos para 64 bits. Isso afeta não somente o suporte a certos periféricos, como também softwares como o Parallels e VMware Fusion, que instalam seus próprios kexts. Sem dúvida a situação será resolvida nos próximos meses, mas por enquanto o kernel de 32 bits é mais compatível.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-8124 aligncenter" title="40-snowleopard-15" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-15-360x147.jpg" alt="40-snowleopard-15" width="360" height="147" /><strong>Manchas diferentes</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-8135" title="40-snowleopard-22" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-22.jpg" alt="40-snowleopard-22" width="122" height="286" /></p>
<p><em>Í</em><em>cones gigantes de uma música e PDF no Finder. Nem precisa abrir o aplicativo!</em></p>
<p>De acordo com uma estimativa da Apple, 90% dos arquivos-fonte do Snow Leopard foram afetados pelas mudanças, o que certamente é um recorde. Mesmo descontando, digamos, 15 ou 20% em aplicativos, 70% das mudanças são nos “frameworks” do sistema. Por que isso tudo? A culpa é do Grand Central Dispatch (GCD), principalmente.</p>
<p>Em torno de 1995, havia um clone de Mac – um Genesis MP 528 que tinha 4 CPUs PowerPC. Na época, a Apple não tinha sistemas com mais de uma CPU, nem o System 7.5 tinha suporte embutido para isso. Assim, o único aplicativo que conseguia usar as 4 CPUs era o Photoshop – e mesmo assim só nos filtros. Era frustrante ter 4 CPUs e usar apenas uma!</p>
<p>O Mac OS X, felizmente, se adapta a qualquer número de CPUs ou cores, distribuindo-os entre aplicativos. Mesmo assim, o programador que quisesse usar mais de um core em um mesmo aplicativo deveria tomar providências complexas: dividir seu programa em “threads” de execução, e distribuir dados entre estes. Não era fácil escrever um software que rodava confortavelmente em um Core Solo, de apenas um core, e em um Mac Pro de 16 cores virtuais. E se depois o usuário resolvesse rodar vários aplicativos assim ao mesmo tempo?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8115 aligncenter" title="40-snowleopard-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-6-360x225.jpg" alt="40-snowleopard-6" width="360" height="225" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-8116" title="40-snowleopard-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-7-360x32.jpg" alt="40-snowleopard-7" width="360" height="32" /></p>
<p><em>Exposé organizado<br />
Quem usa sabe como é bom. E agora ficou ainda melhor, com as janelas mais organizadas e mostrando as que estavam escondidas, na parte de baixo</em></p>
<p>O Grand Central Dispatch mudou isso tudo. Ele permite, em um nível muito básico do sistema, designar pequenos blocos de código que podem ser executados em paralelo se houver hardware disponível para tal. O sistema enfileira esses pedidos de execução e os distribui, automaticamente, entre os diversos cores disponíveis e ociosos, evitando, inclusive, a competição excessiva entre aplicativos. Ainda melhor, esses blocos do GCD são vistos como objetos pelo Cocoa, o que facilita muito sua adoção.<br />
Como o GCD está disponível para qualquer processo, mesmo os do próprio sistema, a Apple resolveu recodificar os 70% dos frameworks que mencionamos para aproveitar esse recurso. Assim, mesmo que um aplicativo não use o GCD explicitamente, as funções do sistema podem fazê-lo. Em contraste à situação com meu velho Genesis, qualquer aplicativo, ao ser instalado num sistema futuro com 16, 32 ou mais núcleos, pode rodar mais rapidamente, sem muito esforço adicional do programador.<br />
Claro que essa situação melhora ainda mais se o próprio aplicativo usa esses recursos. O OpenCL no 10.6 é um framework similar, embora mais especializado: os blocos de código são escritos em linguagem C simplificada, e tem recursos especiais para processar dados similares em paralelo. Outra distinção é que esses blocos podem ser distribuídos indiferentemente para os cores das CPUs ou para as GPUs da placa de vídeo. Portanto, o OpenCL é mais dirigido ao processamento de áudio, vídeo, ou maiores massas de dados; por exemplo, vi uma simulação de centenas de milhares de objetos do sistema solar que, em um Mac Pro topo de linha, pode ser acelerada em mais de cem vezes pelo uso do OpenCL.<br />
Na prática tudo isso significa que o Snow Leopard tem acelerações razoáveis em diversos pontos. Por exemplo, abrir várias imagens ao mesmo tempo no Preview é significativamente mais rápido; rodar um vídeo HD consome menos tempo de CPU; e assim por diante.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8117 aligncenter" title="40-snowleopard-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-8-360x317.jpg" alt="40-snowleopard-8" width="360" height="317" /><em><br />
</em></p>
<p><em>Teclado de PC<br />
No Brasil, a Apple não vende uma versão ABNT2 dos seus teclados (aquele com a tecla [Ç]). Durante anos, foi necessário instalar o layout de teclado US International, criado por Rainer Brockerhoff. No Snow Leopard, isso não é mais necessário, já que o layout foi incorporado ao sistema, ganhando o sobrenome “PC”.</em><br />
<strong><br />
Quem será o próximo?</strong><br />
O quê? Mal saiu o 10.6 e já perguntam pelo 10.7! Cadê a bola de cristal?</p>
<p>Certamente não será uma variedade de Leopardo. Mas o palpite é que não veremos o novo bichano antes de 2012. Provavelmente não haverá mais suporte ao modo 32 bits. Possivelmente reduzirá ainda mais o espaço em disco. Os executáveis serão compilados diretamente para o bytecode LLVM e traduzidos “just-in-time”, permitindo à Apple mudar de CPU quando quiser. E, claro, o GCD permitirá rodar tudo ainda melhor em Macs com 32 ou mais cores.</p>
<p>Mas isso é assunto para mais tarde. Agora, é hora de aproveitar o Snow Leopard.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-8118" title="40-snowleopard-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-9-360x804.jpg" alt="40-snowleopard-9" width="360" height="804" /></p>
<p><strong>Instalação a jato</strong><br />
Como não precisa mais reiniciar o Mac logo de cara, o processo de instalação do Snow Leopard chega a ser 30% mais rápido do que o das versões anteriores. Tudo bem que a Apple prometeu que seria 45% mais veloz, mas já melhorou bastante, ainda mais quando comparado com a concorrência&#8230;</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-8119" title="40-snowleopard-10" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-10-360x302.jpg" alt="40-snowleopard-10" width="202" height="169" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-8120" title="40-snowleopard-11" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-11-360x280.jpg" alt="40-snowleopard-11" width="202" height="157" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-8121" title="40-snowleopard-12" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-12-360x280.jpg" alt="40-snowleopard-12" width="227" height="176" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-8123" title="40-snowleopard-14" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-14-360x280.jpg" alt="40-snowleopard-14" width="252" height="196" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-8123" title="40-snowleopard-14" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-14-360x280.jpg" alt="40-snowleopard-14" width="252" height="196" /></p>
<p><strong><img class="size-full wp-image-8126 alignleft" title="40-snowleopard-17" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-17.jpg" alt="40-snowleopard-17" width="126" height="126" />QuickTime remodelado</strong></p>
<p>Muito além de ser um aplicativo, a tecnologia multímidia QuickTime foi completamente redesenhada no Snow Leopard. Para o usuário, porém, a parte visível dessa mudança ficou apenas no novo visual do QT Player. Ele perdeu as abas cinzas nas janelas e também os controles de reprodução, adiantar e retroceder, ficando parecido com o Visualização Rápida. A parte chata é que todos os controles ficam flutando sobre o vídeo (eles podem ser movidos, porém, apenas dentro da janela do QuickTime), impedindo a visualização da cena. É claro que eles somem rapidamente, mas aparecem cada pausa e recomeço, isso acaba atrapalhando. Para quem preferir (ou precisar), é possível trazer de volta o velho QuickTime 7, que pode ser instalado separadamente, junto com a nova versão do Mac OS X.
</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8127 aligncenter" title="40-snowleopard-18" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-18-360x535.jpg" alt="40-snowleopard-18" width="216" height="321" /></p>
<p><strong>Edição de vídeo</strong></p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-medium wp-image-8128 aligncenter" title="40-snowleopard-19" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-19-360x179.jpg" alt="40-snowleopard-19" width="360" height="179" /><br />
Além de mais bonito, agora é possível cortar vídeo com o QuickTime X. E de graça! Acabou a era da versão Pro, que custava US$ 30 e só podia ser comprada na Apple Store Online. A opção de gravar áudio e vídeo da tela agradou quem gosta de fazer videopodcasts.</p>
<p><strong>Compatível, eu?</strong>
</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8129 aligncenter" title="40-snowleopard-20" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-20-360x255.jpg" alt="40-snowleopard-20" width="360" height="255" /></p>
<p>Alguns dias antes do Snow Leopard finalmente ser comercializado, começou a corrida dos desenvolvedores para atualizar seus aplicativos para o novo Mac OS X. Apesar da maioria dos programas funcionarem sem problemas, alguns softwares que usam muitos recursos do sistema não conseguiram ficar prontos a tempo. Por conta disso, alguns usuários resolveram criar uma lista de compatibilidade de software, que está disponível <a href="http://snowleopard.wikidot.com">aqui</a>.<br />
A Apple também divulgou sua lista de aplicativos problemáticos em seu site oficial. O destaque fica para versões antigas dos programas virtualizadores, que apresentam problemas no 10.6, como Parallels e VMWare. Mesmo as versões mais atuais também são instáveis. Os desenvolvedores já prometeram lançar atualizações para breve.</p>
<p><strong>Porque jogar fora o PowerPC é a única solução para o futuro da Apple</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8130 aligncenter" title="40-snowleopard-21" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/40-snowleopard-21-360x350.jpg" alt="40-snowleopard-21" width="252" height="245" /></p>
<p>Agora é oficial: Os Macs com processadores PowerPC ficaram fora dos requisitos mínimos para instalação do Snow Leopard. Há, claro, os motivos históricos para esta decisão – a Apple mudou toda a sua linha de computadores para os chips Intel desde 2006 – mas alguns acham que é apenas um truque para convencer os usuários antigos a trocar de aparelho. Não é bem assim.<br />
Conforme vimos em edições anteriores da MAC+, três grande recursos do 10.6 são: a migração para 64 bits; a consequente modernização das APIs; e a otimização para múltiplos cores e GPUs (Grand Central Dispatch e OpenCL). Infelizmente, pouquíssimos PowerPC Macs poderiam se aproveitar desses recursos.<br />
Apenas a CPU G5 tem recursos de 64 bits, e apenas alguns Macs (os PowerMac G5 dual e quad) têm mais de uma CPU ou núcleo. A base instalada desses dois modelos representa, pelo que foi divulgado na WWDC, menos de 0,5%; provavelmente bem menos. Não compensa, para a Apple, investir tempo precioso para portar todos os novos recursos também para o velho G5. É bom lembrar que isso inclui tempo de testes, além de perder parte do espaço economizado no Snow Leopard incluindo versões Binário Universal dos aplicativos. Por último, nenhum G5 tinha placa de vídeo que suportasse OpenCL. Não acreditamos que a Apple tenha, inicialmente, feito testes com um sistema destes; nosso palpite é que os benchmarks destas máquinas teriam sido ruins demais para publicação.</p>
<p><em><strong>Rainer Brockerhoff está aliviado de finalmente poder falar do Snow Leopard. Sérgio Miranda agradece à Apple Brasil o empréstimo de um MacBook com o Mac OS X 10.6 instalado em tempo recorde.</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Deixando  do seu jeito</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 01:37:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Martin Macedo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[De acordo com as propagandas da Apple, o Mac já sai da caixa pronto para ser usado. É colocar o cabo de força, ligar, conectar a uma rede (com ou sem fio) e correr para o abraço. Em tese, é bem por aí, afinal o Mac vem com uma série de programas bacanas para sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span>De acordo com as propagandas da Apple, o Mac já sai da caixa pronto para ser usado. É colocar o cabo de força, ligar, conectar a uma rede (com ou sem fio) e correr para o abraço. Em tese, é bem por aí, afinal o Mac vem com uma série de programas bacanas para sua vida digital. Mas não acredite que isso é suficiente. Existe incontáveis opções que não vêm configuradas de fábrica, e diversos programas e plug-ins totalmente essenciais que devem ser instalados para que seu Mac realmente esteja pronto para as batalhas diárias.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span>Se você acabou de comprar um Mac, parabéns, coisa e tal, mas agora é hora de deixar seu computador novo nos trinques. Existem duas opções logo de cara: usar seu lado desbravador e explorar pouco a pouco o que o sistema tem a oferecer e procurar na internet alguns softwares essenciais ou usar a ajuda de algum guia, ou colocar em prática o que algum amigo macmaníaco falou. Como nossa missão aqui é facilitar e você pode nos considerar seu amigo, aqui vai nosso bê-á-bá de como começar.</span></p>
<div style="text-align: left;">
<p><strong>Teclado maluco tem solução</strong></p>
<p>Se você comprou um MacBook ou um iMac, não terá de se preocupar em comprar um teclado. Mas o problema é que ele está no padrão americano e, para acentuar as letras, ou você usa atalhos usando a tecla <strong>[Option]</strong> mais outras teclas (<strong>[E]</strong> para acento agudo,<strong> [N]</strong> para til, <strong>[`]</strong> para crase e <strong>[I]</strong> para acento circunflexo) ou então baixa o layout de teclado US International, criado pelo desenvolvedor <a href="www.brockerhoff.net" target="_blank">Rainer Brockerhoff</a>, colaborador da <span>MAC</span>+.</p>
<p><span>Faça o download do layout de teclado e descompacte o arquivo clicando duas vezes sobre ele. Entre na pastinha gerada e copie o arquivo (</span><strong>[Command]</strong> +<strong> [C]</strong><span>). Abra a pasta Biblioteca/Keyboard Layouts e cole o arquivo nela (</span><strong>[Command]</strong><span> + </span><strong>[V]</strong><span>). No ícone da maçã, recorra à última opção, para finalizar sua sessão. Autentique-se novamente com seu usuário e senha.</span></p>
<p><span>Em Preferências do Sistema, no primeiro grupo de opções (Pessoal), escolha Internacional. Clique em Menu de Entrada e procure o teclado EUA International na lista. Marque-o. Você pode, também ativar a caixinha para que o ícone do teclado seja mostrado na barra de menus.</span></p>
<p><span>Se você optou por comprar um teclado genérico USB, as teclas não irão funcionar como deveriam. Isso acontece por uma diferença de padrões. No site da </span><a href="http://macmais.terra.com.br/extras/" target="_blank">MAC+</a><span>, é possível obter o pacote de compatibilidade para teclados brasileiros </span><span>ABNT2</span><span>. </span></p>
<p style="text-align: center; "><span><img class="size-medium wp-image-7343 aligncenter" title="39-dicas-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-2-360x262.jpg" alt="39-dicas-2" width="360" height="262" /></span></p>
<p><span>Depois de baixado, basta seguir os passos já descritos para instalá-lo, escolhendo o </span><span>ABNT2</span><span> na lista.</span></p>
<p><strong>“Do you speak English?”</strong></p>
<p>O Mac OS X usa um sistema de prioridade de idiomas. É uma lista que é varrida, em ordem decrescente, até que uma tradução de interface seja encontrada. Em sistemas vendidos aqui no Brasil, a ordem de configuração é Português e Inglês. Mas você pode trocar essa ordem, colocando o português europeu (de Portugal) em segundo lugar, o espanhol em terceiro, ou qualquer outro idioma com que você tenha mais afinidade.</p>
<p><span>Em Preferências do sistema, selecione Internacional. Em Idioma, arraste para depois de Português os demais idiomas, deixando-os na ordem decrescente de prioridade. Ordem feita, feche a janela e reinicie sua sessão.</span></p>
<p><span><img class="aligncenter size-medium wp-image-7344" title="39-dicas-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-3-360x312.jpg" alt="39-dicas-3" width="360" height="312" /></span></p>
<p><strong>Para entrar na internet</strong></p>
<p><span>Quem tem uma conexão ban da larga em casa, pode configurá-la com facilidade. O jeito mais simples é por meio de um roteador: é só plugar o cabo Ethernet e, se o </span><span>DHCP</span><span> estiver ativo, automaticamente o Mac assumirá a configuração. Outro jeito, para quem não tem um roteador, é plugando diretamente o modem na porta Ethernet do Mac. </span></p>
<p><span><img class="aligncenter size-medium wp-image-7345" title="39-dicas-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-4-360x291.jpg" alt="39-dicas-4" width="360" height="291" /></span></p>
<p><span>Em Preferências do Sistema, dentro do grupo Internet e Rede, clique no ícone Rede. Dentro da janelinha, no ícone</span><strong> [+]</strong><span>, escolha interface PPPoE se você usa uma conexão </span><span>ADSL</span><span>; para as outras, deixe marcado Ethernet. Mantenha o valor selecionado e, em nome do serviço, defina um que o identificará no Mac.</span></p>
<p><span>Preencha o campo Nome do Serviço. No campo Nome da Conta, insira o dado usado para a autenticação. No caso de uma conexão </span><span>ADSL</span><span>, por exemplo, em que o provedor é necessário, neste campo você colocará seu email. Insira a senha e clique em Recordar esta senha.</span></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-7346" title="39-dicas-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-5-360x290.jpg" alt="39-dicas-5" width="360" height="290" /><span>Marque a opção Mostrar estado de PPPoE na barra de menus. Clique em Avançado e, na última guia, PPP, marque a opção Conectar automaticamente quando necessário. Confirme em </span><span>OK</span><span> e clique em Conectar. Para quem usa conexão por cabo, é só conectar e usar.</span></p>
<p><span><img class="aligncenter size-medium wp-image-7347" title="39-dicas-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-6-360x289.jpg" alt="39-dicas-6" width="360" height="289" /></span></p>
<p><span>Se o roteador for sem fio e seu Mac possuir uma placa Wi-Fi, basta configurar o AirPort. </span></p>
<p><span>O AirPort já vem ativo por padrão. Clique em seu ícone da barra de menu e veja a lista de redes ao alcance de seu Mac. Escolha a sua clicando sobre ela.</span></p>
<p><span><img class="aligncenter size-full wp-image-7348" title="39-dicas-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-7.jpg" alt="39-dicas-7" width="278" height="211" /></span></p>
<p>Se a rede for protegida, o Mac OS X mostrará uma caixinha pedindo a senha. Digite-a e clique em <span>OK</span>. Mantenha a caixa Lembrar esta rede para que facilitar a conexão na próxima vez.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-7349" title="39-dicas-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-8-360x191.jpg" alt="39-dicas-8" width="360" height="191" /></p>
<p><span>O ícone do AirPort será marcado como ativo assim que a autenticação na rede for bem sucedida.</span></p>
<p><strong>Conversando com as outras máquinas</strong></p>
<p><span>O Mac está em rede? Se sim, é ideal ativar o compartilhamento de arquivos e impressoras entre as máquinas. </span></p>
<p><span>Em Preferências do Sistema, dentro do grupo Rede, clique em Compartilhamento. </span>Sua rede é híbrida entre Macs e PCs? Em caso positivo, convém editar o nome do Mac. Logo abaixo, marque Compartilhamento de Impressora. Uma mensagem pode surgir informando que, quando o Mac entrar em repouso, o compartilhamento será desativado. Para evitar isso, você deverá mudar o perfil de energia do Mac, em <strong>Preferências do Sistema &gt; Economizador de Energia</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7350 aligncenter" title="39-dicas-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-9-360x292.jpg" alt="39-dicas-9" width="252" height="204" /> <img class="aligncenter size-medium wp-image-7351" title="39-dicas-10" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-10-360x295.jpg" alt="39-dicas-10" width="252" height="207" /></p>
<p><span><span> Clique em Compartilhamento de Arquivos para ativá-lo. Clique em Opções e ative o item Compartilhar arquivos e pastas usando </span><span>SMB</span><span>. Isso garantirá que PCs também acessem os dados da sua máquina.</span></span></p>
<p><span><span><img class="aligncenter size-medium wp-image-7352" title="39-dicas-11" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-11-360x294.jpg" alt="39-dicas-11" width="360" height="294" /></span></span></p>
<p><strong>Instale a impressora</strong></p>
<p><span>Parte das impressoras pode ser instalada no Mac bastando, para isso, que seja plugada na interface </span><span>USB</span><span> e ligada. Caso isso não aconteça, recorra ao </span><span>CD</span><span> de instalação que acompanhou o dispositivo, ou ainda ao site do fabricante tendo em mãos o modelo correto da impressora.</span></p>
<p><span>Uma vez reconhecida, a impressora será mostrada em Impressão e Fax, dentro de Preferências do Sistema, onde pode ser testada, configurada e compartilhada.</span></p>
<p><span><img class="aligncenter size-medium wp-image-7353" title="39-dicas-12" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-12-360x281.jpg" alt="39-dicas-12" width="360" height="281" /></span></p>
<p><strong>Atalhos de teclado e cantos sensíveis</strong></p>
<p><span>Experimente pressionar as teclas </span><span>F9</span><span>, </span><span>F10</span><span>, </span><span>F11</span><span> e </span><span>F12</span><span> de seu teclado. Estas teclas são de acesso rápido ao chamado Exposé e à Dashboard. Se quiser, você pode trocar os atalhos ou acionar os cantos da tela. Para alterá-las, abra Exposé e Spaces no grupo Pessoal, em Preferências de Sistema. </span></p>
<p><span>Você pode esc olher tarefas como iniciar o protetor de tela (screensaver) ou colocar o monitor em repouso apenas aproximando o cursor do mouse de um dos cantos.</span></p>
<p><span><img class="aligncenter size-medium wp-image-7354" title="39-dicas-13" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-13-360x374.jpg" alt="39-dicas-13" width="360" height="374" /></span></p>
<p><span>As teclas do Exposé e Dashboard podem ser alteradas logo abaixo. Qualquer um destes atalhos pode receber modificadores, garantindo, por exemplo, que você não desative o monitor involuntariamente. Basta pressionar a tecla </span><strong>[Command]</strong><span>,</span><strong> [Option] </strong><span>ou </span><strong>[Shift]</strong><span> na hora de escolher.</span></p>
<p><strong>Melhore a busca</strong></p>
<p><span>A busca do Spotlight é um dos recursos mais poderosos do Mac OS X: é capaz de retornar arquivos, histórico de navegação na web, emails, imagens e mais um monte de informações rapidamente.</span></p>
<p><span>Esses dados ficam armazenados em um índice, que é atualizado constantemente pelo sistema. Você pode definir os tipos de itens que serão incluídos nesse índice clicando em Spotlight, nas Preferências do Sistema.</span></p>
<p><span><img class="aligncenter size-medium wp-image-7355" title="39-dicas-14" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-14-360x339.jpg" alt="39-dicas-14" width="360" height="339" /></span></p>
<p><span>Além de definir o que deseja incluir ou manter de fora, é possível também definir pastas privadas, nas quais o Spotlight não executará a indexação, clicando em Privacidade.</span></p>
<p><strong>Faça a limpa no Dock</strong><br />
Por padrão, o Dock traz ícones para alguns dos programas que julga ser os mais úteis. Mas se você não acessa seu email fora do navegador, não usa o iPhoto ou dispensa o GarageBand, é possível remover. Os únicos itens que não podem ser removidos ou reposicionados são o Finder – ícone da extremidade esquerda – e o Lixo – na extremidade direita. À direita também são colocadas as pastas, enquanto à esquerda ficam os ícones de programa. Para remover qualquer ícone, basta arrastá-lo para fora. Para inserir um novo, é a mesma coisa ao contrário: basta trazê-lo para a barra.<br />
<span><img class="aligncenter size-medium wp-image-7356" title="39-dicas-15" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-15-360x59.jpg" alt="39-dicas-15" width="360" height="59" /><strong></strong></span></p>
<p><span><strong>Fale pelos cotovelos</strong><br />
Para quem usa ferramentas de comunicação na internet, o Mac já possui o iChat. Apesar de se conectar a uma rede popular nos Estados Unidos, o AIM, os usuários precisarão de alternativas para se comunicar com seus amigos brasileiros. É aí que entra o <a href="http://adium.im/">Adium</a>, um software gratuito que integra as principais redes de comunicação, como MSN, Google Talk e Yahoo! Messenger. É um belo software, embora peque nos recursos multimídia. Para esses casos, a recomendação é baixar o <a href="www.skype.com">Skype</a>, também gratuito e com ótimos recursos de áudio e vídeo.</span></p>
<p><span><br />
Os adeptos do webmail não precisarão se preocupar em configurar o Mail, mas quem usa contas POP e IMAP pode fazê-lo facilmente. Ao abrir o programa pela primeira vez surgirá um assistente para adição de contas (caso você já tenha executado o programa, o mesmo assistente pode ser aberto em <strong>Mail &gt; Preferências &gt; Contas</strong>).<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-7357 aligncenter" title="39-dicas-16" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-16-360x273.jpg" alt="39-dicas-16" width="360" height="273" /></span></p>
<p><span>Insira os dados da sua conta e clique em Continuar. Alguns serviços são configurados automaticamente, mas, nesse caso, aparecerá um botão Criar. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-7358 aligncenter" title="39-dicas-17" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-17-360x273.jpg" alt="39-dicas-17" width="360" height="273" /></span></p>
<p><span>Em Tipo de conta, escolha se ela é POP, IMAP ou Exchange. Na descrição, crie um nome para sua conta, e no servidor de entrada, digite o servidor de recebimento especificado pelo serviço de email que você utiliza.<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-7359 aligncenter" title="39-dicas-18" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-18-360x272.jpg" alt="39-dicas-18" width="360" height="272" /></span></p>
<p><span>Digite o servidor de envio de email e, também com base nas informações de seu serviço de email, defina se ele precisa ou não de autenticação. Uma tela de confirmação aparecerá. Clique em Criar e seu Mail já está configurado, pronto para receber e enviar suas mensagens.</span></p>
<p><strong>Para trabalhar melhor</strong><br />
Junto ao Leopard vem também uma versão de demonstração do pacote iWorks, para criação de documentos, planilhas e apresentações. Outra opção é a suíte Office, da Microsoft.</p>
<p><span>Mas se você não quer gastar nem um tostão sequer com isso, há projetos gratuitos que oferecem compatibilidade com essas caras ferramentas de escritório. O <a href="www.neooffice.org">NeoOffice</a>, por exemplo, possui versão traduzida em português e processador de textos, ferramenta para criação de planilhas e apresentações.</span></p>
<p><strong>Dê a sua cara ao Mac</strong><br />
A identidade de seu Mac não está apenas nos programas que você instala e no uso que você dá a ele. Tanto o papel de parede como o protetor de tela são itens importantes na personalização de seu ambiente de trabalho e lazer.</p>
<p>Em Preferências do Sistema, clique em Mesa/Prot. de Tela. Em Mesa o Mac traz alguns belos papéis de parede, além de permitir que você adicione pastas ou acrescente fotografias da sua pasta de imagens.</p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-7360 aligncenter" title="39-dicas-19" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-19-360x297.jpg" alt="39-dicas-19" width="360" height="297" /></span></p>
<p><span>A caixa Alterar Imagem, quando marcada, permite mudar o papel de parede em períodos específicos de tempo. Você pode, inclusive, definir que as imagens aparecerão aleatoriamente. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-7361 aligncenter" title="39-dicas-20" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-20-360x297.jpg" alt="39-dicas-20" width="360" height="297" /></span></p>
<p><span>Em Protetor de Tela, escolha o que o Mac mostrará enquanto seu computador não estiver um uso.<br />
<strong><br />
Empeteque sua Dashboard</strong><br />
<img class="size-full wp-image-7362 alignleft" title="39-dicas-21" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-21.jpg" alt="39-dicas-21" width="108" height="107" />A Dashboard certamente é um dos recursos notáveis do Mac OS X. Mas você não precisa se contentar com os widgets que vêm pré-instalados. É possível baixar uma série de outros desses miniaplicativos gratuitamente na web. Uma parada certa é o site de downloads da própria Apple, com softwares recomendados pela companhia. Clique na Maçã () e escolha Software do Mac OS X. O Safari será aberto na página de downloads da Apple. Basta clicar em Widgets e escolher aqueles que você achar mais interessantes. Depois de baixado, basta executar o arquivo, ver uma prévia do aplicativo e decidir se quer mantê-lo ou se desfazer dele.<br />
</span></p>
<p><span><strong>Atualize o sistema</strong><br />
Vez ou outra a Apple lança atualizações para o sistema, que corrigem brechas ou, em alguns casos, acrescentam funções para alguns de seus programas. Por isso, é sempre bom estar em dia com as atualizações.</span></p>
<p>Salve tudo que estava fazendo. Se estiver no Messenger, despeça-se de seus contatos. Envie aquele email inadiável. Dependendo do tamanho da atualização, ela pode demorar.</p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-7363 aligncenter" title="39-dicas-22" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-22-360x303.jpg" alt="39-dicas-22" width="360" height="303" /></span></p>
<p><span>Clique então em <strong> &gt; Atualização de Software</strong>. Por um breve período, o sistema procurará os possíveis pacotes de atualização existentes para seu computador. Então, uma lista completa aparecerá. Você pode revisar item a item, e marcar conforme sua necessidade. Itens com um pequeno triângulo indicam que o Mac precisará ser reiniciado.<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-7364 aligncenter" title="39-dicas-23" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-23-360x413.jpg" alt="39-dicas-23" width="360" height="413" /></span></p>
<p><span>Clique no botão Instalar. O Mac pedirá sua senha. Digite-a e clique em OK. Algumas atualizações mostram termos de uso. Confirme quando isso acontecer. A partir desse momento, seu sistema fará o download dos pacotes e os instalará.<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-7365 aligncenter" title="39-dicas-24" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-24-360x408.jpg" alt="39-dicas-24" width="360" height="408" /></span></p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-7366 aligncenter" title="39-dicas-25" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-25-360x408.jpg" alt="39-dicas-25" width="360" height="408" /></span></p>
<p><span><strong>Cada um com seu usuário</strong><br />
Ao instalar o Mac OS X, você cria um primeiro usuário. Em vez de compartilhar a senha desse usuário com todas as pessoas que forem usar sua máquina, mesmo que eventualmente, o melhor<br />
a fazer é criar contas separadas para cada usuário.</span></p>
<p style="text-align: left;">Em Preferências do Sistema, clique em Contas. Clique no cadeado, no canto inferior esquerdo da tela, para que as alterações sejam liberadas. Será necessário uma senha de administrador.<br />
<img class="size-medium wp-image-7367 aligncenter" title="39-dicas-26" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-26-360x286.jpg" alt="39-dicas-26" width="360" height="286" /></p>
<p><span>Nessa tela você pode mudar sua imagem de exibição e sua senha. Agora, no entanto, o que nos interessa é criar um novo usuário. Clique em <strong>[+]</strong> para adicionar uma conta. Preencha os dados e clique em Criar Conta.<br />
</span>
</p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-7368 aligncenter" title="39-dicas-27" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-27-360x284.jpg" alt="39-dicas-27" width="360" height="284" /></span></p>
<p><span>Uma janela de início de sessão automática pode aparecer. Clique em Desativar. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-7369 aligncenter" title="39-dicas-28" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-28-360x349.jpg" alt="39-dicas-28" width="360" height="349" /></span></p>
<p><span>Se a conta criada for de uma criança, é desejável configurar os controles parentais. Clique em Abrir Controles Parentais e, na nova janela, clique em Ativar Controles Parentais. Na nova tela, você poderá limitar o tempo, configurar a que programas o usuário terá acesso e verificar os registros.<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;"><span><img class="size-medium wp-image-7370 aligncenter" title="39-dicas-29" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-29-360x288.jpg" alt="39-dicas-29" width="360" height="288" /></span></p>
<p><span>Clique em Voltar, o primeiro botão do canto superior esquerdo. As contas serão mostradas novamente. Clique em Opç. In. de Sessão, abaixo das contas de usuário. Clique em Ativar troca rápida de usuário. Isso inserirá um pequeno atalho na barra de menu para acesso rápido a cada uma das contas de seu Mac.</span></p>
<p><strong>Prepare-se para os vídeos</strong><br />
<img class="size-full wp-image-7371 alignleft" title="39-dicas-30" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-30.jpg" alt="39-dicas-30" width="108" height="108" />O QuickTime e o iTunes não são suficientes para o fã de vídeos que quer baixar mais e mais arquivos da web. O primeiro obstáculo é que os vídeos distribuídos na internet muitas vezes são codificados em padrões diferentes aos aceitos nativamente pelo Mac. Para resolver isso, existem softwares gratuitos e sensacionais. O <a href="www.perian.org">Perian</a> é o melhor exemplo deles. Um verdadeiro canivete suíço de vídeos, o aplicativo acrescenta ao Mac não apenas capacidade de reprodução de DivX, como também compatibilidade com legendas .SRT.</p>
<p><span><br />
Depois de instalado o Perian (ele é um módulo de preferência do sistema), para assistir a um filme com as legendas, basta copiar os dois arquivos (o do vídeo e a legenda) em uma mesma pasta e deixar os dois com o mesmo nome. O plug-in se encarregará de fazer a mágica de adicionar automaticamente as legendas.</span></p>
<p><span><br />
<img class="size-thumbnail wp-image-7372 alignleft" title="39-dicas-31" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-31-100x100.jpg" alt="39-dicas-31" width="100" height="100" />Um caso mais específico, mas que ainda assim pode aborrecer os macmaníacos é o uso da codificação Windows Media, proprietária da Microsoft. A solução, então, é já instalar de cara o <a href="http://sn.im/o7qze">Flip4Mac</a>. Com ele, além de reproduzir aqueles videozinhos por vezes interessantes que seus amigos mandam por email, você também poderá ouvir streaming de áudio pelo browser, como o de rádios online.</span></p>
<p><span><img class="size-thumbnail wp-image-7373 alignleft" title="39-dicas-32" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-32-100x100.jpg" alt="39-dicas-32" width="100" height="100" />E já que estamos falando de deixar o Mac ajeitado para vídeos, por que não instalar uma das mais usadas ferramentas de reprodução de vídeo em Mac? O <a href="www.videolan.org">VLC</a> é uma alternativa gratuita ao QuickTime que dispensa instalação de codecs e pode ser usada até para assistir a DVDs. O VLC, assim como Perian, também permite assistir a vídeos em outros formatos tradicionais (como o AVI) com as legendas.<br />
</span></p>
<p><span><img class="alignnone size-medium wp-image-7374" title="39-dicas-33" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-dicas-33-360x305.jpg" alt="39-dicas-33" width="360" height="305" /></span></p>
<p><span><br />
<em>Movie Player para nerds<br />
O VLC, um tocador Open Source que existe também para Windows e Linux, é capaz de substituir o QuickTime Player com vantagens. Sabe tocar formatos exóticos, exibe legendas e tem controles sofisticados de velocidade de playback, desentrelaçamento e cores da imagem</em></span></p>
<p><span><em><strong>Rodrigo Martin de Macedo está pensando seriamente em deixar seu Mac zerado, só para começar de novo.<br />
</strong></em><br />
</span></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>iTablet ou algo totalmente diferente?</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/materias/itablet-ou-algo-totalmente-diferente/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 20:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heinar Maracy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Especial]]></category>

		<category><![CDATA[Apple]]></category>

		<category><![CDATA[iTablet]]></category>

		<category><![CDATA[netbook]]></category>

		<category><![CDATA[tablet]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem alguns boatos que não querem morrer. Durante anos falou-se do sucessor do Newton (descontinuado em 1998), coisa que só virou realidade com o lançamento do iPhone, em 2007. Um Mac Tablet também é algo que vem sendo esperado desde que a Microsoft lançou o Tablet PC, em 2001. Afinal, em uma plataforma cultuada por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="post_icon" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-itablet-icone.png" /><span>Existem alguns boatos que não querem morrer. </span><span>Durante anos falou-se do sucessor do Newton (descontinuado em 1998), coisa que só virou realidade com o lançamento do iPhone, em 2007. Um Mac Tablet também é algo que vem sendo esperado desde que a Microsoft lançou o Tablet PC, em 2001. Afinal, em uma plataforma cultuada por designers, nada mais óbvio que um laptop-tela onde você pode desenhar. Mas o Tablet PC nunca saiu da condição de produto de nicho, coisa na qual a Apple não tem interesse faz muito tempo. Apple hoje só faz produtos de massa. Entretanto, há pouco mais de dois anos, alguns coreanos espertos descobriram que um laptop minúsculo e fraquinho era tudo que boa parte da humanidade precisa para ser feliz. Algo para email, web e Office, que custe metade do preço de um laptop “de verdade”. Junte a isso uma crise mundial e temos um novo fenômeno nas mãos: os netbooks.</span></p>
<p><span>No decorrer deste ano, a Apple várias vezes deixou bem claro que não pretende lançar um netbook. Durante uma palestra, em abril desse ano, Tim Cook, executivo-chefe de operações da empresa, destilou seu desprezo aos equipamentos: “quando olho para o que está sendo vendido no mercado de netbooks, eu vejo teclados restritivos, telas muito pequenas, uma porcaria de hardware e péssimo software”. Na apresentação de resultados do último trimestre, reforçou sua posição: “eu nunca descarto nada para o futuro, mas os netbooks não são robustos, falta-lhes poder de processamento, têm telas pequenas e péssimos teclados. Muitas pessoas não estão felizes com isso”. Completou dizendo àqueles que querem um computador pequeno para ver seu correio eletrônico ou para navegar na internet, que deveriam procurar um iPhone ou um iPod touch.</span></p>
<p><span>Mas, ao mesmo tempo, a Apple limpou a parte de baixo da sua linha de portáteis, subindo os MacBooks de nível e os equiparando aos MacBook Pro. Hoje não existe nenhum laptop Apple abaixo de US$ 1 mil, fora o velho MacBook branquinho (cujo design remonta ao mais velho ainda iBook), que pede por uma aposentadoria. Ou seja, há um espaço na faixa de US$ 500 a US$ 1 mil que precisa ser ocupado para a Apple não perder esse mercado. Mas o que colocar nele que não pareça um MacBook Pro com problemas glandulares?</span></p>
<p><strong>Os cegos e o elefante</strong></p>
<p><span>Recentemente, os boatos sobre um produto Apple para ocupar esse espaço cresceram em quantidade e qualidade. Jornais respeitáveis como Financial Times e The New York Times soltaram notas a respeito e um “analista veterano” (cujas iniciais podem, ou não, ser WM) afirmou ao Wall Street Journal ter mexido no aparelho. Representantes de editoras, da indústria de cinema e música também deram com a língua nos dentes, apesar dos contratos de não-divulgação que assinaram.</span></p>
<p><span>Em cima dessas pistas, sites de boatos e macmaníacos do mundo inteiro partiram para disputar seu jogo favorito: “Acerte o One More Thing”. Nós também não deixamos de participar. Seguindo a velha parábola indiana dos cegos que tentam descobrir como é um elefante apalpando seu dorso, rabo e pernas, tentamos adivinhar o que vem por aí. Pedimos a dois colaboradores, </span><a href="http://www.brockerhoff.net" target="_blank">Rainer Brockerhoff </a><span> e </span><a href="http://marioav.blogspot.com" target="_blank">Mario Amaya</a><span>, que dessem seu palpite sobre o que vai ser lançado. Rainer tem em seu currículo a participação no desenvolvimento do único clone de Macintosh feito à revelia da Apple do mundo, o Unitron. Mario é um macmaníaco de longa data, dono de uma das maiores coleções de Macs antigos e atualmente edita o site da revista </span><a href="http://www.photoshopcreative.com.br" target="_blank">Photoshop Creative</a><span>. Juntos, montaram o nosso protótipo. Se não for um produto que já existe nos laboratórios da Apple, com certeza é algo que será inventado no futuro ou em uma dimensão paralela.</span></p>
<p><strong>O nome</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7783 aligncenter" title="39-itablet-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-itablet-1-360x304.jpg" alt="39-itablet-1" width="360" height="304" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Por que não? Eis a grande oportunidade de usar com mais propriedade o nome iBook&#8230;</em></p>
<p><span>Infelizmente já existe um iTablet, mas é um produto muito ruim. Isso não foi problema para a Apple com o iPhone, marca que já era usada pela Cisco em um produto que não tinha nada a ver com o celular da Apple. Mas não foi nada que um caminhão de dólares não conseguisse resolver. Mesmo assim, o nome é ruim. Não tem o mesmo apelo, concisão e sonoridade de iMac, iPod e iPhone. Nosso palpite? iBook, claro! “The new improved and revolutionary iBook”. Afinal, como veremos a seguir, uma das killer apps do bicho é ler livros. E, como vimos, o nome iBook está vago na linha de produtos.</span></p>
<p><strong>Killer App</strong></p>
<p><span>Todo produto Apple revolucionário que se preze precisa satisfazer um desejo que todos temos mas nem sabíamos até tocá-lo. Ter todas as músicas do mundo e o Google no seu bolso, por exemplo. O iTablet (perdão, iBook) traz como “aplicação matadora” ser o primeiro computador projetado para leitura de livros, jornais e revistas eletrônicas. Sim, sabemos que quando a Amazon lançou o Kindle Jobs deu uma de raposa e as uvas e disse que “ninguém mais lê”. Mas conhecemos seu Jobs. Sabemos que suas frases de efeito são tão literais quanto um koan budista.</span></p>
<p>O novo iBook vai ser um e-Reader e muito mais. Você vai poder comprar ou assinar sua publicação favorita por ele e receber imediatamente e poder ler na cama, no banheiro, na rua, na praia, na fazenda ou numa casinha de sapê. A tela não vai ser tão confortável quanto o ePaper do Kindle, mas vai ter vantagens comparativas enormes. Por exemplo, vai permitir que esses livros e revistas tenham músicas e vídeos de alta definição embutidos. Uma mistura de CD-ROM multimídia com o jornal do Harry Potter. Ah, sim, o nosso iBook também vai ser o melhor  e menor aparelho para ver filmes em HD. E rodar todos os trilhões de programinhas para iPhone. E ser melhor que o PSP para games.</p>
<p><strong>Design</strong></p>
<p>Aparentemente, o formato de tablet é meio inevitável. A tecnologia multitouch do iPhone pede um uso em algo maior que um celular. Colocar uma tela multitouch em um iMac ou MacBook é um erro crasso de usabilidade que a Apple (ao contrário da HP) não cometeria (suja a tela, cansa o braço etc.). Sim, todos querem um computador gestual, mas ninguém sabe como fazê-lo. O fomato tablet tem sérios problemas: é grande demais para caber no bolso ou para operar com apenas uma mão como o iPhone; deitado em uma mesa fica em um ângulo muito desfavorável para o uso cotidiano e ficaria pior ainda se colocado de pé, como um iPortarretratos. Caiu no chão? Perda total, já que a tela não teria nenhuma proteção. Basicamente, seria um iPodão ou um MacBook sem teclado. Nada menos Apple que isso.</p>
<p>Além disso, tablets não são nenhuma novidade revolucionária. A própria Microsoft relançou a idéia em 2006 com o projeto Origami, depois rebatizado de UMPC (Ultra Mobile PC). Quase todos os fabricantes de UMPCs já descontinuaram seus produtos, devido as vendas pífias. O motivo? Preço e usabilidade. Ninguém paga mais por um produto que faz menos que outro, só porque ele é menor e mais bonitinho. Felizmente a Apple já aprendeu essa lição há muito tempo, com o Power Mac G4 Cube.</p>
<p>Dentre todos os problemas do formato tablet, o input de texto é o pior de todos. Reconhecimento de escrita é algo que até hoje não deu muito certo, basta perguntar a qualquer dono de TabletPC com Windows. Canetinha stylus a Apple já jogou no lixo. Digitar em um teclado virtual na mesma tela em que você lê também não é nada ergonômico. Mas confiamos que a Apple deve resolver o problema. A especialidade de seus engenheiros e designers é identificar um problema e quebrar a cabeça até resolvê-lo.</p>
<p>Nossa sugestão? Um tablet com tela dupla, a la Nintendo DS. Um aparelho dobrável do tamanho de um pocket book eliminaria os principais problemas de um tablet. Fechado, as telas estariam protegidas. Aberto em um ângulo de 110 graus, um dos lados poderia se transformar em um teclado virtual enquanto o outro passa filmes ou navega na internet. Poderia ser aberto e lido na vertical como um livro ou virado totalmente a 360 graus para permitir que uma das telas fosse utilizada como um grande touchpad multitouch para controlar games com dois dedos atrás e dois na frente, por exemplo (a Apple tem uma patente para isso). Ainda no terreno das patentes inéditas, a Apple pode incorporar uma câmera na própria tela, o que permitiria videoconferência ou aplicações de realidade aumentada.</p>
<p><span>Temos que confessar que a ideia não é nossa (nem da Nintendo). Há um vídeo futurista encomendado por uma editora francesa que mostra exatamente esse produto como o futuro dos livros. Você pode vê-lo </span><a href="http://tinyurl.com/mbdab2" target="_blank">aqui</a><span>.</span></p>
<p><span><strong>Hardware</strong></span></p>
<p>Como o Novo e Intergalático iBook vai ser feito para tocar vídeos em HD, ele deve ter uma tela de pelo menos 720 pixels de altura. A tecnologia de e-paper, ótima para leitura, não tem velocidade suficiente para rodar um sistema operacional como o OS X, muito menos filmes e games. Para conseguir uma boa combinação de espessura, desempenho, alto contraste e baixo consumo, a única opção existente é o <span>AMOLED</span>, uma tela OLED de matriz ativa que permite leitura até sob a luz do sol. Nosso aparelho teria uma tela de <span>OLED</span> touch com espessura de 2 mm, 10 polegadas diagonais, resolução de 1280 x 720 e densidade de 160 ppi (pixels por polegadas) ou mais, o que daria uma tela extraordinariamente nítida, de cair o queixo. Suas dimensões seriam a de um livro normal: 18 x 12 x 1,5 cm, pesando algo entre 300 a 500 gramas. Terá memória sólida com tamanhos de 32 e 64GB.</p>
<p>Uma boa plataforma para rodar filmes HD em aparelhos minúsculos é a Ion, da <span>NVIDIA</span>, que une um chipset de vídeo GeForce 9400M com um processador Atom, da Intel. Mas se utilizá-la, a Apple vai estar apenas seguindo Acer, Lenovo e dezenas de outros fabricantes que estão lançando netbooks com a plataforma Ion. O mais provável é que ela inclua um processador desenhado pela PA Semi, justificando finalmente a compra desta “butique de processadores” e retardando o aparecimento de cópias no mercado em pelo menos uns dois anos. O coração do produto seria um processador gráfico/<span>CPU</span> compatível com OpenCL e capaz de rodar diretamente aplicações feitas para iPhone/iPod. Provavelmente será lançado uma versão do Xcode para adaptar facilmente programas atuais para rodarem nativos na nova plataforma.</p>
<p>Conexão 3G é algo imprescindível num aparelho que precisa estar sempre conectado, mas vai obrigar a Apple a atrelar a venda de um produto que não faz ligações telefônicas às operadoras de telefonia. Por outro lado, com o sucesso estrondoso do iPhone, a Apple pode pedir para o presidente da <span>AT&amp;T</span> se vestir de dançarina de can-can e jogar malabares no topo do Empire State que será atendida prontamente. Se o objetivo do aparelho é vender vídeos, livros e música, estar conectado 100% do tempo é uma boa idéia, então botamos modem 3G no nosso protótipo dos sonhos. Talvez uma versão só com WiFi, mais barata e sem estar atrelada a uma tarifa mensal também faça sentido.</p>
<p><strong>Sistema</strong></p>
<p><span>Apesar de o batizarmos como iBook, não acreditamos que ele irá rodar o Photoshop. Provavelmente o Novo e Misterioso Produto Apple vai rodar uma versão do OS X parecida com a do iPhone e iPod Touch, modificada para permitir a(s) tela(s) maior(es) e gestos de até dez dedos. Faz sentido imaginar que ela rode programas em background sem necessitar de gambiarras como o sistema de notificações do iPhone. Mesmo assim. na maior parte do tempo, só vai haver um programa rodando na frente. Porque não utilizar o Mac OS X então, já que a tela vai ser tão fantástica? Porque o sistema do Mac é extremamente dependente de um “pointer device” preciso como o mouse. Não foi feito para trabalhar com dez dispositivos imprecisos. Além disso, a Apple não vai querer posicionar o iTablet (ops, iBook) como um laptop baratinho ou “o netbook da Apple”. Ele é o Super iPhone, o Aparelho Definitivo para consumo de livros, filmes e músicas, o Paper Ultimate Nulifier.</span></p>
<p><strong>Disponibilidade e preço</strong></p>
<p>Quem não vai querer ter um iBook DS? Eu, você e a torcida do Corinthians, com certeza. Mas o lançamento deve seguir o esquema iPhone. Este ano, só nos EUA, a partir de 21 de novembro. Ano que vem, no resto do mundo. Além do complicador 3G existem os acordos com gravadoras, estúdios e editoras, empresas que em sua maioria ainda pensam que estão no século XX (exceto as editoras, que ainda estão no século XIX). Tudo isso transforma o “ecossistema” proposto pela Apple em algo legalmente e politicamente complicado de se transportar para outros países.</p>
<p>Quanto ao preço, a faixa entre US$ 800 e US$ 1 mil é uma aposta certa. A Apple conhece bem o seu público e como criar produtos cujo valor agregado seja reconhecido. Você pode até reclamar, mas ao botar a mão em um, paga o que for preciso.</p>
<p>Mesmo que nada disso se transforme em realidade, foi divertido pensar a respeito. Na próxima edição já teremos a resposta e provavelmente o Sensacional e Estupefaciente iQualquerCoisa estampado em nossa capa. E nossa passagem para Miami em novembro já está reservada<span>. </span></p>
<p><span><img class="alignnone size-medium wp-image-7788" title="39-itablet-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-itablet-4-360x248.jpg" alt="39-itablet-4" width="360" height="248" /></span></p>
<p><strong>“iSlate”, “iBook touch”, “MacBook DS”, “iProduct”, “iSomething”<br />
</strong><br />
Processador: P.A. Semi UltramegablasterPro<br />
Tela: AMOLED 1280 x 720, 160 ppi<br />
Dimensões: 18 x 12 x 1,5 cm<br />
Peso: 350g<br />
Memória interna: 32 a 64GB<br />
Autonomia de bateria: 3 a 5 horas<br />
Sistema operacional: OS X com camada de compatibilidade com iPhone/iPod apps<br />
Conexões: WiFi, Bluetooth, 3G, Dock Port<br />
Preço: US$ 799 a US$ 999</p>
<p><strong>Mais chutes</strong><br />
Adivinhar a aparência do futuro tablet da Apple virou um verdadeiro esporte mundial. Alguns exemplos&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7784 aligncenter" title="39-itablet-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-itablet-2-360x366.jpg" alt="39-itablet-2" width="360" height="366" /></p>
<p><strong>Não inventamos nada</strong><br />
As patentes registradas abaixo pela Apple serviram como base para as nossas especulações</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7785 aligncenter" title="39-itablet-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-itablet-3-360x371.jpg" alt="39-itablet-3" width="360" height="371" /></p>
<p><em><strong>Heinar Maracy já está na fila para o iBook, MacBook Touch ou o que for. Colaborou Rainer Brockerhoff<br />
</strong></em></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Você entende de Mac?</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/materias/voce-entende-de-mac/</link>
		<comments>http://macmais.terra.com.br/materias/voce-entende-de-mac/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 18:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação MacMais</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Especial]]></category>

		<category><![CDATA[Centro de Treinamento Autorizado]]></category>

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		<category><![CDATA[Mac OS X Support Essentials]]></category>

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		<description><![CDATA[por Sérgio Miranda e Marco Andrei Kichalowsky
O Mac é intuitivo e fácil de usar. Frase manjada, não? Pois pergunte a qualquer amigo seu que já use os computadores da Apple há mais tempo para perceber que é verdade. Por causa dessa facilidade de uso é que alguns usuários acabam se tornando um “consultor informal para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Sérgio Miranda e Marco Andrei Kichalowsky</em></p>
<p>O Mac é intuitivo e fácil de usar. Frase manjada, não? Pois pergunte a qualquer amigo seu que já use os computadores da<a href="http://macmais.terra.com.br/?s=apple" target="_blank"> Apple</a> há mais tempo para perceber que é verdade. Por causa dessa facilidade de uso é que alguns usuários acabam se tornando um “consultor informal para assuntos <a href="http://macmais.terra.com.br/?s=macman%C3%ADacos" target="_blank">macmaníacos</a>”. Encontrar uma pessoa disposta a dar aulas para quem está começando na plataforma e até se aventurar a pequenos consertos e atualizações são ações muito comuns na <strong>comunidade de applemaníacos brasileiros</strong>.</p>
<p>Mas será que entendemos mesmo do riscado?</p>
<p>Por isso, resolvemos criar um teste para medir seu conhecimento sobre Mac. As perguntas são similares às encontradas nas provas oficiais da Apple para certificar seus consultores e foram criadas em parceria com a <a href="www.ainterface.com.br" target="_blank">Interface</a>, único<strong> Centro de Treinamento Autorizado</strong> (ATC, na sigla em inglês) Apple no Brasil.</p>
<p><strong>Diploma de Macmaníaco</strong></p>
<p>Você já deve ter visto por aí<strong> consultores certificados</strong> em Windows, programas da Adobe (Photoshop, Lightroom), Oracle (banco de dados), Linux, entre outras. A certificação é uma avaliação realizada por uma organização, empresa ou instituição com o intuito de validar seu conhecimento sobre um produto, serviço ou sistema. Ela comprova para os devidos fins que a pessoa ou instituição certificada foi aprovada e trabalha segundo as normas e métodos corretos daquilo para que obteve certificação.</p>
<p>Em poucas palavras, para ter uma certificação, você precisa provar que sabe tudo sobre determinado assunto. E para provar, você recebe um<strong> diploma</strong> para colocar na parede e mostrar com orgulho para parentes, amigos e, principalmente, seus clientes. Afinal, oferecer serviços de consultoria hoje em dia é uma maneira de ganhar uma boa grana, principalmente se for certificado.</p>
<p>E para Mac? Quem quiser ser consultor também precisa ser certificado? Se você pretende ser reconhecido como tal, sim, é melhor ser. A grande maioria dos consultores no mercado, atualmente, não tem certificação da Apple, que é válida no mundo inteiro. No Brasil, apenas a <a href="www.ainterface.com.br" target="_blank">Inter</a><a href="www.ainterface.com.br" target="_blank">face</a> está habilitada a oferecer cursos e aplicar as provas de certificação oficiais. Segundo Marcelo “Maro” Inoue, diretor da Interface, ainda não existe uma cultura de certificação em nossas terras. “Conhecer seu dia a dia como usuário de Mac não é sinônimo de ser um consultor”, afirma. Maro já viu muita gente que dizia manjar muito de Mac levar bomba nas provas e ficar sem o diploma.</p>
<p>As certificações Apple são divididas em três áreas: AppleCare, TI e Pro Apps.</p>
<p><strong>ACMT – Apple Certified Macintosh Technician (AppleCare)</strong><br />
É a certificação válida para quem conhecer os procedimentos de diagnósticos de hardware e software. Este processo, até alguns anos atrás, era exclusivo para técnicos dos <strong>Centros de Serviço Autorizado</strong>, mas foi liberado para o público em geral. “Com essa abertura, hoje fica mais fácil para a assistência técnica contratar um profissional já treinado e certificado”, explica Maro. Essa certificação possui um caráter mais técnico, e por isso é recomendada a técnicos e analistas de suporte e consultores.</p>
<p>Para adquirir esta certificação, é necessário passar por duas provas: Mac OS X 10.5 Troubleshooting (9L0-061) e Macintosh Service Certification (9L0-006). Essa certificação é válida por um ano e deve ser renovada ao final desse período. “A Interface oferece os cursos, bem como material didático oficial, mas ele não é obrigatório, apenas a prova é requisito para conseguir a certificação. E a nota de corte é alta,pelo menos 75% da prova”, conta Maro. São cerca de 90 perguntas sobre hardware e 80 sobre software. “E algumas questões são eliminatórias: se errar, está reprovado, não importa a nota de corte”, revela o instrutor.</p>
<p>Para facilitar a vida do aluno, as provas para certificação ACMTC já estão em português e são feitas online, na sede da Interface, em São Paulo.</p>
<p><strong>Apple TI</strong><br />
Esta área possui as certificações para profissionais que são responsáveis por planejar, manter e integrar o Mac OS X, Mac OS X Server, Xserve e Xserve RAID em ambientes de redes.<br />
Há duas as certificações disponíveis:</p>
<p>• ACSP – Apple Certified Support Professionals<br />
• ACTC – Apple Certified Technical Coordinator</p>
<p>“Com o crescimento do Mac nas empresas, muita gente vem fazer esse treinamento, principalmente técnicos de suporte”, explica Maro. Mas como o objetivo é trabalho interno e não consultoria, a grande maioria dos alunos não faz a prova. “As empresas acreditam que não vale a pena tirar a certificação, ficando apenas com o treinamento”, afirma Inoue.</p>
<p>Para atingir a certificação ACSP, é necessário fazer a prova <strong>Mac OS X Support Essentials</strong>. O treinamento, que também não é obrigatório (mas que vale muito a pena) tem carga horária de 24 horas. Para conseguir o diploma ACTC, é preciso realizar o exame Mac OS X Server Essentials. O treinamento tem carga horária de 32 horas.</p>
<p><strong>Apple Pro Apps</strong><br />
No começo, apenas essas certificações eram oferecidas aos usuários, principalmente para os aplicativos profissionais, como o Final Cut Pro. “A ideia do curso não é ensinar a editar vídeo, mas a <strong>operar</strong> o programa”, explica Maro. Hoje em dia, a maior procura é pelo treinamento básico em Mac OS X e também para os programas da suíte iLife. “Esses dois cursos não são oficiais, por isso, não tem um diploma”, conta Inoue. No momento, os únicos com certificações são o de Logic Pro e Final Cut. “Os outros, quando há necessidade de uma empresa, fazemos sob demanda”, afirma o diretor da Interface.</p>
<p><strong>Preços</strong><br />
Descobrindo o Mac R$ 250<br />
iLife ‘09 R$ 460<br />
Final Cut R$ 1.100<br />
Logic 8 Total Imersion R$ 1.200<br />
Mac OS X Support Essentials (ACSP) R$ 1.100<br />
Mac OS X Server Essentials (ACTC) R$ 1.680<br />
AppleCare Hardware R$ 1.600<br />
AppleCare Mac OS X Troubleshooting R$ 900</p>
<p>Preço do exame: US$ 150 (software) e US$ 200 (hardware).</p>
<p><em><strong>Sérgio Miranda quase não passa no teste. Colaboraram: Marco Andrei Kichalowsky, Marcelo Inoue e Rodrigo Pigatti.</strong></em></p>
<p><strong>Questionário</strong></p>
<p><em>1 Um amigo seu acabou de comprar um Mac novo e pediu sua ajuda para passar os dados do antigo. O que você sugere?</em><br />
a) Grava todos os dados em DVD e depois copiar para o Mac novo.<br />
b) Usa o Modo de Disco de Destino (Target Disk Mode) e o Assistente de Migração.<br />
c) Usa um disco externo para gravar o becape e depois copia para o Mac novo.<br />
d) Usa um cabo USB e conecta os dois Macs para fazer uma transfusão direta.<br />
e) Pede pro Exu Tranca-Redes destrancar a comunicação entre eles.</p>
<p><em>2 Seu Mac parou no tempo e não consegue mais manter a hora certa, mesmo com a opção de Ajustar data e hora automaticamente pela internet. O que você faz?</em><br />
a) Troca a bateria interna.<br />
b) Troca o fluido da bateria interna.<br />
c) Reinicia a PRAM (memória de parâmetros).<br />
d) Troca a bateria do HD de sistema.<br />
e) Clama por Chronos, pedindo proteção.</p>
<p><em>3 No site de suporte da Apple, você verifica que há uma atualização de firmware obrigatória para seu Mac. Se você fizer a atualização, vai modificar que parte do seu computador?</em><br />
a) Vou modificar o hardware e o sistema operacional.<br />
b) Vou modificar apenas componente um interno do software de sistema, o Mac OS X.<br />
c) Vou modificar um software baseado em hardware, que cumpre funções especiais no Mac.<br />
d) Vou modificar meu mau hábito de uso do Mac.<br />
e) Vou modificar a bateria interna do Mac.</p>
<p><em>4 Seu Mac apresentou um problema e você desconfia que seja algo relacionado ao hardware e não ao sistema operacional. Para testar o equipamento, qual o procedimento mais adequado?</em><br />
a) Iniciar o Mac com o DVD do DiskWarrior, um programa para a verificação dos discos rígidos<br />
do Mac, com a tecla C pressionada.<br />
b) Colocar o DVD de instalação que veio com seu Mac e iniciar o computador com a tecla D pressionada para abrir o Apple Hardware Test.<br />
c) Colocar o DVD de instalação que veio com seu Mac e iniciar o Mac com a tecla C pressionada; o computador vai carregar o teste de instalação do sistema.<br />
d) Inserir um clipe no leitor de DVD. O Mac vai ejetar o drive de leitura e abrir o compartimento da placa-mãe, para um exame técnico.<br />
e) Não há como fazer esse tipo de diagnóstico em casa e o jeito é levar para uma assistência técnica autorizada.</p>
<p><em>5 Os Macs da geração PowerPC utilizavam um tipo de firmware diferente da nova geração, que usa chips Intel. Quais são os nomes dos dois tipos?</em><br />
a) Nos PowerPC, o firmware se chamava OpenFirmware, ou Firmware “aberto”; nos Intel, o nome é EFI (Extensible Firmware Interface).<br />
b) Nos Macs PowerPC, ele não tinha um nome específico. Nos Macs Intel, ele se chama Mac BIOS.<br />
c) Nos PowerPC, se chamava Power Firmware; nos Intel, chama-se MPFI (Multi Point Firmware Interface).<br />
d) Nos Macs atuais, a plataforma de firmware é aberta, sendo compartilhada com PCs que rodam Windows e Linux. Nos Macs antigos, o firmware era proprietário da Apple.<br />
e) Nos PowerPC, chamava-se Apple Computer Power Interface; nos Macs Intel, chama-se Intel Processors Firmware Interface.</p>
<p><em>6 Você precisa conectar dois Macs, mas não tem um cabo FireWire de seis pinos à disposição, por isso pegou um cabo de rede comum. Mas um amigo seu disse que não vai funcionar e que você precisa de um cabo crossover ou cruzado. O que você faz?</em><br />
a) Mando meu amigo ir comprar um cabo novo, que seja o tal “crozôve”, na loja de informática mais próxima.<br />
b) Fico tranquilo. Meu amigo não sabe nada de Macs. Eu é que sei. É só conectar os Macs com qualquer cabo de rede que dá certo.<br />
c) Fico nervoso. Meu amigo é uma mala, fica botando defeito em tudo e agora eu nem sei mais o que fazer. PCzeiro de uma figa!<br />
d) Enfio outro cabo de força no estabilizador e peço pro Exu Tranca-Redes destrancar a comunicação entre eles.<br />
e) Piso no pé do meu amigo e mando ele comprar um Time Capsule novo para ligar os<br />
dois via Airport e ainda ter um disco de becape.</p>
<p><em>7 Você resolveu fazer um diagnóstico de seu disco interno com o Utilitário de Disco. Clicando no ícone do HD, descobriu que o software lhe informa várias coisas sobre seu disco, inclusive um tal de S.M.A.R.T., que até já havia sido verificado. O que significa isso?</em><br />
a) Significa que o HD passou no teste de H.D.I.Q., Hard Disk Intelligence Quotient, que indica o estado de desfragmentação e tempo de resposta do disco.<br />
b) Significa que eu posso ficar tranquilo. O disco é esperto o suficiente para eu instalar a última versão do Mac OS X.<br />
c) Significa que o Utilitário de Disco pode fazer a verificação do HD.<br />
d) Significa que o HD passou no teste S.M.A.R.T., Self Monitoring Analysis and Reporting Technology, que indica o estado físico do disco.<br />
e) Significa que algo foi verificado, mas não há como saber o que isso quer dizer.</p>
<p><em>8 Um belo dia você ligou seu Mac, mas a tela ficou preta e você não ouviu o acorde de início. Por que será que isso aconteceu?</em><br />
a) Porque aconteceu um problema com o disco rígido e o Mac não conseguiu carregar o sistema.<br />
b) Ligar ou não ligar. Eis a questão. Será mais nobre em nosso espírito sofrer com uma fonte queimada ou insurgir-nos contra o esquecimento da compra daquele AppleCare baratinho?<br />
c) Meu Mac está ligado na tomada, mas não tem energia suficiente para ligá-lo.<br />
d) Porque o Mac não passou no S.M.A.R.T.<br />
e) Porque o Mac não passou no POST, Power On Self Test, teste de componentes internos do Mac, que é executado quando se liga o computador.</p>
<p><em>9 Você levou seu Mac à assistência técnica para ver um problema e o técnico logo lhe trouxe de volta dizendo que era só reiniciar a PMU. Pela rapidez no diagnóstico, o que você acha que aconteceu?</em><br />
a) Ele apertou um botão e reiniciou a Power Management Unit, chip que regula a energia distribuída pelos componentes dos Macs PowerPC.<br />
b) Ele apertou uma sequência de teclas para reiniciar a Primary Main Unit, unidade de força primordial dos Macs Intel.<br />
c) Como era um PowerPC, ele achou muito velho, jogou seu Mac em um canto e lhe deu um novo, diretamente do balaio de Macs de reposição distribuído pela Apple.<br />
d) Ele trocou o cabo de força antigo por um novo.<br />
e) Ele testou o Mac e funcionou. Para não lhe deixar triste, disse que era um problema qualquer.</p>
<p><em>10 Seu Mac só dorme e não volta mais do repouso. O que pode estar acontecendo?</em><br />
a) O disco rígido está muito cheio, e por falta de espaço o Mac, não funciona direito.<br />
b) O iWork foi instalado de maneira incorreta e só uma reinstalação do sistema pode arrumar tudo.<br />
c) A bateria interna está com defeito, tem que trocar.<br />
d) O controle remoto do Mac está com “sleep” apertado.<br />
e) O conteúdo do SMC ou da PMU deve estar corrompido. Mas a solução é simples; é só reiniciar o chip.</p>
<p><em>11 Você é um administrador de sistema e habilitou a opção Ignorar a Propriedade do Volume (Ignore Volume Ownership) para um HD externo FireWire. O que acontecerá da próxima vez que você tentar montar o disco em um Mac?<br />
<span style="font-style: normal;">a) O disco irá montar normalmente e o usuário poderá ler, modificar e apagar qualquer arquivo no disco.<br />
<span>b) </span>O disco irá montar e o usuário poderá apenas ler os arquivos no disco; para modificar ou apagar um arquivo, será necessária uma senha de administrador.<br />
c) O usuário terá que digitar uma senha de administrador para acessar o disco; depois que ele montar na Mesa, o usu<span>ário poderá modificar e apagar arquivos no disco normalmente.<br />
d) O usuário terá que digitar uma senha de administrador para acessar o disco, e se quiser modificar ou apagar arquivos, terá que redigitar a senha.<br />
e) O HD só aparecerá na Mesa se o usuário pedir “por favor” para o administrador de redes.</span></span></em></p>
<p><em>12 Você quer compartilhar um arquivo com um colega seu que está na mesma rede. Os dois têm contas-padrão, isto é, não têm privilégios de administrador. Qual destas pastas NÃO é apropriada para que você coloque o documento que deve ser compartilhado?<br />
<span style="font-style: normal;">a) /Usuários/Compartilhado<br />
b) /Usuários/seunomedeusuário/Pública<br />
c) /Usuário/usuariodoseuamigo/Pública<br />
d) /Usuário/usuariodoseuamigo/Pública/Caixa de Depósitos<br />
e) /Usuários/Compartilhado/Pasta sem título</span></em></p>
<p><em>13 Em qual ordem o Mac OS X 10.5 procura, por exemplo, as pastas de fontes no sistema?<br />
<span style="font-style: normal;">a) /Biblioteca, /Biblioteca, /Sistema/Biblioteca (onde é seu nome de usuário).<br />
b) /Sistema/Biblioteca, /Biblioteca, /Biblioteca (onde é seu nome de usuário).<br />
c) /Biblioteca, /Biblioteca, /Sistema/Biblioteca (onde é seu nome de usuário).<br />
d) /Biblioteca, /Sistema/Biblioteca, /Biblioteca (onde é seu nome de usuário).<br />
e) não importa a ordem.</span></em></p>
<p><em>14 Qual o procedimento correto para descobrir que aplicativo rodará no ambiente Rosetta?<br />
<span style="font-style: normal;">a) Não existe essa coisa de ambiente Rosetta. É tudo intriga da oposição!<br />
b) Clique com o botão secundário do mouse no ícone do aplicativo e escolha a opção Mostrar Ambiente. Se o Finder mostrar o ícone do ambiente Rosetta, o programa rodará apenas com o Rosetta instalado.<br />
c) Abra o Terminal e, na linha de comando, digite ls na pasta em que o aplicativo está instalado. Se o tipo de aplicativo for X11, ele rodará no ambiente Rosetta.<br />
d) Selecione o aplicativo e escolha Obter Informações no menu do Finder. Se o campo Tipo mostrar Aplicativo (PowerPC), ele rodará no ambiente Rosetta.<br />
e) Selecione o aplicativo e escolha Obter Informações no menu do Finder. Se o campo Ambiente mostrar Rosetta, ele rodará no ambiente Rosetta.</span></em></p>
<p><em>15 Você tem um amigo com deficiência visual e precisa personalizar o Mac dele para que ele possa usá-lo com conforto. Onde você habilita as funcionalidades que podem ajudar pessoas com algum tipo de deficiência?<br />
<span style="font-style: normal;"><span>a) Utilitário Fala, que fica na pasta Aplicativos/U</span>tilitários.<br />
b) Assistente de Acessibilidade, que pode ser encontrado no menu Finder &gt; Ir &gt; Assistentes.<br />
c) Preferências do Finder.<br />
d) Painel Acesso Universal, que fica no Preferências do Sistema.<br />
e) Habilita o cão-guia do Finder, que é um cãozinho que fala o que passa na tela do Mac.</span></em></p>
<p><em></em></p>
<p><em><strong>Respostas</strong></p>
<p></em><em>1 Alternativa B:</em><span style="font-style: normal;"> Usa o Modo de Disco de Destino (Target Disk Mode) e o Assistente de Migração. Se o seu Mac possui uma porta FireWire, este é o modo mais rápido de passar as informações de uma máquina para outra, já que um dos Macs funcionará como um disco externo, permitindo que se faça cópia de dados de um Mac a outro, entre outras aplicações possíveis. Para acionar esse modo, basta iniciar o computador pressionando a tecla T. Para desativar o modo, desligue e ligue o Mac novamente. O Assistente de Migração fará a cópia dos dados importantes do usuário antigo para o Mac novo sem perder as preferências e também as permissões que já existiam no computador antigo. O Assistente de Migração pode fazer a transferência pela porta FireWire (Modo de Disco de Destino), via rede (com cabo ou Wi-Fi, mais lentas) ou então usando um becape criado pelo Time Machine em um HD externo.</span></p>
<p><em>2 Alternativa C:</em> <span style="font-style: normal;">Reinicia a PRAM (memória de parâmetros). É na PRAM que são armazenadas informações do sistema, como configurações do disco de inicialização, fuso horário e volume do computador. Para reiniciar a PRAM, é preciso desligar e ligar o computador, enquanto pressiona ao mesmo tempo as teclas <strong>[Command]</strong> + <strong>[Option ]+ [P] + [R]</strong>. Segure as teclas até ouvir o acorde de início do Mac duas vezes. Este procedimento é conhecido pelos usuários mais antigos como “Zap na PRAM”.</span></p>
<p><span><em>3 Alternativa C:</em><span> </span><span style="font-style: normal;">Vou modificar um software baseado em hardware, que cumpre funções especiais no Mac. Firmware é um software armazenado no hardware do Mac, que faz o computador carregar e iniciar o sistema operacional.</span></span></p>
<p><em>4 Alternativa B:</em><span> </span><span style="font-style: normal;">Colocar o DVD de instalação que veio com seu Mac e iniciar o computador com a tecla D pressionada para abrir o Apple Hardware Test. Todo Mac vem com discos de instalação do sistema operacional e, escondida em outra partição, um software de diagnóstico, chamado Apple Hardware Test, ou simplesmente AHT. Ele é um software que testa os componentes do Mac, como memórias, placa de vídeo e outros. O AHT só pode ser acionado ao iniciar o Mac pelo disco de instalação do Mac OS X e pressionar a tecla D logo após o acorde de início. Depois de aparecer o logo da Apple na tela, já é possível soltar a tecla. Existem dois modos de diagnóstico, o rápido, que faz um teste básico, e outro mais demorado, que faz várias verificações em sequência para determinar qual componente do hardware pode ser a causa dos problemas.</span></p>
<p><em>5 Alternativa A</em><span>: </span><span style="font-style: normal;">Nos PowerPC, o firmware se chamava OpenFirmware, ou Firmware “aberto”; nos Intel, o nome é EFI (Extensible Firmware Interface). O OpenFirmware, ou OpenBoot nasceu na Sun e foi usado pela Apple até 2006, quando os Macs abandonaram os processadores PowerPC pelos Intel. Em vez de adotarem o BIOS, padrão nos PCs até hoje, a Apple resolveu adotar o EFI, mais moderno.</span></p>
<p><em>6 Alternativa B:</em> <span style="font-style: normal;">É só conectar os Macs com qualquer cabo de rede que dá certo. Não é necessário que o cabo seja crossover porque as portas Ethernet dos Macs são Auto-MDIX , isto é, elas “descobrem” qual o tipo de cabo que está conectado e, se necessário, fazem a configuração crossover na própria porta, automaticamente.</span></p>
<p><em>7 Alternativa D</em><span>:</span><span style="font-style: normal;"> Significa que o HD passou no teste S.M.A.R.T., Self Monitoring Analysis and Reporting Technology. Este teste, presente em todos os discos rígidos atuais, informa se os componentes internos estão operando corretamente.</span></p>
<p><em>8 Alternativa E:</em> <span style="font-style: normal;">Porque o Mac não passou no POST, Power On Self Test. Este teste é a primeira coisa a ser executada em um Macintosh assim que se pressiona o botão de ligar. Ele verifica o hardware básico do Mac. Caso bem-sucedido, o característico acorde de início é tocado; caso contrário, o Mac pode dar bipes de erro ou piscadas no LED da máquina, de acordo com o problema.</span></p>
<p><em>9 Alternativa A:</em><span> </span><span style="font-style: normal;">Ele apertou um botão e reiniciou a Power Management Unit, chip que regula a energia distribuída pelos componentes do Mac. Este gerenciador de energia estava presente nos antigos PowerPCs. Nos Macs novos, o controlador se chama SMC – System Management Controller.</span></p>
<p><em>10 Alternativa E:</em><span style="font-style: normal;"> O conteúdo do SMC ou da PMU deve estar corrompido. Quando isso acontece, o Mac falha em ligar, não mostra a imagem de vídeo quando liga ou não desperta do repouso. Na maioria dos casos, é só reiniciar o chip.</span></p>
<p><em>11 Alternativa A:</em><span> </span><span style="font-style: normal;">O disco irá montar normalmente e o usuário poderá ler, modificar e apagar qualquer arquivo no disco. Ao marcar a opção de ignorar a propriedade do volume, isto é, do disco externo, qualquer usuário pode fazer modificações nos arquivos que estiverem dentro do HD.</span></p>
<p><em>12 Alternativa C:</em> <span style="font-style: normal;">/Usuário/usuariodoseuamigo/Pública. A pasta pública de um usuário serve apenas para que você coloque arquivos e documentos para que alguém possa copiar. Você não pode modificar a pasta pública de outro usuário, apenas copiar arquivos para a Caixa de Depósitos.</span></p>
<p><em>13 Alternativa C:</em><span> </span><span style="font-style: normal;">/Biblioteca, /Biblioteca, /Sistema/Biblioteca (onde é seu nome de usuário). O sistema começa a procurar primeiro na pasta do usuário, subindo a hierarquia, passando pela pasta Biblioteca e, por último, na pasta do Sistema Operacional.</span></p>
<p><em>14 Alternativa D: </em><span style="font-style: normal;">Selecione o aplicativo e escolha Obter Informações no menu do Finder. Se o campo Tipo mostrar Aplicativo (PowerPC), ele rodará no ambiente Rosetta. Os aplicativos para Mac são compilados no formato Binário Universal, isto é, rodam nativamente em Macs com processadores Intel e PowerPC. Mas alguns softwares ainda são do tempo em que a Apple não havia feito a transição para os chips Intel. Para que eles pudessem rodar nos Macs mais novos, foi necessário criar um ambiente para emular o antigo processador, o Rosetta. Hoje em dia, é difícil encontrar algum aplicativo nesse formato.</span></p>
<p><em>15 Alternativa D:</em><span> </span><span style="font-style: normal;">Painel Acesso Universal, que fica no Preferências do Sistema. Neste painel de controle, o usuário pode habilitar opções de ajuda para Visão (ativar VoiceOver, que lê o que se passa na tela do Mac, ativar Zoom de tela e alternar branco sobre preto), Audição (ativar um clarão para quando ocorrer um som de alerta), Teclado (opções para facilitar pressionar mais de uma tecla por vez) e Mouse (opções para facilitar o uso do mouse).</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><strong>Se você acertou…</strong></span></p>
<div>
<p><span style="font-style: normal;"><strong>1 até 5: </strong>Não fique triste. Continue comprando e lendo com atenção sua MAC+ todos os meses, e um dia você chega lá. Mas na hora de resolver um problema, é melhor chamar um consultor de verdade.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><strong>6 até 10:</strong> Muito bem. Você já pode começar a pensar seriamente em se tornar um consultor de Mac. Mas ainda é possível se aprimorar mais: continue estudando.</span></p>
<p><span style="font-style: normal;"><strong>11 até 15:</strong> Pode dizer aos amigos que na hora do aperto, devem ligar para você. Só falta mesmo fazer a prova e tirar seu diploma de macmaníaco.</span></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Desafio virtual</title>
		<link>http://macmais.terra.com.br/materias/desafio-virtual/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 02:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aureo Monteiro da Silva</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>

		<category><![CDATA[Especial]]></category>

		<category><![CDATA[Boot Camp]]></category>

		<category><![CDATA[Intel]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que a Apple passou a utilizar os processadores Intel, um dos grandes atrativos foi a possibilidade de rodar Windows (XP, Vista e até mesmo o novíssimo e ainda não lançado oficialmente Windows 7) em seu equipamento. Na época dos processadores PowerPC, isso também era possível, embora com o auxílio do VirtualPC (aplicativo da Connectix que foi comprado pela Microsoft); no entanto, o Mac ficava tão lento que perdia na corrida contra uma lesma manca com um processador nas costas.</p>
<p>Hoje a vida é bem mais fácil. No Mac OS X 10.5, temos o Boot Camp (que fica em Aplicativos/Utilitários), que permite particionar o disco de sistema e instalar o Windows diretamente. Para tanto, basta selecionar qual dos sistemas operacionais você deseja utilizar, mantendo pressionada a tecla<strong> [Option] </strong>no momento da inicialização do Mac ou selecionando o sistema favorito no Painel de Controle (Windows) ou nas Preferências do Sistema (Mac OS X).</p>
<p>O desempenho do Windows em um Mac usando o Boot Camp é excelente, devido principalmente à qualidade dos drivers escritos pela Apple para os dispositivos (câmera, placa de vídeo, Bluetooth, USB) e tudo funciona redondo. No fundo, o Windows tem acesso a todo o hardware, por isso não é difícil imaginar por que o Mac é o melhor PC para rodar o Windows Vista! O único problema é que você precisa reiniciar o Mac sempre que deseja trocar o sistema operacional, e isso, depois de um tempo, fica meio chato.</p>
<p>Em razão disso, os softwares para virtualização (pois a Microsoft não lançou uma versão do Virtual PC para os novos Mac com processadores Intel) ganharam bastante atenção dos usuários. Eles permitem rodar o Windows dentro do Mac OS X, mantendo quase o mesmo desempenho do Boot Camp. Bastava instalar o aplicativo, definir o tamanho da memória alocada, criar um disco virtual e instalar o Windows. Muito simples! Já apresentamos resenhas e tutoriais de algumas opções aqui na MAC+, desde a nossa antológica número 1. Mas como é um assunto recorrente em nossa caixa postal, decidimos fazer um comparativo entre os três aplicativos que dominam a virtualização no Mac: <a href="www.parallels.com" target="_blank">Parallels 4.0</a>, <a href="www.virtualbox.org" target="_blank">VirtualBox 3.0</a> e <a href="www.vmware.com" target="_blank">VMWare Fusion 2.0</a>. O Parallels foi o primeiro a disponibilizar uma solução com funcionalidades e desempenho excelentes; depois vieram o VMWare Fusion (que já é muito conhecido no mundo PC, para virtualização de servidores e desktops) e o VirtualBox da Sun (que adquiriu os direitos do produto, e desde fevereiro de 2008 vem investindo pesado em seu desenvolvimento).</p>
<p>Em nossa análise, avaliamos diversos critérios que consideramos importantes para os usuários, tais como facilidade e tempo de instalação, integração entre os sistemas operacionais Windows e Mac OS X, velocidade de inicialização das máquinas virtuais, becape e softwares adicionais, entre outros. Utilizamos o Windows 7 Ultimate 64 bits Release Candidate 1 (que será o sistema operacional convidado), instalado a partir da imagem ISO que estava em um disco externo conectado via USB 2.0. O Mac de testes foi um MacBook Pro com processador Intel Core 2 Duo de 2.4 GHz, memória de 4 GB e disco rígido de 120 GB, com o Mac OS X Leopard 10.5.7 (que será o sistema operacional hospedeiro). Vamos aos resultados!</p>
<p><strong>Instalação</strong><br />
O processo de instalação é muito simples em todos os aplicativos de virtualização testados. Basta selecionar a imagem que contém o Windows 7 como fonte de instalação, definir a quantidade de memória a ser alocada e criar o disco virtual. Cada um deles apresenta muitas outras opções de configuração, mas para nosso comparativo, aceitamos os valores sugeridos, exceto a memória de vídeo (que definimos como 128 MB) e a ativação da aceleração 3D (que não é padrão no VirtualBox, por exemplo).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7380 aligncenter" title="39-virtual-1" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-1-360x276.jpg" alt="39-virtual-1" width="360" height="276" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7381 aligncenter" title="39-virtual-2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-2-360x268.jpg" alt="39-virtual-2" width="360" height="268" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7382 aligncenter" title="39-virtual-3" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-3-360x306.jpg" alt="39-virtual-3" width="360" height="306" /></p>
<p>Vale a pena citar algumas limitações técnicas entre os aplicativos testados para a criação de máquinas virtuais. O número máximo de processadores que podem ser alocados para cada máquina virtual é de oito no Parallels, quatro no VMWare Fusion e de surpreendentes 32 (isso mesmo!) no VirtualBox. Com relação à memória (RAM), tanto o Parallels como o VMWare Fusion permitem separar até 8 GB para cada máquina virtual, enquanto o VirtualBox chega ao limite de 16 GB. Logicamente, você tem que dispor dessa quantidade de processadores e de memória instalada em seu Mac, com um pouco mais, porque ainda é preciso rodar o Mac OS X. Para a memória de vídeo, o Parallels aceita até 256 MB, enquanto VMWare Fusion e VirtualBox possibilitam um máximo de 128 MB. Para finalizar, o Parallels aceita até 16 placas de rede virtuais, enquanto o VirtualBox aceita oito e o VMWare Fusion, dez. Outro detalhe importante é que somente o VirtualBox tem versão em português (meio brasileiro, meio de Portugal, mas tudo bem); os demais, somente em inglês (ou alemão, japonês, francês como é o caso do VMWare Fusion).</p>
<p>No momento da instalação, ao selecionar o sistema operacional que vamos instalar, o VirtualBox é o único que já dispõe da opção para Windows 7 x64 (aliás, ele possui opções para quase todos os sistemas operacionais mais conhecidos). No Parallels, é identificado como “Windows 7 (experimental)”, e no VMWare Fusion, temos de utilizar a opção Windows Vista x64. Independentemente disso, todos são detectados e configurados. O VMWare Fusion somente incluirá uma opção específica para Windows 7 quando for lançada a versão definitiva do sistema operacional da Microsoft.</p>
<p>Como dissemos, existem muitas opções adicionais que podem ser configuradas para uma máquina virtual. Basta selecioná-las antes ou depois da instalação (mas ela deve estar desligada para permitir alterações). No Parallels, é a opção Configure; no VMWare Fusion, é Settings; e no VirtualBox, é a opção Definições. É possível alterar a quantidade de memória, do número de processadores, o compartilhamento de arquivos entre o Windows virtualizado e as pastas do Mac, repassar o status da bateria (no caso de MacBooks) para a máquina virtual, configurar impressoras, rede, adicionar discos rígidos, drives de CD/DVD, som e dispositivos USB, entre outros.</p>
<p>O Parallels, nesse quesito, é o vencedor. Possui muitas opções de configuração, bem detalhadas e fáceis de usar. Além das citadas, você pode configurar a ordem dos dispositivos de inicialização (disco rígido, CD/DVD, rede), ativar o Hypervisor, configurar a segurança (que define o nível de isolamento entre a máquina virtual e o Mac OS X), sincronização das áreas de transferência e da opção de arrastar e soltar para transferir arquivos entre os sistemas hospedeiro e convidado, além de muitas outras.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7383 aligncenter" title="39-virtual-4" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-4-360x216.jpg" alt="39-virtual-4" width="360" height="216" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7384 aligncenter" title="39-virtual-5" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-5-360x185.jpg" alt="39-virtual-5" width="360" height="185" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7385 aligncenter" title="39-virtual-6" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-6-360x221.jpg" alt="39-virtual-6" width="360" height="221" /></p>
<p>Pudemos verificar que o VMWare Fusion é um pouco mais amigável na instalação do Windows 7. O assistente de criação da máquina virtual tem etapas para tudo, de modo a configurar o usuário e a senha de login, bem como a chave de licença, e aloca automaticamente 1 GB para a memória e 40 GB de disco dinâmico (que se expande conforme o uso, até o máximo de 40 GB), enquanto no Parallels e no VirtualBox essas configurações são feitas da maneira tradicional de instalação do Windows. Vale lembrar que esse mesmo assistente está disponível no Parallels com o intuito de definir essas configurações no momento da instalação, mas só funciona se o sistema operacional a ser instalado for Windows XP, Windows Vista ou Windows 2003 Server. Para o Windows 7, nada feito.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7386 aligncenter" title="39-virtual-7" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-7-360x317.jpg" alt="39-virtual-7" width="360" height="317" /></p>
<p>Os virtualizadores possuem ferramentas extras que são instaladas no sistema convidado (no caso, o Windows 7) e servem para habilitar funções adicionais e detectar hardware. São o Parallels Tools, o VMWare Tools e as Adições do Convidado do VirtualBox. O Parallels e o VMWare Fusion, com a instalação das ferramentas, detectaram todos os dispositivos do sistema, configurando os drivers adequados (placa de som etc.), o que não ocorreu no VirtualBox, que reconheceu, mas não conseguiu configurar a placa de som. Isso pode ser apenas um detalhe que será posteriormente corrigido, pois com o Windows XP (que testamos anteriormente), esse tipo de problema não ocorreu.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7387 aligncenter" title="39-virtual-8" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-8-360x277.jpg" alt="39-virtual-8" width="360" height="277" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7388 aligncenter" title="39-virtual-9" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-9-360x279.jpg" alt="39-virtual-9" width="360" height="279" /></p>
<p>Outro detalhe que verificamos é quanto espaço em disco a instalação do Windows 7 ocupa realmente no Mac. Depois de concluída a instalação, o VMWare Fusion criou um arquivo de 7,21 GB, o VirtualBox utiliza 7,46 GB e o Parallels necessitou 8,6 GB. Nesses valores já está incluída a instalação das ferramentas adicionais de cada software de virtualização.</p>
<p>Tanto o Parallels como o VMWare Fusion permitem criar uma máquina virtual utilizando uma partição do Boot Camp já criada, sendo que no VMWare Fusion, o processo é muito mais simples, pois ele reconhece e configura automaticamente, deixando a opção na janela das máquinas virtuais disponíveis. Com o Parallels, você pode adicionar a partição do Boot Camp, mas deve fazer isso criando uma nova máquina virtual.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7389 aligncenter" title="39-virtual-10" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-10-360x243.jpg" alt="39-virtual-10" width="360" height="243" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7390 aligncenter" title="39-virtual-11" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-11-360x138.jpg" alt="39-virtual-11" width="360" height="138" /></p>
<p>No Quadro 2, apresentamos um resumo dos resultados referentes ao processo de instalação. O interessante é que o VirtualBox separa apenas 512 MB de memória para a máquina virtual e 20 GB para disco, mas até funciona bem. O problema é que esses valores baixos não são necessariamente uma vantagem, pois podem comprometer o desempenho da máquina virtual se você começar a instalar novos aplicativos, como o pacote MS Office, por exemplo. Vai acabar faltando memória ou espaço em disco!</p>
<p><strong>Desempenho</strong><br />
Um dos quesitos mais importantes quando se analisa qualquer software de virtualização é seu desempenho para rodar os sistemas operacionais convidados. Não adianta ter o Windows dentro do Mac se ele se arrastar para executar qualquer tarefa, deixando também o OS X lento. Em nossos testes, a primeira verificação foi o resultado do Índice de Experiência do Windows (Windows Experience Index) obtido pelo Windows 7 em cada um dos aplicativos de virtualização. Os resultados foram muito bons, bem próximos aos obtidos com o Windows Vista 32 bits rodando no Boot Camp (que é nossa referência para testes, porque, teoricamente, é mais “pesado” e tem os drivers atualizados e funcionais da própria Apple), exceto na parte de vídeo. É válido ressaltar que a diferença em relação ao Boot Camp é muito grande, pois nele utilizamos os drivers adequados fornecidos pela Apple, e não os emuladores que os softwares de virtualização fornecem.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7391 aligncenter" title="39-virtual-12" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-12-360x281.jpg" alt="39-virtual-12" width="360" height="281" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7392 aligncenter" title="39-virtual-13" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-13-360x272.jpg" alt="39-virtual-13" width="360" height="272" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7393 aligncenter" title="39-virtual-14" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-14-360x275.jpg" alt="39-virtual-14" width="360" height="275" /></p>
<p>No teste de inicialização do Windows 7, o mais rápido é o VirtualBox, que demora 38 segundos até chegar à tela de login, seguido pelo Parallels (42 segundos) e VMWare Fusion (50 segundos). Para os demais testes, simulamos ações do dia a dia, como acesso à internet, reprodução de vídeos de apresentação da Apple, download de arquivos do site da Mactopia e cópia de arquivo do sistema Mac OS X para a máquina virtual. Para isso, utilizamos um link de internet ADSL de 10 Mbps e o Internet Explorer 8 x64. Lembre-se de que podem ocorrer variações de tempo devido ao tráfego no site acessado; assim, considere essas informações de download de arquivos da internet como referência apenas.</p>
<p>A reprodução de vídeos também foi muito boa, não ocorrendo cortes ou saltos de imagem em qualquer das três máquinas virtuais. Destaque vai para o VirtualBox, que mesmo com 512 MB de memória se saiu muito bem nesse quesito.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7394" title="39-virtual-15" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-15-360x219.jpg" alt="39-virtual-15" width="360" height="219" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7395" title="39-virtual-16" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-16-360x267.jpg" alt="39-virtual-16" width="360" height="267" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7396" title="39-virtual-17" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-17-360x268.jpg" alt="39-virtual-17" width="360" height="268" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7397" title="39-virtual-18" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-18-360x267.jpg" alt="39-virtual-18" width="360" height="267" /></p>
<p><strong> Integração</strong><br />
A interface de todos os programas é muito bem acabada, fácil de usar e de encontrar os recursos que desejamos. Você trabalha com muita similaridade a outros aplicativos para Mac. Dentro do programa de virtualização, se o Windows funcionasse separadamente do Mac OS X, já seria de grande ajuda. Mas o detalhe é que os virtualizadores testados permitem a integração entre o sistema convidado e o hospedeiro. </p>
<p>Cada aplicativo apresenta diferentes modos de visualizar o sistema convidado, com pequenas variações entre eles. Você pode usar o Windows 7 em tela cheia, em uma janela (e redimensionar essa janela simplesmente arrastando para ajustar o tamanho), ou integrado ao Mac OS X. Essa é uma opção muito interessante, que no Parallels é denominada Coherence. Já no VMWare Fusion é denominada Unity, e no VirtualBox é o Modo Seamless. Em vez de executar o sistema operacional em uma janela, a integração permite que o Windows seja visto como parte do sistema hospedeiro, com as janelas de aplicativos que rodam no Windows 7 funcionando como se estivessem rodando no Mac OS X.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7398" title="39-virtual-19" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-19-360x225.jpg" alt="39-virtual-19" width="360" height="225" /></p>
<p>Essa integração é evidente mesmo no VirtualBox, apesar de ele deixar a barra do Windows visível sobre o Dock. Mas ao utilizar o Exposé, em todos os softwares de virtualização as janelas dos aplicativos do Windows se comportam como se estivessem rodando no Mac OS X. O Parallels possui um modo de visualização adicional chamado Modality, que, basicamente, é uma janela reduzida, em que você pode acompanhar as tarefas em seu Windows 7 enquanto trabalha no Mac, inclusive configurando seu grau de transparência para que não atrapalhe.</p>
<p>Para compartilhar pastas e arquivos, tanto o Parallels como o VMWare Fusion facilitam muito a vida do usuário. Ao instalar as ferramentas adicionais, você pode integrar as pastas de seu perfil de usuário do sistema operacional Windows (documentos, imagens, música) com as pastas equivalentes do seu perfil de usuário do Mac OS X. E também pode arrastar e soltar arquivos e pastas de um sistema operacional para outro. Já no VirtualBox, é necessário escolher a pasta que você deseja compartilhar no Mac OS X, e depois mapeá-la no Windows virtualizado, o que não é tão didático, e exige uma pequena olhada no manual. O Parallels também permite a utilização simultânea de dispositivos de armazenamento USB pela máquina virtual e pelo Mac OS X, o que não é possível no VMWare Fusion e no VirtualBox. Este é um grande diferencial a favor do produto.</p>
<p>O Parallels faz a associação automática dos tipos de arquivo para Mac e Windows. Isso é muito interessante, pois arquivos que estão no disco do Mac, com determinadas extensões, como .EXE, ao serem clicados, acionam automaticamente a máquina virtual no Parallels, abrem e depois rodam dentro da máquina virtual.</p>
<p><strong>Funcionalidades</strong><br />
Aqui o Parallels deixa a concorrência para trás. Ele possui uma série de recursos e de aplicativos que auxiliam muito no dia a dia, e que os outros não têm. Por exemplo, a função Speech (Parallels Desktop &gt; Preferences &gt; Speech) permite a utilização de comandos de voz para comandar a máquina virtual. Com eles, você pode iniciar, dar pausa, resetar ou desligar a máquina virtual, fazer um snapshot ou um clipe (uma parte da tela do Mac OS X, que fica visível dentro da máquina virtual mesmo em tela cheia), alterar o modo de visualização, entre outras coisas. O VMWare Fusion e o VirtualBox não passam nem perto disso.</p>
<p>Outra funcionalidade muito legal (e que somente o Parallels tem) é o Parallels Mobile, que permite controlar a máquina virtual a partir de um iPhone. O Parallels também fornece ferramentas específicas para o gerenciamento de mídias removíveis e dispositivos USB (SmartMount e SmartConnect), modo de economia de energia para baterias, permite criar cópias exatas de máquinas virtuais (Clone), e transformar máquinas virtuais em modelos (Templates), que depois podem ser utilizados para criar novas máquinas.</p>
<p>Outras interessantes ferramentas do Parallels são Parallels Explorer, Parallels Compressor e o Parallels Image Tool. O Parallels Explorer é uma ferramenta de fácil utilização, que permite acessar o conteúdo de máquinas e discos virtuais com a máquina virtual desligada, modificá-la e mesmo transferir arquivos e pastas. Está disponível para o Mac OS X, e permite acessar os formatos de disco HDD/PVS (Parallels), VMDK/VMX (VMWare) e VHD/VMC (Microsoft), com os formatos de sistemas de arquivos Fat16/32, NTFS e Ext2/Ext3. Além do Parallels Explorer, temos o Parallels Mounter, que é integrado ao Finder. Ele permite montar e acessar o conteúdo das máquinas virtuais sem a necessidade de abrir o Parallels Explorer. O VMWare Fusion possui uma ferramenta similar, o VMDKMounter.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7399" title="39-virtual-20" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-20-360x108.jpg" alt="39-virtual-20" width="360" height="108" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7400" title="39-virtual-21" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-21-359x264.jpg" alt="39-virtual-21" width="359" height="264" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7401" title="39-virtual-22" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-22-360x256.jpg" alt="39-virtual-22" width="360" height="256" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7402" title="39-virtual-23" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-23-360x186.jpg" alt="39-virtual-23" width="360" height="186" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7403" title="39-virtual-24" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-24-360x181.jpg" alt="39-virtual-24" width="360" height="181" /></p>
<p>Também existem ferramentas de migração para criar máquinas virtuais a partir de outras máquinas virtuais, microcomputadores reais ou do Boot Camp. É o caso do Parallels Transporter e do VMWare Converter (que deve ser baixado à parte). O Parallels Transporter permite migrar máquinas virtuais da Microsoft (Virtual PC), VirtualBox e VMWare Fusion, enquanto o VMWare Fusion pode importar diretamente (sem o VMWare Converter) as máquinas do Parallels e do Virtual PC. O VirtualBox, desde a versão 2.2, permite importar e exportar máquinas virtuais criadas no padrão Open Virtualization Format (OVF), e pode utilizar os formatos VDI (próprio), VMDK ou VHD.</p>
<p>Para finalizar, temos o Parallels Compressor, que reduz o tamanho das máquinas virtuais, removendo o que é desnecessário, e o Parallels Image Tool, que permite trabalhar com seus discos virtuais, aumentando a capacidade, alterando o tipo e formato, diminuindo o tamanho ou fazendo a consolidação de snapshots de máquinas virtuais que utilizam esses discos.</p>
<p><strong>Segurança</strong><br />
Com relação à segurança, vale lembrar que mesmo estando dentro do ambiente Mac OS X, você ainda está rodando Windows, logo, aquela mensagem de que seu computador está correndo riscos e sujeito a ameaças como vírus e programas espiões é totalmente verdadeira. Também é importante analisar como você fará<br />
o becape de sua máquina virtual, principalmente se caso utilize aplicativos importantes.</p>
<p>Tanto o VMWare Fusion como o Parallels fornecem um aplicativo antivírus e antispyware por 12 meses, já o VirtualBox não. No VMWare Fusion, temos o McAfee VirusScan Plus, e o Parallels traz o Internet Security, fornecido pela Kaspersky. Ambos são bons produtos de segurança, mas nenhum dos dois funcionou corretamente no Windows 7. Isso não é culpa do software de virtualização, mas do aplicativo antivírus. As próximas versões já deverão ter total compatibilidade.</p>
<p>Mesmo que você tenha um antivírus no Mac OS X, alguns não monitoram o tráfego e o acesso à internet que é feito pela máquina virtual. Fornecedores como Intego e Symantec oferecem pacotes com licença tanto para a máquina virtual como para o Mac OS X.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7404" title="39-virtual-25" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-25-360x278.jpg" alt="39-virtual-25" width="360" height="278" /></p>
<p>Os três aplicativos  de virtualização permitem snapshots (capturas) do estado da máquina virtual. Assim, caso ocorram alterações indevidas, você pode reverter para um estado anterior. A vantagem do Parallels e do VMWare Fusion é que os snapshots podem ser feitos de modo automático, garantindo maior segurança em caso de problemas. Além disso, o Parallels vem com os aplicativos Acronis True Image Home (para becape e recuperação) e Acronis Disk Director Suite (para gerenciamento de discos, incluindo reparticionamento), que fornecem proteção adicional para seu Windows virtualizado. Somente esses dois softwares custam aproximadamente US$ 80.</p>
<p><strong>Conclusão</strong><br />
Os três programas de virtualização cumprem bem o seu papel. São rápidos, não consomem muitos recursos do sistema e dispõem de diversas soluções que facilitam a vida do usuário.</p>
<p>O Parallels, pelo desempenho e recursos adicionais (que oferecem mais flexibilidade ao usuário) está muito adiante dos demais aplicativos e ganha nossa preferência.</p>
<p>O VMWare Fusion vem em seguida, pois é um produto em fase de amadurecimento, mas com muitos recursos, com o VirtualBox em terceiro lugar. Logicamente, para um produto gratuito (para uso pessoal), o VirtualBox já é bem completo, e possui ampla compatibilidade tanto para o sistema operacional hospedeiro como para o convidado, mas não possui recursos como o de arrastar e soltar, nem o mesmo nível de integração dos sistemas operacionais que têm o Parallels e o VMWare Fusion.</p>
<p>Sugerimos que você aproveite as versões de teste disponíveis nos sites de cada produto e experimente os três antes de escolher o que melhor atende às suas necessidades, antes de investir US$ 80 ou de adotar um programa gratuito que não oferece as funções desejadas.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7405" title="39-virtual-26" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-26-360x98.jpg" alt="39-virtual-26" width="360" height="98" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7406" title="39-virtual-27" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-27-360x98.jpg" alt="39-virtual-27" width="360" height="98" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7407" title="39-virtual-28" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-28-360x108.jpg" alt="39-virtual-28" width="360" height="108" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-7408" title="39-virtual-29" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/09/39-virtual-29-360x98.jpg" alt="39-virtual-29" width="360" height="98" /></p>
<p><em><strong>Aureo Monteiro Tavares ainda utiliza o Windows por questões profissionais, mas o roda dentro do Mac.</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>iTablet? Ou algo totalmente diferente?</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 11:50:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heinar Maracy</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Com tantos rumores, decidimos imaginar como seria a tablet da Apple]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/final-geral-quadrado-540.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-6594" title="final-geral-quadrado-540" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/final-geral-quadrado-540.png" alt="final-geral-quadrado-540" width="540" height="540" /></a>Existem alguns boatos que não querem morrer. Durante anos falou-se do sucessor do Newton (descontinuado em 1998), coisa que só virou realidade com o lançamento do iPhone, em 2007. Um Mac Tablet também é algo que vem sendo esperado desde que a Microsoft lançou o Tablet PC, em 2001. Afinal, em uma plataforma cultuada por designers, nada mais óbvio que um laptop-tela onde você pode desenhar. Mas o Tablet PC nunca saiu da condição de produto de nicho, coisa na qual a Apple não tem interesse faz muito tempo. Apple hoje só faz produtos de massa. Entretanto, há pouco mais de dois anos, alguns coreanos espertos descobriram que um laptop minúsculo e fraquinho era tudo que boa parte da humanidade precisa para ser feliz. Algo para email, web e Office, que custe metade do preço de um laptop “de verdade”. Junte a isso uma crise mundial e temos um novo fenômeno nas mãos: os netbooks.</p>
<p>No decorrer deste ano, a Apple várias vezes deixou bem claro que não pretende lançar um netbook. Durante uma palestra, em abril desse ano, Tim Cook, executivo-chefe de operações da empresa, destilou seu desprezo aos equipamentos: “quando olho para o que está sendo vendido no mercado de netbooks, eu vejo teclados restritivos, telas muito pequenas, uma porcaria de hardware e péssimo software”. Na apresentação de resultados do último trimestre, reforçou sua posição: “eu nunca descarto nada para o futuro, mas os netbooks não são robustos, falta-lhes poder de processamento, têm telas pequenas e péssimos teclados. Muitas pessoas não estão felizes com isso”. Completou dizendo àqueles que querem um computador pequeno para ver seu correio eletrônico ou para navegar na internet, que deveriam procurar um iPhone ou um iPod touch.</p>
<div id="attachment_6492" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/box-tablets.jpg"><img class="size-large wp-image-6492" title="box-tablets" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/box-tablets-540x557.jpg" alt="Mais chutes: Adivinhar a aparência do futuro tablet da Apple virou um verdadeiro esporte mundial. Alguns exemplos..." width="540" height="557" /></a><p class="wp-caption-text">Mais chutes: Adivinhar a aparência do futuro tablet da Apple virou um verdadeiro esporte mundial. Alguns exemplos...</p></div>
<p>Mas, ao mesmo tempo, a Apple limpou a parte de baixo da sua linha de portáteis, subindo os MacBooks de nível e os equiparando aos MacBook Pro. Hoje não existe nenhum laptop Apple abaixo de US$ 1 mil, fora o velho MacBook branquinho (cujo design remonta ao mais velho ainda iBook), que pede por uma aposentadoria. Ou seja, há um espaço na faixa de US$ 500 a US$ 1 mil que precisa ser ocupado para a Apple não perder esse mercado. Mas o que colocar nele que não pareça um MacBook Pro com problemas glandulares?</p>
<p><strong>Os cegos e o elefante<br />
<span style="font-weight: normal;">Recentemente, os boatos sobre um produto Apple para ocupar esse espaço cresceram em quantidade e qualidade. Jornais respeitáveis como Financial Times e The New York Times soltaram notas a respeito e um “analista veterano” (cujas iniciais podem, ou não, ser WM) afirmou ao Wall Street Journal ter mexido no aparelho. Representantes de editoras, da indústria de cinema e música também deram com a língua nos dentes, apesar dos contratos de não-divulgação que assinaram.</span></strong></p>
<p>Em cima dessas pistas, sites de boatos e macmaníacos do mundo inteiro partiram para disputar seu jogo favorito: “Acerte o One More Thing”. Nós também não deixamos de participar. Seguindo a velha parábola indiana dos cegos que tentam descobrir como é um elefante apalpando seu dorso, rabo e pernas, tentamos adivinhar o que vem por aí. Pedimos a dois colaboradores, Rainer Brockerhoff (www.brockerhoff.net) e Mario Amaya (marioav.blogspot.com), que dessem seu palpite sobre o que vai ser lançado. Rainer tem em seu currículo a participação no desenvolvimento do único clone de Macintosh feito à revelia da Apple do mundo, o Unitron. Mario é um macmaníaco de longa data, dono de uma das maiores coleções de Macs antigos e atualmente edita o site da revista Photoshop Creative (www.photoshopcreative.com.br). Juntos, montaram o nosso protótipo. Se não for um produto que já existe nos laboratórios da Apple, com certeza é algo que será inventado no futuro ou em uma dimensão paralela.</p>
<div id="attachment_6493" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/box-tablets2.jpg"><img class="size-large wp-image-6493" title="box-tablets2" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/box-tablets2-540x556.jpg" alt="Não inventamos nada: As patentes registradas abaixo pela Apple serviram como base para as nossas especulações" width="540" height="556" /></a><p class="wp-caption-text">Não inventamos nada: As patentes registradas abaixo pela Apple serviram como base para as nossas especulações</p></div>
<p><strong>O nome<br />
<span style="font-weight: normal;">Infelizmente já existe um iTablet, mas é um produto muito ruim. Isso não foi problema para a Apple com o iPhone, marca que já era usada pela Cisco em um produto que não tinha nada a ver com o celular da Apple. Mas não foi nada que um caminhão de dólares não conseguisse resolver. Mesmo assim, o nome é ruim. Não tem o mesmo apelo, concisão e sonoridade de iMac, iPod e iPhone. Nosso palpite? iBook, claro! “The new improved and revolutionary iBook”. Afinal, como veremos a seguir, uma das killer apps do bicho é ler livros. E, como vimos, o nome iBook está vago na linha de produtos.</span></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<div id="attachment_6520" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/final-aberto-browser-flat-640.png"><img class="size-large wp-image-6520" title="final-aberto-browser-flat-640" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/final-aberto-browser-flat-640-540x332.png" alt="Na configuração mais similar à de um notebook normal, o aparelho poderia transformar a tela de baixo em teclado virtual" width="540" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">Na configuração mais similar à de um notebook normal, o aparelho poderia transformar a tela de baixo em teclado virtual</p></div>
<p><strong>Killer App<br />
<span style="font-weight: normal;">Todo produto Apple revolucionário que se preze precisa satisfazer um desejo que todos temos mas nem sabíamos até tocá-lo. Ter todas as músicas do mundo e o Google no seu bolso, por exemplo. O iTablet (perdão, iBook) traz como “aplicação matadora” ser o primeiro computador projetado para leitura de livros, jornais e revistas eletrônicas. Sim, sabemos que quando a Amazon lançou o Kindle Jobs deu uma de raposa e as uvas e disse que “ninguém mais lê”. Mas conhecemos seu Jobs. Sabemos que suas frases de efeito são tão literais quanto um koan budista.</span></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p>O novo iBook vai ser um e-Reader e muito mais. Você vai poder comprar ou assinar sua publicação favorita por ele e receber imediatamente e poder ler na cama, no banheiro, na rua, na praia, na fazenda ou numa casinha de sapê. A tela não vai ser tão confortável quanto o ePaper do Kindle, mas vai ter vantagens comparativas enormes. Por exemplo, vai permitir que esses livros e revistas tenham músicas e vídeos de alta definição embutidos. Uma mistura de CD-ROM multimídia com o jornal do Harry Potter. Ah, sim, o nosso iBook também vai ser o melhor  e menor aparelho para ver filmes em HD. E rodar todos os trilhões de programinhas para iPhone. E ser melhor que o PSP para games.</p>
<div id="attachment_6524" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/final-aberto-game-flat-640.png"><img class="size-large wp-image-6524" title="final-aberto-game-flat-640" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/final-aberto-game-flat-640-540x371.png" alt="Quem precisa de PSP quando se tem um iBook com aplicativos da App Store?" width="540" height="371" /></a><p class="wp-caption-text">Quem precisa de PSP quando se tem um iBook com aplicativos da App Store?</p></div>
<p><strong>Design</strong><br />
Aparentemente, o formato de tablet é meio inevitável. A tecnologia multitouch do iPhone pede um uso em algo maior que um celular. Colocar uma tela multitouch em um iMac ou MacBook é um erro crasso de usabilidade que a Apple (ao contrário da HP) não cometeria (suja a tela, cansa o braço etc.). Sim, todos querem um computador gestual, mas ninguém sabe como fazê-lo. O fomato tablet tem sérios problemas: é grande demais para caber no bolso ou para operar com apenas uma mão como o iPhone; deitado em uma mesa fica em um ângulo muito desfavorável para o uso cotidiano e ficaria pior ainda se colocado de pé, como um iPortarretratos. Caiu no chão? Perda total, já que a tela não teria nenhuma proteção. Basicamente, seria um iPodão ou um MacBook sem teclado. Nada menos Apple que isso.</p>
<p>Além disso, tablets não são nenhuma novidade revolucionária. A própria Microsoft relançou a idéia em 2006 com o projeto Origami, depois rebatizado de UMPC (Ultra Mobile PC). Quase todos os fabricantes de UMPCs já descontinuaram seus produtos, devido as vendas pífias. O motivo? Preço e usabilidade. Ninguém paga mais por um produto que faz menos que outro, só porque ele é menor e mais bonitinho. Felizmente a Apple já aprendeu essa lição há muito tempo, com o Power Mac G4 Cube.</p>
<p>Dentre todos os problemas do formato tablet, o input de texto é o pior de todos. Reconhecimento de escrita é algo que até hoje não deu muito certo, basta perguntar a qualquer dono de TabletPC com Windows. Canetinha stylus a Apple já jogou no lixo. Digitar em um teclado virtual na mesma tela em que você lê também não é nada ergonômico. Mas confiamos que a Apple deve resolver o problema. A especialidade de seus engenheiros e designers é identificar um problema e quebrar a cabeça até resolvê-lo.</p>
<p>Nossa sugestão? Um tablet com tela dupla, a la Nintendo DS. Um aparelho dobrável do tamanho de um pocket book eliminaria os principais problemas de um tablet. Fechado, as telas estariam protegidas. Aberto em um ângulo de 110 graus, um dos lados poderia se transformar em um teclado virtual enquanto o outro passa filmes ou navega na internet. Poderia ser aberto e lido na vertical como um livro ou virado totalmente a 360 graus para permitir que uma das telas fosse utilizada como um grande touchpad multitouch para controlar games com dois dedos atrás e dois na frente, por exemplo (a Apple tem uma patente para isso). Ainda no terreno das patentes inéditas, a Apple pode incorporar uma câmera na própria tela, o que permitiria videoconferência ou aplicações de realidade aumentada.</p>
<div id="attachment_6528" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/final-aberto-livro-flat-640.png"><img class="size-large wp-image-6528" title="final-aberto-livro-flat-640" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/final-aberto-livro-flat-640-540x447.png" alt="O novo e melhorado iBook será o leitor de e-books definitivo" width="540" height="447" /></a><p class="wp-caption-text">O novo e melhorado iBook será o leitor de e-books definitivo</p></div>
<p>Temos que confessar que a ideia não é nossa (nem da Nintendo). Há um vídeo futurista encomendado por uma editora francesa que mostra exatamente esse produto como o futuro dos livros. Você pode vê-lo em http://tinyurl.com/mbdab2.</p>
<p><strong>Hardware</strong><br />
Como o Novo e Intergalático iBook vai ser feito para tocar vídeos em HD, ele deve ter uma tela de pelo menos 720 pixels de altura. A tecnologia de e-paper, ótima para leitura, não tem velocidade suficiente para rodar um sistema operacional como o OS X, muito menos filmes e games. Para conseguir uma boa combinação de espessura, desempenho, alto contraste e baixo consumo, a única opção existente é o AMOLED, uma tela OLED de matriz ativa que permite leitura até sob a luz do sol. Nosso aparelho teria uma tela de OLED touch com espessura de 2 mm, 10 polegadas diagonais, resolução de 1280 x 720 e densidade de 160 ppi (pixels por polegadas) ou mais, o que daria uma tela extraordinariamente nítida, de cair o queixo. Suas dimensões seriam a de um livro normal: 18 x 12 x 1,5 cm, pesando algo entre 300 a 500 gramas. Terá memória sólida com tamanhos de 32 e 64GB.</p>
<div id="attachment_6535" class="wp-caption aligncenter" style="width: 377px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/final-fechado-flat-540.png"><img class="size-full wp-image-6535" title="final-fechado-flat-540" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/final-fechado-flat-540.png" alt="Quando fechado, o revolucionário iBook ficaria assim" width="367" height="540" /></a><p class="wp-caption-text">Quando fechado, o revolucionário iBook ficaria assim</p></div>
<p>Uma boa plataforma para rodar filmes HD em aparelhos minúsculos é a Ion, da NVIDIA, que une um chipset de vídeo GeForce 9400M com um processador Atom, da Intel. Mas se utilizá-la, a Apple vai estar apenas seguindo Acer, Lenovo e dezenas de outros fabricantes que estão lançando netbooks com a plataforma Ion. O mais provável é que ela inclua um processador desenhado pela PA Semi, justificando finalmente a compra desta “butique de processadores” e retardando o aparecimento de cópias no mercado em pelo menos uns dois anos. O coração do produto seria um processador gráfico/CPU compatível com OpenCL e capaz de rodar diretamente aplicações feitas para iPhone/iPod. Provavelmente será lançado uma versão do Xcode para adaptar facilmente programas atuais para rodarem nativos na nova plataforma.</p>
<p>Conexão 3G é algo imprescindível num aparelho que precisa estar sempre conectado, mas vai obrigar a Apple a atrelar a venda de um produto que não faz ligações telefônicas às operadoras de telefonia. Por outro lado, com o sucesso estrondoso do iPhone, a Apple pode pedir para o presidente da AT&amp;T se vestir de dançarina de can-can e jogar malabares no topo do Empire State que será atendida prontamente. Se o objetivo do aparelho é vender vídeos, livros e música, estar conectado 100% do tempo é uma boa idéia, então botamos modem 3G no nosso protótipo dos sonhos. Talvez uma versão só com WiFi, mais barata e sem estar atrelada a uma tarifa mensal também faça sentido.</p>
<div id="attachment_6532" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a href="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/final-aberto-movie-flat-640.png"><img class="size-large wp-image-6532" title="final-aberto-movie-flat-640" src="http://macmais.terra.com.br/mac-cms/wp-content/uploads/2009/08/final-aberto-movie-flat-640-540x332.png" alt="Programas operados via painéis de controle fixos, como um tocador de vídeo ou um teclado musical, beneficiariam-se muito de um comando multitouch igual ao do atual iPhone" width="540" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">Programas operados via painéis de controle fixos, como um tocador de vídeo ou um teclado musical, beneficiariam-se muito de um comando multitouch igual ao do atual iPhone</p></div>
<p><strong>Sistema<br />
<span style="font-weight: normal;">Apesar de o batizarmos como iBook, não acreditamos que ele irá rodar o Photoshop. Provavelmente o Novo e Misterioso Produto Apple vai rodar uma versão do OS X parecida com a do iPhone e iPod Touch, modificada para permitir a(s) tela(s) maior(es) e gestos de até dez dedos. Faz sentido imaginar que ela rode programas em background sem necessitar de gambiarras como o sistema de notificações do iPhone. Mesmo assim. na maior parte do tempo, só vai haver um programa rodando na frente. Porque não utilizar o Mac OS X então, já que a tela vai ser tão fantástica? Porque o sistema do Mac é extremamente dependente de um “pointer device” preciso como o mouse. Não foi feito para trabalhar com dez dispositivos imprecisos. Além disso, a Apple não vai querer posicionar o iTablet (ops, iBook) como um laptop baratinho ou “o netbook da Apple”. Ele é o Super iPhone, o Aparelho Definitivo para consumo de livros, filmes e músicas, o Paper Ultimate Nulifier.</span></strong></p>
<p><strong>Disponibilidade e preço<br />
<span style="font-weight: normal;">Quem não vai querer ter um iBook DS? Eu, você e a torcida do Corinthians, com certeza. Mas o lançamento deve seguir o esquema iPhone. Este ano, só nos EUA, a partir de 21 de novembro. Ano que vem, no resto do mundo. Além do complicador 3G existem os acordos com gravadoras, estúdios e editoras, empresas que em sua maioria ainda pensam que estão no século XX (exceto as editoras, que ainda estão no século XIX). Tudo isso transforma o “ecossistema” proposto pela Apple em algo legalmente e politicamente complicado de se transportar para outros países.</span></strong></p>
<p>Quanto ao preço, a faixa entre US$ 800 e US$ 1 mil é uma aposta certa. A Apple conhece bem o seu público e como criar produtos cujo valor agregado seja reconhecido. Você pode até reclamar, mas ao botar a mão em um, paga o que for preciso.</p>
<p>Mesmo que nada disso se transforme em realidade, foi divertido pensar a respeito. Na próxima edição já teremos a resposta e provavelmente o Sensacional e Estupefaciente iQualquerCoisa estampado em nossa capa. E nossa passagem para Miami em novembro já está reservada.</p>
<p><strong><em>Heinar Maracy </em></strong>já está na fila para o iBook, MacBook Touch ou o que for. Colaborou <strong><em>Rainer Brockerhoff</em></strong></p>
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